Nota: 



Matador em Perigo, no original Wild Target, alvo selvagem, é um daqueles filmes ao mesmo tempo bobos e divertidos. E não é pouco bobo, não: é bobo demais. Mas também é divertido demais. Ler Mais
Nota: 



Matador em Perigo, no original Wild Target, alvo selvagem, é um daqueles filmes ao mesmo tempo bobos e divertidos. E não é pouco bobo, não: é bobo demais. Mas também é divertido demais. Ler Mais
Nota: 



As Palavras/The Words é um filme que fala sobre livros – livros, e honestidade. O nome do filme é o nome de um livro que um dos personagens está lançando, e que, por sua vez, conta a história de um escritor que está lançando um livro. Ler Mais
Nota: 



O primeiro personagem adulto interpretado por Daniel Radcliffe, após os longos anos de imersão na pele do mago Harry Potter, sofre como um condenado às galés romanas. Come o pão que o diabo amassou. Aos 21 anos, Daniel Radcliffe caiu da magia no mais profundo dos infernos. Ler Mais
Nota: 



Levei um susto ao ver, logo no iniciozinho do filme, que o fim do mundo a que o título se refere não é, ao contrário do que havia imaginado, uma figura de linguagem, uma metáfora. Não: é o fim do mundo mesmo. Ler Mais
Nota: 



Desejo Atroz, no original All I Desire, fala sobre opções que fazemos na vida, e que às vezes mudam toda nossa trajetória. Fala sobre opções, erradas ou certas, e sobre as pequenas convenções sociais que nos obrigam a optar entre ceder a elas ou enfrentá-las. Ler Mais
Nota: 



Não é um daqueles filmes de que é fácil gostar, este Seis Graus de Separação, que o australiano Fred Schepisi fez nos Estados Unidos em 1993. Baseia-se em uma peça de teatro nova-iorquina, sobre gente muito rica do lugar mais rico de Manhattan, o umbigo do capitalismo. Ler Mais
Nota: 



Como Você Sabe/How Do You Know é uma comedinha romântica assim-assim. Nada importante, nada memorável, mas boazinha, gostosinha. Ler Mais
Nota: 



Quando Lucy, a personagem central da história de Enquanto Você Dormia, era criança, seu pai costumava dizer que às vezes as coisas na vida não acontecem como planejamos. É uma incontestável verdade – como na velha música dos Stones: “You can’t always get what you want” –, que deve mesmo ser dita para os filhos. É bom que eles saibam desde cedo que a vida inclui uma imensa quantidade de adversidades. Ler Mais
Nota: 



É bastante estranho ver hoje Willie Boy, no original Tell Them Willie Boy is Here, quatro décadas depois de seu lançamento, sem saber do contexto em que foi feito e da polêmica que despertou. Ler Mais
Nota: 



É um tanto estranho ver hoje, com a perspectiva de 2013, o filme Cuba, que Richard Lester fez em 1979. O filme – exatamente como Havana, que Sydney Pollack realizou em 1990 – vê o mundo com o olhar de 1959. Mostra um país dominado por uma ditadura sangrenta e absolutamente corrupta, que precisava desesperadamente de uma revolução para romper com tudo aquilo. Ler Mais
Nota: 



Um Tiro no Escuro, o segundo filme de Blake Edwards com o Inspetor Clouseau, lançado poucos meses após o primeiro, A Pantera Cor-de-Rosa, tem uma abertura sensacional, extraordinária, daquelas de dar grande alegria a quem gosta de cinema. Ler Mais
Nota: 



Os Nomes do Amor, no original Le Nom des Gens, o nome das pessoas, tem coisas boas e coisas bobas. Na minha opinião, é claro – e a minha opinião vale no máximo uns três guaranis furados. Ler Mais
Nota: 



Americano é um filme sobre relação filho-pais. Mas é um tanto ambicioso, e acaba sendo também uma pequena odisséia de um homem à procura da história de sua mãe, e também da sua própria história, que passa por três países diferentes e inclui um mergulho no submundo da prostituição de Tijuana, México, aquele lugar tão perto dos Estados Unidos, o paraíso das oportunidades, e tão longe de Deus. Ler Mais
Nota: 



Este A Grande Mentira parece ser um daqueles muitos filmes que ficaram obscuros, pouco conhecidos, com o passar do tempo. Seguramente não é dos filmes mais conhecidos de Bette Davis. Ler Mais
Nota: 



A Hora do Diabo, dirigido pelo americano Mervyn LeRoy em 1961, não é um grande filme. Tem, na verdade, coisas bem ruins. Mas traz também alguns diálogos muito bons, e um personagem extraordinário, o padre Doonan, interpretado por um ator igualmente extraordinário, Spencer Tracy. Ler Mais