Cortina Rasgada / Torn Curtain

Nota: ★★½☆

Cortina Rasgada, o filme número 50 de Alfred Hitchcock, foi muitíssimo mal recebido pela crítica ao ser lançado em 1966. Depois de rever o filme agora, me ocorreu que pode haver diversas explicações para isso. Vários motivos, não excludentes – ao contrário.

Em primeiro lugar, Hitchcock vinha de uma série de filmes bons demais, elogiadíssimos, sucessos absolutos: Um Corpo Que Cai (1958), Intriga Internacional (1959), Psicose (1960), Os Pássaros (1963). Para Marnie (1964), boa parte da crítica já havia torcido o nariz, embora seja sem dúvida um grande filme.

Em segundo lugar, de fato, como se diz no especial Torn Curtain Rising, dirigido pelo especialista em documentários sobre filmes Laurent Bouzereau, naqueles meados dos anos 60 o estilo de Hitchcock era imitado por muita gente. Diversos realizadores faziam filmes de suspense – a competição era dura.

Um terceiro ponto: em meados dos anos 60, muitos dos críticos de cinema mundo afora – seguramente a maioria – eram socialistas, comunistas ou simpatizantes, e portanto, não estavam nada inclinados a gostar de um filme contrário ao regime dos gloriosos países do Paraíso Socialista. Imagine – fazer menção já no título ao asqueroso epíteto “cortina de ferro”, criado pela máquina de propaganda imperialista para difamar as nações da ditadura do proletariado!

Eu mesmo me lembro que Cortina Rasgada, e também Topázio, o filme seguinte do mestre, de 1969, eram conhecidos como “os filmes reacionários de Hitchcock”.

Sim, e há também um quarto ponto que pode explicar por que Cortina Rasgada foi tão massacrado pela crítica: o filme não é bom.

Hitch teve a idéia da história ao ler que dois ingleses pediram asilo à URSS

O filme não é bom. Mas é um filme de Alfred Hitchcock, e, portanto, tem, aqui e ali, belas sacadas, detalhes gostosos, sequências elaboradas. Marcas de maestria. Não poderia deixar de ter – e tem.

Creio que a pior coisa do filme é a trama, a história.

Segundo se diz no documentário Torn Curtain Rising, Hitch não ficou satisfeito com o roteiro, que encomendou ao irlandês Brian Moore (1921-1999), a partir de uma idéia que teve ao ler nos jornais a informação de que dois diplomatas britânicos, Guy Burgess e Donald MacLean, haviam pedido asilo à União Soviética. A idéia de Hitch foi a seguinte: o que será que a sra. MacLean terá achado da decisão de seu marido de desertar para a Rússia? De trair seu país e passar a colaborar com o inimigo? O mundo, é bom lembrar, estava em guerra – a Guerra Fria dos países ocidentais e capitalistas contra a União Soviética e seus satélites.

E então Brian Moore criou a história do físico e professor americano Michael Armstrong, que, ao participar de uma reunião de gênios mundiais da Física na Escandinávia, de repente toma um avião para Berlim Oriental e anuncia que vai passar a colaborar com os cientistas da URSS e dos países comunistas amigos no desenvolvimento de um projeto avançadíssimo de defesa nuclear.

A história até que começa bem – e Hitchcock pôde contar, para os papéis principais, o do professor Michael Armstrong e o da sua assistente e noiva, ela também uma física, Sarah Sherman, com dois atores talentosos e belos, Paul Newman e Julie Andrews. Paul Newman era já, em 1966, um dos melhores, mais conceituados e adorados atores do cinema americano, e a inglesa Julie Andrews vinha do sucesso espetacular de Mary Poppins (1964), que lhe deu o Oscar de melhor atriz, e de A Noviça Rebelde/The Sound of Music (1965), durante décadas uma das duas maiores bilheterias de toda a História do cinema.

Chocada, a noiva fica sabendo que o noivo vai para dentro da Cortina de Ferro

Então a história até que começa bem, e o espectador tem o prazer de ver Julie Andrews e Paul Newman.

Gênios da Física das melhores universidades do mundo estão reunidos em um navio que passeia pelas águas geladas dos fiordes da Noruega. Houve um problema, e as áreas internas do navio estão sem calefação. No restaurante, os físicos presenciam o fenômeno de a água de seus copos ter se transformado em gelo.

Uma das mesas está vazia.

O professor Michael Armstrong e sua assistente Sarah Sherman estão bem quentinhos debaixo das cobertas da cama da cabine dele. Vemos os belos rostos de Paul Newman e Julie Andrews em diversos close-ups.

Entre um beijo e outro, ela fala em casamento. Ele não fala em casamento.

O navio norueguês leva o bando de gênios da Física para Copenhagen.

Desde as primeiras sequências ainda no navio, o espectador vê que o professor Armstrong tem algumas atitudes suspeitas, estranhas. Recebe um radiograma obviamente escrito em código, falando de um livro, uma determinada livraria. Em Copenhagen, Sarah atende a um telefonema para o noivo, que fala de um livro, e, rápida no gatilho, resolve ir ela mesma pegar o tal livro. O sujeito da livraria (interpretado por Arthur Gould-Porter) tem, ele também, atitudes bem estranhas.

Ao receber o pacote fechado das mãos de Sarah, o professor Armstrong fala alguma coisa sobre deixá-lo na recepção do hotel e se afasta de Sarah e de um outro colega que estava com ela, mas vai a um banheiro, se tranca, abre o livro, acha uma referência à letra grega Pi. Depois, vai até a recepção e pega uma passagem aérea. É observado de longe por Sarah, que não está entendendo nada.

Armstrong diz a ela que vai fazer uma viagem a Estocolmo, mas Sarah, esperta, consulta o homem da recepção e, chocadérrima, fica sabendo que o noivo pegou uma passagem para Berlim Oriental!

Para dentro da Cortina de Ferro!

Entre ousada e temerosa, em dúvida sobre se poderia ser verdade que o noivo tem contatos com comunistas, Sarah embarca no mesmo avião – e há então uma tomada absolutamente hitchcockiana, Hitchcock puro, straight, caubói, sem gelo ou água.

Seu fiel diretor de fotografia Robert Burks, com quem trabalhara em diversos filmes, até o mais recente, Marnie, havia morrido, e então o mestre trabalhava pela primeira vez com um novo profissional, John F. Warren. O diretor de fotografia era novo, mas as idéias para os movimentos de câmara eram do mesmo Hitch, o bruxo, e então a câmara mostra o professor Armstrong sentado bem na frente do avião, numa poltrona à esquerda. Aí a câmara vem sendo puxada para trás, pelo corredor central. Vem vindo para trás, vem vindo para trás, e aí se vira para a direita e mostra para o espectador Sarah, sentada numa das últimas poltronas, ao lado de uma senhora de cabelos negros e um rosto muito marcante. Não belo, não – marcante.

Embora sentados em lados opostos do avião, Armstrong e Sarah estão, afinal, não muito longe um do outro. E Armstrong verá que a noiva está lá, sentada no avião onde não deveria, de jeito nenhum, estar. Ele se levanta, caminha ao longo de quase todo o avião, põe-se diante dela e diz, duro, firme, que ela tem que pegar o primeiro avião de volta e ir para casa.

Demora bastante para o filme deixar claro que o professor não traiu seu país

Na chegada ao aeroporto de Berlim Oriental, dezenas de fotógrafos estão à espera do famoso, respeitado físico americano que chegou a solo comunista para passar a colaborar com o regime.

Sarah assiste a tudo, chocada, amargurada, acabrunhada.

Só quando o filme está com 42 minutos é que se diz, explicitamente, claramente, com todas as letras, que o professor Michael Armstrong não está ali para colaborar com os comunistas. Que, muito ao contrário, ele está ali para roubar do grande cientista Gustav Lindt (Ludwig Donath) informações preciosas que permitirão que os Estados Unidos dominem a tecnologia do tal avançadíssimo projeto de defesa nuclear.

E a própria Sarah só vai ficar sabendo disso quando já se passou mais da metade dos 128 minutos de duração do filme.

É claro, é óbvio que o espectador não cai no conto do vigário de que Armstrong está de fato passando para o lado dos russos. Afinal, é um filme de Alfred Hitchcock, e Armstrong é interpretado por Paul Newman.

Mas o fato é que só aos 42 minutos de filme o espectador vai ter a confirmação de que a deserção do herói é falsa, é um fingimento, é um golpe de espionagem. E a heroína só vai tirar dos ombros o peso de achar que o noivo se vendeu aos comunistas quando já estamos na segunda metade.

Paul Newman não gostou do roteiro. Hitch também não – e mexeu bastante nele

Na primeira metade, a história até que anda bem. E Hitch sabe manejar com precisão as reações dos espectadores. Eles sabem o tempo todo que há algo de estranho naquela história que está vendo, há um truque – mas fica se perguntando qual é, afinal, a jogada.

Na segunda metade do filme, no entanto, tudo desmorona. Depois que Armstrong e Sarah voltam a se entender, e então o que passa a importar é que os dois consigam escapar, fugir da onipresente polícia comunista, fica tudo falso, sem sentido, cheio de furos, de incongruências.

Todo o episódio envolvendo o ônibus da organização Pi, que apóia quem é contra o regime comunista, é grotesco, sem qualquer lógica.

A personagem da condessa polonesa interpretada por Lila Kedrova não tem pé nem cabeça, é nonsense puro, total. Surge do nada, não leva a nada – e a interpretação da atriz é não menos que pavorosa. O espectador não vê ali uma condessa Kushinska, e sim a Bouboulina de Zorba, o Grego (1964). Lila Kedrova tinha ganho o Oscar por seu papel como a velha cortesã, deve ter adorado a personagem, e a incorporou. Mas, raios, o que faz a Bouboulina do lugarejo do interior de Creta ali em Berlim Oriental?

A segunda metade de Cortina Rasgada é de fato muito ruim. E não estou sozinho nessa avaliação. O documentário sobre o filme feito por Laurent Bouzereau conta que o próprio Hitchcock não ficou satisfeito com o roteiro que recebeu de Brian Moore. Hitch chegou a mandar o roteiro para a dupla italiana Age & Scarpelli – Agenore Incrocci e Furio Scarpelli – pedindo sua opinião. Os roteiristas diagnosticaram que faltava humor.

O documentário mostra que Paul Newman também não gostou do roteiro, e escreveu uma longa carta para Hitchcock, apontando problemas que via. Aparentemente, o grande ator e o mestre não se deram muito bem. Foi a única vez, aliás, que trabalharam juntos.

Segundo o IMDb, Willis Hall e Keith Waterhouse contribuíram para o roteiro final, embora seus nomes não apareçam nos créditos.

Eles, mais Alma Reville, a mulher e eterna colaboradora do marido, e provavelmente o próprio Hitch devem ter mexido bastante no roteiro, porque o filme tem, sim, bastante humor – e humor é uma das marcas registradas de Hitchcock.

O melhor exemplo do bom humor, na minha opinião, é a personagem da bailarina checa, interpretada por Tamara Toumanova (1919-1996), a “Pérola Negra do Balé Russo”, como era chamada.

A bailarina aparece pela primeira no avião que leva os protagonistas de Copenhagen a Berlim Oriental. É ela que está sentada ao lado de Sarah. Quando o avião pousa e ela desce pela escada, acha que foi por ela que se reuniram ali na pista tantos fotógrafos – e fica furibunda ao perceber que a atração não é ela, e sim aquele americano que mudou de lado.

Ela volta a aparecer já bem no final da narrativa, quando Armstrong e Sarah estão na platéia que assiste a uma apresentação de balé cuja estrela é aquela bailarina. Enquanto ela dança, vê na platéia o americano que ofuscou seu brilho, e faz uma expressão fantástica de ódio. Mais tarde, em uma das sequências finais, será de novo desprezada por um fotógrafo que está mais uma vez interessado no físico americano, e não na prima-ballerina checa.

Alguns momentos de absoluto brilho, como a seqüência da luta na fazenda

Momentos gostosos de bom humor – e algumas cenas que escancaram o brilho de Alfred Hitchcock.

O personagem do agente policial escolhido para ficar na cola do americano desertor é uma maravilha. Chama-se Hermann Gromek, e é interpretado por Wolfgang Kieling. Usa um casaco de couro parecido com os vestidos por Marlon Brando em O Selvagem/The Wild One (1953) e por James Dean em Juventude Transviada/Rebel Without a Cause (1955), o que por si só já é interessante – um agente da polícia política da Alemanha Comunista que se veste como um rebelde sem causa americano dos anos 50.

Morou em Nova York, fala um inglês cheio de gírias e está sempre citando alguma loja que viu na capital do Imperialismo Decadente.

Lá pelas tantas, o professor Armstrong sai de seu quarto no hotel para caminhar à procura de seus contatos. A câmara de Hitchcock, colocada numa grua bem alta, o mostra em plongée, caminhando entre diversas faxineiras que limpam o chão. Depois que Armstrong sai da visão da câmara, ela faz um suave movimento para baixo, para focalizar Gromek, sentado ali, à espera de algum movimento do americano.

Logo depois dessa tomada de imensa beleza, há uma bela sequência de suspense: Armstrong está caminhando dentro de um museu, e Gromek está em seu encalço. Não há música de fundo – só ouvimos o barulho dos sapatos do perseguido e do perseguidor pisando o chão. É uma beleza.

E pouco depois vem a sequência que é, com toda certeza, a mais hitchcockiana, mais marcante, mais impressionante de todo o filme: a da luta entre Gromek e Armstrong, na casa de uma fazenda onde o americano tinha ido procurar seu contato.

É uma sequência longa, bem longa. Os dois homens estão se engalfinhando na cozinha da casa da fazenda, sob o olhar apavorado da fazendeira – uma bela interpretação de Carolyn Conwell.

A fazendeira primeiro usa uma faca – e é impossível o espectador não se lembrar da faca na mão da assassina na famosérrima sequência do banheiro em Psicose. Depois pega uma pá. E depois ainda o forno com gás aberto.

A sequência de fato é extraordinária. Ela demonstra que, ao contrário dos filmes de James Bond que faziam imenso sucesso naquela época, e de tantos outros, não é nada fácil matar um homem.

Era o que Hitchcock queria mesmo demonstrar – e demonstra com brilhantismo.

Já a teoria levantada por vários críticos, de que o forno a gás faz lembrar o Holocausto, em que milhões de judeus, ciganos, homossexuais e deficientes físicos foram assassinados ali na Alemanha poucos anos antes, isso Hitch disse que não foi proposital, intencional.

Três grandes colaboradores de Hitchcock não participaram do filme

Não há música, não há trilha sonora durante toda a longa sequência da luta entre o policial alemão e o cientista americano. Hitchcock achou que sem música a sequência seria ainda mais marcante.

O grande Bernard Herrmann chegou a compor um tema para aquela sequência, especificamente. O documentário Torn Curtain Rising mostra algumas tomadas ao som da peça composta pelo maestro.

Hitchcock implicou com as composições de Herrmann para Cortina Rasgada, e dispensou seus serviços. Cortina Rasgada foi o primeiro filme do mestre sem ter a marca registrada de Bernard Herrmann desde O Terceiro Tiro/The Trouble With Harry (1955). Marcou o fim de uma das colaborações mais impressionantes realizador-músico da História do cinema. (A trilha não usada composta por Herrmann seria lançada em disco, com a National Philarmonic Orchestra.)

A música do filme foi composta por John Addison, que havia ganho o Oscar pela trilha de As Aventuras de Tom Jones (1963). É uma trilha que funciona bem; apesar disso, Hitchcock não voltaria a pedir os serviços do compositor inglês.

Primeiro filme, depois de vários, sem Bernard Herrmann, Cortina Rasgada também foi o primeiro sem o diretor de fotografia Robert Burks e o montador George Tomasi, dois outros veteranos colaboradores do mestre em muitos filmes. Tanto Burks quanto Tomasini morreram entre o final da produção de Marnie, em 1964, e o início das filmagens deste Torn Curtain.

O Guide de Jean Tulard diz que o filme precisa ser reavaliado

Um detalhinho interessante: ao contrário do que acontece em tantos filmes americanos, ao contrário do que aconteceria em Topázio, o filme seguinte de Hitchcock, de 1969, em que todo mundo – russos, franceses, cubanos – fala inglês, neste Cortina Rasgada os noruegueses falam norueguês, os alemães, alemão, os suecos, sueco.

Leonard Maltin Review deu 2.5 estrelas em 4: “Thriller estranhamente não emocionante de Hitchcock sobre cientista americano (Newman) fingindo ser um desertor. Um filme esperto mas vazio. Algumas versões exibidas na TV foram cortadas para 121 minutos, tirando fora cenas violentas.”

Maltin não especifica, mas seguramente foram cortadas partes da sequência da morte do policial Gromek.

Pauline Kael define o filme com os adjetivos sloppy e clumsy. Frouxo e desajeitado, desastrado, grosseiro.

Já o Guide des Films de Jean Tulard diz que o filme, minimizado e mal compreendido na época do lançamento, precisa ser reavaliado. “É um filme de espionagem com a guerra fria como pano de fundo. É feito em três partes; a ação culmina com uma louca perseguição em um ônibus que a dupla pega para tentar retornar ao Ocidente. A notar a sequência da morte de Gromek, para a qual Hitchcock não poupou esforços. Paul Newman e Julie Andrews foram impostos a Hitchcock.”

No seu fabuloso livro HitchcockTruffaut Entrevistas, que registra as longas entrevistas que fez com o mestre inglês, François Truffaut também afirma que os dois atores foram impostos ao diretor pelo estúdio, a Universal. Truffaut escreve que desde Marnie Hitch havia perdido parte de sua autoconfiança. “Isso explica que, ao filmar Cortina Rasgada, tivesse se deixado influenciar pelo estúdio, primeiro na escolha dos dois protagonistas, Paul Newman e Julie Andrews, e, depois, o que foi mais grave, por ter de se desfazer de dois de seus mais antigos colaboradores.”

Aí ele se refere ao diretor de fotografia Robert Burks e o compositor Bernard Herrmann. Truffaut defende a tese de que foi o estúdio – Hollywood, O Sistema  – que levou Hitchcock a dispensar o músico e a trilha que ele já havia composto para o filme.

Será verdade? Sei lá. Pode ser. Mas também pode ser uma teoria inventada pelo gênio francês por pura devoção ao mestre inglês.

Anotação em janeiro de 2017

Cortina Rasgada/Torn Curtain

De Alfred Hitchcock, EUA, 1966.

Com Paul Newman (professor Michael Armstrong), Julie Andrews (Sarah Sherman)

e Lila Kedrova (condessa Kuchinska), Hansjörg Felmy (Heinrich Gerhard), Tamara Toumanova (a bailarina), Wolfgang Kieling (Hermann Gromek), Ludwig Donath (professor Gustav Lindt), Günter Strack (professor Karl Manfred), David Opatoshu (Mr. Jacobi), Gisela Fischer (Dra. Koska), Mort Mills (o fazendeiro), Carolyn Conwell (a mulher do fazendeiro), Arthur Gould-Porter (Freddy, o livreiro), Gloria Govrin (Fräulein Mann)

Argumento e roteiro Brian Moore

Fotografia John F. Warren

Música John Addison

Montagem Bud Hoffman

Produção Alfred Hitchcock, Universal Pictures. DVD Universal.

Cor, 128 min.

**1/2

2 Comentários

  1. Senhorita
    Postado em 8 junho 2017 às 6:04 pm | Permalink

    Não sou fã do Hitchcock, mas a cena de assassinato desse filme é digna de aplausos… E só.
    Eu gosto muito do John Addison.

  2. José Luís
    Postado em 11 junho 2017 às 12:49 pm | Permalink

    Também achei o filme um tanto fraco, não tem o brilho dos melhores de Hitchcock. A cena da luta entre Gromek e Armstrong é um espanto e desenrola-se num silêncio total. Admirável. Pena é que o filme no seu todo vacile muito.

Um Trackback

  1. Por 50 Anos de Filmes » Frenesi / Frenzy em 17 junho 2017 às 8:17 pm

    […] fazer seu filme de número 52 (e que acabaria sendo seu penúltimo), Frenesi, lançado em 1972, Alfred Hitchcock voltou à capital de seu país natal, que havia abandonado três décadas antes para se instalar em […]

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