Golpe de Mestre / The Sting

Nota: ★★★★

Em 1969, Paul Newman e Robert Redford se reuniram e, sob a direção de George Roy Hill, fizeram Butch Cassidy and the Sundance Kid. Foi um dos filmes mais gostosos de Hollywood nos anos 60, e um sucesso extraordinário. Quatro anos depois, em 1973, os três se reuniram de novo e fizeram The Sting, no Brasil Golpe de Mestre. Foi um dos filmes mais gostosos de Hollywood nos anos 70, e um sucesso extraordinário.

Butch Cassidy foi o filme de maior bilheteria em 1969, com renda de US$ 46 milhões, segundo o livro Box Office Hits. Teve 7 indicações ao Oscar, inclusive nas categorias de melhor filme e melhor direção. Levou 4 estatuetas: roteiro original para William Goldman, fotografia, canção (“Raindrops keep falling on my head”, de Burt Bacharach e Hal Davis) e trilha sonora de filme não musical para Burt Bacharach.

Golpe de Mestre foi o segundo filme de maior bilheteria em 1973, com renda de US$ 78 milhões. Teve 10 indicações ao Oscar, e levou 7 prêmios, inclusive os mais importantes. Ganhou nas categorias de filme, direção, roteiro original para David S. Ward, direção de arte, figurinos, montagem e trilha sonora para Marvin Hamlisch.

Com o detalhinho de que foi o oitavo dos 8 Oscars de Edith Head, a mais lendária figurinista da história de Hollywood.

Entre as características que os dois filmes têm em comum está a beleza da trilha sonora – e o sucesso que as duas fizeram. A canção criada pela dupla Bacharach-David, cantada por B.J.Thomas, ficou 19 semanas entre os 40 hits da Billboard – e, em quatro dessas semanas, no primeiro lugar. Chegou ao primeiro lugar também no Canadá e na Noruega, e foi regravada por diversos cantores, entre eles Dionne Warwick, Engelbert Humperdinck, Johnny Mathis, Perry Como, The Four Tops, Andy Williams. Sacha Distel gravou uma versão em francês, “Toute La Pluie Tombe Sur Moi”, que fez sucesso na França e também na Inglaterra e na Irlanda!

A trilha de Golpe de Mestre é um fenômeno ainda mais sensacional. O autor da trilha, Marvin Hamlisch, teve a idéia de resgatar algumas composições de Scott Joplin (1868-1917), pianista e compositor, autor de um balé, duas óperas e 44 músicas – todas ragtimes, o estilo do início do século XX cultivado em Nova Orleans. Scott Joplin passou para a História como o Rei do Ragtime – mas, naquele início da década de 1970, estava quase completamente esquecido.

Com o extraordinário sucesso do filme e o Oscar para a trilha sonora, houve um sensacional revival de Scott Joplin e do ragtime nos Estados Unidos. Vários discos novos com suas músicas foram lançados. A Odeon lançou aqui no Brasil, por exemplo, uma preciosidade, um álbum chamado Scott Joplin: The Red Back Book, gravado naquele ano de 1973 pelo New England Conservatoryh Ragtime Ensemble, com regência de Gunther Schuller, o maestro que fez belíssimas colaborações com o Modern Jazz Quartet. O jovem Sérgio Vaz comprou o LP e ouviu sem parar durante meses.

Um filme deliciosamente hem humorado

As duas histórias se passam em épocas até nem distantes demais: a ação de Butch Cassidy acontece no início do século XX, aí por 1910, e a de Golpe de Mestre no ano de 1936. Mas não poderia haver trama mais distante uma da outra. O primeiro é um western, um faroeste – boa parte da ação se passa ao ar livre, naquelas pradarias infinitas do Oeste americano. O segundo é um filme absolutamente urbano, urbanóide; a maior parte da ação se passa em Chicago, uma das maiores metrópoles dos Estados Unidos. E quase tudo acontece em interiores – de casas, de prédios, de trem.

Mas há dois pontos especialmente importantes em comum nas duas histórias, além do fato de que foram tramas criadas diretamente para o cinema. Nos dois filmes, Paul Newman e Robert Redford fazem o papel de foras-da-lei. No primeiro, são ladrões, assaltantes. No segundo, são ladrões também – mas não assaltantes. São vigaristas, golpistas – bandidos que vivem de enganar bobos e levar o dinheiro deles, usando os mais diferentes esquemas, golpes, contos do vigário.

O segundo ponto fundamental que une os dois filmes da trinca Roy Hill-Newman-Redford é o bom humor.

Golpe de Mestre não é uma comédia de fazer o espectador gargalhar – mas é um filme deliciosamente engraçado, bem humorado, de um humor inteligente, esperto, bem sacado. Não é de fazer gargalhar – mas o espectador fica sorrindo, achando graça praticamente o tempo todo.

Paul Newman interpreta Henry Gondorff, que se tem na conta de um dos mais espertos vigaristas do país. Robert Redford faz Johnny Hooker, um bandidinho jovem. Promissor, sim, mas ainda bastante inexperiente.

A velhíssima coisa dos dois companheiros, um veterano, um iniciante. Fazia sentido: de 1925, Newman estava portanto com 48 anos no ano de lançamento do filme; de 1936, Redford tinha 37.

O veterano, o mestre só aparece quando o filme está com 26 minutos de seus 129. A história começa com o aprendiz: em meio à Grande Depressão americana que se seguiu à quebra da Bolsa de Nova York em 1929, naquele ambiente de desemprego, fome, desesperança, Lei Seca, e também muita jogatina legal e ilegal, e altíssimos índices de criminalidade, um trio de vigaristas aplica um golpe em um sujeito – e leva um baita susto ao ver que o envelope de dinheiro da vítima continha uma fortuna, uns US$ 11 mil.
Um dos vigaristas é Johnny Hooker-Robert Redford. O mais velho dos três, o líder, o mais experiente, é Luther Coleman (interpretado por Robert Earl Jones, na foto acima, o pai do grande James Earl Jones, a voz de Darth Vader em Guerra nas Estrelas). O terceiro tem o apelido de Erie Kid (o papel de Jack Kehoe).

Paul Newman se fingindo de bobo é engraçadíssimo

Ao aplicar o golpe no sujeito, um tal de Mottola (James J. Sloyan), o trio não sabia que ele era um bandidinho, um soldado de uma gigantesca organização criminosa, que estava levando o dinheiro de um posto de jogo ilegal para um dos escritórios centrais do esquema.

O chefão daquela organização criminosa é um tal Doyle Lonnegan (interpretado pelo inglês Robert Shaw, na foto acima, que fez o capitão Quint, o mau humoradíssimo dono do barco de Tubarão). Ao saber que um de seus soldados tinha sido roubado por bandidos pés-de-chinelo da pequena cidade de Joliet, perto de Chicago, Lonnegan dá a ordem para que eles sejam eliminados o mais rapidamente possível.

Os capangas de Lonnegan encontram Luther bem rapidamente – e o assassinam.

Pouco antes de morrer, Luther havia tido uma conversa séria com Johnny Hooker: dissera a ele que, com a sua parte no golpe, iria se aposentar, deixar para sempre a vida fora-da-lei. E ele, Hooker, deveria procurar um velho amigo de Luther, um cara da pesada, dos maiores vigaristas em ação no país, um tal Henry Gondorff. Esse sujeito iria ensinar para Hooker um monte de golpes que ele nem sonhava que existia.

Com a morte de Luther, Johnny Hooker vai para Chicago à procura de Gondorff, mas não tanto para aprender novos golpes. Queria mesmo era se vingar de Doyle Lonnegan, o homem que mandou matar seu grande amigo.

Henry Gondorff vai preparar o golpe de mestre contra Doyle Lonnegan. Antes, como preparativo, para atrair o chefe da grande quadrilha para o golpe, vai enfrentá-lo num jogo de pôquer no trem entre Nova York e Chicago.

As caras e bocas que Paul Newman faz nesse jogo de pôquer num vagão de trem, para parecer um idiota, um imbecil, um pato, são das melhores coisas do filme que é delicioso do princípio ao fim. Paul Newman se fingindo de babaca, e bêbado, é arrasadoramente engraçado.

The Sting tem um ar de filme bem antigo, uma delícia

O roteirista David S. Ward e o diretor George Roy Hill encenaram a história como se fosse um filme antigo, com uns toques que lembram comédias do cinema mudo. O filme é dividido em capítulos, seis capítulos: A Armadilha, A Isca, A História, O Telégrafo, A Recusa e O Golpe. E usa aquele esquema de mostrar uma página de um livro ilustrado que é passada a cada início de capítulo.

Roy Hill também deixou o montador William H. Reynolds à vontade para usar todos os truquezinhos dos filmes dos anos 20, 30 e 40 na montagem de uma sequência com outra – cortando a imagem anterior como se estivesse puxando uma cortina, reduzindo a imagem anterior até uma bolotinha que vai diminuindo até sumir. Todos, todos os truquezinhos de montagem dos filmes antigos são usados ao fim de cada sequência. Para os cinéfilos, é a maior delícia.

Acabei de escrever os parágrafos acima e fui dar uma olhada na página de Trivia sobre o filme no IMDb – e o segundo dos 97 itens de informações e curiosidades fala exatamente sobre a coisa de Roy Hill imitar filmes dos anos 30. “George Roy Hill escolheu utilizar certas técnicas estilísticas dos anos 1930. Por exemplo, ele decidiu usar um antigo logo da Universal no começo do filme, evocando imediatamente um tom nostálgico para The Sting. Hill também usou mecanismos como o apagar das imagens na montagem para fazer a transição entre as cenas.”

E, claro, a escolha do ragtime de Scott Joplin reforça tremendamente essa coisa nostálgica, esse tom de volta no tempo que o diretor escolheu como estilo de seu filme.

Apenas três personagens femininas – e secundárias

Golpe de Mestre é um filme que tem pouco espaço para mulheres. Há apenas três personagens femininos de alguma importância nesta história de homens que trapaceiam homens que roubam. Billie é a principal delas – e é uma mulher de mil talentos. Administra um bordel e um bar, em plena Lei Seca – e também, como fachada dos empreendimentos mais lucrativos, um parquinho de diversões infantil, com carrosséis, esse tipo de coisa. Ela recolhe Henry Gondorff e cuida dele num momento em que os negócios do vigarista foram por água abaixo. E, quando Gondorff, com a ajuda de um grupo bem grande de amigos, começa a preparar o grande golpe contra o mafioso Doyle Lonnegan, Billie terá papéis importantes a desempenhar – inclusive bater a carteira do mal-encarado, durante a viagem de trem de Nova York a Chicago.

Billie é interpretada por Eileen Brennan (1932-2013), uma atriz simpaticíssima, competente, que teve papéis de coadjuvante em vários bons filmes dos anos 70 – A Última Sessão de Cinema (1971), Espantalho (1973), Daisy Miller (1974), Assassinato por Morte (1976), O Detetive Desastrado (1978) –, e, mais recentemente, esteve na série Will & Grace (2001-2006).

Sally Kirkland, uma atriz que continua na ativa, já contabiliza incríveis 246 títulos na filmografia iniciada em 1960, faz um papel absolutamente delicioso – embora bem pequeno. Ela aparece em apenas duas sequências, mas que sequências! Faz Crystal, a dançarina de vaudeville que faz ousado número com pouquíssima roupa enquanto Johnny Hooker, o namorado, espera por ela na coxia, com terno novo – ridículo, de grossas listras brancas –, um buquê de flores e uma garrafa de champagne, tudo comprado com sua parte no butim graúdo extraído do bandidinho Mottola.

Ao chegar à coxia, Hooker (na foto acima) ouve de um conhecido: – “O que é isso, cara? Vai se casar ou coisa parecida?”

Crystal caminha pelo palco, quase inteiramente nua, ainda ao final de seu ato, enquanto agradece aos aplausos, chega perto dele, examina a figura enfatiotada e dá a gozadinha: – “Vai se casar ou coisa parecida?” E em seguida volta para o centro do palco, agradecendo uma vez mais, fazendo girar velozmente os tapa-mamilos coloridos. Uma delícia de sequência.

E a terceira personagem feminina importante do filme, Loretta, é feita por Dimitra Arliss (1932-2012), uma atriz de origem grega de rosto forte, marcante, difícil de esquecer. Loretta trabalha no bar perto de onde Johnny Hooker está morando – e ele se interessa por ela. Levará um imenso susto por causa dela, exatamente como o espectador. O personagem é um dos grandes achados da imaginação riquíssima desse criador da história e do roteiro, David S. Ward.

O primeiro Oscar de melhor filme para a Universal desde 1930!

Aqui vão curiosidades, informações interessantes sobre o filme e sua produção, tirados da página de Trivia do IMDb:

* Foi a primeira produção da Universal Pictures a ganhar o Oscar de Melhor Filme desde Sem Novidade no Front, de 1930!

* Consta que Robert Redford só foi ver o filme inteiro em junho de 2004.

* Consta também que Redford fez fiofó adocicado quando lhe ofereceram o papel. Enquanto o rapaz esnobava, convidaram Jack Nicholson para o papel de Johnny Hooker, mas ele recusou.

* Apesar da diferença de suas idades, do tempo de carreira de cada um, Paul Newman e Robert Redford receberam o mesmo salário: US$ 500 mil, uma boa grana para a época. Equivaleria hoje a cerca de US$ 2,7 milhões – o que é uma clara indicação de como os salários dos grandes astros foram se inflacionando nas últimas décadas em Hollywood.

* Robert Redford já levou para casa dois Oscars: um como melhor diretor por Gente Como a Gente/Ordinary People (1980) e um honorário, pelo conjunto da obra, por ser, como disse a Academia, “ator, diretor, produtor, criador de (festival de filmes independentes) Sundance, inspiração para realizados independentes e inovadores de todas as parte do mundo”. A única vez em que teve indicação para o Oscar de melhor ator foi por sua interpretação de Johnny Hooker – e ele não levou o prêmio.

* Ao receber seu oitavo Oscar de melhor figurino, na cerimônia de 1974, Edith Head disse: – “Imagine só você vestir os dois homens mais bonitos do mundo e ainda ganhar isto aqui!”

* Paul Newman havia sido aconselhado a evitar comédias, a se concentrar nos dramas. Não teria o toque leve necessário às comédias, diziam. Esse foi um dos motivos pelos quais ele topou fazer o filme.

* Doyle Lonnegan, o chefão do esquema mafioso a quem os dois personagens centrais lançam a isca para o grande golpe, manca de uma perna. E manca porque Robert Shaw teve um problema sério nos ligamentos do joelho, devido a uma escorregada num piso molhado durante jogo de handball em Beverly Hills uma semana antes de as filmagens começarem. Shaw atuou o tempo todo com ataduras na perna.

* A equipe da direção de arte tomou especiais cuidados com a reconstituição de época. Em várias cenas, há personagens bebendo Schlitz, que era a marca de cerveja mais popular nos anos 30.

Eta filme para ter boas histórias. São tantas que fiquei com preguiça. Quem quiser mais encontra aqui a página de Trivia sobre o filme no IMDb.

“Sorriso, ação, sonho mesmo. Um sucesso completo.”

“A trama é tão bem desenvolvida e intrincadamente entrelaçada que requer uma concentração considerável da audiência para acompanhar todos os seus emaranhados”, diz, coberta de razão, Susan Sackett em seu livro Box Office Hits. Segundo ela, uma das razões do extraordinário sucesso do filme foi que muitos espectadores viram o filme mais de uma vez para tentar entender melhor detalhes que não tinham compreendido perfeitamente na primeira.

“Não tão bem sucedida assim, no entanto, foi a inevitável sequência, The Sting II (1963). Os espectadores simplesmente não caíram na história de ter Jackie Gleason e Mac Davis nos papéis que haviam sido de Newman/Redford.” E aí Susan Sackett encerra seu gostoso texto sobre o filme com um jogo de palavras: “And it was Universal that got stung this time”. Verbo irregular: to sting, stung, stung. Picar, ferroar, aplicar o ferrão. The Sting, o título original: substantivo – ferrão, picada, ferroada. Na gíria, golpe, conto do vigário. E foi a Universal que levou a picada, o golpe, a ferrada, ao tentar vender gato por lebre numa continuação sem o charme dos atores de The Sting primeiro e único.

Perfeito.

“Com um forte elenco coadjuvante de homens espertos usando seu estilo pessoal contra outros homens espertos, o filme tem um ar radiante de inteligência”, diz o livro 1001 Filmes para se Ver Antes de Morrer. “A atemporalidade do ragtime de Scott Joplin está presente em toda a trilha sonora e, no final das contas, uma longa trapaça derrota até o mais intimidante dos bandidos. Ainda que não seja arte de alto nível, Golpe de Mestre é uma diversão deliciosa. Newman com seus olhos azuis e o grisalho (????) Redford estão ótimos, e na sua amizade está contido o prazer de mestres da tela engajados em uma aventura cômica centrada em lealdades e farsas.”

Perfeito também – tirando fora o “grisalho”, que seguramente é um erro grotesco de tradução. Os cabelos de Redford no filme são absolutamente louros.

Leonard Maltin negou a nota máxima de 4 estrelas, deu 3.5, e cometeu um erro de informação na primeira frase: “Dois bandidos pés-de-chinelo de Chicago tentam armar ‘o golpe’ contra um figurão de Nova York (Shaw) depois que ele mandou matar um de seus parceiros.”

Não são dois bandidos pés-de-chinelo que tentam armar o golpe. Quem arma o golpe, Henry Gondorff, o papel de Paul Newman, é um grande cérebro do mundo da trapaça. Incrível cometer um erro tão flagrante assim na primeira frase.

E Maltin continua: “Este filme longo mas divertido ganhou sete Oscars, incluindo melhor filme, diretor e roteiro (David S. Ward), e provocou um renascimento nacional da música ragtime de Scott Joplin (arranjada pelo vencedor do Oscar Marvin Hamlisch). Continuação: The Sting II.”

A avaliação de Leonard Maltin só vale pela menção ao revival da música de Scott Joplin.

Diz o Petit Larousse des Films sobre L’Arnaque (a fraude, o embuste, o golpe):

“Dois dos mais belos e talentosos atores hollywoodianos promovem um assalto de charme para animar essa alegre fantasia. O roteiro é muito inteligente e o ritmo, ofegante. Nenhum momento perdido. Sorriso, ação, sonho mesmo. Um sucesso completo.”

Anotação em março de 2019

Golpe de Mestre/The Sting

De George Roy Hill, EUA, 1973

Com Paul Newman (Henry Gondorff / Mr. Shaw), Robert Redford (Johnny Hooker / Kelly), Robert Shaw (Doyle Lonnegan)

e Charles Durning (sargento William Snyder), Ray Walston (J.J. Singleton), Eileen Brennan (Billie), Harold Gould (Kid Twist), John Heffernan (Eddie Niles), Dana Elcar (agente Polk, do FBI), Jack Kehoe (“Erie Kid”), Dimitra Arliss (Loretta), Robert Earl Jones (Luther Coleman), James J. Sloyan (Mottola, o “soldado” que cai no golpe do trio), Charles Dierkop (Floyd), Sally Kirkland (Crystal, a dançarina), John Quade (Riley), Paulene Myers (Alva Coleman, a mulher de Luther), William Benedict (o homem da roleta), Avon Long (Benny Garfield), Arch Johnson (Combs), Lee Paul (guarda-costas), Ed Bakey (Granger), Brad Sullivan (Cole), Larry D. Mann (o condutor do trem), Joe Tornatore (o homem da luvas negras), Jack Collins (Duke Boudreau), Ken Sanson (o executivo da Western Union)

Argumento e roteiro David S. Ward

Fotografia Robert Surtees

Música Scott Joplin e John Philip Sousa

Arranjos e direção musical Marvin Hamlisch

Montagem William H. Reynolds

Figurinos Edith Head

Produção Richard D. Zanuck & David Brown, Universal Pictures.

Cor, 129 min (2h09)

R, ****

Título na França: L’Arnaque. Em Portugal: A Golpada.

2 Comentários para “Golpe de Mestre / The Sting”

  1. Só vi Golpe de Mestre quando estava começando a gostar de cinema, lá nos anos 90, quando tinha menos de 20 anos ainda, e até hoje lembro de como gostei do humor, dos golpes, da ‘aura’ do filme.

    Engraçado que Butch Cassidy não curti tanto e por isto já revi, tentando entender porque não acho tãaaao bom assim – acho que deveria é rever Golpe de Mestre.

    E como a dupla ali funciona bem!!

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