Arquivos do Rótulo: Nota 3

Mulheres e Luzes / Luci del Varietà

Nota: ★★★☆

É muito impressionante como Luci del Varietà, no Brasil Mulheres e Luzes, comprova que tudo, tudo, tudo muda – e demonstra como, fora do âmbito específico da Matemática, a ordem dos fatores altera, sim, o produto. Ler Mais »

Um Assaltante Bem Trapalhão / Take the Money and Run

Nota: ★★★☆

O primeiro personagem que Woody Allen criou para ele mesmo interpretar, em seu filme de estréia como diretor (e co-autor do roteiro), de 1969, é, como perfeitamente define o título brasileiro, um assaltante bem trapalhão. Ler Mais »

Nossas Noites / Our Souls at Night

Nota: ★★★☆

Ao trabalharem juntos pela quarta vez, em 2017, 51 anos depois da primeira, 38 anos depois da mais recente, Robert Redford e Jane Fonda, gloriosamente belos na velhice, fizeram o que deveríamos mesmo esperar deles: uma beleza de filme. Ler Mais »

Muito Amadas / Much Loved

Nota: ★★★☆

Muito Amadas acompanha o dia-a-dia de três prostitutas, de forma frontal, direta, crua. Mostra, portanto, uma realidade dura, barra pesada, que inclui humilhação, violência, abuso, e também consumo de vários tipos de droga – álcool, cocaína, maconha, haxixe –, festas desregradas, bacanais, sacanagem, safadeza. Ler Mais »

Maggie Tem um Plano / Maggie’s Plan

Nota: ★★★☆

Rotular Maggie Tem um Plano/Maggie’s Plan, de 2015, o quinto filme dirigido por Rebecca Miller ao longo de 20 anos, como uma comédia romântica seria imperfeito e reducionista. O filme tem, sem dúvida, muitos elementos de comédia romântica, inclusive humor e amor, mas é mais que isso. Ler Mais »

El Dorado

Nota: ★★★☆

El Dorado (1967) leva um bom tempo até começar a ficar parecido com seu irmão mais velho Rio Bravo, no Brasil Onde Começa o Inferno (1959). Ler Mais »

Contos de Nova York / New York Stories

Nota: ★★★☆

Três absolutos craques, dos melhores não apenas do cinema americano como da História do cinema – Martin Scorsese, Francis Ford Coppola, Woody Allen. Três dos mais talentosos criadores surgidos a partir do final dos anos 60. Ler Mais »

O Mundo Fora do Lugar / Die Abhandene Welt

Nota: ★★★☆

Margareth von Trotta pertence àquele grupo de realizadores que têm uma espécie de marca registrada, que abordam basicamente os mesmos temas em diversos de seus filmes, e assim compõem uma obra coesa, coerente, harmônica. Ler Mais »

Dirigindo no Escuro / Hollywood Ending

Nota: ★★★☆

Dirigindo no Escuro/Hollywood Ending, de 2002, o 32º filme de Woody Allen, é uma furiosa gozação da indústria do cinema, de Hollywood. Até aí, nada demais da conta: dezenas e dezenas de filme gozam Hollywood – basta lembrar das sátiras violentas de Mel Brooks, como Banzé no Oeste e Alta Ansiedade, e as estreladas por Leslie Nielsen, como Apertem os Cintos… O Piloto Sumiu e Duro de Espiar. Ler Mais »

O Sentido do Fim / The Sense of an Ending

Nota: ★★★☆

É do tipo de filme que de fato importa: fala de pessoas comuns, relações afetivas, a vida o amor a morte. Conta a história de homem de 60 e tantos anos que, de repente, a partir de um acontecimento fortuito, passa a se lembrar de fatos que aconteceram quando era bem jovem, ainda adolescente, entrando na idade adulta – fatos sobre os quais ele não tinha voltado a pensar durante décadas. Ler Mais »

A Senhora da Van / The Lady in the Van

Nota: ★★★☆

“A mostly true story”. Uma história praticamente real. Uma história em boa parte real. Ler Mais »

A Primeira Vitória / In Harm’s Way

Nota: ★★★☆

Apesar de ser uma produção caprichada, com a prestigiosa assinatura de Otto Preminger, e um elenco multi-estelar como o de poucos, A Primeira Vitória/In Harm’s Way (1965) não foi um sucesso de crítica na sua época. Bem ao contrário, na verdade. Ler Mais »

Major / Manop

Nota: ★★★☆

Major, produção russa de 2013, é um filme impressionante. Na forma, é duro, seco, cru, agressivamente distante de qualquer beleza. Mostra uma Rússia suja, pobre, feia, brutal, violenta, corrupta. Ler Mais »

Assumindo a Direção / Learning to Drive

Nota: ★★★☆

A catalã Isabel Coixet é uma realizadora de filmes sobre pessoas comuns, gente como a gente, e seus relacionamentos com os outros – afetivos, passionais, familiares. Ela fala sobre a imensa maior parte da humanidade, e não sobre os temas da maioria dos filmes de hoje: bandidos, ladrões, assassinos, traficantes, super-heróis ou seres de alguma outra dimensão, diferente desta em que vivemos o eventual leitor e eu. Ler Mais »

Sombras da Noite / Dark Shadows

Nota: ★★★☆

Fico impressionado, bestificado: como as pessoas conseguem ter essas idéias? Que dom maravilhoso, especial, elas têm para bolar coisas como a trama deste Sombras da Noite/Dark Shadows? Ler Mais »