Moby Dick


Nota: ½☆☆☆

Anotação em 1999, com complemento em 2008: Eis aí um grande clássico que eu nunca tinha visto na vida – e que simplesmente detestei. Este é, possivelmente, o primeiro grande clássico que eu vejo e detesto em tudo por tudo, sem qualquer respeito ao mestre John Huston, à lenda toda que cerca o filme e o livro. Continue lendo “Moby Dick”

Crime por Encomenda / La Donna di una Sera / A Woman’s Secret

Nota: ½☆☆☆

Anotação em 1997, com acréscimo em 2008: Meia estrela, a menor cotação permitida aqui, é muito, é um elogio para esse filme. Marynha perguntou se era Sessão Trash. E antes que ela dissesse isso eu já havia pensado no velho e bom Ed Wood. É aquele típico filme que com menos de dois minutos você já sabe que é merda total. Joe D’Amato. Este é um nome para não se esquecer. Comparado a ele, Ed Wood seria certamente um Orson Welles. Continue lendo “Crime por Encomenda / La Donna di una Sera / A Woman’s Secret”

Um Caso Meio Incomum / Slaves of New York


Nota: ½☆☆☆

Anotação em 1997:É absolutamente impressionante que James Ivory, sempre chamado de o mais inglês dos diretores americanos, autor de belíssimas reconstituições de época, rígido defensor (embora em estilo suave) dos pequenos avanços dos costumes, rígido crítico (embora em estilo suave) das hipocrisias todas da sociedade dos ricos Wasp, autor de bons ou ótimos filmes – Uma Janela Para o Amor, The Bostonians, Maurice, Mr. & Mrs. Bridge, Retorno a Howards End e o excepcional Vestígios do Dia – tenha sido capaz de fazer tamanha merda. Continue lendo “Um Caso Meio Incomum / Slaves of New York”

Amateur


Nota: ½☆☆☆

Anotação em 1997: Um horror. Este filme é uma coisa extremamente especial. Ele foi elogiadíssimo pela crítica; ainda hoje, leio na Vejinha da semana, que noticia o lançamento em vídeo de Flerte, o filme seguinte desse Hal Hartley: “O diretor Hal Hartley é um nome badalado pela crítica e sempre comparado a Jean-Luc Godard e Michelangelo Antonioni”. E a questão é que o filme é ruim demais; é infinitamente ruim; é seriíssimo candidato a pior filme do mundo; é mais ridículo do que qualquer produção classe Z. Continue lendo “Amateur”

Não Esqueça que Você Vai Morrer / N’Oublie pas que Tu Vas Mourir


Nota: ½☆☆☆

Anotação em 1997: Ganhou Grande Prêmio do Júri e o Prêmio Jean Vigo em Cannes em 1995. Talvez eu esteja ficando velho e careta; talvez se eu visse, digamos, Easy Rider hoje pela primeira, e não aos 18 anos, tivesse detestado. Mas achei o filme pretensioso e chato. Muito pretensioso e muito chato. Nada transmite sinceridade, honestidade; tudo é artificial, gratuito. Continue lendo “Não Esqueça que Você Vai Morrer / N’Oublie pas que Tu Vas Mourir”

O Monge e a Filha do Carrasco / The Monk and the Hangman’s Daughter


Nota: ½☆☆☆

Anotação em 1997: Coisa ruim. E a culpa desta vez não é dos artistas e técnicos brasileiros. Os atores não estão bem, embora não estejam mal a ponto de prejudicar o filme; a fotografia é boa, a música é excelente, até mesmo a reconstituição de época é tecnicamente competente. O problema básico e imenso deste filme está mais embaixo, na fundação mesmo, no alicerce – a história, o roteiro. Continue lendo “O Monge e a Filha do Carrasco / The Monk and the Hangman’s Daughter”

Paixão Bandida / Feeling Minnesota


Nota: ½☆☆☆

Anotação em 1997: Meia estrela, a pior cotação possível – embora tenha uma apresentação interessante, trilha sonora que começa com Johnny Cash cantando Ring of Fire e fecha com nada menos que Bob Dylan cantando a mesma música em gravação que eu desconhecia, e tenha tido apoio do Sundance, o instituto criado por Robert Redford que é grande incentivador do cinema independente americano. Continue lendo “Paixão Bandida / Feeling Minnesota”