Nota: 



Três décadas depois de ter sido feito, Os Deuses Devem Estar Loucos continua com um gosto forte de coisa nova, fresca, única, inovadora, maluca, irreverente. É uma comédia ensandecidamente, tremendamente, absurdamente hilariante. Ler Mais
Nota: 



Três décadas depois de ter sido feito, Os Deuses Devem Estar Loucos continua com um gosto forte de coisa nova, fresca, única, inovadora, maluca, irreverente. É uma comédia ensandecidamente, tremendamente, absurdamente hilariante. Ler Mais
Nota: 



O Último Metrô é uma das mais emocionantemente belas declarações de amor à vida, à arte, ao amor, aos perigos, à resistência contra o mal, qualquer que seja ele. É uma maravilha extraordinária. Ler Mais
Nota: 



O Fio da Suspeita/Jagged Edge é, na minha opinião, um dos melhores thrillers dos anos 80. É bem feitíssimo – e com uma narrativa clássica, sem modismos, maneirismos, e que portanto não envelhece. Tem grandes atuações dos protagonistas, Jeff Bridges e Glenn Close. E a trama é estupenda. Ler Mais
Nota: 



Com toda a certeza, não é um grande filme. A rigor, a rigor, talvez nem seja um bom filme. Tem – me pareceu – alguns momentos em que avança muito além da fronteira da bobagem. E, no entanto, gostei muito de ver, pela primeira vez, com um quarto de século de atraso, O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas/St. Elmo’s Fire. Ler Mais
Nota: 



Foi uma absoluta delícia rever agora, mais de 20 anos depois, A Marvada Carne, de André Klotzel. O filme é uma pequena maravilha, uma pepita preciosa. Não envelheceu nadica. Permanece hoje com o mesmo frescor, aquela inocência, aquela aparente ingenuidade caipira. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: A Mulher do Lado, o penúltimo filme de François Truffaut, de 1981, é um mergulho doloroso no amor louco. Doloroso, denso, tenso, angustiante, dilacerante. Para mim, é uma das histórias de amor mais trágicas que o cinema já mostrou. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: O único defeito de A Era do Rádio é que seus 85 minutos passam depressa demais. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Existem filmes que, embora não sejam propriamente grandes, ou sequer muito bons, embora às vezes tenham sido feitos sem muita pretensão, vão adquirindo, com o passar do tempo, um significado maior do que tinham na sua época. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: A seqüência demora a chegar, mas, quando finalmente chega, já passada a metade do filme, é longa, belíssima, fabulosa, espetacular, em todas as acepções dos termos: o Titanic vai ressurgindo na superfície do mar! Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Um painel, um afresco sobre a vida americana no início do século XX, um filme extraordinário, uma obra-prima do grande Milos Forman. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Muito Mais Que um Crime/Music Box é brilhante em absolutamente todos os quesitos. Filme maior, é destes que a gente deveria rever de vez em quando. A cada revisão, ele se mostra ainda melhor, revela novas qualidades. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Este Flores de Aço, Steel Magnolias no original – que mostra o dia-a-dia de seis mulheres nada especiais, gente como a gente, de uma pequena cidade do Sul Profundo – é o tipo de filme que muitos críticos podem chamar de sentimental, sentimentalóide, água com açúcar. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Rever Perigosamente Juntos/Legal Eagles, depois de vários anos, foi um imenso prazer. O filme, feito por Ivan Reitman em 1986, com o charme e a beleza de Robert Redford, Debra Winger e Daryl Hannah, é uma delícia, bem-humoradíssimo, uma bela junção de aventura, romance e comédia com um pouco de tribunal. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010 (postada em fevereiro de 2011): Não foi muito feliz o grande Costa-Gavras, cineasta do mundo, sinônimo de cinema político, no filme mais americano de sua carreira. Atraiçoados/Netrayed, de 1988, é ousado ao mostrar a face horrorosa da adesão firme de milhares de americanos às teorias supremacistas em plena década de 80. Mas não chega a ser um bom filme. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010 (postada em fevereiro de 2011): É difícil imaginar que possa haver um outro filme com uma visão mais negativa, mais triste, mais virulenta, mais cruel do casamento do que A Guerra dos Roses. Só que é muito mais que isso. Ler Mais