Nota: 



Este In July (O Outro Lado das Férias), no original alemão Im Juli, é uma gostosa, inteligente, talentosa mistura de road movie com comédia romântica. Ler Mais
Nota: 



Este In July (O Outro Lado das Férias), no original alemão Im Juli, é uma gostosa, inteligente, talentosa mistura de road movie com comédia romântica. Ler Mais
Nota: 



O Último Metrô é uma das mais emocionantemente belas declarações de amor à vida, à arte, ao amor, aos perigos, à resistência contra o mal, qualquer que seja ele. É uma maravilha extraordinária. Ler Mais
Nota: 



Uma beleza de filme, este Caindo no Mundo/Cemetery Junction. Uma pequena pérola sobre o rito de passagem da juventude para a idade adulta na classe trabalhadora da Inglaterra dos anos 1970, os conflitos de classes sociais e de gerações – um show de competência, com um gosto amargo mas alguma réstia de esperança. Ler Mais

Nota: 



Ao rever agora A Fortuna de Cookie, que Robert Altman fez em 1999, fiquei mais uma vez impressionado, é claro, com a beleza, a qualidade do filme. Mas beleza e qualidade numa obra de Altman não chegam a ser surpresa, de forma alguma. O que mais me impressionou foi como o filme é alegre, pra cima, de bem com a vida. Ler Mais
Nota: 



O cinema tem uma antiga paixão pelo jornalismo. Houve grandes clássicos sobre jornalistas e jornalismo, dramas pesados, comedinhas descartáveis, tudo o que se possa imaginar. Uma Manhã Gloriosa/Morning Glory é mais um de uma longa lista – um pouco de drama, bastante de comédia, uma pitada de romance. Ler Mais
Nota: 



A melhor palavra para definir As Loucas Aventuras de James West, no original Wild Wild West, é extravaganza. Ler Mais
Nota: 



A sensação que se tem é de que Minha Quase Verdadeira História é um filme feito com ódio. Indignação, revolta e um profundo ódio – de Hitler, do nazismo, e do fato de os alemães terem permitido que aquele horror existisse. Ler Mais
Nota: 



Este é um daqueles filmes que caminham no fio da navalha. De um lado está a possibilidade de ele se safar dos perigos e ser gostoso, encantador, charmoso, engraçado. Do outro lado do fio da navalha está a bobagem completa. O risco de cair da corda bamba e ser uma imensa asneira é imenso. Ler Mais
Nota: 



Em Segunda Chance para o Amor/Purple Violets, seu filme de 2007, Edward Burns permanece fiel a tudo o que havia feito antes, e faria depois – mas, ao mesmo tempo, avança sobre um mundo que não havia abordado anteriormente. Ler Mais
Nota: 



O Grupo é assim uma espécie de precursor de filmes sobre uma geração, seu universo, seus valores, seus sonhos, seus temores – Sobre Ontem à Noite…/About Last Night…, O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas/St. Elmo’s Fire, O Reencontro/The Big Chill, Para o Resto de Nossas Novas/Peter’s Friends, Nós Que nos Amávamos Tanto/C’eravamo Tanto Amati. Ler Mais
Nota: 



Uma boa surpresa, este filme feito para a TV americana. Nada extraordinário – mas sólido, muito bem realizado, e sério. Baseia-se em um caso real que envolve álcool, violência e crime entre adolescentes bem de vida, wasps – brancos, anglo-saxões e protestantes –, numa cidade pequena da Costa Leste. Ler Mais
Nota: 



Talvez uma das principais características de Amar é Sofrer/The Country Girl seja o fato de que é pouco falado, pouco badalado, menos elogiado do que mereceria. É um filmaço – e tem a mais bela interpretação da carreira de Grace Kelly. Ler Mais
Nota: 



Contratadas para Matar, no original Les Femmes de l’Ombre, as mulheres da sombra, é uma grande e cara produção de primeiríssima qualidadade, impecável em todos os quesitos técnicos. Inspira-se em uma personagem real; conta a ação de um grupo de cinco mulheres francesas contra os nazistas, em 1944, pouco antes do Dia D, o dia do desembarque das forças aliadas na Normandia. Ler Mais
Nota: 



O cabelo de Lana Turner é quase branco, de tão louro: ela está platinum blonde, como Jean Harlow. São brancas todas as roupas que Cora Smith, seu personagem, veste ao longo do filme. E, no entanto – ou talvez até por isso mesmo –, O Destino Bate à Sua Porta/The Postman Always Rings Twice é noir. A quintessência do noir. Ler Mais
Nota: 



Simpática, gostosa comedinha levemente dramática sobre vida em família. O diretor Raymond De Felitta, autor também do argumento e do roteiro, criou uma família disfuncional que é para deixar no chinelo todas as famílias disfuncionais que já vimos no cinema e na vida real. Ler Mais