A Última Sessão de Cinema / The Last Picture Show

Nota: ★★★★

Nós todos envelhecemos – nós, os das gerações nascidas aí entre 1945 e 1955, que vimos A Última Sessão de Cinema quando éramos jovens e tínhamos desejos fortes e sonhos ambiciosos e nos apaixonamos pelo filme. Peter Bogdanovich e aquela penca de atores envelheceram, é claro, e nós os vimos envelhecer nas telas. Continue lendo “A Última Sessão de Cinema / The Last Picture Show”

Os melhores filmes da década de 70

Eis aqui a lista dos melhores filmes da década de 70. São 226 obras, muitas delas assinadas por alguns dos melhores diretores da História – Akira Kurosawa, Alfred Hitchcock, Federico Fellini, François Truffaut, Ingmar Bergman, John Huston, Louis Malle, Luís Buñuel, Martin Scorsese, Rainer Werner Fassbinder, Robert Altman, Roman Polanski, Stanley Kramer, Woody Allen, entre outros. Continue lendo “Os melhores filmes da década de 70”

Golpe de Mestre / The Sting

Nota: ★★★★

Em 1969, Paul Newman e Robert Redford se reuniram e, sob a direção de George Roy Hill, fizeram Butch Cassidy and the Sundance Kid. Foi um dos filmes mais gostosos de Hollywood nos anos 60, e um sucesso extraordinário. Quatro anos depois, em 1973, os três se reuniram de novo e fizeram The Sting, no Brasil Golpe de Mestre. Foi um dos filmes mais gostosos de Hollywood nos anos 70, e um sucesso extraordinário. Continue lendo “Golpe de Mestre / The Sting”

De Volta para o Futuro / Back to the Future

Nota: ★★★★

Os anos 30 foram dourados para os filmes de horror e de gângster, em Hollywood; os anos 40 foram dourados para os filmes noir, e os 40 e os 50, para os musicais. Da mesma forma, os 80 foram os anos dourados dos filmes de aventura & fantasia & ação & bom humor para jovens de todas as idades. Continue lendo “De Volta para o Futuro / Back to the Future”

Simplesmente Alice / Alice

Nota: ★★★½

Em vários de seus filmes, Woody Allen demonstrou desprezar os muito ricos de Manhattan, o umbigo do mundo capitalista. Desprezar, não ter qualquer simpatia. Muito ao contrário: considerar aquela gente, aquele tipo de sociedade fútil, vulgar, desimportante, apegada a valores menores. Alice, de 1990, é provavelmente o filme em que esse desprezo, até mesmo ódio, fica mais evidente, mais forte, mais virulento. Continue lendo “Simplesmente Alice / Alice”

Alice Não Mora Mais Aqui / Alice Doesn’t Live Here Anymore

Nota: ★★★★

É um grande prazer rever Alice Não Mora Mais Aqui agora, 44 anos depois que Martin Scorsese o lançou. Ele continua tão caloroso, tocante, inquietante, simpático, envolvente quanto em 1974, quando foi lançado, em meio a uma grande revolução no cinema americano – os anos em que uma nova geração de diretores e produtores chegava para mudar de vez o sistema dos estúdios em vigor desde o início do século. Continue lendo “Alice Não Mora Mais Aqui / Alice Doesn’t Live Here Anymore”

Lua de Papel / Paper Moon

Nota: ★★★★

Lua de Papel, de 1973, é uma gema, uma pérola, uma preciosidade. Uma daquelas jóias raras do cinema em que tudo funciona perfeitamente, tudo se encaixa, não falta nada, não sobra nada. E boa parte do encanto absoluto vem da interpretação de uma garotinha que ainda não tinha completado 10 anos de idade durante as filmagens – as primeiras de que participou na vida. Continue lendo “Lua de Papel / Paper Moon”

Manchester à Beira-Mar / Manchester by the Sea

Nota: ★★★★

Manchester by the Sea é um filmaço, uma beleza, uma maravilha. Drama familiar denso, pesado, tristíssimo, o filme, no entanto, é de encher os cinéfilos de alegria e esperança: sucesso de público e crítica, ele veio comprovar, mais uma vez, que há espaço, sim, para filmes sérios, voltados para platéias maduras. Continue lendo “Manchester à Beira-Mar / Manchester by the Sea”

O Assassino em Mim / The Killer Inside Me

Nota: ★½☆☆

Anotação em 2011: O Assassino em Mim, do inglês de fôlego de gato Michael Winterbottom, é um filme estiloso, bem feitíssimo, com uma magnífica direção de arte, uma esplendorosa reconstituição de época – anos 1950, numa cidadezinha do Texas. É também de imensa violência – uma coisa extremamente doentia, asquerosamente doentia. Continue lendo “O Assassino em Mim / The Killer Inside Me”

Nova York, Eu Te Amo / New York, I Love You

Nota: ★★★½

Anotação em 2011: Nas outras coisas, as opiniões podem variar muito. No quesito filme declaração de amor da nascente franquia Megalópe, Te Amo, Nova York, embora lhe faltem alguns mil anos de civilização em comparação com a concorrente, dá de dez a zero em Paris. New York, I Love You é uma beleza de filme. Muitíssimo melhor do que Paris, Je t’Aime. Continue lendo “Nova York, Eu Te Amo / New York, I Love You”