Interestelar / Interstellar

Nota: ★★★½

Com Interestelar, de 2014, Christopher Nolan comprova definitivamente que é um mestre na arte de contar histórias complexas, imaginativas, não-lineares, às vezes difíceis, bem difíceis – e, apesar disso, ou talvez por isso mesmo, agradar a multidões.

Interestelar conta uma história – escrita pelo próprio diretor, juntamente com seu irmão mais jovem Jonathan – extremamente complexa, que usa e abusa de conceitos de Física, Astronomia e Astrofísica que poucos estudantes universitários dominam com precisão, como a teoria da relatividade de Albert Einstein, o esticamento-compressão da passagem do tempo com relação às distâncias de anos-luz percorridas, os buracos negros, os wormholes ou buracos de minhoca, a quarta e a quinta dimensões.

As multidões adoram – e os críticos também.

Interestelar ganhou 40 prêmios, inclusive um Oscar (de efeitos visuais), fora 137 outras indicações, inclusive a quatro Oscars (entre eles a de trilha sonora, assinada pelo mago das trilhas para superespetáculos Hans Zimmer, e os de mixagem de som e edição de som, extraordinários).

Custou caríssimo, com tanto efeito especial, tanto astro de grande nome e grande talento no elenco, tanto tempo de duração (169 minutos, que passam bem depressa): nada menos que US$ 165 milhões. Para bancar uma produção tão cara, foi necessária a reunião de dois dos grandes estúdios de Hollywood, a Paramount e a Warner Bros., e ainda mais três outras empresas, algo que não é muito comum.

Mas com Christopher Nolan, o cara da trilogia de Batman com Christian Bale como o homem-morcego (2005, 2008 e 2012), de A Origem/Inception (2010), não tem erro. Orçamento de US$ 165 milhões? Lucro garantido. Interestelar rendeu US$ 188 milhões no mercado americano, US$ 487 milhões no resto do mundo, U$$ 675 milhões no planeta, porque ainda não foi exibido nos demais sistemas solares – por enquanto.

O filme rompe com a tradição de falar da Terra pós guerra nuclear

Entre os 250 filmes com maior cotação segundo os leitores do IMDb, alcançou o 32º lugar, com nota 8,5. A mesma de Casablanca, o clássico que encanta gerações desde 1942.

Não sei se merece o 32º entre todos os filmes já realizados pelos terráqueos, ao longo de 110 anos. Mas é um filmaço. Uma obra extraordinária, impactante, que se recusa a sair da cabeça do espectador, que mexe com corações e mentes, para usar o danado do clichê.

Já tem lugar garantido entre os melhores filmes de ficção cientítica, ao lado de O Dia em que a Terra Parou (1951), 2001 – Uma Odisséia no Espaço (1968), Contatos Imediatos de Terceiro Grau (1977), Contato (1997).

Toda a trama criada pelos irmãos Christopher e Jonathan Nolan é fantástica, fascinante, absorvente, bem construída, bem articulada. Mas talvez tão importante e tão impactante quanto a história em si sejam as bases dela. O tipo de futuro que os dois autores do argumento e do roteiro imaginaram.

Interestelar rompe com uma tradição arraigada da ficção científica – a de mostrar a vida na Terra após o holocausto, o armagedom produzido por uma guerra nuclear.

Essa tradição nasceu praticamente junto com a tecnologia que levou à fabricação da bomba atômica. Pouco depois das bombas atômicas lançadas pelos Estados Unidos sobre Hiroshima e Nagasaki, em agosto de 1945, pondo o ponto final à Segunda Guerra Mundial e iniciando, instantaneamente, a Guerra Fria, o cinema já começou a falar de um possível fim do mundo provocado por uma guerra nuclear.

O já citado O Dia em que a Terra Parou mostrava, ainda em 1951, apenas seis anos após Hiroshima e Nagasaki e já em meio à Guerra Fria, um enviado de civilizações muito mais avançadas do que a humana à Terra para avisar aos líderes do planeta que eles deveriam parar com suas querelas tribais, para não perturbar a paz da galáxia – ou então a comunidade intergaláctica iria dar uma lição muito séria nesse planetinha de quinta categoria.

E a partir daí vieram diversos filmes mostrando a Terra às vésperas da guerra nuclear, ou pós-guerra nuclear. Às vésperas, on the eve of destruction, como dizia uma canção de protesto da época: Dr. Fantástico/ Dr. Strangelove or: How I Learned to Stop Worrying and Love the Bomb e Limite de Segurança/Fail Safe (os dois lançados em 1964, um ano após a crise dos mísseis de Cuba).

Depois da guerra nuclear: A Hora Final/On the Beach (1959). O Diabo, a Carne e o Mundo (também 1959). O Planeta dos Macacos (1968). Mad Max e suas duas continuações (1979, 1981, 1985). O Dia Seguinte (1983). A Estrada (2009). O Livro de Eli (2010).

Não se especifica data alguma, mas o futuro mostrado no filme é próximo de nós

Na Terra do futuro deste Interestelar, não houve uma guerra nuclear. O planeta está ficando cada vez mais inabitável – mas não devido à insanidade de dois lados em guerra lançarem imensas quantidades de ogivas sobre o inimigo, e sim devido aos estragos que a humanidade produziu na sua própria casa.

Tudo bem: não chega a ser novidade um filme que fala de um planeta arrasado não por uma guerra nuclear, mas por outros motivos diversos – seja o impacto de um meteorito gigantesco, seja um vírus, uma peste incontrolável, seja a degradação ambiental toda. Diversos filmes já mostraram uma realidade assim.

Para lembrar de alguns: Waterworld (1995), Os 12 Macacos (1995), Armageddon (1998), O Dia Depois de Amanhã (2004), Eu Sou a Lenda (2007), Fim dos Tempos (2008), Elysium (2013)…

A lista é grande. No entanto, Interestelar, me parece, é o que vai mais fundo na definição de que o planeta ficou inabitável por causa dos seguidos erros cometidos pela humanidade.

O filme faz questão de não usar datas. Na verdade, o filme faz questão de não ser muito explícito quanto a muita coisa que aconteceu no passado – quer dizer, nestes nossos dias de hoje, meados da segunda década do século XXI – e que levou a Terra a ficar do jeito que ficou. É uma opção interessante, inteligente, e o roteiro vai revelando aos poucos alguns dados, algumas informações, que permitam que o espectador vá montando o quadro geral.

Mas não há explicitudes. Não há datas. Não se diz em que ano se passa a ação – mas dá para perceber que não é um futuro muito distante dos dias de hoje, porque os computadores, laptops e telefones são bem parecidos com os que usamos hoje. Os carros, caminhões, são igualmente bem semelhantes aos de hoje.

A parte da ação que se passa na Terra acontece no campo, no meio rural. Não vemos cidades – e essa foi uma opção inteligente, esperta, dos irmãos Nolan. No meio rural, as mudanças são menores, menos perceptíveis.

O fato é que a ação não começa muito longe desta nossa época, a época em que o filme foi feito lançado. Não se está falando nada de 2500, nem sequer de 2100. Possivelmente é algo aí em torno de 2040, 2050.

No passado recente – passado em relação ao tempo de então, 2040, 2050 –, o planeta Terra foi dando sinais cada vez mais evidentes de esgotamento. Estava superpovoado, superlotado; a natureza não dava mais conta de prover as necessidades de tantos bilhões de pessoas. O planeta não tinha mais condições de sustentar tanta gente, e houve então um período de grande fome. Algo em escala planetária, de deixar em dimensão bem menor a Grande Fome da Irlanda (que aliás é citada especificamente no filme), ou a Grande Fome da China no século XX.

Bilhões de pessoas morreram.

O futuro das distopias costuma ter semelhança com o passado da humanidade

O governo tornou-se centralizador das decisões dos agentes econômicos. Assim, decidiu-se que o país não precisava mais de engenheiros – precisava, isso sim, e muito, de fazendeiros, agricultores, agrônomos, para prover de comida a população que restou.

É sempre fascinante como no futuro das distopias criadas pela imaginação dos escritores há coisas tão parecidas com a realidade de algumas experiências pelas quais a humanidade já passou. Governo centralizador das decisões dos agentes econômicos, governo que decide quem deve estudar o quê. Qualquer semelhança desse tipo de coisa com o que aconteceu na União Soviética e seus satélites europeus, na China, em Cuba não são, de forma alguma, mera coincidência.

A atmosfera está terrivelmente contaminada, poluída. A região rural em que se passa a ação, em que vive a família dos protagonistas da história, está – assim como todo o resto do país, pelo que se depreende – sujeita a cada vez mais frequentes tempestades de areia e poeira. À medida que os anos vão passando, o ar vai se tornando mais e mais irrespirável. As doenças respiratórias atacam boa parte da população.

O protagonista da história, Cooper, é um fazendeiro viúvo, com dois filhos

Insisto: o filme não tem muitas explicitudes sobre os acontecimentos do passado, ou seja, os acontecimentos aí de 2020, 2030. Ele fornece aqui e ali alguns dados, algumas informações esparsas. Isso que estou descrevendo é o que se pode inferir a partir do conjunto de dados que o filme vai apresentando aos poucos.

Há, no entanto, uma explicitude, um exemplo escolhido pelos autores para ilustrar a realidade daquele futuro próximo.

E aqui é necessário apresentar a família protagonista da história. Quando o filme começa, vemos a realidade, o dia-a-dia da família de Cooper (o papel de Matthew McConaughey).

Cooper havia sido, no passado, um piloto, um ás, um craque. (Só bem mais adiante ficaremos sabendo que ele foi piloto da Nasa, a agência espacial americana.) Teve graduação em engenharia, é um especialista em tudo quanto é tipo de máquina. Vive agora, na época em que começa a ação, como fazendeiro; tem uma grande plantação de milho.

É viúvo; sua mulher havia morrido dois anos antes, de câncer. Vive com o sogro, Donald (o papel de John Lithgow), e os dois filhos, Tom (Timothée Chalamet), de uns 15 anos, e Murph (Mackenzie Foy), de 10.

Murph é uma garotinha fascinante – e extremamente inteligente. Vive num quarto atulhado de livros, a biblioteca da família. Percebe no quarto alguns movimentos estranhos, que ela diz que são provocados por fantasmas.

A garotinha insiste em dizer que, no passado, o homem pisou, sim, na Lua

Quando estamos aí bem no começo do filme, com uns 10, 12 minutos, Cooper é informado de que a professora de Murph quer falar com ele. É recebido pelo diretor da escola e pela professora, Ms. Hanley (interpretados por David Oyelowo e Collette Wolfe).

Ms. Hanley está muito incomodada com Murph, porque a garota tem insistido em dizer aos colegas da classe – ao contrário do que é absolutamente sabido por todos – que o homem de fato pisou na Lua, durante o programa das naves Apolo.

E a gente está cansado de saber – diz Ms. Hanley – que aquilo tudo foi uma bela encenação, destinada a enganar a opinião pública mundial e fazer os soviéticos gastarem dinheiro com a corrida espacial.

E então o diretor e a professora pedem, exigem que Cooper dê um jeito naquela criança rebelde, que ensine para ela que aquela coisa de homem na Lua jamais existiu, foi lorota, encenação, peça de propaganda diversionista do governo americano durante a Guerra Fria.

De novo, o fascinante fenômeno: o terrível futuro imaginado nas distopias traz coisas bem parecidas com as que a humanidade já experimentou no passado. Reescrever a História, de acordo com as necessidades do governo totalitário da vez, não acontece apenas em obras de ficção, como o 1984 de George Orwell, que definiu com perfeição essa prática. A rigor, todo regime totalitário ou com tendências autoritárias já fez isso na prática. Josef Stálin não parava de mandar reescrever a História da União Soviética, como hoje todos já estamos cansados de saber. Nos confins periféricos do mundo, como a América Latina, partidos de tendência totalitária mentem tanto que acabam acreditando na versão da História que criaram.

Por causa da insistência da garotinha, o pai descobre uma base secreta da Nasa

Fiquei fascinado com essa brilhante sacada de Christopher e Jonathan Nolan de incrustarem em sua história esse detalhe de que, nos Estados Unidos pós Grande Fome, ali por 2050, ensina-se nos livros de História que a corrida espacial foi uma arma de propaganda para levar a União Soviética a gastar fortunas e se desgastar.

É uma maravilhosa idéia, um sensacional detalhe que revela bastante sobre aquele futuro próximo que o filme descreve.

E não é gratuito, de forma alguma. Muito ao contrário. Para aquela população que conseguiu sobreviver à Grande Fome, que vive em um  planeta cada vez mais sujo, insustentável, saber que no passado já houve tecnologia capaz de levar o homem à Lua seria uma porta aberta a que se exigisse uma ampliação do programa espacial, em busca de algum outro lugar para se viver.

E o governo está, sim, empenhado no programa espacial. A Nasa continua investindo, estudando formas de levar pesquisadores a alguns planetas semelhantes de alguma maneira à Terra, para verificar as condições, em busca de uma alternativa para manter a humanidade viva, ainda que fora de seu planeta de origem, o pale blue dot de que falava Carl Sagan. Mas faz isso em segredo, em absoluto segredo – enquanto para a opinião publica faz o discurso de que todos os esforços estão sendo feitos para investir na agricultura, para afastar definitivamente a ameaça da fome.

O filme está aí com uns 25, 30 minutos, quando Cooper e a encantadora Murph acabam descobrindo uma grande base ultra-secreta da Nasa. A descoberta se dá em grande parte devido à curiosidade, à inteligência e à insistência de Murphy em estudar as coisas estranhas que acontecem em seu quarto, que ela atribui a fantasmas, mesmo sabendo, pelos ensinamentos do pai engenheiro e piloto, que fantasmas não existem.

O ex-piloto é convidado a fazer a viagem em busca de novos planetas

A grande base ultra-secreta da Nasa é dirigida por um professor de Física que Cooper tinha conhecido no seu tempo de piloto da agência espacial, o professor Brand – o papel de Michael Caine, que já havia trabalhado com Christopher Nolan nos três filmes da série Batman.

Como é mandamento primordial do grande cinemão comercial, toda história tem que ser um “female interest”, uma mulher, uma mocinha (ou vilã, que seja) – e então temos que a filha do professor Brand, Amelia (Anne Hathaway), também trabalha na base da Nasa. Ela está se preparando para novo vôo que vai tentar explorar planetas de outras galáxias para ver se há condições de levar ao menos parte da humanidade para lá.

Foi muito bom mesmo que Cooper tivesse aparecido por lá, porque o professor Brand bem se lembra de que ele era um dos melhores pilotos da Nasa – e então, Cooper, vamos lá viajar até outras galáxias?

A viagem até outras galáxias será feita aproveitando um wormhole, buraco de minhoca, que a Nasa havia localizado nas proximidades de Saturno. O problema, aqui, é a relatividade do tempo, do tempo-espaço. Na viagem até o lado de lá do wormhole, os astronautas viveriam o que na Terra corresponderia a algumas décadas. Quando voltassem à Terra, estariam apenas uns pouco anos mais velhos do que no momento da partida, mas aqui na Terra já teriam se passado décadas. A garotinha Murph teria pelo menos 30 anos.

Quando voltassem à Terra – se conseguissem voltar. Mas isso aqui é um filme, e então é claro que voltariam.

Mas estaria Cooper disposto a abandonar a família, a filha queridíssima?

Ah, mas seria para ajudar a salvar a humanidade da extinção total, pura e simples…

Duas horas e 49 minutos de duração – que passam bem depressa

Quando Cooper enfrenta esse dilema, estamos com uns 30 minutos de filme. Ainda teremos muita, mas muita, mas muita coisa pela frente.

Ainda estão para aparecer os personagens interpretados por Jessica Chastain, essa atriz linda e talentosa, e também por Matt Damon, esse cara simpático que já foi abandonado em Marte, em Perdido em Marte/The Martian (2015) e já viveu outra experiência de futuro, um futuro mais distante, em Elysium, lançado em 2013 e passado em 2154.

Também vão aparecer o antipático Casey Affleck e o simpático Topher Grace. Em uma das primeiras tomadas do filme – de algumas pessoas idosas dando depoimentos sobre como a vida na Terra foi ficando cada vez mais difícil, penosa – já havia aparecido outra grande atriz, Ellen Burstyn. Ela reaparecerá já bem ao final dos 169 minutos de duração do filme.

Duas horas e 49 minutos. Pois é – mas passam depressa. É assim mesmo: é duro aguentar os 80 minutos de um abacaxi, uma porcaria. Mas, quando o filme é bom, o tempo passa depressa, você nem percebe.

Este Interestelar é um belo filme.

Deve haver, com toda certeza, deliciosas histórias a respeito da produção do filme. Vejo que a página de Trivia do IMDb sobre Interestelar tem a absurda quantidade de 151 tópicos. Nem vou mergulhar ali, porque é coisa maior que um buraco negro, e este texto já está comprido como uma viagem até Saturno.

Mas um item de Trivia do IMDb não dá para deixar de registrar.

O grande site diz que, em 2006, Steven Spielberg resolveu fazer um filme com este tema, e encomendou a Jonathan Nolan um roteiro. Jonathan Nolan topou – mas Spielberg acabou abandonando o projeto. Sem poder fazer um roteiro para Spielberg, ele resolveu botar o irmão na jogada.

Donde se pode concluir que o mago Spielberg faz bem ao cinema mesmo quando desiste de um projeto.

É bom lembrar: não existe plano B para a humanidade. Não existe planeta B

E, ao fim e ao cabo, se o espectador pensar um pouco (e é inevitável que o espectador fique pensando sobre o filme depois que ele acaba), poderá se lembrar daquele alerta fundamental: na verdade, não há um plano B, um planeta B. Este lugar aqui é a nossa única casa.

Como dizia Carl Sagan: “O nosso planeta é um grão solitário na imensa escuridão cósmica que nos cerca. Na nossa obscuridade, em toda esta vastidão, não há indícios de que vá chegar ajuda de outro lugar para nos salvar de nós mesmos. A Terra é o único mundo conhecido, até hoje, que abriga vida. Não há outro lugar, pelo menos no futuro próximo, para onde a nossa espécie possa emigrar. Visitar, sim. Assentar-se, ainda não. Gostemos ou não, a Terra é onde temos de ficar por enquanto.”

Seria bom, seria básico, fundamental que cada um de nós cuidasse melhor dela.

Anotação em fevereiro de 2017

Interestelar/Interstellar

De Christopher Nolan, EUA-Inglaterra, 2014

Com Matthew McConaughey (Cooper), Anne Hathaway (Amelia Brand), Jessica Chastain (Murph), Mackenzie Foy (Murph aos 10 anos), Ellen Burstyn (Murph idosa), Michael Caine (professor Brand), John Lithgow (Donald), Casey Affleck (Tom), Timothée Chalamet (Tom aos 15 anos), Topher Grace (Getty, o colega de Murph adulta), Bill Irwin (a voz de TARS, o robô), Wes Bentley (Doyle), David Gyasi (Romilly), Matt Damon (Dr. Mann), Leah Cairns (Lois, a mulher de Tom), Liam Dickinson (Coop, o filho de Tom), David Oyelowo (o diretor da escola), Collette Wolfe (Ms. Hanley, a professora da escola)

Argumento e roteiro Christopher e Jonathan Nolan

Fotografia Hoyte Van Hoytema

Música Hans Zimmer

Montagem Lee Smith

Casting John Papsidera

Produção Warner Bros, Paramount Pictures, Legendary Entertainment, Syncopy, Lynda Obst Productions.

Cor, 169 minutos

***1/2

Um Comentário

  1. José Luís
    Postado em 6 maio 2017 às 2:15 pm | Permalink

    Eu vi e não desgostei mas não fiquei maravilhado. Continuo a não achar graça às actividades cinematográficas de Christopher Nolan. Depois dos insuportáveis Batman e do chatíssimo A Origem, parece-me que este é o melhor filme dele desde Insónia.

2 Trackbacks

  1. Por 50 Anos de Filmes » A Chegada / Arrival em 23 março 2017 às 12:54 am

    […] de Gravidade (2013), Interestelar (2014) e Perdido em Marte (2015), foi a vez deste A Chegada/Arrival […]

  2. […] voltas que o mundo dá. Em 2006, Anne Hathaway era Andy, a jovem jornalista recém-formada que se sujeitava às piores provações como […]

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