Nota: 



Uma maravilha, uma delícia. O Homem Que Queria Ser Rei tem a cara, o jeitão de John Huston, um homem que adorava aventuras, amizades, uma boa cachaça, lugares exóticos, paisagens diferentes, viagens, e, claro, mulheres. Ler Mais
Nota: 



Uma maravilha, uma delícia. O Homem Que Queria Ser Rei tem a cara, o jeitão de John Huston, um homem que adorava aventuras, amizades, uma boa cachaça, lugares exóticos, paisagens diferentes, viagens, e, claro, mulheres. Ler Mais
Nota: 



Seis Dias, Sete Noites é uma diversão gostosinha. Não pretende ser mais do que isso. O diretor Ivan Reitman mistura comédia romântica com aventura em proporções acertadas. A gente vê, se diverte, e em seguida pode perfeitamente esquecer. Ler Mais
Nota: 



Sem Limites é assim: parte de uma idéia bem interessante, depois a trama se enrola. A impressão que dá é que não souberam o que fazer a partir da idéia inicial. Mas o forte do filme é sem dúvida o visual. Tem um visual agitado, moderninho, extremamente competente. Ler Mais
Nota: 



O filme se chama O Selvagem, Le Sauvage. Nunca tinha ouvido falar dele, mas é com Yves Montand e Catherine Deneuve. Não me lembrava que os dois gigantes haviam trabalhado juntos. Coisa não muito recente, de quando estavam jovens – depois veria que é de 1975. Ler Mais
Nota: 



Maverick é uma daquelas arrematadas bobagens deliciosas, extremamente agradáveis de se ver. É totalmente contra-indicado para mal-humorados em geral e para a turma de nariz empinado e papo-cabeça em particular. Para o resto da humanidade, é uma ótima diversão. Ler Mais
Nota: 



Out of Africa, no Brasil Entre Dois Amores, é um desses filmes que dão imenso prazer de rever. Fazia muitos anos que não o revia. É uma beleza, uma maravilha. Ler Mais
Nota: 



Le Voyou, que Claude Lelouch fez em 1970 e foi lançado no Brasil com o título Um Homem como Poucos, é um policial, mas não um drama. Uma das tramas policiais mais inteligentes, criativas e bem resolvidas das que Lelouch criou, senão a melhor de todas, Le Voyou é uma gostosa aventura, um divertissement. Ler Mais
Nota: 



O Contrato, que o experiente Bruce Beresford dirigiu em 2006, é um competente filme ação com um toque de aventura e algum bom humor. Não é, e claramente não pretende ser, nada mais que isso. Para quem gosta desse tipo de coisa, é um prato cheio. Quem não gosta deve passar longe dele. Ler Mais
Nota: 



A melhor palavra para definir As Loucas Aventuras de James West, no original Wild Wild West, é extravaganza. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Uma absoluta delícia, um divertimento de primeiríssima qualidade, um encanto, este Como Roubar um Milhão de Dólares, que William Wyler fez com Audrey Hepburn e Peter O’Toole em 1966. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Uma diversão deliciosa, espetacular, tão bem humorada quanto maravilhosamente bem realizada, com um visual acachapante, um ritmo ágil, frenético, uma reconstituição de época de babar, excelentes piadas, excelente texto. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Gastaram US$ 100 milhões para fazer este O Turista, que reconta a história criada pelo roteirista e diretor francês Jérôme Salle no filme Anthony Zimmer – A Caçada, feito apenas cinco antes, em 2005. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Este Caçador de Recompensas/The Bounty Hunter é uma mistura de comédia romântica com aventura, com uma tramazinha policial. A rigor, é um filmezinho menor. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Um filme de ação de grande orçamento, com muito, mas muito, mas muito tiro e explosão e assassinato. Personagens que não são seres humanos, gente como a gente – são super-heróis, de deixar Indiana Jones no chinelo. Tudo absolutamente exagerado, o over do over do over. E, no entanto, é um filme gostoso, divertido – e que diz coisas. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Salt, produção cara com direção do australiano Phillip Noyce, autor de bons filmes, é tão maravilhosamente bem feito, nos quesitos técnicos, quanto estúpido. Ler Mais