Nota: 



Anotação em 2011: Este O Retorno de Tamara, no original Tamara Drewe, é baseado em uma história em quadrinhos, ou, como se diz agora, em uma graphic novel, romance gráfico. Mas, como é um romance gráfico inglês, não tem super-heróis. Ler Mais
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Anotação em 2011: Este O Retorno de Tamara, no original Tamara Drewe, é baseado em uma história em quadrinhos, ou, como se diz agora, em uma graphic novel, romance gráfico. Mas, como é um romance gráfico inglês, não tem super-heróis. Ler Mais
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Anotação em 2011: Duro, triste, honesto, sensível mergulho no universo de três garotas adolescentes na periferia pobre do Rio de Janeiro, conduzido com muita competência pela diretora Sandra Werneck. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Serpentes de Luxo/Baby Face, feito em 1933 por um diretor não muito conhecido, Alfred E. Green, é um filme surpreendente, espantoso, ousado, que não parece de seu tempo. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Toda a ação de O Último Vôo se passa no deserto do Saara– e a sensação é de que o filme foi de fato filmado lá. O diretor Karim Dridi carrega o espectador para o deserto: há tomadas de uma beleza extraordinária – e, no final, o filme, os dois personagens centrais e o espectador mergulham num clima angustiante, exasperante. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Antes Que o Mundo Acabe, da diretora gaúcha Ana Luiza Azevedo, é um filme delicado, gostoso, simpático, agradável, com várias qualidades. Fala sobre as agruras da adolescência, os pequeninos e os grandes problemas que, para os adolescentes, são sempre gigantescos, ciclópicos, avassaladores. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: É muito impressionante como Les Mistons, o curta-metragem que François Truffaut filmou em 1957, aos 25 ridículos aninhos de idade, dois anos antes de seu primeiro longa, Os Incompreendidos/Les Quatre Cents Coups, já contém vários dos temas, das características que estariam presentes em sua obra espetacular, uma das mais maravilhosas do cinema. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Este O Julgamento de Paris, no original Bottle Shock, conta uma história incrível, no sentido mais literal do termo: uma história improvável, implausível – e no entanto real. Ler Mais
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Anotação em 2011: Este A Marca do Vampiro, de 1935, o antepenúltimo dos mais de 60 filmes dirigidos por Tod Browning, “o Edgard Alan Poe do cinema”, é muito, muito estranho. E tem uma história de vida, se é que podemos chamar assim, complicada, insólita, fascinante. Ler Mais
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Anotação em 2011: Este Um Amor Tão Frágil, no original La Dentellière, de 1977, foi o filme que consagrou a então muito jovem Isabelle Huppert como grande atriz. Só por isso já teria importância, mas este não é seu único valor. É um belo, fascinante filme, um pequeno estudo psicológico e sociológico – mas feito de forma absoluta, chocantemente simples, despretensiosa. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Um policial francês competente, feito com talento. Duro, pesado, violento. Nada extremamente marcante, extraordinário, mas um policial muito bom. Parte de uma denúncia forte de má conduta das autoridades policiais, para agradar a um político importante. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Às Cinco da Tarde, da jovem iraniana Samira Makhmalbaf, é duro, árido, seco, como as vidas das pessoas e as paisagens que ela mostra. Ler Mais
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Anotação em 2011: Um belo filme, este As Coisas Impossíveis do Amor. O título brasileiro parece indicar uma comedinha romântica. Não é. É um drama sério, sensível, sobre, como diz o título original, o amor e outras procuras impossíveis. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Para bem mais de 99% da humanidade, economia é um troço de difícil compreensão, assim como física quântica, ou sânscrito; mesmo para a parcela de bem menos de 1% que estudou economia a sério, não é um assunto simples. Assim, Grande Demais Para Quebrar/Too Big to Fail, de Curtis Hanson, não é propriamente um filme que se deixa ver com facilidade, como uma comedinha romântica ou um aventura de super-heróis. Ler Mais
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Anotação em 2011: Bravura Indômita/True Grit – o original, feito por Henry Hathaway em 1969 – é um filme interessantíssimo, fascinante, por um bom número de razões. Ver John Wayne interpretando um herói que tem uma grande quantidade de defeitos, que às vezes até parece um bandido, é só uma delas. Ler Mais