Arquivos do Rótulo: 1950′s

A 20 Milhões de Milhas da Terra / 20 Million Miles to Earth

Nota: ★☆☆☆

Anotação em 2010: Esta é uma daquelas pérolas dos filmes B que os estúdios de Hollywood produziam nos anos 30 a 50. Na verdade, ele é bem mais Z do que B. É uma gigantesca, inacreditável porcaria, mas tão porcaria, tão porcaria, que acaba divertindo muitos apaixonados pelo cinema, acaba virando cult. Ler Mais »

Filhos de Hiroshima / Gembaku no ko

Nota: ★★★☆

Anotação em 2010: Filhos de Hiroshima é um filme de grande importância. Mas, mesmo deixando de lado a importância histórica, é um filme forte, poderoso, que causa impacto – e também um tanto estranho, desconcertante. Ler Mais »

A Sala de Música / Jalsaghar


Nota: ★★★★

Anotação em 2010: Um filme maior, uma obra-prima, de uma beleza acachapante. Mestre Satyajit Ray põe o espectador para pensar sobre alguns temas importantíssimos, fundamentais: o absurdo das imensas diferenças entre as classes sociais, a fugacidade de tudo, e como é absolutamente vão, inútil, cego, imbecil, o apego das pessoas por aparência, bens materiais, ostentação, vaidade. Ler Mais »

Disque M para Matar / Dial M for Murder


Nota: ★★★½

Anotação em 2010: Fazia muito, muito tempo que eu não revia Disque M Para Matar. Ao revê-lo agora, com grande prazer, fiquei impressionado com várias coisas, é claro. Como estão bem Ray Milland, Grace Kelly e John Williams. Como é bem elaborada a trama, cheia de pequeninos detalhes. Como são excelentes os diálogos. Como é esplêndida a câmara do mestre Hitchcock, mesmo presa entre quatro paredes. Ler Mais »

As Cartas de Madeleine / Madeleine


Nota: ★★½☆

Anotação em 2009: As Cartas de Madeleine é um filme menor, dentro da obra do mestre David Lean (1908-1991). Não chega a ser um grande filme. Exibe as marcas do tempo; pode parecer hoje um tanto datado, especialmente para os mais jovens. Mas é bom, tem qualidades – afinal, é uma obra de David Lean. Ler Mais »

Monpti, um Amor de Paris / Monpti


Nota: ★★½☆

Anotação em 2009: Eis aí um filme que tem coisas horrorosas e, ao mesmo tempo, é uma interessante, fascinante peça de museu. Ler Mais »

Os Brutos Também Amam / Shane


Nota: ★★★★

Anotação em 2009: Fazia muito, muito tempo que eu não revia Shane. Tinha até um pouco de medo de rever e não gostar. Ao finalmente rever agora, exatos 47 anos depois da primeira vez, entendi o que eu tinha esquecido, se é que alguma vez já soube: Shane é o mais clássico de todos os westerns. Ler Mais »

12 Homens e uma Sentença / 12 Angry Men


Nota: ★★★★

Anotação em 2009: Ao rever mais uma vez 12 Homens e uma Sentença agora, 52 anos depois que o filme foi feito, tive de novo a certeza de que ele é um dos melhores filmes de tribunal da história, se não for o melhor. E tem apenas uma rápida seqüência passada no tribunal. Ler Mais »

O Céu Por Testemunha / Heaven Knows, Mr. Allison


Nota: ★★★☆

Anotação em 2009: Tive sensações diferentes, ao rever mais uma vez, agora, O Céu por Testemunha, o filme de John Huston de 1957 sobre um fuzileiro americano e uma freira inglesa juntos e sozinhos em uma ilha do Pacífico durante a Segunda Guerra. Em inglês ficaria mais bonitinho: mixed feelings. Sensações diferentes, às vezes conflitantes. Ler Mais »

Matar ou Morrer / High Noon


Nota: ★★★★

Anotação em 2009: Acho que não há fã de westen (e são milhões e milhões) que não considere Matar ou Morrer/High Noon como um dos melhores da história. As listas dos dez melhores westerns de todos os tempos em geral incluem o filme – e as que não incluírem estão erradas, na minha opinião. Para mim, este é o melhor faroeste de todos. Ler Mais »

Johnny Guitar


Nota: ★★★☆

Anotação em 2009: Johnny Guitar é um filme curioso, esquisito, doidão – assim como a sua trajetória, ao longo das mais de cinco décadas que se passaram desde que ele foi feito, em 1954. Ler Mais »

Morangos Silvestres / Smultronstället


Nota: ★★★★

Anotação em 2009: Quem gosta de cinema deveria rever Morangos Silvestres de tempos em tempos. É de uma beleza, de uma genialidade poderosas demais, que não param de surpreender, encantar, de nos deixar boquiabertos, mesmerizados. É um dos mais belos filmes da história – tive essa certeza de novo, ao revê-lo agora. Ler Mais »

Homem do Terno Cinza / The Man in the Gray Flannel Suit


Nota: ★★★☆

Anotação em 2009: Este é o tipo do filme que, acho, dificilmente seria feito hoje por um grande estúdio de Hollywood. Porque é sério, adulto, não tem nada que interesse aos jovens – a faixa etária que mais paga entrada nas bilheterias –, não tem cenas de ação com perseguições de carro, nem sustos nem serial killers, e seus personagens são pessoas comuns, gente como a gente. Ler Mais »

Belíssima / Bellissima


Nota: ½☆☆☆

Anotação em 2009: Belíssima foi o terceiro filme de Luchino Visconti, um dos maiores cineastas de todos os tempos. Foi feito em 1951, ainda no auge do neo-realismo, com a estrela maior do movimento, Anna Magnani, e com argumento concebido especialmente para ele por Cesare Zavattini, o papa daquele tipo de cinema que os italianos criaram no imediato pós-guerra. Ler Mais »

Rota Sangrenta / Blood Alley


Nota: ½☆☆☆

Anotação em 2009: Este Rota Sangrenta, de 1955, é um filme altamente recomendável para um tipo bem específico de espectador: os loucos, insanos, tarados por uma peça de museu, por uma produção cara mas ruim como se fosse um B ou Z feito pelo Ed Wood, por um trash, enfim. Ler Mais »