Nota: 



O Homem Que Engarrafava Nuvens, o documentário sobre Humberto Teixeira, é grande, belo, fascinante, emocionante. Para quem gosta de cultura, de arte, de história, de Brasil, é imprescindível. Ler Mais
Nota: 



O Homem Que Engarrafava Nuvens, o documentário sobre Humberto Teixeira, é grande, belo, fascinante, emocionante. Para quem gosta de cultura, de arte, de história, de Brasil, é imprescindível. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Uma beleza, uma delícia, uma maravilha de documentário. Grande idéia – recontar como foi o Festival da Record de 1967, um fenômeno, um acontecimento histórico importante, rico, fundamental. Grande plano de vôo – não inventar, fazer a coisa simples, a coisa certa. Grande realização – os tapes da TV Record, entremeados com boas entrevistas feitas agora (o filme é de 2010) com todos os principais envolvidos. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Se tivesse sido completado, O Inferno, que Henri-Georges Clouzot deixou inacabado em 1964, seria, muito provavelmente, um dos mais filmes mais belos, mais fascinantes da história. Ler Mais
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Anotação em 2010: Jogo de Cena, de Eduardo Coutinho, é um filme fascinantemente, arrojadamente único, peculiar, sui generis. É também, ao mesmo tempo, para a imensa maioria dos mortais, um filme desinteressante, danado de chato, sacal, quase insuportável. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: Este é um belo filme. Duríssimo, pesado, difícil, extremamente amargo, Valsa com Bashir é também mais uma prova, na minha opinião, de que o cinema, as artes, as pessoas são muito melhores que os Estados que as governam. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Cidadão Boilesen é um belo, rico, ótimo documentário. Mais ainda: é um documentário necessário, imprescindível para quem quiser se informar sobre um dos períodos mais tristes da história do Brasil, os anos de chumbo, os piores anos da ditadura militar. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Nunca houve uma história como a de Wilson Simonal. A vida dele é extremamente rica, cheia, impressionante, marcante. Era importantíssimo que se fizesse um filme sobre ela. O resultado final nem precisaria ser excelente, e já seria um filme precioso. Pois este documentário é ótimo – fica muito além das expectativas. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: É absolutamente incompreensível o que Carlos Manga, com toda sua imensa experiência, fez neste Assim Era a Atlântida – ou melhor, o que ele deixou de fazer. Ao juntar trechos de 27 filmes produzidos pela Atlântida (vários deles dirigidos por ele mesmo) e adicionar depoimentos de nove artistas que trabalharam no estúdio, ele simplesmente não teve o cuidado mínimo de colocar legendas para informar qual é o filme que está sendo mostrado e quem é o entrevistado! Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Os fãs de Leonard Cohen vão adorar este filme, babar de admiração, voltar para rever trechos aqui e ali, ver tudo de novo assim que terminar a primeira vez. Para quem conhece um pouco dele, seguramente é um excelente cartão de visitas, um belo convite a ir mais fundo. Para quem não o conhece (e aqui seguramente está a grande maioria das pessoas), não sei bem, não dá para saber, mas acho que pode ser uma interessante introdução. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Este documentário francês do veterano diretor de origem alemã e suíça Barbet Schroeder (nascido no Irã e com passagem marcante por Hollywood) merece diversos adjetivos. Assombroso. Espantoso. Chocante. Extraordinário. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2008: Todas as pessoas que gostam do Brasil e do cinema deveriam ver Olhar Estrangeiro, de Lúcia Murat. É um documentário fascinante, envolvente, muitíssimo bem feito, que faz pensar. Ler Mais

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Resenha para a Agência Estado, em 1997: Salve o Cinema não é daqueles filmes que agradam a maior parte do público. Mas é um interessantíssimo documento, de cinema e de história. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 1995: A idéia em si já é brilhante: Nikita Mikhalkov mostra a evolução de sua filha Anna dos 6 aos 18 anos – e, paralelamente, a história da União Soviética durante esse período. Foram 13 anos, portanto, para completar o filme. Uma vez por ano, ao longo de 12 anos, ele filma a filha e lhe pergunta o que ela mais ama, o que ela mais odeia, o que ela teme. Fez uma história dos últimos anos do império soviético até sua explosão. Ler Mais