- De: Barmak Akram, Afeganistão-França, 2008
- De: Eran Riklis, Israel-Alemanha-França-Romênia, 2010
- De: Akira Kurosawa, Japão, 1955
- De: Akira Kurosawa, Japão, 1950
- De: Samira Makhmalbaf, Irã-França, 2003
- De: Elia Suleiman, França-Bélgica-Itália, 2009
- De: Deepa Mehta, Índia-Canadá, 2005
- De: De Woody Allen e Senkichi Taniguchi, EUA e Japão, 1966
- De: Asghar Farhadi, Irã, 2009
- De: Zhang Yang, China, 2005
- De: Kaneto Shindô, Japão, 1952
- De: Jafar Panahi, Irã-Itália-Suíça, 2000
- De: Yôjirô Takita, Japão, 2005

Nota: 



Anotação em 2010: A abertura é assim: numa noite clara, junto do mar e diante de um sol vermelhíssimo, uma bola de fogo vem crescendo, avançando em direção à câmara. De repente, transforma-se numa jovem, com um quimono colorido e pequenos chifres na cabeça. Ler Mais »
- De: Satyajit Ray, Índia, 1958

Nota: 



Anotação em 2010: Um filme maior, uma obra-prima, de uma beleza acachapante. Mestre Satyajit Ray põe o espectador para pensar sobre alguns temas importantíssimos, fundamentais: o absurdo das imensas diferenças entre as classes sociais, a fugacidade de tudo, e como é absolutamente vão, inútil, cego, imbecil, o apego das pessoas por aparência, bens materiais, ostentação, vaidade. Ler Mais »
- De: Ari Folman, Israel-França-Alemanha, 2008