Nota: 



Anotação em 2010: Filhos de Hiroshima é um filme de grande importância. Mas, mesmo deixando de lado a importância histórica, é um filme forte, poderoso, que causa impacto – e também um tanto estranho, desconcertante. Ler Mais
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Anotação em 2010: Filhos de Hiroshima é um filme de grande importância. Mas, mesmo deixando de lado a importância histórica, é um filme forte, poderoso, que causa impacto – e também um tanto estranho, desconcertante. Ler Mais
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Anotação em 2010: Quase meio século depois, esta produção anglo-americana de 1961, com roteiro do americano Carl Foreman e direção do inglês J. Lee Thompson, continua sendo um dos grandes filmes de guerra no estilo padrão, tradicional. Ler Mais
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Anotação em 2010: Seria bom se todo mundo revisse Julgamento em Nuremberg de tempos em tempos. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: O diretor é dos bons: George Cukor. O astro é dos maiores que já houve: Cary Grant. E a estrela é uma das mais fascinantes da História, a grande, imensa, maravilhosa Katharine Hepburn. Foi o primeiro encontro dos dois; em seguida brilhariam em três outros filmes, encantando multidões ao longo de décadas. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: Algumas das primeiras impressões ao rever pela primeira vez, depois de quatro décadas, Vagas Estrelas da Ursa, o filme de Visconti de 1965: que beleza de filme; que beleza de imagens; como o filme não envelheceu absolutamente nada; como o conde marxista homossexual de talento extraordinário adorava rostos bonitos, de homens e mulheres; Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: Arroz Amargo, sabe-se, é um filme de grande importância histórica. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: Lola, de 1961, foi o primeiro longa-metragem do grande Jacques Demy, um cineasta apaixonado pelo cinema, pelo amor e pelos encontros e desencontros da vida, as peças que o destino prega nas pessoas. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: Tem um monte de coisas interessantes, este filme dirigido por Nicholas Ray, um cineasta que fascinou gerações e encantou críticos do mundo todo, em especial os franceses dos Cahiers du Cinéma. Wim Wenders fez um belo filme em homenagem a ele, Nick’s Film, de 1980. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: Ver hoje, pela primeira vez, A Grande Testemunha/Au Hasard Balthazar, o filme de Robert Bresson de 1966, é uma experiência ao mesmo tempo fascinante, estranha – e põe estranha nisso – e um tanto dolorosa, penosa. Ler Mais

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Anotação em 2010: Um filme maior, uma obra-prima, de uma beleza acachapante. Mestre Satyajit Ray põe o espectador para pensar sobre alguns temas importantíssimos, fundamentais: o absurdo das imensas diferenças entre as classes sociais, a fugacidade de tudo, e como é absolutamente vão, inútil, cego, imbecil, o apego das pessoas por aparência, bens materiais, ostentação, vaidade. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: Fazia muito, muito tempo que eu não revia Disque M Para Matar. Ao revê-lo agora, com grande prazer, fiquei impressionado com várias coisas, é claro. Como estão bem Ray Milland, Grace Kelly e John Williams. Como é bem elaborada a trama, cheia de pequeninos detalhes. Como são excelentes os diálogos. Como é esplêndida a câmara do mestre Hitchcock, mesmo presa entre quatro paredes. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: Todo mundo se lembra da antológica seqüência de O Iluminado, de Kubrick, em que um ensandecido Jack Nicholson ataca a machadadas uma porta atrás da qual está Shelley Duvall, apavorada, olhões arregalados, tentando proteger seu filho da fúria do marido. O Iluminado é de 1980. Uma seqüência parecidíssima com essa havia sido feita por e com Victor Sjöström mais de meio século antes, em 1921. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Tem imensa fama, este filme feito pelo cultuadíssimo alemão Max Ophüls em 1948, durante sua passagem por Hollywood. E de fato é tremendamente elegante o estilo da câmara. Mas a história me pareceu boba, bocó, panaca. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: As Cartas de Madeleine é um filme menor, dentro da obra do mestre David Lean (1908-1991). Não chega a ser um grande filme. Exibe as marcas do tempo; pode parecer hoje um tanto datado, especialmente para os mais jovens. Mas é bom, tem qualidades – afinal, é uma obra de David Lean. Ler Mais