Nota: 



Este Bancos de Praça/Bancs Publics (Versailles Rive Droite), do diretor e ator francês Bruno Podalydès, lançado em 2009, é um filme muito, mas muito doidão. Não é pouco doidão, não – é muito. Ler Mais
Nota: 



Este Bancos de Praça/Bancs Publics (Versailles Rive Droite), do diretor e ator francês Bruno Podalydès, lançado em 2009, é um filme muito, mas muito doidão. Não é pouco doidão, não – é muito. Ler Mais
Nota: 



Parece que muita gente meteu o pau em Burlesque, o musical com Cher e Christina Aguilera feito em 2010. Achei o filme bem bom. Produção impecável, visual suntuoso nos muitos números musicais, belíssimas coreografias, boas canções com arranjos caprichados. Ler Mais
Nota: 



A melhor coisa deste Namorados para Sempre/Blue Valentine é a interpretação dos dois jovens atores, Ryan Gosling e Michelle Williams. Estão muitíssimo bem; devem ter se envolvido profundamente com o projeto, e são também dois dos produtores executivos. Ler Mais
Nota: 



Este O Retrato de Jennie, produzido em 1948 por David O. Selznick, com direção de William Dieterle, é interessante, fascinante mesmo, mais como peça de museu do que propriamente como filme. Ler Mais
Nota: 



É gostosinha, às vezes bem divertida e, naturalmente, descartável, esta comedinha romântica do cinemão comercial francês. Não é para ser levada a sério – e ela mesma não se leva a sério. É um divertissement, tout court, e, como tal, cumpre bem seu papel. Ler Mais
Nota: 



Este Trabalho Sujo/Sunshine Cleaning me pareceu um filme extremamente irregular. Tem coisas boas – e outras péssimas. A sensação que ele deu é de que a diretora – cujo nome não reconheci nos créditos inicias – é jovem, tem talento, poderá fazer filmes muito bons no futuro, mas ainda é imatura, fresca, jovem, verde, foca. Ler Mais
Nota: 



Com toda a certeza, não é um grande filme. A rigor, a rigor, talvez nem seja um bom filme. Tem – me pareceu – alguns momentos em que avança muito além da fronteira da bobagem. E, no entanto, gostei muito de ver, pela primeira vez, com um quarto de século de atraso, O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas/St. Elmo’s Fire. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Vem sendo imensamente incensado, este Inverno da Alma/Winter’s Bone, um filme sombrio, soturno, desesperançado, sobre uma adolescente de 17 anos do interiorzão do Missouri que carrega nos ombros um fardo imenso, todos os problemas do mundo reunidos. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Há filmes que dizem de cara a que vêm: definem-se nas primeiras seqüências, escancaram logo suas intenções, o que pretendem dizer. Este Tudo por Você/My One and Only é daquele outro tipo, dos que a gente leva algum tempo para perceber para onde vão. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Apesar do título, O Aprendiz de Vampiro não é um filme de terror. É, na verdade, uma techno aventura de ficção/fantasia para adolescentes, que, voluntariamente ou não, às vezes faz rir. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: A Minha Versão do Amor/Barney’s Version é um daqueles filmes baseados em romances caudalosos que contam a vida inteira de um personagem, desde sua juventude até a velhice. Para dar maior movimento, para agitar a narrativa, vai e vem no tempo. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Amor & Outras Drogas tem coisas muito boas e outras bem ruins. Acho que faltou foco, concentração, diretriz, aos roteiristas e ao diretor Edward Zwick. O fato de Anne Hathaway e Jake Gyllenhaal terem sido indicados ao Globo de Ouro como melhor atriz e melhor ator em comédia ou musical indica isso claramente. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: A série True Blood parte de uma idéia absolutamente inteligente. A realização, no entanto, não saiu à altura da base da trama, na minha opinião. A primeira temporada, composta por 12 episódios, é irregular. Tem momentos muito bons, entremeados por outros bem fraquinhos. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: A trama de Sublime Obsessão – filmado em 1935 por John M. Stahl e em 1954 por Douglas Sirk – é o que pode haver de mais improvável, difícil de se acreditar, engolir. Na primeira parte da história, o principal personagem masculino é uma figura abjeta. Depois de um trauma e um ensinamento religioso, cristão, ele passa por uma gigantesca transformação, de pequeno canalha vira santo. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: O Ciúme Mora ao Lado é uma tremenda gozação a respeito do casamento e do divórcio. É uma comédia escrachada, despudoradamente escrachada. O diretor Mika Kaurismäki, mezzo finlandês, mezzo carioca, não tem a mínima vergonha em criar situações embaraçosas, constrangedoras, ridículas. Ler Mais