Nota: 



Foi um baita prazer rever Quatro Casamentos e um Funeral. Que maravilha de filme, meu Deus do céu e também da terra! Ler Mais
Nota: 



Foi um baita prazer rever Quatro Casamentos e um Funeral. Que maravilha de filme, meu Deus do céu e também da terra! Ler Mais
Nota: 



Ver pela terceira vez Meia-Noite no Jardim do Bem e do Mal confirma: é uma maravilha de filme. Na verdade, faz mais que isso. Surpreende. É ainda melhor do que tinha achado das outras vezes. Dá vontade de ver de novo. Ler Mais
Nota: 



Não é um daqueles filmes de que é fácil gostar, este Seis Graus de Separação, que o australiano Fred Schepisi fez nos Estados Unidos em 1993. Baseia-se em uma peça de teatro nova-iorquina, sobre gente muito rica do lugar mais rico de Manhattan, o umbigo do capitalismo. Ler Mais
Nota: 



Quando Lucy, a personagem central da história de Enquanto Você Dormia, era criança, seu pai costumava dizer que às vezes as coisas na vida não acontecem como planejamos. É uma incontestável verdade – como na velha música dos Stones: “You can’t always get what you want” –, que deve mesmo ser dita para os filhos. É bom que eles saibam desde cedo que a vida inclui uma imensa quantidade de adversidades. Ler Mais
Nota: 



O Guarda-Costas e a Primeira-Dama, no original Guarding Tess, é um filme sem importância, uma obra rotineira do cinemão comercial americano. Mas deixa-se ver, é uma diversãozinha que pode até agradar, por duas razões: Nicolas Cage em um bom momento, e, sobretudo, Shirley MacLaine. Ler Mais
Nota: 



Seis Dias, Sete Noites é uma diversão gostosinha. Não pretende ser mais do que isso. O diretor Ivan Reitman mistura comédia romântica com aventura em proporções acertadas. A gente vê, se diverte, e em seguida pode perfeitamente esquecer. Ler Mais
Nota: 



Um Amor Verdadeiro/One True Thing, que Carl Franklin dirigiu em 1998, é um belo filme. Um drama familiar bastante barra pesada – e não poderia ser diferente, porque trata, não exclusivamente, mas com precisão cortante, de uma doente terminal e suas últimas semanas de vida. Ler Mais
Nota: 



Tadinho deste filme. Ele é tão bobo, tão tolinho, tão babaca, mas tanto, tanto, que pode até cativar o espectador. Não por admiração, por respeito, mas por dó. Peninha. Ler Mais
Nota: 



Maverick é uma daquelas arrematadas bobagens deliciosas, extremamente agradáveis de se ver. É totalmente contra-indicado para mal-humorados em geral e para a turma de nariz empinado e papo-cabeça em particular. Para o resto da humanidade, é uma ótima diversão. Ler Mais

Nota: 



Ao rever agora A Fortuna de Cookie, que Robert Altman fez em 1999, fiquei mais uma vez impressionado, é claro, com a beleza, a qualidade do filme. Mas beleza e qualidade numa obra de Altman não chegam a ser surpresa, de forma alguma. O que mais me impressionou foi como o filme é alegre, pra cima, de bem com a vida. Ler Mais
Nota: 



A melhor palavra para definir As Loucas Aventuras de James West, no original Wild Wild West, é extravaganza. Ler Mais
Nota: 



Parece que Mulher Solteira Procura não agradou muito à crítica. Leonard Maltin, o autor do guia de filmes mais vendido no mundo, por exemplo, deu nota 2.5 em 4 e desceu o pau. No entanto, eu tinha uma boa lembrança dele – e gostei muito de revê-lo agora. Ler Mais
Nota: 



Fazer uma comédia sobre a perseguição dos nazistas aos judeus é um ato de coragem. Mas Trem da Vida, que o diretor romeno radicado na França Radu Mihaileanu realizou em 1998 é mais ousado ainda que uma simples comédia, porque é um filme não realista – é uma farsa, uma fantasia, uma obra de realismo fantástico, do surrealismo, quase um nonsense. Ler Mais