
Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: Um filme muito, muito estranho, muito doido. É uma comédia extremamente amarga e amalucada sobre o que acontece depois da morte por overdose do músico Gram Parsons. Ler Mais

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Anotação em 2007, com complemento em 2008: Um filme muito, muito estranho, muito doido. É uma comédia extremamente amarga e amalucada sobre o que acontece depois da morte por overdose do músico Gram Parsons. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: O mundo do entretenimento, em especial do cinema, é um dos temas preferidos do próprio cinema. Hollywood, em especial, sempre adorou olhar para o seu próprio umbigo – e, vamos e venhamos, a verdade é que as platéias também gostam de olhar para o umbigo da capital do cinema. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: O filme mostra muita dureza, muita dificuldade, muita miséria, em plena San Francisco, a cidade mais elegante, mais chique do Império – as cenas dos abrigos para sem-teto absolutamente abarrotados de gente são bem feitas e apavorantes. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: Um belo, forte e triste retrato do horror e da brutalidade do regime sangrento de Idi Amim Dada, o ditador de Uganda que virou sinônimo da barbárie, dos desmandos, dos absurdos que líderes tribais que assumem o poder à força impõem às populações africanas. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: Há tantas tribos nos Estados Unidos que a rigor muitas delas ninguém precisaria conhecer. Mas, como são tribos do Grande Império, acabam virando tema de filme. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: Ama-me ou Esquece-me é a cinebiografia, romanceada, feita em 1955, de Ruth Etting, uma cantora de jazz dos anos 20, e seu relacionamento complicado e dramático com um gângster, Martin Snyder. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: Uma interessante, competente cinebiografia de Marlene Dietrich, desde o início da carreira, nos anos 20, o encontro com Josef Von Sternberg, até uma grande homenagem em Nova York, em que ela, gloriosa, perto do fim da vida, canta aquela versão maravilhosa, personalíssima, para Where have all the flowers gone, o hino pacifista de Pete Seeger. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2006, com complemento em 2008: É o tal negócio: nem todo artista tem uma vida que dá um bom filme. Às vezes a cinebiografia de um grande e valioso artista é um tédio só, porque a vida do cara simplesmente não ajuda – como é o caso recente de Ray, a cinebiografia de Ray Charles. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2006, com complemento em 2008: Parece que era um projeto pessoal do grande ator Kevin Spacey fazer uma cinebiografia de Bobby Darin – e o filme é extraordinariamente bem feito, tem um grande elenco. Ler Mais

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Anotação em 2006, com complemento em 2008: Uma pérola da época de ouro de Hollywood, este filme é uma cinebiografia que não se assume completamente como tal. Para os mais jovens, o monte de nomes que consta da ficha técnica abaixo deste texto talvez não signifique muita coisa – mas, credo é muito nome importante reunido. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2005: A narrativa tem belas sacadas, a produção é cuidadíssima, a reconstituição dos cenários e das cenas dos filmes de Peter Sellers é perfeita, mas o filme é sobretudo um show de talento de Geoffrey Rush. Ler Mais

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Anotação em 2005, com complemento em 2008: Eis aí um filme que tem uma história – real – muito interessante. Conta um pedaço da vida de Carl Jung que não é muito conhecido – e que, aparentemente, seus herdeiros tentaram esconder: seu envolvimento afetivo e sexual com uma paciente. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2003, com complemento em 2008: Cruel, duro, pesado, sombrio – apesar da beleza solar da Mariel Hemingway. É perfeitamente claro o motivo pelo qual a história real da coelhinha da Playboy que teria um caso com um diretor de cinema (Peter Bogdanovich) interessou Bob Fosse, esse diretor extraordinário que era encantado com os personagens do showbiz e o seu lado negro. Ler Mais

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Anotação em 2002 e complemento em 2008: Bom filme, baseado na vida de Veronica Guerin, a jornalista irlandesa que investigou a máfia de drogas no país e acabou levando a uma mudança na legislação da Irlanda, tornada mais rigorosa para que se possa combater mais eficazmente o tráfico. Joan Allen, ótima atriz, faz com competência o papel central. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2002 e 2008: O filme, estréia na direção do ótimo ator Ed Harris, é muito bem feito. Tudo é muito correto – os atores, todos, estão muito bem, todos os aspectos técnicos são caprichados. O problema é o mesmo que acontece em muitas, muitas, mas muitas cinebiografias: a vida do biografado é chata, não tem brilho, não tem pegada, não dá uma boa história. Ler Mais