Arquivos do Rótulo: Comédia

Dá-me um Beijo / Kiss Me, Kate

Nota: ★★★½

História dentro de história é isso aí: Kiss Me, Kate, o filme de George Sidney de 1953, é a transposição para o cinema da peça musical Kiss Me, Kate, que havia estreado na Broadway de Nova York em 1948 e no West End de Londres em 1951, e conta a história de como foi encenado na Broadway uma versão musical da peça A Megera Domada, escrita por William Shakespeare entre 1590 e 1592. Ler Mais »

Bye Bye Brasil

Nota: ★★★★

Bye Bye Brasil é uma beleza, uma maravilha, Ler Mais »

Quando Paris Alucina / Paris – When It Sizzles

Nota: ★★★☆

Quando Paris Alucina, comédia romântica de Richard Quine de 1964, é uma gostosíssima diversão. E é também um filme belo, bonito de se ver, que faz bem aos olhos: tem, como o título indica, um monte de tomadas de Paris, e um monte de tomadas de Audrey Hepburn. Vestida, naturalmente, por Givenchy. Ler Mais »

A Megera Domada / The Taming of the Shrew

Nota: ★★★☆

A Megera Domada/The Taming of the Shrew (1967), co-produção Itália-EUA, é um daqueles acertos absolutos. Não poderia haver alguém melhor nos anos 60 para dirigir a comédia de William Shakespeare do que Franco Zeffirelli. E não poderia haver casal mais apropriado – jamais, em época alguma da curta história do cinema, até hoje – para interpretar Petruchio e Catarina do que Richard Burton e Elizabeth Taylor. Ler Mais »

O Cisne / The Swan

Nota: ★★☆☆

O Cisne/The Swan, de 1956, é uma das mais contundentes provas de que um filme não é só um filme. É um filme, claro, mas é também o que o cerca, as histórias envolvendo sua produção, seu lançamento, o impacto que provocou, as reações a ele, o contexto todo. Ler Mais »

Páginas da Vida / O. Henry’s Full House

Nota: ★★½☆

O’Henry’s Full House, no Brasil Páginas da Vida, de 1952, pode não ser um grande filme – e não é mesmo, na minha opinião. É bem intencionado, defende bons valores, mas abusa do sentimentalismo, da pieguice. Ler Mais »

O Terror das Mulheres / The Ladies Man

Nota: ★★★☆

O Terror das Mulheres, no original The Ladies Man, de 1961, o segundo filme escrito e dirigido por Jerry Lewis, é uma mistura nada fina de belas qualidades e algumas imensas bobagens. Tem momentos engraçadíssimos, hilariantes, deliciosos, alguns de grande inventividade – e outros bem panacas. Ler Mais »

Café Society

Nota: ★★½☆

Woody Allen disse, em entrevista e em alguns de seus belos filmes, que, diferentemente do que ensinam os livros de auto-ajuda, as pessoas precisam, para serem felizes, de uma boa dose de sorte. Ler Mais »

Lua de Papel / Paper Moon

Nota: ★★★★

Lua de Papel, de 1973, é uma gema, uma pérola, uma preciosidade. Uma daquelas jóias raras do cinema em que tudo funciona perfeitamente, tudo se encaixa, não falta nada, não sobra nada. E boa parte do encanto absoluto vem da interpretação de uma garotinha que ainda não tinha completado 10 anos de idade durante as filmagens – as primeiras de que participou na vida. Ler Mais »

Nunca Fui Santa / Bus Stop

[rating:2)

Bus Stop, no Brasil Nunca Fui Santa, de 1956, foi o segundo filme lançado quando Marilyn Monroe já era indiscutivelmente a maior estrela do cinema americano. Ler Mais »

Ciúme à Italiana / Dramma della Gelosia (tutti i particolari in cronaca)

Nota: ★★★☆

Embora tenha a palavra “drama” no título original, Dramma della gelosia (tutti i particolari in cronaca), o primeiro dos dez filmes de Ettore Scola com Marcello Mastroianni – e o único do diretor com Monica Vitti, a musa de Michelangelo Antonioni e uma das deusas do cinema mundial na segunda metade do século XX – é uma comédia escrachada, aberta, escancarada. Ler Mais »

Um Assaltante Bem Trapalhão / Take the Money and Run

Nota: ★★★☆

O primeiro personagem que Woody Allen criou para ele mesmo interpretar, em seu filme de estréia como diretor (e co-autor do roteiro), de 1969, é, como perfeitamente define o título brasileiro, um assaltante bem trapalhão. Ler Mais »

Rock em Cabul / Rock the Kasbah

Nota: ★★★½

Rock em Cabul, no original Rock the Kasbah (2015), é um filme furiosamente engraçado, desavergonhada, deliciosamente anti PC (não Partido Comunista, mas politically correct), louca, alucinadamente fantasioso. É muito doidão, e no entanto se baseia – em parte – numa história real. E, no fim, vira o que diz o título original: uma ode à luta contra a opressão, a tirania. Ler Mais »

Maggie Tem um Plano / Maggie’s Plan

Nota: ★★★☆

Rotular Maggie Tem um Plano/Maggie’s Plan, de 2015, o quinto filme dirigido por Rebecca Miller ao longo de 20 anos, como uma comédia romântica seria imperfeito e reducionista. O filme tem, sem dúvida, muitos elementos de comédia romântica, inclusive humor e amor, mas é mais que isso. Ler Mais »

Paterson

Nota: ★★★★

Não é preciso despertador: todo santo dia Paterson (Adam Driver) acorda no mesmo horário – ou quase exatamente no mesmo horário. Acorda, dá uma olhada no relógio de pulso que deixa no criado mudo ao lado da cama, faz um carinho ou fala alguma coisa, baixinho, com Laura (Golshifteh Farahani). Ler Mais »