Nota: 



O Último Metrô é uma das mais emocionantemente belas declarações de amor à vida, à arte, ao amor, aos perigos, à resistência contra o mal, qualquer que seja ele. É uma maravilha extraordinária. Ler Mais
Nota: 



O Último Metrô é uma das mais emocionantemente belas declarações de amor à vida, à arte, ao amor, aos perigos, à resistência contra o mal, qualquer que seja ele. É uma maravilha extraordinária. Ler Mais
Nota: 



Uma beleza de filme, este Caindo no Mundo/Cemetery Junction. Uma pequena pérola sobre o rito de passagem da juventude para a idade adulta na classe trabalhadora da Inglaterra dos anos 1970, os conflitos de classes sociais e de gerações – um show de competência, com um gosto amargo mas alguma réstia de esperança. Ler Mais
Nota: 



A sensação que se tem é de que Minha Quase Verdadeira História é um filme feito com ódio. Indignação, revolta e um profundo ódio – de Hitler, do nazismo, e do fato de os alemães terem permitido que aquele horror existisse. Ler Mais
Nota: 



Este é um daqueles filmes que caminham no fio da navalha. De um lado está a possibilidade de ele se safar dos perigos e ser gostoso, encantador, charmoso, engraçado. Do outro lado do fio da navalha está a bobagem completa. O risco de cair da corda bamba e ser uma imensa asneira é imenso. Ler Mais
Nota: 



Contratadas para Matar, no original Les Femmes de l’Ombre, as mulheres da sombra, é uma grande e cara produção de primeiríssima qualidadade, impecável em todos os quesitos técnicos. Inspira-se em uma personagem real; conta a ação de um grupo de cinco mulheres francesas contra os nazistas, em 1944, pouco antes do Dia D, o dia do desembarque das forças aliadas na Normandia. Ler Mais
Nota: 



Pão Preto é um filme tão espetacularmente bem realizado quanto barra pesada, duro, sombrio. Seus personagens – basicamente gente humilde, camponeses da Catalunha, logo após o fim da guerra civil espanhola, todas as feridas da luta fratricida ainda abertas – são pessoas sem saída, para quem não existe esperança de luz no fim do túnel. Ler Mais
Nota: 



Tem coisas boas este filme de mistério-suspense-ação do cinemão comercial europeu. A trama fisga o espectador logo de cara; o diretor catalão Jaume Collet-Serra, apesar de ser extremamente jovem, sabe criar um bom clima e é um artesão de grande competência. Ler Mais
Nota: 



Este Bancos de Praça/Bancs Publics (Versailles Rive Droite), do diretor e ator francês Bruno Podalydès, lançado em 2009, é um filme muito, mas muito doidão. Não é pouco doidão, não – é muito. Ler Mais
Nota: 



Nunca tinha visto Os Girassóis da Rússia, o filme que Vittorio De Sica fez em 1970 reunindo mais uma vez Sophia Loren e Marcello Mastroianni. Deveria ter continuado sem ver. Ler Mais
Nota: 



Fazer uma comédia sobre a perseguição dos nazistas aos judeus é um ato de coragem. Mas Trem da Vida, que o diretor romeno radicado na França Radu Mihaileanu realizou em 1998 é mais ousado ainda que uma simples comédia, porque é um filme não realista – é uma farsa, uma fantasia, uma obra de realismo fantástico, do surrealismo, quase um nonsense. Ler Mais
Nota: 



Produção cara (cerca de 20 milhões de euros), bem cuidada nos quesitos técnicos todos, este Amor e Ódio/La Rafle reconstitui um evento histórico importante, trágico, bárbaro, brutal: a prisão, em um único dia, de mais de dez mil judeus em Paris, em julho de 1942, executada pela polícia francesa a mando do governo títere de Vichy, e a posterior entrega dessa multidão aos nazistas. Ler Mais
Nota: 



Mediterrâneo, de Gabriele Salvatores, de 1991, é uma obra-prima. Belíssimo cinema, maravilhosa ode à paz e à alegria de viver, suave – porém firme – panfleto em defesa da tese de que as pessoas são melhores e mais importantes do que as ideologias, os países, os nacionalismos. Ler Mais
Nota: 



É gostosinha, às vezes bem divertida e, naturalmente, descartável, esta comedinha romântica do cinemão comercial francês. Não é para ser levada a sério – e ela mesma não se leva a sério. É um divertissement, tout court, e, como tal, cumpre bem seu papel. Ler Mais
Nota: 



Eu Não Tenho Medo/Io Non Ho Paura, feito em 2003 por Gabriele Salvatores, Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1992 por Mediterrâneo, é um belo filme, surpreendente, de grande beleza visual – e apavorante. Me deu medo como se fosse um filme de terror dos bons. Ler Mais