
Nota: 



Anotação em 2009: Essa comedinha romântica tem Uma Thurman, aquela beleza estupenda, e ainda Colin Firth, Sam Shepard, Isabella Rossellini. Resolvi experimentar. É um horror: é imbecil, idiota demais. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Essa comedinha romântica tem Uma Thurman, aquela beleza estupenda, e ainda Colin Firth, Sam Shepard, Isabella Rossellini. Resolvi experimentar. É um horror: é imbecil, idiota demais. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Em O Casamento (no original, “o diretor dos casamentos”), o filme de Marco Bellocchio de 2006, há um personagem secundário, um diretor de cinema, que afirma que “na Itália, é a morte que comanda”. Ele está convencido de que, se for divulgada a notícia de sua morte, seu filme mais recente ganhará naquele ano os prêmios David di Donatello, o Oscar italiano. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Um filme brilhante, estupendo, extraordinário, genial. Depois de ver este aqui e também Lemon Tree, não tenho dúvida em fazer a afirmação superlativa: o israelense Eran Riklis é um dos melhores cineastas em ação no mundo hoje. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Quando o filme estava com uns 30 minutos, me peguei pensando: a rigor, este filme não precisa ter uma história boa, não precisa de nada – só ver Dustin Hoffman e Emma Thompson, esses atores maravilhosos, soberbos, brilhantes, já está bom demais. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Um belo filme, extraordinariamente bem realizado e com interpretações magníficas. É um drama sobre relações familiares denso, barra pesadíssima como poucos. O cinema americano tem feito muitos filmes sobre problemas de famílias ditas disfuncionais, mas em geral usa um tom leve, até bem humorado. Aqui não há bom humor algum: a coisa é muito, muito feia. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: A trama parte de uma única idéia interessante (que, a bem da verdade, já havia sido usada em um filme dos anos 60 com Gina Lollobrigida), mas a história resultante é bobinha a não mais poder, e a mesma piada-motivo de tensão se repete indefinidamente, ad nauseam. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2008: Um monte de boas atrizes de várias partes do mundo e de diversas gerações – cacilda, não é todo dia que se reúnem Vanessa Redgrave, Glenn Close, Meryl Streep, Toni Collette, Natasha Richardson, mais a jovem Claire Danes. E, no entanto, o filme é um certo desapontamento. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2008: Este aqui é um dos melhores filmes que já foram feitos na história. É para se rever sempre que a gente se sentir triste, angustiado, desesperançado, achando que a humanidade é uma invenção que não deu certo. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2008: Mais uma de tantas comedinhas românticas americanas assim assim. J.Lo interpreta Mary, a planejadora de casamentos do título original – a figura que gerencia, que cuida de tudo, organiza os casamentos e as festas de gente rica, em San Francisco. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2008: Um daqueles filmes que disputam o título de mais bobo dos últimos tempos – ou que pertencem ao quesito por que eu sou tão imbecil que vejo asneiras como esta? Ler Mais

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Anotação em 2008: Eis aí um belíssimo filme – uma história de família, relações familiares, que vai surpreendendo o espectador com o impacto de um thriller bem feito e a profundidade de uma grande obra de arte. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: Mais uma prova, se é que ainda precisa, de que o melhor cinema do mundo se faz hoje naquelas ilhotas à esquerda da Europa. O filme é inteligente, leve, gostoso, bem feito, bem interpretado, bem intencionado sem ser professoral. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: Isso é que a comédia romântica perfeita. Peguei no vídeo pelos atores; nem reparei que era dirigido por Rob Reiner, e muito menos que era uma espécie assim de falsa continuação da Primeira Noite de Um Homem/The Graduate. Ler Mais

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Anotação em 2007, com complemento em 2008: Mais um dos 198 filmes de Claude Chabrol. Eta saco. Vamos lá ver, fazer o quê, né? Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2001: As cenas em que Bing Crosby ensina Alexis Smith a se liberar da postura rígida dos ricos e mexer o corpo como as mulheres pobres e sensuais é uma maravilha. Ler Mais