Nota: 



Anatomia de um Crime é um filmaço. Daquela excelsa categoria dos filmes perfeitos, em que não falta nada, não sobra nada, tudo se encaixa milimetricamente. É um dos melhores thrillers de tribunal que já foram feitos. Ler Mais
Nota: 



Anatomia de um Crime é um filmaço. Daquela excelsa categoria dos filmes perfeitos, em que não falta nada, não sobra nada, tudo se encaixa milimetricamente. É um dos melhores thrillers de tribunal que já foram feitos. Ler Mais
Nota: 



Os ingredientes são muitos, e todos de primeira. Direção de Henry King, artesão mais do que competente. Gregory Peck e duas grandes estrelas, uma bela, Susan Hayward, outra simplesmente o animal mais belo do mundo, Ava Gardner, todos os três no auge da fama e da formosura – As Neves do Kilimanjaro é de 1952, época de grandes filmes de Hollywood. Ler Mais
Nota: 



Em Anatomia do Medo, de 1955, o grande Akira Kurosawa faz o espectador refletir sobre as armas que a humanidade construiu e que têm o poder de, simplesmente, aniquilá-la. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Rashomon é uma obra-prima. É um dos filmes mais brilhantes, mais bem realizados, mais inventivos da história do cinema. Formalmente, é a perfeição. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Ao rever A Malvada/All About Eve agora, depois de muitos anos, não consegui deixar de pensar que a cotação máxima de quatro estrelas é pouco para o filme. Se a cotação máxima fosse cinco, ou dez, não importa o número, seria pouco. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: É muito impressionante como Les Mistons, o curta-metragem que François Truffaut filmou em 1957, aos 25 ridículos aninhos de idade, dois anos antes de seu primeiro longa, Os Incompreendidos/Les Quatre Cents Coups, já contém vários dos temas, das características que estariam presentes em sua obra espetacular, uma das mais maravilhosas do cinema. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Rififi, que o americano Jules Dassin fez na França em 1955, merece toda a fama que tem, todos os elogios que recebeu. E haja fama e elogios. É um dos policiais mais cultuados, mais respeitados que há. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: A trama de Sublime Obsessão – filmado em 1935 por John M. Stahl e em 1954 por Douglas Sirk – é o que pode haver de mais improvável, difícil de se acreditar, engolir. Na primeira parte da história, o principal personagem masculino é uma figura abjeta. Depois de um trauma e um ensinamento religioso, cristão, ele passa por uma gigantesca transformação, de pequeno canalha vira santo. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Palavras ao Vento/Written on the Wind, que Douglas Sirk, o mestre do dramalhão, fez em 1956 é um filme de cores e tragédias intensas, fortes, berrantes. É a opção preferencial pelo exagero. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Você está nos seus anos maduros, o casamento é bom, os filhos estão bem, a vida é confortável – e eis que surge uma grande paixão. E aí, fazer o quê? Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Uma absoluta maravilha. São 130 minutos de puro brilho, encantamento, belo cinema.
Confesso que não me lembrava de que Amor na Tarde é tão superlativo. Claro: sabia que era ótimo, tinha a melhor lembrança dele – mas revê-lo agora me surpreendeu. Gostei mais ainda do filme do que nas vezes anteriores. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010 (postada em janeiro de 2011): Inferno nº 17 é muito possivelmente um dos filmes mais amargos que já foram feitos. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Produção de primeira, caprichada, bem cuidada, com elenco de grandes nomes, certamente um grande orçamento, As Pontes de Toko-Ri deve sem dúvida ter tido importância, em seus dias. Hoje, é um dinossauro. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Nesta comedinha de 1953, George Cukor, que ficou conhecido como o diretor dos anos dourados de Hollywood que entendia a alma feminina, conta a história de uma loura burra, e acaba metendo os pés pelas mãos. Ler Mais