Arquivos da Categoria: América Latina

Tese sobre um Homicídio / Tesis sobre um Homicidio

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Nota: ★★★½

Uma beleza de thriller, este Tese sobre um Homicídio, segundo longa-metragem do jovem diretor argentino Hernán Golfrid, mais um dos tantos e tantos bons filmes protagonizados pelo incansável e sempre bom Ricardo Darín. Ler Mais »

Viúvas / Viudas

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Nota: ★★½☆

Viúvas, do diretor argentino Marcos Carnevalle,  parte de uma idéia interessantíssima, uma situação estranha, esquisita, estapafúrdia, mas ao mesmo tempo absolutamente plausível: um único homem deixa duas viúvas, a oficial, a esposa, e a amante. Ler Mais »

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Nota: ★★★½

O Chile é um país fascinante. Foi o primeiro país do mundo a eleger, em eleições livres, diretas, um presidente socialista. E foi também o primeiro – e talvez tenha sido o único – a derrubar uma ditadura nas urnas. Ler Mais »

Depois de Lúcia / Después de Lucía

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Nota: ★★★☆

Depois de Lúcia é um filme em tudo e por tudo impressionante. O diretor e roteirista mexicano Michel Franco, em seu segundo longa-metragem, fez uma obra seca, de uma secura estranha, forte, brutal. Seca, crua – e que corta o espectador como lâmina afiada. Ler Mais »

O Filho da Noiva / El Hijo de la Novia

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Nota: ★★★★

Toda lista é necessariamente imperfeita, tem falhas, erros, omissões – sobretudo omissões. A rigor, a rigor, lista é uma imensa bobagem, uma babaquice –  mas a gente adora listas. Isso posto, digo que, na lista dos 20 filmes de que mais gostei na vida, está O Filho da Noiva. Ler Mais »

Além da Estrada / Por el Camiño

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Nota: ★☆☆☆

Mezzo brasileiro, mezzo uruguaio, Além da Estrada/Por el Camiño é um road movie um tanto hippie-metafísico-existencialista bastante premiado. Na minha opinião, tem muitas belas imagens, ótimas músicas, uma boa quantidade do mais puro papo furado e história alguma. Ler Mais »

Contracorrente / Contracorriente

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Nota: ★★★☆

Contracorrente, primeiro longa-metragem do roteirista e diretor peruano Javier Fuentes-León, é bastante surpreendente. É inesperado, corajoso – e muito bom. Ler Mais »

Arranca-me a Vida / Arráncame la Vida

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Nota: ★★★☆

Antes de Arráncame la Vida, o filme, houve a canção, e depois o romance de mesmo nome. “Arráncame la vida”, a música – cantada duas vezes no filme –, é atribuída em várias páginas da internet a Agustín Lara (1900-1970), aquela espécie assim de Noel Rosa da música mexicana; nos créditos finais, no entanto, a autoria é dada a Maria Teresa Lara. Ler Mais »

A Outra Família / La Otra Familia

Nota: ★★★☆

Eis aí um drama sério, denso, feito e passado no México de hoje. A Outra Família trata de uma série de temas importantes: paternidade, adoção, bebês de laboratório, casais homossexuais e filhos, preconceitos, drogas, gente que não deveria ter filhos e tem. Ler Mais »

Um Conto Chinês / Um Cuento Chino

Nota: ★★★☆

Mais uma pequena pérola do cinema argentino. Uma pepitinha, uma gema. Ler Mais »

A Dançarina e o Ladrão / El Baile de la Victoria

Nota: ★★★★

Um espanto, um encanto, uma beleza absurda, forte, acachapante. El Baile de la Victoria, no Brasil A Dançarina e o Ladrão, é um brilho, uma obra-prima. Ler Mais »

Medianeras: Buenos Aires na Era do Amor Virtual / Medianeras

Nota: ★★★★

Medianeras é uma obra-prima. Destas gemas raras, que soltam faíscas de brilho, assim como outras da mesma estirpe: Todas as Mulheres do Mundo, O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, (500) Dias com Ela. Ler Mais »

No Tempo das Borboletas / In the Time of the Butterflies

Nota: ★☆☆☆

No Tempo das Borboletas conta uma história real importante, que deveria ser mais conhecida. Passa-se na República Dominicana, durante a ditadura de Trujillo, e expõe a brutalidade, a violência, o horror dela. Pena que o filme seja tão absolutamente ruim. Ler Mais »

A Casa dos Bebês / Casa de los Babys

Nota: ★★★½

Denso, pesado, amargo, tristíssimo filme de John Sayles, esse realizador independente, sério, sempre voltado para temas graves, políticos e sociais. Ler Mais »

Leonera

Nota: ★☆☆☆

Leonera, de 2008, me parece uma perfeita prova de que o cinema argentino não faz apenas belos filmes ternos, simpáticos, agradáveis, sobre a vida de pessoas simples, comuns, gente como a gente. Uma prova de que nuestros hermanos também fazem, como tantas vezes se faz no cinema brasileiro, nos últimos anos, filmes depressivos, desagradáveis, agressivos, sobre misérias profundas – a material e a humana. Ler Mais »