Nota: 



Miragem, que Edward Dmytryk dirigiu em 1965, é um ótimo suspense-mistério durante boa parte de seus 109 minutos. No final ele cai um pouco, talvez até bastante, na minha opinião. Apesar disso, é um filme muito bom. Ler Mais
Nota: 



Miragem, que Edward Dmytryk dirigiu em 1965, é um ótimo suspense-mistério durante boa parte de seus 109 minutos. No final ele cai um pouco, talvez até bastante, na minha opinião. Apesar disso, é um filme muito bom. Ler Mais
Nota: 



Victim, que no Brasil recebeu o título grotesco de Meu Passado me Condena, é um filme de grande importância histórica. Mas não apenas isso: é uma beleza de filme. Ler Mais
Nota: 



É bastante estranho ver hoje Willie Boy, no original Tell Them Willie Boy is Here, quatro décadas depois de seu lançamento, sem saber do contexto em que foi feito e da polêmica que despertou. Ler Mais
Nota: 



Um Tiro no Escuro, o segundo filme de Blake Edwards com o Inspetor Clouseau, lançado poucos meses após o primeiro, A Pantera Cor-de-Rosa, tem uma abertura sensacional, extraordinária, daquelas de dar grande alegria a quem gosta de cinema. Ler Mais
Nota: 



Rever agora A Pantera Cor-de-Rosa de Blake Edwards, o primeirão, o original, quase meio século depois que o filme foi feito, traz diversas sensações. Uma delas: como é tudo tão bobo! Outra: como é tudo delicioso, saboroso, bem feito e estonteantemente engraçado. Ler Mais
Nota: 



A Hora do Diabo, dirigido pelo americano Mervyn LeRoy em 1961, não é um grande filme. Tem, na verdade, coisas bem ruins. Mas traz também alguns diálogos muito bons, e um personagem extraordinário, o padre Doonan, interpretado por um ator igualmente extraordinário, Spencer Tracy. Ler Mais
Nota: 



Blake Edwards dirigiu Experiment in Terror, no Brasil Escravas do Medo, em 1962. O filme veio depois de Anáguas a Bordo/Operation Petticoat, uma deliciosa comédia com Cary Grant e Tony Curtis, de 1959, e de Bonequinha de Luxo/Breakfast at Tiffany’s, de 1961, aquela maravilha, um tremendo sucesso que virou cult para toda uma geração. Ler Mais
Nota: 



Em 1967, pouco depois de ter emplacado três filmes entre os indicados ao Oscar e vencido duas vezes, o grande Vittorio De Sica dirigiu este Sete Vezes Mulher, uma co-produção Itália-França-Estados Unidos. Ler Mais
Nota: 



Quando Setembro Vier, no original Come September, a comedinha feita por Robert Mulligan em 1961, com o galãzão Rock Hudson, a gostosérrima Gina Lollobrigida e os garotinhos Bobby Darin e Sandra Dee, e mais estonteantes paisagens da Itália, é uma total, absoluta delícia. Ler Mais
Nota: 



A Primavera de Praga ainda estava longe de começar e o comunismo na Checoslováquia era rigidamente satélite da União Soviética quando, em 1963, Vojtech Jasný realizou Um Dia, Um Gato. Ler Mais
Nota: 



Uma diversão inteligente, elegante, suavemente sofisticada – e extremamente palavrosa, é verdade. Não se poderia esperar nada diferente de Joseph L. Mankiewicz, um dos mais palavrosos, literários dos realizadores americanos, se não for o mais de todos. Ler Mais
Nota: 



Que ninguém se engane pelo título: Um Gosto de Mel é mais amargo que jiló. Ou, para usar a expressão dita pelo ministro Carlos Ayres Britto na mesma semana em que revi o filme agora, uns 50 anos depois de vê-lo pela primeira vez: tem “um gosto de jiló, de mandioca-roxa, de berinjela crua”. Ler Mais
Nota: 



A Nau dos Insensatos, no original Ship of Fools, foi dirigido por Stanley Kramer, autor de filmes excelentes e importantes, como, para citar apenas dois, Julgamento em Nuremberg e Acorrentados. Tem grandes atores no elenco: Oskar Werner, Simone Signoret, Vivien Leigh, José Ferrer. Ler Mais
Nota: 



Continua sendo uma delícia ver Divórcio à Italiana, meio século depois que Pietro Germi o realizou – o filme é de 1961. É uma comédia esperta, inteligente, com diálogos gostosíssimos, uma atuação saborosa de Marcello Mastroianni, e ainda tem a beleza estonteante da jovem Stefania Sandrelli, aquela deusa. Ler Mais
Nota: 



Paris Vive à Noite, no original Paris Blues, é um filme riquíssimo em informações, qualidades, belezas. Não chega, ao menos na minha opinião, a ser grande filme. Mas como documento tem imenso, fantástico valor. Ler Mais