Nota: 



Este O Retrato de Jennie, produzido em 1948 por David O. Selznick, com direção de William Dieterle, é interessante, fascinante mesmo, mais como peça de museu do que propriamente como filme. Ler Mais
Nota: 



Este O Retrato de Jennie, produzido em 1948 por David O. Selznick, com direção de William Dieterle, é interessante, fascinante mesmo, mais como peça de museu do que propriamente como filme. Ler Mais
Nota: 



Credo em cruz, como é ruim Sangue de Pantera/Cat People, um clássico famoso, respeitado, elogiadíssimo, feito por Jacques Tourneur na sua fase Hollywood, em 1942! Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Um filme muito interessante, este Expresso para Berlim/Berlin Express, que Jacques Tourneur fez em 1948, três anos após o final da Segunda Guerra Mundial. São impressionantes, apavorantes, as muitas tomadas feitas em Frankfurt e Berlim completamente em escombros após os bombardeios aliados. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Não achei bom este Coração Prisioneiro/Caught, que Max Ophüls fez em 1949, seu penúltimo filme em Hollywood antes de retornar à Europa. Ophüls é um mestre, e naquele mesmo ano, em sua despedida do cinema americano, faria um belo filme, Na Teia do Destino/The Reckless Moment. Ler Mais
[rating;3.5]
Anotação em 2011: Os Sapatinhos Vermelhos é um dos maiores clássicos do cinema inglês, um filme respeitadíssimo – e extremamente respeitável. Feito em 1948 pela dupla Michael Powell e Emeric Pressburger, tem um visual deslumbrante, e números de dança esplendorosos, avançadíssimos, muito à frente do seu tempo. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Na Teia do Destino/The Reckless Moment foi o último dos cinco filmes que Max Ophüls fez em Hollywood, entre 1947 e 1949. É deste último ano. Em 1950, de volta à França, ele faria uma de suas obras-primas, La Ronde. Sua despedida da América é um belo, fascinante filme. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Em Crime em Paris/Quai des Orfèvres, de 1947, Henri-Georges Clouzot faz uma beleza de filme policial, mas vai muito além. Faz uma fascinante descrição do mundo do show business parisiense e dos métodos – muitas vezes brutais – da polícia, e oferece um panorama de vários estratos da sociedade francesa no imediato após-guerra. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Para algum douto historiador, seja dos importantes fatos políticos e sociais, seja do cinema, este Sangue Sobre o Sol, um perfeito espelho da Grande História, pode ter algum interesse. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Olivia de Havilland nos dá uma das mais brilhantes interpretações do cinema. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Começa como um western, depois vira um conto de Natal, com uma dose de fantasia e muita reverência ao Deus cristão e à Bíblia. E termina como fordianíssima elegia à fraternidade entre os homens de boa vontade nesta terra que às vezes parece esquecida por Deus. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Não resultou em um grande filme, na minha opinião, o encontro de dois dos maiores nomes da cultura alemã do século XX, o cineasta Fritz Lang (1890-1976) e o poeta, dramaturgo e ensaísta Bertolt Brecht (1898-1956). Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Este Martin Roumagnac – Mulher Perversa é um filme bem fraquinho, bem ruinzinho. Mas tem um ponto de interesse: é o único filme em que Marlene Dietrich trabalhou ao lado de Jean Gabin. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: O Tempo é uma Ilusão/It Happened Tomorrow é uma gostosa fantasia feita por René Clair durante seu período de exílio em Hollywood, fugindo do nazismo. Uma brincadeira com o tempo, como mostram tanto o título brasileiro quanto o original americano. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Eis aí um filme fascinante, interessantíssimo, porque aborda um tema que absolutamente não é comum: a vida doméstica, pessoal, afetiva de conquistadores do Oeste, e o papel da mulher dentro de casa. Mais ainda: fala de compra de esposa, como se a mulher fosse uma escrava. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Mais de 65 anos depois, tantas revoluções estéticas e sociais, tantos novos cinemas, tantos novos movimentos cinematográficos, tantos modismos passados, Laura, que Otto Preminger fez em 1944, continua uma beleza de filme. Ler Mais