Nota: 



Vimos Salmon Fishing in the Yemen, no Brasil Amor Impossível, dois dias depois do anúncio dos indicados ao Globo de Ouro; o filme teve indicação para melhor comédia ou musical. Na locadora, está classificado como drama. Ler Mais
Nota: 



Vimos Salmon Fishing in the Yemen, no Brasil Amor Impossível, dois dias depois do anúncio dos indicados ao Globo de Ouro; o filme teve indicação para melhor comédia ou musical. Na locadora, está classificado como drama. Ler Mais
Nota: 



O português Fernando Fragata é o diretor de Pequenos Milagres (no original inglês Backlight, em Portugal Contraluz). É também um dos montadores, um dos diretores de fotografia e um dos membros da equipe de iluminação. Ler Mais
Nota: 



O Homem Invisível, o livro, lançado em 1897, é uma das obras mais famosas de H. G. Wells, ao lado de Guerra dos Mundos e A Máquina do Tempo – livros que volta e meia são refilmados. O Homem Invisível, o filme, feito pelo respeitadíssimo James Whale para a Universal em 1933, é tido como uma beleza. Ler Mais
Nota: 



A Primavera de Praga ainda estava longe de começar e o comunismo na Checoslováquia era rigidamente satélite da União Soviética quando, em 1963, Vojtech Jasný realizou Um Dia, Um Gato. Ler Mais
Nota: 



Ricky, feito por François Ozon em 2009, é daquele tipo de filme cujo encanto se perde muito se o espectador souber exatamente do que se trata. Daquele tipo que perde muito da graça se houver spoiler, estraga prazer. Assim, naturalmente, não vou adiantar sobre a trama mais do que o bom senso permitiria. Ler Mais
Nota: 



Sem Limites é assim: parte de uma idéia bem interessante, depois a trama se enrola. A impressão que dá é que não souberam o que fazer a partir da idéia inicial. Mas o forte do filme é sem dúvida o visual. Tem um visual agitado, moderninho, extremamente competente. Ler Mais
Nota: 



Tanto filme importante para ver ou rever, e resolvi pegar A Garota da Capa Vermelha. Tsc, tsc. Mas quer saber? Não é um filme ruim. Ler Mais
Nota: 



Em Hanna, reecontraram-se Joe Wright e Saoirse Ronan. Só pelo fato de que o diretor de Atonement dirigiu de novo a atriz que ele havia transformado em pequena estrela, em fetiche, na maior promessa do cinema nos últimos muitos anos, me sentei para ver Hanna com o babador abaixo da boca aberta. Ler Mais
Nota: 



Nanny McPhee – A Babá Encantada é tudo que um filme para toda a família precisa ser: engraçado, gostoso, alegre, imaginativo, mágico. Filme para crianças e jovens que também agrada aos adultos, porque é feito com inteligência e talento. Ler Mais
Nota: 



Os Agentes do Destino, no original The Adjustment Bureau, o escritório de ajustes, é um filme que tem qualidades. A maior delas, me parece, é a premissa básica, a base da história: uma trama de ficção científica inventiva, criativa, que na verdade quer discutir livre arbítrio x fatalidade, destino, e, em última análise, a existência de Deus. Ler Mais
Nota: 



Um ficção científica-ação, baseado em história em quadrinhos, ou, como se diz hoje em dia, graphic novel, com Bruce Willis como protagonista e duas mulheres belíssimas no elenco, Radha Mitchell e Rosamund Pike. Sou meio avestruz, vejo todo tipo de filme, resolvi experimentar. E quer saber? É bom. No gênero, é bem bom. Ler Mais
Nota: 



Meia-Noite em Paris só poderia se passar em Paris. Não poderia ser Meia-Noite em Londres, ou em Nova York, ou em Moscou, ou em Berlim, ou em Roma, ou em Atenas, ou no Rio de Janeiro. Não apenas porque Paris é extraordinariamente bela. Londres, Roma, Berlim, Moscou, Rio também são belas cidades. Ler Mais
Nota: 



A melhor palavra para definir As Loucas Aventuras de James West, no original Wild Wild West, é extravaganza. Ler Mais
Nota: 



Fazer uma comédia sobre a perseguição dos nazistas aos judeus é um ato de coragem. Mas Trem da Vida, que o diretor romeno radicado na França Radu Mihaileanu realizou em 1998 é mais ousado ainda que uma simples comédia, porque é um filme não realista – é uma farsa, uma fantasia, uma obra de realismo fantástico, do surrealismo, quase um nonsense. Ler Mais
Nota: 



Este O Retrato de Jennie, produzido em 1948 por David O. Selznick, com direção de William Dieterle, é interessante, fascinante mesmo, mais como peça de museu do que propriamente como filme. Ler Mais