Nota: 



Matador em Perigo, no original Wild Target, alvo selvagem, é um daqueles filmes ao mesmo tempo bobos e divertidos. E não é pouco bobo, não: é bobo demais. Mas também é divertido demais. Ler Mais
Nota: 



Matador em Perigo, no original Wild Target, alvo selvagem, é um daqueles filmes ao mesmo tempo bobos e divertidos. E não é pouco bobo, não: é bobo demais. Mas também é divertido demais. Ler Mais
Nota: 



Quando Harry conheceu Sally, foi uma catástrofe. Uma gloriosa, gigantesca, absurda catástrofe. Eram personalidades opostas, antípodas. Não concordavam com absolutamente nada do que o outro dizia. Por exemplo: tinham opiniões completamente diferentes sobre o final de Casablanca. Ler Mais
Nota: 



E Se Vivêssemos Todos Juntos? é uma pequena pérola, uma maravilha, uma bênção. Fala de temas seriíssimos com graça, bom humor, sinceridade, emoção, carinho, sensibilidade. É belo como a vida às vezes é, como deveria ser boa parte do tempo que nos foi dado sem que tivéssemos pedido. Ler Mais
Nota: 



Primeiro e até agora único filme dirigido pelo ator Liev Schreiber este Everything is Illuminated, no Brasil reduzido para Uma Vida Iluminada, é bastante interessante. O tema de fundo é o Holocausto, o Shoah, mas o tom é leve, bem humorado, brincalhão, quase farsesco. Ler Mais
Nota: 



A melhor coisa de No Limite do Paraíso, no original Something Short of Paradise, disparado, sem qualquer sombra de dúvida, é Susan Sarandon, jovem, já talentosa, e linda, maravilhosa, acachapantemente bela. Ler Mais
Nota: 



Barbara Stanwyck senta-se em uma poltrona, e, quando ela senta, as tiras de tecido brilhante que compõem a parte de seu vestido abaixo da cintura caem e deixam à mostra toda a extensão de suas coxas. Gary Cooper, de pé à frente dela, está absolutamente perplexo, atônito. Ler Mais
Nota: 



Um dos mais brilhantes atores de sua geração, 30 títulos na filmografia, 21 prêmios e outras 21 indicações (inclusive duas ao Oscar), Edward Norton só se aventurou a dirigir um filme até agora. Nascido em 1969, estava com apenas 31 anos em 2000 quando fez este Tenha Fé/Keeping the Faith. Ler Mais
Nota: 



O tema é sério, pesado: o abismo entre as classes sociais, a convivência dentro de casa de patrões e empregadas domésticas. Uma espécie assim de Histórias Cruzadas/The Help, de Tate Taylor, ou Domésticas, de Fernando Meirelles e Nando Olival, versão francesa. Ler Mais
Nota: 



Levei um susto ao ver, logo no iniciozinho do filme, que o fim do mundo a que o título se refere não é, ao contrário do que havia imaginado, uma figura de linguagem, uma metáfora. Não: é o fim do mundo mesmo. Ler Mais
Nota: 



Já se passou tempo suficiente para que se possa dizer que Broadcast News, no Brasil Nos Bastidores da Notícia, é um dos melhores, mais interessantes filmes americanos da década de 80. Ler Mais
Nota: 



Um Divã para Dois, no original Hope Springs, é uma absoluta delícia. Inteligente, sensível, gostoso, divertido – e ao mesmo tempo sério. E Meryl Streep e Tommy Lee Jones nos brindam com interpretações magistrais, encantadoras. Ler Mais
Nota: 



Não é um daqueles filmes de que é fácil gostar, este Seis Graus de Separação, que o australiano Fred Schepisi fez nos Estados Unidos em 1993. Baseia-se em uma peça de teatro nova-iorquina, sobre gente muito rica do lugar mais rico de Manhattan, o umbigo do capitalismo. Ler Mais
Nota: 



Como Você Sabe/How Do You Know é uma comedinha romântica assim-assim. Nada importante, nada memorável, mas boazinha, gostosinha. Ler Mais
Nota: 



Quando Lucy, a personagem central da história de Enquanto Você Dormia, era criança, seu pai costumava dizer que às vezes as coisas na vida não acontecem como planejamos. É uma incontestável verdade – como na velha música dos Stones: “You can’t always get what you want” –, que deve mesmo ser dita para os filhos. É bom que eles saibam desde cedo que a vida inclui uma imensa quantidade de adversidades. Ler Mais
Nota: 



Em 1959, catorze anos depois do final da Segunda Guerra, em que Benito Mussolini botou a Itália para lutar junto com o nazismo de Adolph Hitler e o Estado militarista japonês contra o resto do mundo, o socialista Mario Monicelli exorcizou fantasmas fazendo esta superprodução passada na Primeira Guerra. Ler Mais