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Anotação em 2010: Pessoas saudáveis, sem atração particular por loucuras, obsessões, perversões, profundas e irreprimíveis infelicidades, não deveriam nem chegar perto deste Distúrbios do Prazer. Ler Mais

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Anotação em 2010: Pessoas saudáveis, sem atração particular por loucuras, obsessões, perversões, profundas e irreprimíveis infelicidades, não deveriam nem chegar perto deste Distúrbios do Prazer. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Este Marie & Bruce é um filme tão idiota, tão estupidamente chato, sacal, insuportável, e pretensioso, e metido a genial, que dá uma imensa preguiça falar dele. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: O Cais da Maldição/The Big Steal, de Don Siegel, é uma porcaria. Mas, antes mesmo de ser uma porcaria, ele é sobretudo um caso de falsa identidade. Vende-se como um film noir, um thriller, e é na verdade uma comédia tipo Os Trapalhões, ou tipo Jerry Lewis, o que é a mesma coisa. Só que não tem graça alguma. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Este filme, na minha opinião, é mais uma comprovação de que não há diferença, no cinemão mainstream, comercialão, de hoje, entre os filmes feitos nos Estados Unidos e os produzidos na Europa. São iguaizinhos. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Essa comedinha romântica tem Uma Thurman, aquela beleza estupenda, e ainda Colin Firth, Sam Shepard, Isabella Rossellini. Resolvi experimentar. É um horror: é imbecil, idiota demais. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Este filme, dirigido por Michel Piccoli, um ator que é uma lenda viva do cinema francês, é uma gigantesca bobagem, uma imensa porcaria. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Pobre Tim Robbins, esse ótimo ator, diretor bilhante de poucos mas extraordinários filmes. Devia estar precisando demais de dinheiro, devia estar com a hipotecada da casa bem atrasada, para se sujeitar a trabalhar nesta comédia panaca, que beira a debilidade mental. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: A direção é de Lawrence Kasdan, que fez vários ótimos filmes. O elenco reúne atores de primeira linha – Kevin Kline, Joan Plowright, River Phoenix, William Hurt, Keanu Reeves. E, no entanto, este filme é um horror, um nojo, uma ofensa à inteligência do espectador. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Eis aí um filme absolutamente, totalmente inacreditável. Parece o que o Millôr Fernandes chama de compsyssão enfantiu. Pode até haver algum filme com atores trabalhando tão mal quanto neste A Ilha da Morte – mas trabalhando pior não tem. Ah, não tem – é impossível. Nem se se reunisse a pior turma de teatro ginasiano da face da Terra seria possível ter um elenco tão pateticamente ruim. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: A impressão que eu tive foi de que a diretora italiana Liliana Cavani colocou para si mesma um desafio: fazer um dos filmes mais nojentos, asquerosos, porcos, abjetos, degradantes, aviltantes da história. Conseguiu. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Em O Casamento (no original, “o diretor dos casamentos”), o filme de Marco Bellocchio de 2006, há um personagem secundário, um diretor de cinema, que afirma que “na Itália, é a morte que comanda”. Ele está convencido de que, se for divulgada a notícia de sua morte, seu filme mais recente ganhará naquele ano os prêmios David di Donatello, o Oscar italiano. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Este filme é de George Stevens, um dos grandes diretores da época de ouro de Hollywood, o período entre os anos 30 e os 60; tem ótimos nomes no elenco – Ginger Rogers, James Stewart, Charles Coburn, Beulah Bondi, Jack Carson. E é, com toda certeza, um dos filmes mais idiotas que já foram feitos. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Este aqui, me parece, é um dos mais obscuros filmes da carreira do diretor irlandês Neil Jordan. E não é para menos: é uma imensa bobagem. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Belíssima foi o terceiro filme de Luchino Visconti, um dos maiores cineastas de todos os tempos. Foi feito em 1951, ainda no auge do neo-realismo, com a estrela maior do movimento, Anna Magnani, e com argumento concebido especialmente para ele por Cesare Zavattini, o papa daquele tipo de cinema que os italianos criaram no imediato pós-guerra. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Este Rota Sangrenta, de 1955, é um filme altamente recomendável para um tipo bem específico de espectador: os loucos, insanos, tarados por uma peça de museu, por uma produção cara mas ruim como se fosse um B ou Z feito pelo Ed Wood, por um trash, enfim. Ler Mais