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Anotação em 2009: Embora previsível, e até esquemático em alguns pontos, Jogada de Gênio é um filme bem feito, correto. A história que ele conta é interessantíssima, fascinante – e é uma história real. Ler Mais

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Anotação em 2009: Embora previsível, e até esquemático em alguns pontos, Jogada de Gênio é um filme bem feito, correto. A história que ele conta é interessantíssima, fascinante – e é uma história real. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Não dá para ficar indiferente diante de A Imperatriz Galante, ou A Imperatriz Vermelha, que Josef von Sternberg dirigiu em 1934 com a estrela que criou, Marlene Dietrich. Ele judeu austríaco, ela alemã, já viviam então nos Estados Unidos, para onde se mudaram quando o nazismo começava a mostrar suas garras. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Bernard e Doris, uma produção caprichada, bem cuidada, tem um aviso interessante, bem pouco comum, logo no seu início: “Parte do que se segue é baseada em fatos reais. Parte não é”. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Este filme bem feitíssimo, de produção irretocável, bela fotografia em glorioso preto-e-branco na maior parte do tempo, não é apenas a biografia de Bettie Page (1923-2008), um dos maiores símbolos sexuais da história dos Estados Unidos, “a maior pin-up do universo”, “a rainha das curvas”, “o anjo escuro”, como ficou conhecida. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Este De Porta em Porta é um daqueles filmes sobre superação – sobre pessoas especiais, que conseguem vencer terríveis, imensas, ciclópicas adversidades. Foi feito para a TV – e é muito bem feito. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Uma jovem mulher da nobreza, bela, atraente, simpática, elegante, amada por todo o povo inglês – mas não pelo marido. Claro, já vimos este filme antes, e foi na vida real, nos jornais, nas revistas, na TV. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: São duas as características mais impressionantes neste grande filme. A primeira é a atuação de Sean Penn. A segunda é a maestria com que o diretor Gus Van Sant mistura seu filme com as cenas reais, históricas, tiradas de arquivos. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2008: O mais impressionante é a interpretação dessa atriz estupenda, Marion Cottillard. Todo o resto — inclusive as muitas e desnecessárias idas e vindas no tempo que o diretor Dahan criou – fica menor, diante da interpretação que ela faz de Edith Piaf. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: Um filme muito, muito estranho, muito doido. É uma comédia extremamente amarga e amalucada sobre o que acontece depois da morte por overdose do músico Gram Parsons. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: O mundo do entretenimento, em especial do cinema, é um dos temas preferidos do próprio cinema. Hollywood, em especial, sempre adorou olhar para o seu próprio umbigo – e, vamos e venhamos, a verdade é que as platéias também gostam de olhar para o umbigo da capital do cinema. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: O filme mostra muita dureza, muita dificuldade, muita miséria, em plena San Francisco, a cidade mais elegante, mais chique do Império – as cenas dos abrigos para sem-teto absolutamente abarrotados de gente são bem feitas e apavorantes. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: Um belo, forte e triste retrato do horror e da brutalidade do regime sangrento de Idi Amim Dada, o ditador de Uganda que virou sinônimo da barbárie, dos desmandos, dos absurdos que líderes tribais que assumem o poder à força impõem às populações africanas. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: Há tantas tribos nos Estados Unidos que a rigor muitas delas ninguém precisaria conhecer. Mas, como são tribos do Grande Império, acabam virando tema de filme. Ler Mais

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Anotação em 2007, com complemento em 2008: Ama-me ou Esquece-me é a cinebiografia, romanceada, feita em 1955, de Ruth Etting, uma cantora de jazz dos anos 20, e seu relacionamento complicado e dramático com um gângster, Martin Snyder. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2007, com complemento em 2008: Uma interessante, competente cinebiografia de Marlene Dietrich, desde o início da carreira, nos anos 20, o encontro com Josef Von Sternberg, até uma grande homenagem em Nova York, em que ela, gloriosa, perto do fim da vida, canta aquela versão maravilhosa, personalíssima, para Where have all the flowers gone, o hino pacifista de Pete Seeger. Ler Mais