- De: Alain Resnais, França, 1983

Nota: 



Anotação em 2010: É um Resnais muito, mas muito doidão, este A Vida é um Romance, de 1983. O filme mistura fantasia, comédia, musical, farsa, romance de época, sátira, e brinca com o amor, a educação, a imaginação, a utopia, a procura pela perfeição e pela harmonia. Ler Mais »
- De: Max Ophuls, EUA, 1948
- De: Menno Meyjes, EUA, 2007
- De: Arnaud Desplechin, França, 2008
- De: George Stevens, EUA, 1941
- De: Eric Rohmer, França, 1970
- De: Billy Wilder, EUA, 1961
- De: Peter Weir, Austrália, 1977

Nota: 



Anotação em 2009: Em 1977, quando fez este filme, aos 33 anos de idade, o australiano Peter Weir já demonstrava ser um cineasta de grande talento. Demonstrava também ser um artista sério, dedicado aos temas mais importantes e difíceis que há na vida, os grandes e básicos questionamentos – quem somos, o que somos, para onde vamos. O filme, no entanto, que começa muito bem, acaba virando uma decepção. Ler Mais »
- De: Richard Dembo, França, 2005

Nota: 



Anotação em 2009: Um filme bem feito: boas atuações, ótima fotografia, ótimos figurinos, direção de arte (a reconstituição de época é brilhante), tudo corretíssimo. Menos que um filme, no entanto, isto aqui é um panfleto. Ou, mais exatamente, e pior ainda, um peça didática. É tudo tão feito em nome de uma causa que fica maçante, chato. Ler Mais »
- De: Jeff Woolnough, EUA, 2006
- De: Laurent Tirard, França, 2007
- De: Gene Fowler Jr, EUA, 1958
- De: Jennifer Lynch, EUA-Alemanha, 2008

Nota: 



Anotação em 2009: Tal pai, tal filha. Ou: filha de Lynch, Lynchinha é. Em seu segundo longa-metragem, Jennifer Lynch, a filha de David, demonstra, da maneira mais cabal possível, que é talentosa, sabe fazer cinema – e seu cinema é apavorantemente violento, sanguinolento, nauseante, e insano, insano até a medula. Ler Mais »
- De: Lynn Roth, Israel-EUA, 2007