Mogambo

Nota: ★★½☆

Que tal uma trama assim? O sujeito está enfurnado no meio da selva africana há décadas, vivendo de capturar animais selvagens e vendê-los para algum lugar da civilização e eventualmente de servir de hospedeiro e guia de ricaços interessados em fazer safáris. De repente, cai de pára-quedas diante dele a Ava Gardner. Continue lendo “Mogambo”

Páginas da Vida / O. Henry’s Full House

Nota: ★★½☆

O’Henry’s Full House, no Brasil Páginas da Vida, de 1952, pode não ser um grande filme – e não é mesmo, na minha opinião. É bem intencionado, defende bons valores, mas abusa do sentimentalismo, da pieguice. Continue lendo “Páginas da Vida / O. Henry’s Full House”

O Violinista / The Violin Player

Nota: ★★½☆

O Violonista/The Violin Player, produção indiana de 2016, tem apenas 72 minutos, de 10 a 20 minutos menos que a imensa maioria dos longa-metragens de hoje em dia, e essa característica tem grande importância. No entanto, as primeiras sequências do filme são longas, bem longas – e nelas acontecem poucas coisas. Nada, ou quase nada de importante, na verdade. Continue lendo “O Violinista / The Violin Player”

Iris

Nota: ★★½☆

Tem uma trama muito boa, inteligente, envolvente, este suspense francês de 2016 – um polar, a palavra deles para thriller. Começa contando uma mentira para o espectador – e logo, logo mostra uma surpresa, que será a primeira de muitas. Continue lendo “Iris”

Amor por Direito / Freeheld

Nota: ★★½☆

Amor Por Direito, no original Freeheld, é um filme que conta uma história real importante: um dos muitos episódios da aparentemente interminável luta pela igualdade de direitos entre os seres humanos. É, portanto, um filme coalhado de belas frases – belas frases de pessoas que defendem o que é justo, o que é certo, o que é de direito. Continue lendo “Amor por Direito / Freeheld”

O Bar / El Bar

Nota: ★★½☆

O Bar, do realizador basco Álex de la Iglesia, tem muito de O Anjo Exterminador, a ópera surrealista que o iconoclasta profissional Luís Buñuel cometeu no México em 1962. Isso é óbvio demais, salta aos olhos. Mas tem também, na minha opinião, uma boa pitada de Os Pássaros (1963), de Alfred Hitchcock, e um tanto do odor de A Comilança (1973), de Marco Ferreri. Continue lendo “O Bar / El Bar”

Beleza Oculta / Collateral Beauty

Nota: ★★½☆

Beleza Oculta/Collateral Beauty reuniu um elenco impressionante para contar uma história de perda. Toda perda de ente querido é evidentemente trágica, e não tem sentido imaginar algo como um perdômetro para medir intensidade da dor, mas creio que dá para dizer sem dúvida que a perda que o protagonista da história, Howard, experimenta é a pior de todas que pode haver: a de uma filhinha ainda criança. Continue lendo “Beleza Oculta / Collateral Beauty”