Nota: 



Nunca tinha visto Os Girassóis da Rússia, o filme que Vittorio De Sica fez em 1970 reunindo mais uma vez Sophia Loren e Marcello Mastroianni. Deveria ter continuado sem ver. Ler Mais
Nota: 



Nunca tinha visto Os Girassóis da Rússia, o filme que Vittorio De Sica fez em 1970 reunindo mais uma vez Sophia Loren e Marcello Mastroianni. Deveria ter continuado sem ver. Ler Mais
Nota: 



Fazer uma comédia sobre a perseguição dos nazistas aos judeus é um ato de coragem. Mas Trem da Vida, que o diretor romeno radicado na França Radu Mihaileanu realizou em 1998 é mais ousado ainda que uma simples comédia, porque é um filme não realista – é uma farsa, uma fantasia, uma obra de realismo fantástico, do surrealismo, quase um nonsense. Ler Mais
Nota: 



Produção cara (cerca de 20 milhões de euros), bem cuidada nos quesitos técnicos todos, este Amor e Ódio/La Rafle reconstitui um evento histórico importante, trágico, bárbaro, brutal: a prisão, em um único dia, de mais de dez mil judeus em Paris, em julho de 1942, executada pela polícia francesa a mando do governo títere de Vichy, e a posterior entrega dessa multidão aos nazistas. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Os Homens Que Encaravam Cabras é um filme genial. Nada menos que isso. É brilhante, estupidamente engraçado, hilariante, de morrer de rir – e sério. Às vezes parece Ardil 22 e M.A.S.H., aquelas sátiras demolidoras, ácidas, cortantes, do início dos anos 70 sobre o militarismo e a guerra, que só poderiam mesmo ser feitas sob o impacto da guerra do Vietnã. O fantástico é que este filme aqui se baseia em fatos reais. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Um grande filme, e um filme extremamente importante, que demonstra, tintim por tintim, como a motivação usada por George W. Bush para invadir o Iraque em 2003 era uma grande falácia – e, de quebra, exibe as divisões entre os vários agentes americanos em ação em Bagdá. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Este, na minha opinião, é um dos filmes mais fracos do diretor sueco Lasse Hallström, radicado em Hollywood desde o final dos anos 80. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Não resultou em um grande filme, na minha opinião, o encontro de dois dos maiores nomes da cultura alemã do século XX, o cineasta Fritz Lang (1890-1976) e o poeta, dramaturgo e ensaísta Bertolt Brecht (1898-1956). Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010 (postada em janeiro de 2011): Inferno nº 17 é muito possivelmente um dos filmes mais amargos que já foram feitos. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Produção de primeira, caprichada, bem cuidada, com elenco de grandes nomes, certamente um grande orçamento, As Pontes de Toko-Ri deve sem dúvida ter tido importância, em seus dias. Hoje, é um dinossauro. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Uma beleza de filme. Um drama denso, forte, apavorante, sobre vida em família e sobre os traumas profundos deixados pela guerra – no caso específico, a guerra dos Estados Unidos contra o taliban no Afganistão. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: O Falso Traidor é daqueles filmes que resistem incólumes ao passar das décadas. Feito em 1962, lançado agora em DVD no Brasil, não envelheceu nada. É uma bela, bem cuidada produção, um ótimo filme sobre a Segunda Guerra. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Quase meio século depois, esta produção anglo-americana de 1961, com roteiro do americano Carl Foreman e direção do inglês J. Lee Thompson, continua sendo um dos grandes filmes de guerra no estilo padrão, tradicional. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Eis aí um filme que, se não tivesse sido feito, seria uma pequena porém boa contribuição para a humanidade. Ele vem com a aparência de querer mostrar a importante participação do Canadá nas batalhas da Primeira Guerra Mundial. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: É possível que daqui a 20, 30 anos, as referências mais comuns a The Hurt Locker, que no Brasil recebeu o título de Guerra ao Terror, sejam sobre o fato de que o filme de Kathryn Bigelow conseguiu duas façanhas: tornou-a a primeira mulher a ganhar o prêmio de melhor direção da Academia e a fez derrotar o ex-marido James Cameron, tirando de seu filme Avatar, a maior bilheteria de cento e tantos anos da história do cinema, os principais Oscars. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: O orçamento deve ter sido alto, a produção – com dinheiro da Inglaterra e da Rússia – é bem cuidada. Os temas são importantes, a época e o local são de grande valor histórico, dá muita vontade de saber mais sobre aquilo. No entanto, Vítimas da Guerra/In Transit não chega a ser um bom filme. Ler Mais