Nota: 



Anotação em 2010: Esta comedinha romântica é absoluta, impressionante, ciclopicamente imbecil. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Esta comedinha romântica é absoluta, impressionante, ciclopicamente imbecil. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Esta comédia romântica não tem nem graça nem romance: é um daqueles sérios, seriíssimos candidatos ao título de pior filme de todos os tempos. Para ser péssimo, precisaria melhorar demais da conta. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Esta comédia romântica me pareceu um daqueles candidatos ao titulo de pior filme da história; me pareceu idiota, cretina, com uma história babaca, situações insolitamente babacas – daquele tipo de filme que deixa o espectador com vergonha do que está vendo. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: Eis aí um filme daquele tipo assim: para ser ruim, teria que melhorar muito, mas muito, mas demais. É de dar vergonha no espectador. É de fazer o espectador ter pena dos atores, dos diretores, dos camaradas que fizeram uma porcaria tão gigantescamente porcaria. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: A Mulher do Meu Amigo é um filme ruim. Mas não é pouco ruim, não. É escandalosa, vergonhosa, grotesca, acintosamente ruim. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: O cultuado diretor catalão Ventura Pons conseguiu fazer um filme cheio de talento – e ao mesmo tempo insuportavelmente chato, desagradável, repulsivo, nojento, asqueroso. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: Quem gosta daquilo que pretensiosamente chama de “filmes de arte” deverá achar muitas qualidades em A Teta Assustada, o segundo longa-metragem da jovem diretora peruana Claudia Llosa. Para o resto da humanidade, o melhor seria passar longe dele. É um filme chato de doer. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: Pessoas saudáveis, sem atração particular por loucuras, obsessões, perversões, profundas e irreprimíveis infelicidades, não deveriam nem chegar perto deste Distúrbios do Prazer. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Este Marie & Bruce é um filme tão idiota, tão estupidamente chato, sacal, insuportável, e pretensioso, e metido a genial, que dá uma imensa preguiça falar dele. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: O Cais da Maldição/The Big Steal, de Don Siegel, é uma porcaria. Mas, antes mesmo de ser uma porcaria, ele é sobretudo um caso de falsa identidade. Vende-se como um film noir, um thriller, e é na verdade uma comédia tipo Os Trapalhões, ou tipo Jerry Lewis, o que é a mesma coisa. Só que não tem graça alguma. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Este filme, na minha opinião, é mais uma comprovação de que não há diferença, no cinemão mainstream, comercialão, de hoje, entre os filmes feitos nos Estados Unidos e os produzidos na Europa. São iguaizinhos. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Essa comedinha romântica tem Uma Thurman, aquela beleza estupenda, e ainda Colin Firth, Sam Shepard, Isabella Rossellini. Resolvi experimentar. É um horror: é imbecil, idiota demais. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Este filme, dirigido por Michel Piccoli, um ator que é uma lenda viva do cinema francês, é uma gigantesca bobagem, uma imensa porcaria. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Pobre Tim Robbins, esse ótimo ator, diretor bilhante de poucos mas extraordinários filmes. Devia estar precisando demais de dinheiro, devia estar com a hipotecada da casa bem atrasada, para se sujeitar a trabalhar nesta comédia panaca, que beira a debilidade mental. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: A direção é de Lawrence Kasdan, que fez vários ótimos filmes. O elenco reúne atores de primeira linha – Kevin Kline, Joan Plowright, River Phoenix, William Hurt, Keanu Reeves. E, no entanto, este filme é um horror, um nojo, uma ofensa à inteligência do espectador. Ler Mais