Nota: 



Confiar/Trust é um belíssimo filme, um drama familiar sério, pesado, inquietante, apavorante. Fala dos perigos aos adolescentes que surgem pela internet, pelas facilidades da troca de mensagens com conhecidos e desconhecidos. Ler Mais
Nota: 



Confiar/Trust é um belíssimo filme, um drama familiar sério, pesado, inquietante, apavorante. Fala dos perigos aos adolescentes que surgem pela internet, pelas facilidades da troca de mensagens com conhecidos e desconhecidos. Ler Mais
Nota: 



Toda Forma de Amor, no original Beginners, iniciantes, é um filme pessoal – e esta talvez seja a maior de suas qualidades, que não são poucas. É uma maravilha poder existir uma obra pessoal no cinema feito hoje nos Estados Unidos. Ler Mais
Nota: 



Margin Call – O Dia Antes do Fim, sobre a gigantesca crise financeira que explodiu em setembro de 2008, é um filme com diversas características bem fascinantes. Por exemplo: é uma produção independente, feita à margem dos grandes estúdios – mas tem grandes nomes no elenco. Ler Mais
Nota: 



A direção é de Michael Curtiz, o grande Michael Curtiz de Casablanca. Baseia-se em livro de Harold Robbins, autor de tantos best-sellers. Tem no elenco Carolyn Jones, um jovem Walter Matthau como um vilão nojento e a garota Dolores Hart num papel angelical, perfeito para seu rosto de anjo. Ler Mais
Nota: 



Parecia humanamente impossível, mas os caras conseguiram: a segunda temporada de The Good Wife é tão boa quanto a primeira. Ler Mais
Nota: 



A Estranha Passageira/Now, Voyager – um veículo para demonstrar e celebrar o talento de Bette Davis, na época uma das maiores estrelas do cinema – é um dos dramalhões mais clássicos da era dourada de Hollywood. Ao contrário de muitos outros classicões dos anos 30 e 40, no entanto, ele envelheceu muito, desde que foi lançado, em 1942. Ler Mais
Nota: 



Estreou muito bem na direção o francês descendente de marroquinos Roschdy Zem, ator tarimbado com mais de 70 filmes no currículo. Escolheu um assunto espinhoso: o casamento de uma judia com um descendente de muçulmanos na Paris de hoje, e todos os problemas que o casal é obrigado a enfrentar. Ler Mais
Nota: 



O título desta comédia amarga que Robert Altman fez em 1979 – Um Casal Perfeito/A Perfect Couple – é, obviamente, uma brincadeira, uma gozação, uma ironia. É difícil encontrar um casal mais longe da perfeição do que o formado pelos dois protagonistas, Alex (Paul Dooley) e Sheila (Martha Heflin). Ler Mais
Nota: 



Houve imensa divergência de opiniões sobre os três filmes suecos baseados na Trilogia Millennium, de Stieg Larsson – Os Homens que Não Amavam as Mulheres, A Menina que Brincava com Fogo e A Rainha do Castelo de Ar. Houve quem gostasse muito do primeiro, houve quem detastasse; muita gente concordou que o segundo e o terceiro não ficaram à altura do primeiro. Ler Mais
Nota: 



É tratado com respeito e admiração, nos guias e outros alfarrábios, este O Filho de Frankenstein, lançado em 1939 pela Universal, o terceiro da série com Boris Karloff como o Monstro, depois de Frankenstein, de 1931, e A Noiva de Frankenstein, de 1935. Ler Mais
Nota: 



Flechas de Fogo pode ter lá seus defeitinhos – e tem. Foi impossível não percebê-los, ao rever o filme agora como se fosse pela primeira vez (tinha visto garoto demais, não me lembrava de quase nada). Mas esses defeitos ficam ínfimos, de somenos importância, diante da grandeza do filme. Ler Mais
Nota: 



Inquietos/Restless, que Gus Van Sant lançou em 2011, tem sido extremamente badalado, incensado. Sinto que estou chovendo no molhado, no encharcado, mas repito aqui o que muita gente já disse antes de mim, e melhor: o filme é uma maravilha. Ler Mais
Nota: 



O Novato/The Recruit, me pareceu, tem muitíssimo a ver com os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, embora não haja qualquer menção direta a eles. Ler Mais
Nota: 



Os Agentes do Destino, no original The Adjustment Bureau, o escritório de ajustes, é um filme que tem qualidades. A maior delas, me parece, é a premissa básica, a base da história: uma trama de ficção científica inventiva, criativa, que na verdade quer discutir livre arbítrio x fatalidade, destino, e, em última análise, a existência de Deus. Ler Mais