Sombras da Noite / Dark Shadows

Nota: ★★★☆

Fico impressionado, bestificado: como as pessoas conseguem ter essas idéias? Que dom maravilhoso, especial, elas têm para bolar coisas como a trama deste Sombras da Noite/Dark Shadows?

É assim:

Um jovem inglês de Liverpool que emigrou com a família para a Nova Inglaterra em 1760 é transformado em um vampiro por uma bruxa apaixonada e ciumenta, e pouco depois é condenado à morte e trancafiado em um caixão alguns palmos abaixo da terra. Como é um vampiro, não está morto, ao contrário do que imaginaram seus executores – e então ele fica lá vivinho da silva, preso embaixo da terra.

Em 1972, depois de 2 séculos de águas passando sob as pontes e terra cobrindo a terra, trabalhadores estão escavando um terreno para construir ali algum prédio, dão com o caixão, e abrem para ver o que está ali. Libertado depois de 2 séculos de tédio e com bastante sede, Barnabas Collins bebe o sangue dos nove operários que o devolveram ao mundo dos vivos.

E em seguida vai até a propriedade de sua família, um gigantesco castelo gótico em que vivem os parentes, para reassumir seu lugar.

Barnabas Collins volta ao mundo em 1972 – três anos depois Woodstock, dois anos depois de Jimi Hendrix e Janis Joplin terem passado desta para melhor – falando o inglês de Liverpool de 200 anos antes de lá terem nascido John, Paul, George e Ringo. E com a diferença de que ele falava o inglês dos ricos, e não o inglês working class daqueles quatro.

História maluca é com Tim Burton. E personagens malucos, com Johnny Depp

Ah, meu… Fico pasmo, abestalhado, diante de gente que consegue criar uma história assim.

Ainda mais quando a história é transformada em imagens sob a batuta genial e louca, louca e genial, não sei qual é a melhor ordem, de Tim Burton, esse mago das histórias mais improváveis, mais malucas, contadas com o visual mais ensandecido, mais lisérgico, mais lewis-carrolliano de que se tem notícia.

E, se é Tim Burton, então tem Johnny Depp, o ator que já fez mais tipos improváveis, inimagináveis, do que qualquer outro na História do cinema.

Claro que Barnabas Collins, o ricaço transformado em vampiro que passa 2 séculos debaixo da terra, só poderia ser interpretado por Johnny Depp. O ator que fez o Eduardo Mão de Tesouras (1990), o Willy Wonka de A Fantástica Fábrica de Chocolates (2005), o barbeiro assassino de Sweeny Todd (2007), o Chapeleiro Maluco de Alice no País das Maravilhas (2010) e Alice Através do Espelho (2016), o Tonto doidão de O Cavaleiro Solitário (2013).

Filme de fantasia maluca é com Tim Burton. Personagem doidão de fantasia maluca é com Johnny Depp.

E com Helena Bonham Carter. Sim, essa atriz inglesa que virou assim uma versão feminina de Johnny Depp, especializada em personagens doidonas, está também no elenco desse louco e divertidíssimo, engraçadíssimo, hilariante Sombras da Noite/Dark Shadows.

Em uma abertura de 8 minutos, ficamos sabendo do passado dos Collins

O filme tem uma abertura que dura 8 minutos. A ação, conforme mostra um letreiro, começa em Liverpool, 1760, e, ao longo de toda essa abertura, ouvimos uma narração na voz personalíssima, inimitável de Johnny Depp.

Os Collins – Joshua (Ivan Kaye) e Naomi (Susanna Cappellaro) – respeitável, proeminente casal de pescadores e comerciantes de peixes na costa Oeste da Inglaterra, resolvem emigrar para a costa Leste da grande colônia britânica do outro lado do Atlântico. Levam junto seu filho Barnabas (aos 6 anos, interpretado por Justin Tracy)

Estabelecem-se no litoral do Maine, e criam um pequeno império pesqueiro, em torno do qual surge a cidade de Collinsville.

Durante 15 anos, edificam o castelo da família, Collinwood.

É claro que eles não sabiam, mas, tal qual o professor Abronsius de A Dança dos Vampiros (1967), de Roman Polanski, ao escapar da Transilvânia, os Collins, ao atravessar o Atlântico para se estabelecer na América, carregaram com eles mesmos o germe de sua destruição: Angelique (quando criança, interpretada por Raffey Cassidy), a garotinha filha de uma empregada deles, que era absolutamente apaixonada pelo garoto Barnabas desde bem cedinho, iria se revelar uma bruxa.

E não uma bruxinha qualquer, mas uma bruxa superpoderosa.

Primeiro, Angelique matou os pais do amado que não a amava.

E quando, ainda recobrando-se da perda dos pais, Barnabas se apaixonou por uma mocinha de beleza diáfana e pureza absoluta, Josette (Bella Heathcote), Angelique (quando adulta, interpretada por Eva Green), atraiu Josette para um promontório, e dali para a queda nas rochas dezenas de metros abaixo. Quando Barnabas pulou atrás, querendo dividir o destino com a amada, a bruxa fez seu maior feitiço: transformou o amado que não a amava em vampiro.

E em seguida convenceu os moradores de Collinsville de que Barnabas é um assassino cruel e deve ser julgado e morto.

Lá vai Barnabas Collins ficar trancafiado dentro de um caixão – e, dentro do caixão, envolto por grossa corrente de ferro.

Tudo isso é mostrados nos 8 minutos iniciais do filme, enquanto a voz em off de Johnny Depp vai narrando a história.

E aí corta.

Um letreiro nos informa que estamos em 1972, e vemos, em um trem que ruma para o Maine, uma mocinha de beleza diáfana, muito parecida com a outra mocinha que era o grande amor de Barnabas Collins e, atraída pela bruxa, pulou para a morte num promontório.

Começam os créditos iniciais, e ouvimos “Nights of White Satin”.

Com “Nights of White Satin”, o filme me conquistou definitivamente

Quando, após os 8 minutos iniciais que apresentam essa trama fascinante, Sombras da Noite pula de 1760 e tantos para 1972, e vemos numa tomada aérea um trem moderno avançando celeremente pela paisagem verdejante da Nova Inglaterra, levando a mocinha de beleza diáfana, ao som de “Nights of White Satin”, temos todo o direito de gritar  “Uau!”

Interessante: os Moody Blues não viraram cult.

São talvez a única banda inglesa importante dos anos 60 que não virou cult.

Ouvi pela primeira os Moody Blues, exatamente no álbum que tem “Nights of White Satin”, em 1970, quando estava fazendo o cursinho Objetivo. O álbum, o terceiro do conjunto cuja história começou em Birmingham, tem o título fascinante de Days of Future Passed, e foi lançado em 1967, o ano de Sg. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, de Between the Buttons e Their Satanic Majesties Request.

É progressivo, tanto ou mais que o Yes; é melódico, tanto ou mais que os Procol Harum da época. Tem o som de vários violinos, como os Beatles tinham nas faixas mais Paul McCartney de Paul McCartney – e, no entanto, os Moody Blues se perderam na poeira da estrada. Coisa mais estranha.

Maravilha que Tim Burton, ou então o excelente Danny Elfman, o autor da trilha sonora (ele mesmo criador da banda Oingo Boing, que, nos anos 80, fez uma alegre mistura de pop, rock, ska e world music), tenha se lembrado dos Moody Blues para fazer o corte no tempo, o pulo de 200 anos, e acompanhar os créditos iniciais do filme.

“Nights of White Satin” se adequa com perfeição ao clima do início deste Sombras da Noite. É uma canção de melodia belíssima, suave, envolvente, quase hipnótica, o som de uma banda inglesa dos anos 1960 com um pé no passado, na música erudita européia de séculos antes.

A trama apresentada nos 8 primeiros do filme já é uma maravilha. Com “Nights of White Satin”, o filme me conquistou definitivamente.

Uma jovem diáfana e misteriosa se candidata ao posto de babá de um menino Collins

Depois de ter sido o narrador do início de sua história, Barnabas Collins-Johnny Depp desaparece por um bom tempinho.

Nos créditos iniciais, vemos a mocinha de beleza diáfana a caminho do Maine, e, lá chegando, indo para o castelo dos Collins. Não há diálogos durante os créditos – até para não atrapalhar a audição de “Nights of White Satin” –, mas já fica claro para o espectador que aquela mocinha tem algo muito misterioso.

A mocinha – o papel, claro, da australiana Bella Heathcote (à esquerda, em primeiro plano, na foto acima), que havia aparecido como a angelical Josette – adota um novo nome ainda no trem: decide que vai se apresentar como Victoria Winters. Está indo para Collinwood em resposta a um anúncio publicado num jornal pedindo uma preceptora para um garoto aí de uns 10 anos.

É recebida no castelo – agora absolutamente decadente, quase em ruínas – pela matriarca atual da família Collins, Elizabeth Collins Stoddard (o papel de Michelle Pfeiffer).

Elizabeth explica para Victoria Winters (ótima oportunidade de explicar também para o espectador) que atualmente vivem ali em Collinwood seis pessoas, além dela. Há a filha dela, Carolyn (Chloë Grace Moretz), uma aborrescente das mais aborrecentes que pode haver, e que, aos 15 anos, tudo o que quer na vida é sair dali e ir badalar em Nova York. Há o irmão de Elizabeth, Roger (Jonny Lee Miller), o pai do garoto David, de quem a preceptora iria cuidar.

David (Gulliver McGrath) é um garoto sensível. Vê e ouve coisas que ninguém mais vê e ouve; conversa com a mãe (Josephine Butler), morta já faz uns dois anos. A prima Carolyn, com aquele jeito aborrescente dos aborrescentes, diz que David é doido.

Fora essas pessoas da família, há o único criado, que faz tudo na casa, Willie (Jackie Earle Haley), e uma velhinha que passa a imensa maior parte do tempo no mundo da lua, Mrs. Johnson (Ray Shirley).

E, finalmente, há a dra. Julia Hoffman, uma psiquiatra que Elizabeth havia chamado dois anos antes para cuidar de David, e que acabou que foi ficando por lá. A dra. Julia, naqueles dias em que a ação se passa, não é de qualquer utilidade para a família. O que ela faz na vida é encher a cara e, no dia seguinte, acordar com uma ressaca pavorosa.

Mulher esquisita em filme de Tim Burton com Johnny Depp – só poderia ser Helena Bonham Carter.

        A bruxa Angelique faz concorrência à empresa dos Collins

Passados dois séculos das mortes do casal Collins original, e também da suposta morte de seu filho Barnabas, a empresa pesqueira da família havia perdido quase todo o seu espaço no mercado, ao mesmo tempo que o castelo Collinwood ia decaindo.

Ao longo daqueles dois séculos, uma empresa concorrente havia surgido, crescido demais, e tomado conta da região.

A empresa concorrente pertence a Angelique, a bruxa, que foi passando dela para ela mesma a direção do negócio, em diversas personificações de filha, neta, bisneta, tetraneta e assim por diante da fundadora da companhia.

E eis então que operários trabalhando ali num trecho de Collinsville dão com um caixão.

Barnabas Collins, conforme já foi dito, sai do caixão com uma imensa sede, e suga o sangue de nove operários, mas o espectador não vê a cena. Este filme aqui é uma comédia de Tim Burton, não um terrir, um slasher movie para adolescentes que adoram ver sangue esguichando de uma carótida cortada.

Discreta, a câmara fica na periferia da cena. Só volta a focalizar Barnabas Collins depois de ele ter saciado a sede. Lá está Barnabas Collins, com seus trajes dos anos 1770, em pleno 1972 pós Woodstock, pós Beatles, pós Hendrix e Janis – e com o rosto sujo de sangue.

Estranha tudo que vê à sua volta. Vê uma grande loja do McDonald’s, com o M gigantesco, e tem a certeza de que é um elogio a Mefístofles. (Após a morte dos pais, convencido de que não tinha sido por motivos naturais, Barnabas havia lido muito sobre o diabo, bruxarias, magia negra.)

E se encaminha para Collinwood, onde causa imensa surpresa aos jovens Carolyn e David, e em seguida tem uma conversa séria com Elizabeth.

Ao saber das nove mortes de operários naquele determinado lugar da cidade, Angelique terá a certeza de que seu amado está de volta.

A esta altura, estamos com 30 minutos do filme que dura 113 minutos.

Aqui, algumas piadas. Spoiler: melhor pular para o próximo intertítulo

Muita, mas muita coisa vai rolar. Tenho a certeza de que o que relatei não é spoiler.

Não resisto, no entanto, a contar duas ou três das melhores piadas deste filme irresistivelmente engraçado. A rigor, a rigor, elas podem revelar fatos que quem ainda não viu o filme não deveria ficar conhecendo.

Assim, quem ainda não viu Sombras da Noite deveria pular para o próximo intertítulo.

Quando Barnabas entra em Collinwood, e se dirige a Carolyn e David naquela linguagem de 200 anos atrás, a garotinha pergunta: – “Are you stoned, or something?” Você está chapado, ou coisa parecida?

Barnabas, que evidentemente não sabe da moderna acepção de “stoned”, e só conhece stone como pedra, responde: – “Sim, tentaram me apedrejar, mas não deu certo.”

A dra. Julia Hoffman pergunta para Barnabas: – “Você sabe o que é uma psiquiatra?” E Barnabas, com aquela cara meio de pateta, meio de ausente, meio de superior, tudo ao mesmo tempo, que Johnny Depp sabe fazer: – “Temo que infelizmente a palavra me é desconhecida. Imagino que seja um tipo de alimento americano.”

Naturalmente, obviamente, como não poderia deixar de ser, Barnabas fica fascinado por Victoria, que todos chamam de Vicky. Claro, Victoria é idêntica a Josette, o grande amor de sua vida, e como dizia F. Scott Fitzgerald, há homens que passam a vida procurando nas mulheres não diferenças em relação a antigos amores, mas similitudes, e então Barnabas quer cortejar a moça, mas não sabe como. Sente que está meio desajeitado.

Procura os conselhos da jovem Carolyn. Ela dá vários, em especial que ele deve conversar com gente mais jovem, para aprender a falar como todo mundo fala.

Aí corta, e vemos um grupo de hippies sentado à volta de uma fogueira. Tá rolando um baseadão. O espectador já havia conhecido aquele grupo de hippies: depois de descer do trem, e a caminho de Collinwood, Victoria havia pego carona na Kombi deles.

Então eles estão ali conversando em volta da fogueira e passando o baseado de um por um. Falam da guerra (a do Vietnã, claro), da paz.

Quando o baseado chega até Barnabas, ele o pega com sua mão de imensas unhas, passa para o hippie seguinte, e toma a palavra:

– “Vocês falam em paz. Eu passei os dois últimos séculos trancado numa caixa, encarando o vazio que me consumia, as sombras negras de um espírito.”

Um dos hippies respira fundo e diz: – “Que triste, cara!”

E uma hippie bonitinha se admira: – “Cara, você viajou dois séculos?”

Dai a pouco, muito polidamente, Barnabas pede desculpas, diz que eles são todos muito gentis, mas ele precisará matá-los.

De novo, a câmara, delicada, se desvia para não mostrar a matança.

Só mais uma piada. Não resisto.

Carolyn convence Barnabas a chamar para uma festa que ele resolveu dar em Collinwood ninguém menos que Alice Cooper. E Alice Cooper vai ao castelo, e faz o seu show.

Barnabas o observa atentamente, e diz para si mesmo: – “A mulher mais feia que já vi!”

O oitavo filme de Burton com Johnny Depp, o sétimo com Helena Bonham Carter

Este foi, segundo o IMDb, o oitavo filme de Tim Burton com Johnny Depp, e o sétimo com Helena Bonham Carter.

Helena, que foi casada com Kenneth Branagh (depois que ele se separou de Emma Thompson), vive com o diretor Tim Burton desde 2001. O casal tem dois filhos – Johnny Depp é padrinho de um deles.

Este Dark Shadows foi também o oitavo filme de Burton com Christopher Lee, o famoso, veterano ator que filmes muitos filmes de terror nos anos 50 e 60. Aqui, ele aparece numa única sequência: faz o papel do capitão Clarney, um veterano e influente marinheiro que trabalha para Angelique, e Barnabas vai procurar com uma proposta melhor de emprego.

Dark Shadows na verdade é uma grande mania americana

Na deliciosa fala para os hippies, Barnabas usa a expressão “sombras negras” – o título original do filme, Dark Shadows.

Nos créditos finais, é dito que o filme é dedicado à memória de Dan Curtis. Claro que eu não sabia disso, mas Dan Curtis (1927-2006), um produtor, roteirista e escritor da TV norte-americana, foi o criador e produtor executivo de uma série exibida entre 1966 e 1971 chamada Dark Shadows – exatamente a história da família Collins. Nessa série, o papel de Elizabeth Collins Stoddard, que no filme de Tim Burton coube a Michelle Pfeiffer, foi de Joan Bennett, a belíssima atriz que fez vários bons filmes nos anos 40, como Almas Perversas/Scarlett Street (1945) e Na Teia do Destino/The Reckless Moment (1949).

Deve seguramente ter sido um sucesso, porque Dan Curtis produziria uma nova série com o mesmo título Dark Shadows em 1991.

Mais ainda: em 2005, Dan Curtis produziu o filme Dark Shadows para a TV americana, com direção de P.J. Hogan. Incrível: no papel de Carolyn Collins estava uma garotinha ruiva chamada Jessica Chastain. Foi o terceiro título na filmografia dessa moça que logo em seguida iria se mostrar uma atriz de imenso talento em diversos filmes importantes, como A Grande Mentira (2010), Histórias Cruzadas (2011), A Hora Mais Escura (2012).

É claro que eu não sabia disso quando vi o filme, mas Dark Shadows é aquilo que os americanos chamam de franchise, franquia. Não chega a ser uma loucura como a Star Trek, Jornada nas Estrelas, mas parece que tem milhares e milhares de fãs. Anualmente, desde 1983, realiza-se, em geral em Nova York ou Los Angeles, um Dark Shadows Festival, com a presença de atores das séries de TV e dos filmes, sessões de entrevistas, banquete com os astros, exibição de memorabilia.

Não sabia de nada disso. Wimwenders e aprendenders – e depois, infelizmente, esquecenders.

Mas a verdade é que não é preciso sabe de nada disso para se divertir com este filme. É uma absoluta delícia.

Anotação em abril de 2017

Sombras da Noite/Dark Shadows

De Tim Burton, EUA, 2012

Com Johnny Depp (Barnabas Collins)

e Michelle Pfeiffer (Elizabeth Collins Stoddard), Helena Bonham Carter (Dra. Julia Hoffman), Eva Green (Angelique Bouchard), Jackie Earle Haley (Willie Loomis, o mordomo faz-tudo), Jonny Lee Miller (Roger Collins, o irmão de Elizabeth), Bella Heathcote (Victoria Winters / Josette DuPres), Chloë Grace Moretz (Carolyn Stoddard, a filha de Elizabeth), Gulliver McGrath (David Collins, o sobrinho de Elizabeth), Ray Shirley (Mrs. Johnson), Christopher Lee (capitão Clarney), Alice Cooper (ele mesmo), Ivan Kaye (Joshua Collins, o pai de Barnabas), Susanna Cappellaro (Naomi Collins, a mãe de Barnabas), Josephine Butler (a mãe de David), Justin Tracy (Barnabas aos 6 anos), Raffey Cassidy (Angelique jovem)

Roteiro Seth Grahame-Smith

História John August e Seth Grahame-Smith

Baseado na série de TV de Dan Curtis

Fotografia Luke Chisholm e Bruno Delbonnel

Música Danny Elfman

Montagem Chris Lebenzon

Casting Susie Figgis

Produção Warner Bros., Village Roadshow Pictures, Infinitum Nihil, GK Films, The Zanuck Company.

Cor, 113 min (1h53)

R, ***

Um Comentário

  1. Senhorita
    Postado em 20 setembro 2017 às 6:14 pm | Permalink

    Esse filme é bem legal, eu acho a Helena (que agora é ex do Burton) fantástica, assisti para ver a Michelle Pfeiffer (da qual tenho muita inveja, e sou fã do trabalho dela), Christopher Lee nunca é demais e nunca enjoa… Mas o que eu não aguento mais é o Johnny Depp com a cara pintada fazendo o louco, hoje considero um dos mais superestimados astros de Hollywood.

    E o seu texto, como sempre, maravilhoso.

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