Nota: 



A Última Estação – um relato sobre os últimos meses de vida de Liev Nikolaievitch Tolstói e as pessoas que o cercavam – é uma beleza de filme. Ler Mais
Nota: 



A Última Estação – um relato sobre os últimos meses de vida de Liev Nikolaievitch Tolstói e as pessoas que o cercavam – é uma beleza de filme. Ler Mais
Nota: 



Em um Mundo Melhor é uma paulada, um soco no estômago. Expõe, com imenso talento e crueza, a constatação de que vivemos no pior dos mundos. De que acabamos criando, cada um de nós, o pior dos mundos – seja num dos países mais ricos do planeta, seja num dos mais miseráveis. Ler Mais
Nota: 



O Concerto é daquela excelsa, augusta, exclusiva categoria de filmes que fazem você levitar. Você não percebe, mas de repente está levitando, os pés a alguns centímetros do chão. Ler Mais
Nota: 



8 Mulheres é um espetáculo feérico, um tremendo de um banquete para os olhos – e para os ouvidos. Pouquíssimas vezes, na história do cinema, se conseguiu reunir um elenco assim, essa quantidade de mulheres lindas, essa multiplicidade de grandes atrizes de várias gerações. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Uma diversão deliciosa, espetacular, tão bem humorada quanto maravilhosamente bem realizada, com um visual acachapante, um ritmo ágil, frenético, uma reconstituição de época de babar, excelentes piadas, excelente texto. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Não são felizes os amantes, nas histórias de amor filmadas por François Truffaut. La Peau Douce, a pele doce, no Brasil Um Só Pecado, de 1964, é uma triste história de amor. Da mesma forma que o anterior Jules et Jim e os posteriores As Duas Inglesas e o Amor, A História de Adèle H. e A Mulher do Lado. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Um belo filme, este drama familiar do diretor Claude Miller. A direção de arte é um show, com reconstituição cuidadosa, meticulosa, de diversas épocas. A trama – inspirada em pessoas e fatos reais – é fascinante, e o ótimo elenco brilha; Cécile De France tem uma das melhores oportunidades de sua carreira até agora, e está excepcional.
Nota: 



Anotação em 2011: A Mulher do Lado, o penúltimo filme de François Truffaut, de 1981, é um mergulho doloroso no amor louco. Doloroso, denso, tenso, angustiante, dilacerante. Para mim, é uma das histórias de amor mais trágicas que o cinema já mostrou. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Este filme aqui é a prova de que o cinema espanhol também sabe fazer porcaria. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Só não se pode dizer que há incontáveis filmes sobre os reis e rainhas da Inglaterra porque, como bem lembrava o Heitor da Luz, tudo, absolutamente tudo é contável, até os grãos de areia do Saara. Mas uma coisa é certa: O Discurso do Rei é um dos melhores de todos os zilhões deles – se não for o melhor. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Mais um belo filme do diretor Ferzan Ozpetek, o terceiro que vejo dele. Uma sensível mistura de comédia e drama, uma história de vida em família, homossexualismo, as escolhas que se fazem, os segredos que se escondem, a eterna lição de que é preciso lutar pelas coisas que se quer. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Imagens deslumbrantes, belíssimos travellings, tipos engraçados, esquisitos, fascinantes – tudo ao som de uma trilha sonora perfeita, que se funde à ação, que dá o tom de cada sequência: Amarcord é uma beleza. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: O Assassino em Mim, do inglês de fôlego de gato Michael Winterbottom, é um filme estiloso, bem feitíssimo, com uma magnífica direção de arte, uma esplendorosa reconstituição de época – anos 1950, numa cidadezinha do Texas. É também de imensa violência – uma coisa extremamente doentia, asquerosamente doentia. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Importante, cultuado, reverenciado, premiado, penúltima obra do mestre Luchino Visconti, Violência e Paixão não me pareceu, na revisão hoje, um filme agradável de se ver. Ao contrário. Ao apresentar aquela galeria de tipos abjetos, na sua recorrente exposição da decadência da burguesia, Visconti provoca engulhos no espectador. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Este O Retorno de Tamara, no original Tamara Drewe, é baseado em uma história em quadrinhos, ou, como se diz agora, em uma graphic novel, romance gráfico. Mas, como é um romance gráfico inglês, não tem super-heróis. Ler Mais