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Anotação em 2009: Este aqui, me parece, é um dos mais obscuros filmes da carreira do diretor irlandês Neil Jordan. E não é para menos: é uma imensa bobagem. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Este aqui, me parece, é um dos mais obscuros filmes da carreira do diretor irlandês Neil Jordan. E não é para menos: é uma imensa bobagem. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Este filme parte de uma idéia absolutamente única e brilhante, que o jovem F. Scott Fitzgerald teve nos anos 20, e ninguém tinha ainda ousado levar para o cinema. E a realização do filme pôde, felizmente, contar com tudo o que Hollywood, o dinheiro e as modernas técnicas do cinema pós computação gráfica são capazes de fazer de melhor. É tudo, tudo perfeito, um banquete para os olhos. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Das mais autênticas produções B, de segunda linha, baixo orçamento, quase trash, isto aqui é uma pequena preciosidade da ficção-científica misturada com terror que era moda nos anos 50, e que o canal TCM agora traz de volta. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Este filme é extremamente bem feito, em todos os quesitos técnicos – e é perverso, sem-vergonha, imoral no conteúdo, uma exaltação da violência, uma elegia aos assassinatos. Tem um profundo desprezo pela vida, pelas pessoas, em especial pelas pessoas comuns, o 99% da humanidade que toca suas vidas sem sair por aí matando os outros. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Uma das coisas que mais impressionam, quando se revê Contatos Imediatos agora, mais de 30 anos depois – o filme é de 1977 – é a modernidade, a atualidade do visual. O tempo costuma ser muito traiçoeiro com filmes de ficção científica, e o que era a previsão de futuro muitas vezes vira simplesmente ridículo com o passar do tempo. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: No pequeno espaço de alguns meses, entre 2007 e 2008, o cinemão americano lançou duas produções sobre o fim do mundo, o fim dos tempos, o Apocalipse, o Doomsday, o Armageddeon, a chegada do Juízo Final. Ler Mais

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Anotação em 2009: O diretor Ivan Reitman quis fazer uma fusão de vários gêneros, neste Evolução: ficção científica, fantasia, terror e comédia. O que conseguiu foi fazer um filme idiota – e absolutamente sem graça. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2008: Não sei como as pessoas classificam o estilo de Tim Burton, mas o que me ocorreu, logo depois de ver Beetlejuice pela primeira vez, numa sessão da tarde, 20 anos depois que o filme foi feito, é que o visual dele é surreal-psicodélico-gótico. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2008: Este filme de Luc Besson de 2005 tem duas características básicas, me pareceu. A primeira é que o visual é extraordinário. Tudo bem, é uma marca mesmo de Besson, mas neste aqui o visual é ainda mais acachapante que nos outros filmes dele que vi. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2008: Esta comédia é uma daquelas bobagens totais, mas que a gente acaba vendo, rindo e se divertindo. Como mostra o título, é uma comédia com coisas de ficção científica - Mike Nichols faria uma brincadeira parecida, De Que Planeta Você Veio?/What Planet Are You From? , 12 anos mais tarde, em 2000. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2008: Esse diretor Zach Helm é meio geninho. Ele aparece em entrevista no DVD do filme como um garoto de 25 anos, com um ridículo cabelão no alto da cabeça, como se fosse um topete do Elvis na época do topete mais alto dele, só que em vez de usar os cremes do Elvis o garoto não usa nada, deixa só o cabelo grande e revolto. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2008: Classifiquei com uma estrela para não dar bola preta porque o filme até que parte de uma premissa interessante – a capacidade do personagem principal, interpretado por Nicolas Cage, de ver o que vai acontecer daí a dois minutos. Ler Mais

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Anotação em 2008: O visual é espetacular, Natalie Portman é superlativamente linda e talentosa, o elenco é todo bom, os efeitos especiais são de primeira. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2008: Um fic-fan moderninho, com produção caprichadíssima e doses de romance, aventura e comédia. Só não é muito recomendável para crianças – ou, pelo menos, não seria para as crianças como elas eram entendidas até umas décadas atrás, por causa da quantidade de sangue, mortes violentas, machados na cabeça, e quetais. Ler Mais

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Anotação 2008: A maravilhosíssima Irène Jacob, musa de Kieslowsky em A Dupla Vida de Véronique/La Double Vie de Véronique e no Vermelho da trilogia das cores, que andava meio sumida (ao menos para mim), é a musa inspiradora do personagem interpretado pelo chato do David Thewlis. Ler Mais