- De: Chaim Litewski, Brasil, 2009
- De: Wolney Oliveira, Brasil-Cuba-Espanha, 2006
- De: Domingos Oliveira, Brasil, 1967

Ao longo de seus cento e tantos anos de história, o cinema tem abordado, examinado, perscrutado, dissecado das mais diferentes formas – e combatido – o racismo, esse crime que é um dos piores que a humanidade soube inventar. Ler Mais »
- De: Lina Chamie, Brasil, 2007
- De: como o cigarro foi passando de mocinho a vilão no bangue-bangue da vida
O texto abaixo foi escrito para o portal estadao.com.br, em junho de 2000. Boto aqui no meu site neste momento, agosto de 2009, em que uma lei fascista, totalitária, do governador José Serra proíbe o fumo em praticamente todos os lugares do Estado de São Paulo. E convido os eventuais leitores a apreciar o excelente artigo do sociólogo Demétrio Magnoli, publicado no Estadão e no Globo, demonstrando por A mais B como e por que a lei é fascista. Ler Mais »
- De: Walter Lima Jr, Brasil, 2008
- De: Carlos Reichenbach, Brasil, 2007

Nota: 



Anotação em 2009: Há três imagens especialmente belas neste 15º filme de Carlão Reichenbach, esse incansável batalhador, esse fenômeno que não se quebra, que resiste a todos os percalços, problemas, crises, que atravessa os períodos mais críticos, como a destruição do cinema brasileiro no governo Collor, impávido colosso, sempre fiel a si mesmo, sempre fazendo seus filmes. São três imagens em que aparece a atriz Rosanne Mulholland. Ler Mais »
Por que, raios, alguém inventa um título imbecil, babaca, cretino como Noivo Neurótico, Noiva Nervosa, para o maravilhoso Annie Hall? Ou Os Brutos Também Amam para Shane? Ou algo tão absolutamente pomposo como Assim Caminha a Humanidade para Giant, gigante? Ou tão distante do original The Night of the Hunter, a noite do caçador, quanto Mensageiro do Diabo? Ou O Pecado de Todos Nós para Reflections on a Golden Eye, reflexos num olho dourado? Ler Mais »
- De: Cláudio Manoel, Micael Langer e Calvito Leal, Brasil, 2008

13 de junho de 2009: Este meu site já foi visto em 1.001 cidades diferentes, em 84 países. Coisa de louco. É tudo muito doido, este mundo da internet.
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- De: Philippe Barcinski, Brasil, 2007
- De: Heitor Dhalia, Brasil, 2006
- De: Carlos Alberto Riccelli, Brasil, 2007
- De: Carlos Manga, Brasil, 1975