Nota: 



Toda Forma de Amor, no original Beginners, iniciantes, é um filme pessoal – e esta talvez seja a maior de suas qualidades, que não são poucas. É uma maravilha poder existir uma obra pessoal no cinema feito hoje nos Estados Unidos. Ler Mais
Nota: 



Toda Forma de Amor, no original Beginners, iniciantes, é um filme pessoal – e esta talvez seja a maior de suas qualidades, que não são poucas. É uma maravilha poder existir uma obra pessoal no cinema feito hoje nos Estados Unidos. Ler Mais
Nota: 



Nanny McPhee – A Babá Encantada é tudo que um filme para toda a família precisa ser: engraçado, gostoso, alegre, imaginativo, mágico. Filme para crianças e jovens que também agrada aos adultos, porque é feito com inteligência e talento. Ler Mais
Nota: 



O Homem do Lado é um filme que incomoda, deixa o espectador aflito, apreensivo, nervoso. Mostra uma disputa entre dois vizinhos por algo que parece pequeno, um detalhe. A tensão, no entanto, vai se elevando, inexoravelmente, e sabemos o tempo todo que virá uma tragédia. Ler Mais
Nota: 



Margin Call – O Dia Antes do Fim, sobre a gigantesca crise financeira que explodiu em setembro de 2008, é um filme com diversas características bem fascinantes. Por exemplo: é uma produção independente, feita à margem dos grandes estúdios – mas tem grandes nomes no elenco. Ler Mais
Nota: 



É um belo filme, este Paris, que Cédric Kaplisch fez em 2008. Uma terna, apaixonada declaração de amor à cidade estupidamente maravilhosa. Ler Mais
Nota: 



A Chave de Sarah é uma violenta paulada na consciência dos franceses. Um corte feito com peixeira afiada bem em cima da ferida que a nação da liberdade igualdade fraternidade gostaria muito de esquecer que existiu. Ler Mais
Nota: 



A Estranha Passageira/Now, Voyager – um veículo para demonstrar e celebrar o talento de Bette Davis, na época uma das maiores estrelas do cinema – é um dos dramalhões mais clássicos da era dourada de Hollywood. Ao contrário de muitos outros classicões dos anos 30 e 40, no entanto, ele envelheceu muito, desde que foi lançado, em 1942. Ler Mais
Nota: 



Estreou muito bem na direção o francês descendente de marroquinos Roschdy Zem, ator tarimbado com mais de 70 filmes no currículo. Escolheu um assunto espinhoso: o casamento de uma judia com um descendente de muçulmanos na Paris de hoje, e todos os problemas que o casal é obrigado a enfrentar. Ler Mais
Nota: 



Houve imensa divergência de opiniões sobre os três filmes suecos baseados na Trilogia Millennium, de Stieg Larsson – Os Homens que Não Amavam as Mulheres, A Menina que Brincava com Fogo e A Rainha do Castelo de Ar. Houve quem gostasse muito do primeiro, houve quem detastasse; muita gente concordou que o segundo e o terceiro não ficaram à altura do primeiro. Ler Mais
Nota: 



Obscuro, pouco conhecido, espezinhado em guias de filmes, este Valerie é fascinante. Feito em 1957, por um diretor sem fama, Gerd Oswald, é uma pouco comum mistura de gêneros: western, tribunal, crime, mistério. E ainda tem a beleza faiscante de Anita Ekberg, três anos antes de seu estrondoso sucesso em La Dolce Vita, de Fellini. Ler Mais
Nota: 



Depois do grande sucesso internacional de sua cinebiografia de Edith Piaf, Piaf – Um Hino ao Amor, o jovem realizador francês Olivier Dahan se meteu a fazer um filme nos Estados Unidos, com base numa história de sua própria autoria. Ler Mais
Nota: 



A Múmia de 1932 é assim: se o espectador conseguir se abstrair totalmente da lógica, se não se preocupar o mínimo com a absoluta falta de verossimilhança, então ele poderá se encantar com um filme que tem importância histórica, muito clima e algumas seqüências de prodigiosa beleza. Ler Mais
Nota: 



Homens e Deuses/Des Hommes et des Dieux, de Xavier Beauvois, foi incensado nos festivais e pelos críticos. No Festival de Cannes de 2010, levou o grande prêmio do júri e o prêmio do Júri Ecumênico. Levou dois Césars, os de melhor filme e melhor ator coadjuvante para Michael Lonsdale. Ler Mais
Nota: 



Mais um dos tantos filmes recentes que usam a gastronomia como pano de fundo da história, este Bon Apppétit tem uma série de características bastante interessantes – e alguns paradoxos. Ler Mais
Nota: 



Um ficção científica-ação, baseado em história em quadrinhos, ou, como se diz hoje em dia, graphic novel, com Bruce Willis como protagonista e duas mulheres belíssimas no elenco, Radha Mitchell e Rosamund Pike. Sou meio avestruz, vejo todo tipo de filme, resolvi experimentar. E quer saber? É bom. No gênero, é bem bom. Ler Mais