Nota: 



É um belo filme, este Paris, que Cédric Kaplisch fez em 2008. Uma terna, apaixonada declaração de amor à cidade estupidamente maravilhosa. Ler Mais
Nota: 



É um belo filme, este Paris, que Cédric Kaplisch fez em 2008. Uma terna, apaixonada declaração de amor à cidade estupidamente maravilhosa. Ler Mais
Nota: 



Estreou muito bem na direção o francês descendente de marroquinos Roschdy Zem, ator tarimbado com mais de 70 filmes no currículo. Escolheu um assunto espinhoso: o casamento de uma judia com um descendente de muçulmanos na Paris de hoje, e todos os problemas que o casal é obrigado a enfrentar. Ler Mais
Nota: 



O título desta comédia amarga que Robert Altman fez em 1979 – Um Casal Perfeito/A Perfect Couple – é, obviamente, uma brincadeira, uma gozação, uma ironia. É difícil encontrar um casal mais longe da perfeição do que o formado pelos dois protagonistas, Alex (Paul Dooley) e Sheila (Martha Heflin). Ler Mais
Nota: 



Depois de duas maravilhas, A Noiva Síria, de 2004, e Lemmon Tree, de 2008, o diretor israelense Eran Riklis mantém o nível, a categoria, o talento: A Missão do Gerente de Recursos Humanos, sua obra de 2010, é um grande filme. Mais um grande filme. Ler Mais
Nota: 



Três décadas depois de ter sido feito, Os Deuses Devem Estar Loucos continua com um gosto forte de coisa nova, fresca, única, inovadora, maluca, irreverente. É uma comédia ensandecidamente, tremendamente, absurdamente hilariante. Ler Mais
Nota: 



Em Busca do Ouro/The Gold Rush, que Charlie Chaplin lançou em 1925, quase 90 anos atrás, são 72 minutos contínuos de inventidade, de criatividade e - perdão pela repetiçao do sufixo –, da mais brilhante genialidade. Ler Mais
Nota: 



Mais um dos tantos filmes recentes que usam a gastronomia como pano de fundo da história, este Bon Apppétit tem uma série de características bastante interessantes – e alguns paradoxos. Ler Mais
Nota: 



Uma boa comédia romântica do cinemão comercial francês, com uma trama interessante, inteligente, o charme de Audrey Tautou e o talento de Nathalie Baye. E, de quebra, uma saudável, gostosa, bem-vinda repulsa ao racismo e à xenofobia. Ler Mais
Nota: 



Meia-Noite em Paris só poderia se passar em Paris. Não poderia ser Meia-Noite em Londres, ou em Nova York, ou em Moscou, ou em Berlim, ou em Roma, ou em Atenas, ou no Rio de Janeiro. Não apenas porque Paris é extraordinariamente bela. Londres, Roma, Berlim, Moscou, Rio também são belas cidades. Ler Mais
Nota: 



Este In July (O Outro Lado das Férias), no original alemão Im Juli, é uma gostosa, inteligente, talentosa mistura de road movie com comédia romântica. Ler Mais

Nota: 



Ao rever agora A Fortuna de Cookie, que Robert Altman fez em 1999, fiquei mais uma vez impressionado, é claro, com a beleza, a qualidade do filme. Mas beleza e qualidade numa obra de Altman não chegam a ser surpresa, de forma alguma. O que mais me impressionou foi como o filme é alegre, pra cima, de bem com a vida. Ler Mais
Nota: 



O cinema tem uma antiga paixão pelo jornalismo. Houve grandes clássicos sobre jornalistas e jornalismo, dramas pesados, comedinhas descartáveis, tudo o que se possa imaginar. Uma Manhã Gloriosa/Morning Glory é mais um de uma longa lista – um pouco de drama, bastante de comédia, uma pitada de romance. Ler Mais
Nota: 



A melhor palavra para definir As Loucas Aventuras de James West, no original Wild Wild West, é extravaganza. Ler Mais
Nota: 



A sensação que se tem é de que Minha Quase Verdadeira História é um filme feito com ódio. Indignação, revolta e um profundo ódio – de Hitler, do nazismo, e do fato de os alemães terem permitido que aquele horror existisse. Ler Mais
Nota: 



Este é um daqueles filmes que caminham no fio da navalha. De um lado está a possibilidade de ele se safar dos perigos e ser gostoso, encantador, charmoso, engraçado. Do outro lado do fio da navalha está a bobagem completa. O risco de cair da corda bamba e ser uma imensa asneira é imenso. Ler Mais