Nota: 



Toda Forma de Amor, no original Beginners, iniciantes, é um filme pessoal – e esta talvez seja a maior de suas qualidades, que não são poucas. É uma maravilha poder existir uma obra pessoal no cinema feito hoje nos Estados Unidos. Ler Mais
Nota: 



Toda Forma de Amor, no original Beginners, iniciantes, é um filme pessoal – e esta talvez seja a maior de suas qualidades, que não são poucas. É uma maravilha poder existir uma obra pessoal no cinema feito hoje nos Estados Unidos. Ler Mais
Nota: 



O Grupo é assim uma espécie de precursor de filmes sobre uma geração, seu universo, seus valores, seus sonhos, seus temores – Sobre Ontem à Noite…/About Last Night…, O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas/St. Elmo’s Fire, O Reencontro/The Big Chill, Para o Resto de Nossas Novas/Peter’s Friends, Nós Que nos Amávamos Tanto/C’eravamo Tanto Amati. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Mais um belo filme do diretor Ferzan Ozpetek, o terceiro que vejo dele. Uma sensível mistura de comédia e drama, uma história de vida em família, homossexualismo, as escolhas que se fazem, os segredos que se escondem, a eterna lição de que é preciso lutar pelas coisas que se quer. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Importante, cultuado, reverenciado, premiado, penúltima obra do mestre Luchino Visconti, Violência e Paixão não me pareceu, na revisão hoje, um filme agradável de se ver. Ao contrário. Ao apresentar aquela galeria de tipos abjetos, na sua recorrente exposição da decadência da burguesia, Visconti provoca engulhos no espectador. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Este Amor por Contrato/The Joneses é um filme surpreendente. E a verdade é que quanto menos o espectador souber previamente sobre ele, melhor será o prazer de vê-lo. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Não me pareceu um bom filme, este Até o Fim/The Deep End, feito em 2001, com Tilda Swinton como protagonista. Mas talvez eu não tenha condições de fazer um juízo isento do filme, porque foi impossível não ficar o tempo todo comparando esta refilmagem com o original, Na Teia do Destino/The Reckless Moment, que Max Ophüls dirigiu em 1949. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Em Crime em Paris/Quai des Orfèvres, de 1947, Henri-Georges Clouzot faz uma beleza de filme policial, mas vai muito além. Faz uma fascinante descrição do mundo do show business parisiense e dos métodos – muitas vezes brutais – da polícia, e oferece um panorama de vários estratos da sociedade francesa no imediato após-guerra. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Tempestade Sobre Washington, de Otto Preminger, é um filme tão poderoso, forte, sério, hoje, quanto era quando foi feito quase meio século atrás, em 1962. É um belo filme sobre política, sobre como funcionam as instituições americanas, o relacionamento entre Executivo e Legislativo, o jogo de forças, de interesses, de visões de mundo. Ler Mais
[rating3]
Anotação em 2011: Um filme belo e triste, este O Refúgio, que François Ozon fez em 2009. Muito belo e muito triste. Fala da loucura das drogas, de relações familiares, maternidade, afeto, e jovens aí na faixa entre 25 e 30 anos – uma jovem que não está preparada para a vida, um jovem que está. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Um pequeno bom filme do novo cinema da Romênia, esse país pobre que, uma década e meia depois de emergir dos escombros do império soviético, tem maravilhado o mundo com um cinema supreendentemente diversificado e maduro. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: No seu filme de 2009, entre muitas outras coisas Woody Allen a) mostra que continua genial; b) faz uma gigantesca gozação da persona que ele criou, seu Carlitos, o Judeu Nova-Iorquino Intelectual Neurótico; c) bota – coisa rara – um outro ator para fazer o papel da persona Woody Allen; Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Este Sedução/Cracks, uma co-produção irlandesa-anglo-espanhola, nessa ordem, segundo os créditos finais, é um filme de visual assombrosamente belo. Não que se recorra a grandes truques, fogos de artifício. Não. A questão é que tudo o que é mostrado pela câmara tem grande beleza. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010 (postada em fevereiro de 2011): Beleza de filme, este Domingo Maldito/Sunday, Bloody Sunday, tido como o mais pessoal da carreira do diretor inglês John Schlesinger (1926-2003). Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Victor/Victoria é um santo remédio para dias em que a gente está meio mal, meio deprê. É, no entanto, absolutamente contra-indicado para caretas, conservadores renitentes, carolas, homofóbicos. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Tem sido bastante incensado, parece, este filme, a estréia na direção de Tom Ford. Merece. É um belo, triste drama sobre perda. O visual é apuradíssimo, de imensa beleza. Tem uma trilha sonora estupenda, e uma atuação brilhantíssima de Colin Firth. Ler Mais