Nota: 



Em Anatomia do Medo, de 1955, o grande Akira Kurosawa faz o espectador refletir sobre as armas que a humanidade construiu e que têm o poder de, simplesmente, aniquilá-la. Ler Mais
Nota: 



Em Anatomia do Medo, de 1955, o grande Akira Kurosawa faz o espectador refletir sobre as armas que a humanidade construiu e que têm o poder de, simplesmente, aniquilá-la. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Rashomon é uma obra-prima. É um dos filmes mais brilhantes, mais bem realizados, mais inventivos da história do cinema. Formalmente, é a perfeição. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: Às Cinco da Tarde, da jovem iraniana Samira Makhmalbaf, é duro, árido, seco, como as vidas das pessoas e as paisagens que ela mostra. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2011: O diretor Elia Suleiman parece ter usado seu ódio, sua indignação diante da situação de seu povo, os palestinos, como combustível para fazer este O Que Resta do Tempo. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: À Margem do Rio Sagrado é um ótimo filme – e um filme importante. Mostra uma realidade que, com certeza, pouca gente fora da Índia conhece: a absurda, inacreditável, desumana forma com que são tratadas as viúvas no segundo país mais populoso do mundo. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Este O Que Há, Tigresa?/What’s up, Tiger Lily? é uma peça museológica rara, e um filme sui generis, único, sem paralelo – não se parece com nenhum outro filme já feito. Ler Mais
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Anotação em 2010: Procurando Elly, do iraniano Asghar Farhadi, é uma obra-prima, um filme excepcional, extraordinário. Merece todos os superlativos que possa haver. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Belo, sensível filme, feito com extrema competência em todos os quesitos. Um drama sério sobre paternidade, educação, dificuldade de comunicação entre as gerações, tendo como pano de pano as mudanças no Planeta China ao longo das últimas cinco décadas. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Filhos de Hiroshima é um filme de grande importância. Mas, mesmo deixando de lado a importância histórica, é um filme forte, poderoso, que causa impacto – e também um tanto estranho, desconcertante. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: Não tinha visto ainda O Círculo, do iraniano Jafar Panahi, feito em 2000. Vi agora – antes tarde do que nunca. É uma obra de uma força imensa, descomunal. Na minha opinião, é um dos mais fortes panfletos feitos nas artes contra a opressão. Algo assim como Guernica, de Picasso. Ler Mais
Nota: 



Anotação em 2010: A abertura é assim: numa noite clara, junto do mar e diante de um sol vermelhíssimo, uma bola de fogo vem crescendo, avançando em direção à câmara. De repente, transforma-se numa jovem, com um quimono colorido e pequenos chifres na cabeça. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: Um filme maior, uma obra-prima, de uma beleza acachapante. Mestre Satyajit Ray põe o espectador para pensar sobre alguns temas importantíssimos, fundamentais: o absurdo das imensas diferenças entre as classes sociais, a fugacidade de tudo, e como é absolutamente vão, inútil, cego, imbecil, o apego das pessoas por aparência, bens materiais, ostentação, vaidade. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2010: Este é um belo filme. Duríssimo, pesado, difícil, extremamente amargo, Valsa com Bashir é também mais uma prova, na minha opinião, de que o cinema, as artes, as pessoas são muito melhores que os Estados que as governam. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Quilômetro Zero é uma co-produção da França com a região curda do Iraque. E fala de temas bem pouco comuns no cinema, ou no mínimo nos filmes que chegam até nós: a opressão do regime de Saddam Hussein sobre os curdos, e a guerra Irã-Iraque. Ler Mais

Nota: 



Anotação em 2009: Eis aí um interessantíssimo, fascinante filme muito ruim. Bastante ruim, na verdade. Horroroso – mas interessantíssimo, se é que vou conseguir me explicar. Ler Mais