Paixão Proibida / Silk


Nota: ★½☆☆

Anotação em 2009: O diretor canadense (da parte francófona) François Girard tinha à sua disposição, nesta co-produção Canadá-Itália-Japão, a beleza de Keira Knightley. Usou bem pouco dela. Não há (não posso jurar, mas acho que não há) sequer um close-up de Keira Knightley durante o filme inteiro. Continue lendo “Paixão Proibida / Silk”

Maria Antonieta / Marie Antoinette


Nota: ★★☆☆

Anotação em 2007, com complemento em 2008: Em seu terceiro longa-metragem como diretora, depois de As Virgens Suicidas/The Virgin Suicides, de 1999, e Encontros e Desencontros/Lost in Translation, de 2003, a Coppolinha retrata Maria Antonieta como uma menina boazinha, obediente, dócil, que se casa com o futuro rei da França por dever de família, e é fútil e leviana porque era assim que tinha de ser. Continue lendo “Maria Antonieta / Marie Antoinette”

A Condessa Branca / The White Countess


Nota: ★★★☆

 

Anotação em 2006, com complemento em 2008: Não é dos melhores filmes de James Ivory, o-mais-inglês-dos-cineastas-americanos – mas mesmo assim é um bom filme. A direção de arte é esplendorosa, a reconstituição de Xangai nos anos 30 é uma maravilha, o visual é belíssimo. Continue lendo “A Condessa Branca / The White Countess”

Filhos do Paraíso / Bacheha-Ye Aseman


Nota: ★★★☆

Anotação em 1999: A primeira lembrança que vem é o neo-realismo italiano, Ladrões de Bicicleta – a vida no limite da pobreza. A história é à la início do neo-realismo, de fato: um fiapo de história em cima de um símbolo da vida no limite da pobreza. No caso, é o único par de sapatos da garota de uns sete anos que, na primeira seqüência, o irmão mais velho, de uns nove, perde. A partir daí, os dois passam a ter que se revezar no uso do tênis velho dele para ir à escola. Continue lendo “Filhos do Paraíso / Bacheha-Ye Aseman”

Dança Comigo? / Shall We Dansu?


Nota: ★★★☆

Anotação em 1999, com complemento em 2008: Bonito, sensível, inteligente. Tem a doçura suave e a sabedoria oriental dos primeiros filmes do Ang Lee, misturadas à plasticidade do Baile do Ettore Scola. E, como o chinês Ang Lee, esse diretor japonês sabe contar uma história sobre personagens orientais que nós, ocidentais, somos capazes de entender; ele vai pelo universal, e não pelo específico daquela cultura que a gente não consegue captar – embora esteja o tempo todo, é claro, falando daquela cultura. Continue lendo “Dança Comigo? / Shall We Dansu?”