Arquivos do Rótulo: Clássico

A Estranha Passageira / Now, Voyager

Nota: ★★★☆

A Estranha Passageira/Now, Voyager – um veículo para demonstrar e celebrar o talento de Bette Davis, na época uma das maiores estrelas do cinema – é um dos dramalhões mais clássicos da era dourada de Hollywood. Ao contrário de muitos outros classicões dos anos 30 e 40, no entanto, ele envelheceu muito, desde que foi lançado, em 1942. Ler Mais »

Em Busca do Ouro / The Gold Rush

Nota: ★★★★

Em Busca do Ouro/The Gold Rush, que Charlie Chaplin lançou em 1925, quase 90 anos atrás, são 72 minutos contínuos de inventidade, de criatividade e - perdão pela repetiçao do sufixo –, da mais brilhante genialidade. Ler Mais »

A Múmia / The Mummy

Nota: ★★★☆

A Múmia de 1932 é assim: se o espectador conseguir se abstrair totalmente da lógica, se não se preocupar o mínimo com a absoluta falta de verossimilhança, então ele poderá se encantar com um filme que tem importância histórica, muito clima e algumas seqüências de prodigiosa beleza. Ler Mais »

Amar é Sofrer / The Country Girl

Nota: ★★★★

Talvez uma das principais características de Amar é Sofrer/The Country Girl seja o fato de que é pouco falado, pouco badalado, menos elogiado do que mereceria. É um filmaço – e tem a mais bela interpretação da carreira de Grace Kelly. Ler Mais »

Rastros de Ódio / The Searchers

Nota: ★★★½

Rastros de Ódio/The Searchers, que John Ford fez em 1956, é considerado por 11 de cada dez críticos um dos melhores westerns da história, e por 11 de cada dez fãs de western como um dos melhores filmes que já foram feitos. Ler Mais »

Anatomia de um Crime / Anatomy of a Murder

Nota: ★★★★

Anatomia de um Crime é um filmaço. Daquela excelsa categoria dos filmes perfeitos, em que não falta nada, não sobra nada, tudo se encaixa milimetricamente. É um dos melhores thrillers de tribunal que já foram feitos. Ler Mais »

Desafio à Corrupção / The Hustler

Nota: ★★★★

Desafio à Corrupção, no original The Hustler, de Robert Rossen, lançado em 1961, é um grande filme. Mas é mais que um filme: é uma lenda. Ler Mais »

O Retrato de Jennie / Portrait of Jennie

Nota: ★★½☆

Este O Retrato de Jennie, produzido em 1948 por David O. Selznick, com direção de William Dieterle, é interessante, fascinante mesmo, mais como peça de museu do que propriamente como filme. Ler Mais »

Anatomia do Medo / Ikimono No Kiroku

Nota: ★★★☆

Em Anatomia do Medo, de 1955, o grande Akira Kurosawa faz o espectador refletir sobre as armas que a humanidade construiu e que têm o poder de, simplesmente, aniquilá-la. Ler Mais »

Sangue de Pantera / Cat People

Nota: ★☆☆☆

Credo em cruz, como é ruim Sangue de Pantera/Cat People, um clássico famoso, respeitado, elogiadíssimo, feito por Jacques Tourneur na sua fase Hollywood, em 1942! Ler Mais »

Rashomon

Nota: ★★★★

Anotação em 2011: Rashomon é uma obra-prima. É um dos filmes mais brilhantes, mais bem realizados, mais inventivos da história do cinema. Formalmente, é a perfeição. Ler Mais »

A Malvada / All About Eve

Nota: ★★★★

Anotação em 2011: Ao rever A Malvada/All About Eve agora, depois de muitos anos, não consegui deixar de pensar que a cotação máxima de quatro estrelas é pouco para o filme. Se a cotação máxima fosse cinco, ou dez, não importa o número, seria pouco. Ler Mais »

Rififi / Du Rififi Chez les Hommes

Nota: ★★★½

Anotação em 2011: Rififi, que o americano Jules Dassin fez na França em 1955, merece toda a fama que tem, todos os elogios que recebeu. E haja fama e elogios. É um dos policiais mais cultuados, mais respeitados que há. Ler Mais »

Jezebel

Nota: ★★☆☆

Anotação em 2011: Jezebel, como se sabe, é um classicão respeitadíssimo, dirigido por um mestre, William Wyler, e com dois atores maravilhosos, dos melhores, Bette Davis e Henry Fonda. Teve cinco indicações ao Oscar em 1939, inclusive a de melhor filme, e levou dois prêmios, melhor atriz para Bette Davis e melhor atriz coadjuvante para Fay Bainter. Ler Mais »

A Marca do Vampiro / Mark of the Vampire

Nota: ★★★☆

Anotação em 2011: Este A Marca do Vampiro, de 1935, o antepenúltimo dos mais de 60 filmes dirigidos por Tod Browning, “o Edgard Alan Poe do cinema”, é muito, muito estranho. E tem uma história de vida, se é que podemos chamar assim, complicada, insólita, fascinante. Ler Mais »