Arquivos do Rótulo: 1950’s

Ralé / Donzoko

Nota: ★★★★

Em Ralé, seu filme de 1957, Akira Kurosawa demonstra cabalmente que, de fato, é o William Shakespeare do cinema. Ler Mais »

Nunca Fui Santa / Bus Stop

[rating:2)

Bus Stop, no Brasil Nunca Fui Santa, de 1956, foi o segundo filme lançado quando Marilyn Monroe já era indiscutivelmente a maior estrela do cinema americano. Ler Mais »

Mulheres e Luzes / Luci del Varietà

Nota: ★★★☆

É muito impressionante como Luci del Varietà, no Brasil Mulheres e Luzes, comprova que tudo, tudo, tudo muda – e demonstra como, fora do âmbito específico da Matemática, a ordem dos fatores altera, sim, o produto. Ler Mais »

Corações Enamorados / Young at Heart

Nota: ★★½☆

Young at Heart, de 1954, no Brasil Corações Enamorados, foi o único filme em que atuaram – e cantaram – juntos Doris Day e Frank Sinatra. Não é pouca coisa, não, de jeito algum. Ler Mais »

Janela Indiscreta / Rear Window

Nota: ★★★★

Janela Indiscreta é um filme genial.

Algumas palavras são tão usadas que acabam perdendo a força, o viço, o frescor. Ficam esgarçadas. “Genial” talvez seja o exemplo mais perfeito disso. Ler Mais »

O Mercador de Almas / The Long, Hot Summer

Nota: ★☆☆☆

The Long Hot Summer, no Brasil O Mercador de Almas, de 1958, é um absoluto espanto. O diretor é o ótimo Martin Ritt. O elenco é espetacular: Paul Newman, Joanne Woodwarsd, Anthony Franciosa, Lee Remick – linda de morrer aos 23 aninhos de idade –, Angela Lansbury. E, como se não bastasse, Orson Welles. Ler Mais »

Uma Aventura na África / The African Queen

Nota: ★★★★

Acho que dá para afirmar, sem medo de errar, que Uma Aventura na África/The African Queen é um dos mais adorados de todos os filmes do período clássico de Hollywood. Ler Mais »

O Homem do Oeste / Man of the West

Nota: ★☆☆☆

O Homem do Oeste, de 1958, foi o penúltimo western dirigido por Anthony Mann, um dos maiores realizadores de westerns. Depois dele, Mann ainda faria a refilmagem Cimarron (1960), e em seguida lançaria duas grandes superproduções, El Cid (1961) e A Queda do Império Romano (1964), e terminaria a carreira gloriosa com um filme de guerra, Os Heróis de Telemark (1965), e um de espionagem, O Espião de Dois Mundos (1968). Ler Mais »

Um de Nós Morrerá / The Left-Handed Gun

Nota: ★☆☆☆

Arthur Penn, um dos mais celebrados diretores do cinema americano da segunda metade do século XX, intelectual de esquerda, fascinado e influenciado pelo cinema europeu, estreou no cinema com um western, The Left-Handed Gun, no Brasil Um de Nós Morrerá, de 1958. Ler Mais »

Pavor nos Bastidores / Stage Fright

Nota: ★★★★

Stage Fright, no Brasil Pavor nos Bastidores, de 1950, é da fase em que Alfred Hitchcock tinha assinado um contrato com a Warner Bros, depois de ter trabalhado para o produtor David O. Selznick, que o importou de Londres para Hollywood. Ler Mais »

O Rio das Almas Perdidas / River of No Return

Nota: ★★★☆

Otto Preminger não queria dirigir o filme – nunca tinha feito um western, e jamais voltaria a fazer um. Marilyn Monroe não queria atuar nele. Mas atriz e diretor foram obrigados a trabalhar na produção por causa do contrato de cada um com o estúdio, a 20th Century Fox. Ler Mais »

A Maleta Fatídica / Nightfall

Nota: ★★½☆

Um estudioso da obra de Jacques Tourneur (1904-1977) diz que, em seus filmes, há sempre o incrível e o inconcebível. Nightfall, no Brasil A Maleta Fatídica, que o diretor francês realizou em 1956, durante o longo período que passou em Hollywood, comprova bem isso. Ler Mais »

Onde Começa o Inferno / Rio Bravo

Nota: ★★★★

Depois de muitos anos de grandes sucessos, tanto Howard Hawks quanto John Wayne haviam enfrentado fracassos, quando se reuniram para fazer Rio Bravo, em 1958. Ler Mais »

Torrentes de Paixão / Niagara

Nota: ★★★☆

Niagara, no Brasil Torrentes de Paixão, de 1953, é muito provavelmente o primeiro filme noir em Technicolor. O primeiro noir com o batom da femme fatale absolutamente vermelho forte, vivo, diferentemente dos grandes noirs que vieram antes, todos em glorioso preto-e-branco, com jogos de luz e sombra, chiaroscuro, herança de uma das suas maiores influências, o expressionismo alemão dos anos 20.    Ler Mais »

No, No, Nanette / Tea for Two

Nota: ★★☆☆

O título original do filme é o mesmo da canção famosérrima, “Tea for Two”. No Brasil e em outros países, ganhou o título de No, No, Nanette. A Nanette da história é interpretada por Doris Day, em seu primeiro papel como a principal figura do elenco, o primeiro nome a aparecer nos créditos iniciais. Ler Mais »