Nota: 



Em Segunda Chance para o Amor/Purple Violets, seu filme de 2007, Edward Burns permanece fiel a tudo o que havia feito antes, e faria depois – mas, ao mesmo tempo, avança sobre um mundo que não havia abordado anteriormente. Ler Mais
Nota: 



Em Segunda Chance para o Amor/Purple Violets, seu filme de 2007, Edward Burns permanece fiel a tudo o que havia feito antes, e faria depois – mas, ao mesmo tempo, avança sobre um mundo que não havia abordado anteriormente. Ler Mais
Nota: 



Simpática, gostosa comedinha levemente dramática sobre vida em família. O diretor Raymond De Felitta, autor também do argumento e do roteiro, criou uma família disfuncional que é para deixar no chinelo todas as famílias disfuncionais que já vimos no cinema e na vida real. Ler Mais
Nota: 



Este Bancos de Praça/Bancs Publics (Versailles Rive Droite), do diretor e ator francês Bruno Podalydès, lançado em 2009, é um filme muito, mas muito doidão. Não é pouco doidão, não – é muito. Ler Mais
Nota: 



Fazer uma comédia sobre a perseguição dos nazistas aos judeus é um ato de coragem. Mas Trem da Vida, que o diretor romeno radicado na França Radu Mihaileanu realizou em 1998 é mais ousado ainda que uma simples comédia, porque é um filme não realista – é uma farsa, uma fantasia, uma obra de realismo fantástico, do surrealismo, quase um nonsense. Ler Mais
Nota: 



Uma beleza de filme, uma obra de Billy Wilder muito menos badalada e reconhecida do que merece. Para mim, este filme conta uma das mais fascinantes, bem urdidas, bem sacadas tramas vividas por Sherlock Holmes, essa figura tão absolutamente fascinante que, para milhares de pessoas em todo o mundo, é uma pessoa real. Ler Mais
Nota: 



Mediterrâneo, de Gabriele Salvatores, de 1991, é uma obra-prima. Belíssimo cinema, maravilhosa ode à paz e à alegria de viver, suave – porém firme – panfleto em defesa da tese de que as pessoas são melhores e mais importantes do que as ideologias, os países, os nacionalismos. Ler Mais
Nota: 



É gostosinha, às vezes bem divertida e, naturalmente, descartável, esta comedinha romântica do cinemão comercial francês. Não é para ser levada a sério – e ela mesma não se leva a sério. É um divertissement, tout court, e, como tal, cumpre bem seu papel. Ler Mais
Nota: 



Comédia romântica gostosinha, mezzo paulista, mezzo carioca, com produção caprichada, excelente fotografia, bossinhas bem feitas, baseada no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva. Ler Mais
Nota: 



Este Trabalho Sujo/Sunshine Cleaning me pareceu um filme extremamente irregular. Tem coisas boas – e outras péssimas. A sensação que ele deu é de que a diretora – cujo nome não reconheci nos créditos inicias – é jovem, tem talento, poderá fazer filmes muito bons no futuro, mas ainda é imatura, fresca, jovem, verde, foca. Ler Mais
Nota: 



Com toda a certeza, não é um grande filme. A rigor, a rigor, talvez nem seja um bom filme. Tem – me pareceu – alguns momentos em que avança muito além da fronteira da bobagem. E, no entanto, gostei muito de ver, pela primeira vez, com um quarto de século de atraso, O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas/St. Elmo’s Fire. Ler Mais
Nota: 



Foi uma absoluta delícia rever agora, mais de 20 anos depois, A Marvada Carne, de André Klotzel. O filme é uma pequena maravilha, uma pepita preciosa. Não envelheceu nadica. Permanece hoje com o mesmo frescor, aquela inocência, aquela aparente ingenuidade caipira. Ler Mais
Nota: 



O Concerto é daquela excelsa, augusta, exclusiva categoria de filmes que fazem você levitar. Você não percebe, mas de repente está levitando, os pés a alguns centímetros do chão. Ler Mais
Nota: 



8 Mulheres é um espetáculo feérico, um tremendo de um banquete para os olhos – e para os ouvidos. Pouquíssimas vezes, na história do cinema, se conseguiu reunir um elenco assim, essa quantidade de mulheres lindas, essa multiplicidade de grandes atrizes de várias gerações. Ler Mais