O Dorminhoco / Sleeper

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Nota: ★★★☆

Duas palavras me vieram à cabeça de cara enquanto revíamos O Dorminhoco/Sleeper, que Woody Allen cometeu em 1973: bobo e engraçado. As duas coisas em grandes doses. O Dorminhoco é muito, é extremamente bobo – e muito, extremamente engraçado.

É uma trama sem sentido. É uma brincadeira totalmente indiferente a qualquer tipo de lógica. Não se sustenta – mas não pretende mesmo se sustentar, não pretende ter lógica, não quer ter sentido. É, na verdade, uma screwball comedy, como as originais, as antológicas comédias loucas, sem sentido, doidonas, screwball, dos anos 30 e 40.

Taí. É isso. O Dorminhoco tem tanta lógica e sentido quanto pérolas absolutas como Levada da Breca/Bringing Up Baby (1938), Bola de Fogo/Ball of Fire (1941) ou O Inventor da Mocidade/Monkey Business (1952), só para citar três clássicos, todos da lavra de mestre Howard Hawks, que gostava tanto de comédias quanto de westerns e aventuras.

Tanta lógica e sentido quanto essas três maravilhas – ou seja, absolutamente nenhuma lógica, nenhum sentido.

Sim, O Dorminhoco é uma screwball comedy, mas ele flerta também com um gênero ainda anterior às screwball comedies. É uma comédia pastelão, daquelas ainda do tempo do cinema mudo, as de Charlie Chaplin, Mack Sennett. Não falta um bolo que cresce e não pára de crescer e o personagem de Woody Allen tenta abater a porretadas – nem mesmo o item mais clássico do pastelão, que é jogar bolo ou qualquer outra sujeira na cara dos outros.

Há longos momentos em o personagem de Woody Allen fica fazendo piruetas, movimentos doidos, malucos, na tela, sem diálogo – exatamente como nas comédias pastelão do cinema mudo.

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O quarto filme dirigido por Allen, o segundo da parceria com Diane Keaton

Antes mesmo de tentar uma sinopse, quero destacar alguns fatos fundamentais.

* O Dorminhoco é o quarto filme dirigido por Woody Allen. Veio depois de Um Assaltante Bem Trapalhão (1969), Bananas (1971) e Tudo o que você queria saber sobre sexo mas tinha vergonha de perguntar (1972).

Eu diria que foi o último dos seus filmes “adolescentes”, de um realizador ainda não maduro, ainda em formação. O seguinte, A Última Noite de Bóris Grushenko/Love and Death (1975), já é um filme grande, de realizador ainda bem jovem, mas já pronto.

* Foi o segundo filme de sua carreira com Diane Keaton: um ano antes, em 1972, os dois haviam estreado a maravilhosa dupla em Sonhos de um Sedutor/Play it Again, Sam, roteiro original de Allen, mas direção de Herbert Ross. Este Dorminhoco foi o primeiro filme em que Diane Keaton foi dirigida por ele.

A união entre os dias, a relação afetiva, o caso de amor, esse iria até 1975, segundo ela conta em seu livro de memórias Agora e Sempre. A Era Diane Keaton dos filmes de Woody Allen duraria até 1979, o ano de Manhattan, mas a atriz voltaria ainda a trabalhar com ele numa participação especial em A Era do Rádio (1987) e em Um Misterioso Assassinato em Manhattan (1993), o primeiro filme após a Era Mia Farrow.

Meu Deus, e como era esplendorosamente bela a jovem Diane Hall, a filha de Dorothy Deanne Keaton e Jack Hall.

Diane é de 1946, nove anos mais nova que Allen, que é de 1935. No ano de O Dorminhoco, ela estava portanto com 27 e ele, com 36.

* A trilha sonora é assinada pelo próprio Woody Allen. É o único filme para o qual compôs trilha.

* Este foi o primeiro dos quatro filmes escritos a quatro mãos por Woody Allen e Marshall Brickman. Depois viriam Annie Hall (1977), Manhattan (1979) e Um Misterioso Assassinato em Manhattan (1993).

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“Uma denúncia – através do riso – da mecanização da vida moderna. Irresistível.”

Por preguiça, respeito ao eventual leitor ou consciência da minha incapacidade de fazer sinopses objetivas, ainda mais de uma história tão absolutamente sem pé nem cabeça como a de O Dorminhoco (ou por todos os três motivos), vou atrás de sinopses escritas por gente que tem o dom da síntese.

Diz o Cinéguide, o mais prodigioso guia de sinopses curtas que há, sobre Woody et les Robots: “Em 2173, cientistas trazem de volta à vida o corpo de Miles Monroe, congelado dois séculos antes”.

Eis a sinopse do Petit Larousse de Films: “Adormecido no século XX (mais exatamente no ano de 1973), um homem desperta em 2173. Para sobreviver, deve se transformar em um robô doméstico. Muitas catástrofes se seguirão…”

E em seguida vem a avaliação: “A fantasia surpreendente de Woody Allen encontrou, nesse tema, uma denúncia – através do riso – da mecanização da vida moderna. Irresistível.”

Leonard Maltin deu 3.5 estrelas em 4: “Woody cai no pastelão nesta envolvente e tola história de um homem que é congelado em 1973 e é acordado 200 anos depois. Típica combinação, no estilo de Allen, de grandes piadas e bobagens, com mais gags visuais do que o normal e uma trilha energética tocada pela Preservation Hall Jazz Band”.

Há uma definição cuidadosa e detalhada do protagonista da história feita por Eric Lax em seu livro Conversas com Woody Allen:

“Ele faz o papel de Miles Monroe, clarinetista e co-proprietário da Alimentos Naturais Cenoura Feliz, em Manhattan, que dá entrada num hospital, para uma operação rotineira, de vesícula biliar, em 1972, e depois de um acidente na sala de operações é congelado criogenicamente por 200 anos, até ser descongelado por oponentes do governo totalitário de então.”

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Achei interessantes paralelos entre Sleeper e Fahrenheit 451 de Truffaut

Sim, a referência do Larousse à “mecanização da vida moderna” tem todo sentido. Verdade. Há também uma pontada de Tempos Modernos (1936), de Charles Chaplin, aí – e, de quebra, um pouco de Meu Tio (1958), a obra-prima de Jacques Tati que é todinha centrada na “mecanização da vida moderna”.

Mas me ocorreu, após rever o filme agora, depois de tantos anos, que O Dorminhoco tem a ver com Fahrenheit 451, a ficção científica feita na Inglaterra por François Truffaut em 1966, sete anos antes deste filme aqui, com base na novela de Ray Bradbury.

Assim com em Fahrenheit, há aqui uma bela mulher (um dos dois papéis de Julie Christie lá, o de Diane Keaton aqui), que vive numa casa toda modernamente confortável, num futuro em que o prazer vem de drogas farmacêuticas legais, conformismo absoluto, TV dirigida pelo estado totalitário com programas que reforçam ao mesmo tempo a sensação de prazer e o incentivo a que ninguém jamais conteste nada, se rebele contra nada.

Ao mesmo tempo, há uma outra mulher, fisicamente muito parecida com a primeira, interpretada pela mesma atriz, mas oposta em todo o resto a ela (no caso de Fahrenheit), ou uma outra faceta da mesma mulher (no caso aqui do Dorminhoco), libertária, resistente, combatente, guerreira, que faz oposição ao regime totalitário implantado faz tempo.

Tanto em Fahrenheit quanto em O Dorminhoco, o herói acaba aderindo à resistência contra o totalitarismo.

Como é Woody Allen, a resistência é mostrada como um bando de doidões, não muito diferentes dos guerrilheiros barbudos de Bananas, que por sua vez eram gozação explícita de Fidel, Che e demais barbudinhos de Cuba.

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Livro sobre o realizador diz que este filme mostra grande avanço de Allen

Embora eu tenha tido a impressão de que este foi o último filme ainda “adolescente”, ainda de um diretor em formação, Eric Lax mostra em seu livro Conversas com Woody Allen que na verdade ele foi um grande avanço em relação aos três anteriores.

“Este filme é, sob muitos aspectos, um passo adiante das exigências de seus primeiros três filmes (…). Os dois primeiros são uma série de piadas enfileiradas, e o último, uma série de esquetes curtos, embora o princípio de seu interesse num gênero que vá além da comédia seja particularmente evidente num dos episódios. O Dorminhoco é uma narrativa completa, ainda que tenha muitas piadas e gags visuais, das quais o personagem de Woody emerge pela primeira vez mais como herói do que como um adorável perdedor.”

Durante as filmagens de Sleeper, Woody Allen disse o seguinte a Eric Lax:

O Dorminhoco é um xadrez tridimensional. Num nível, você tem uma história e quer que as pessoas acreditem um pouco, mas não muito, o que é um problema. Você quer uma abundância de piadas verbais e uma abundância de piadas visuais. É difícil. Os filmes de Bob Hope são quase só piadas verbais. Keaton precisa se preocupar apenas com as piadas visuais. Os filmes do Chaplin, na maioria, são piadas visuais. Tropecei muitas vezes, tanto nas piadas verbais quanto nas visuais.”

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Momentos tão bons quanto os filmes de Buster Keaton, diz Roger Ebert

O grande Roger Ebert, o crítico que amava ver filmes, deu 3.5 estrelas em 4, exatamente a mesma cotação dada por Leonard Maltin.

Ebert admite que a trama de Sleeper pode parecer “levemente insana” – mas afirma que, com Woody Allen, isso não chega a ser um problema. “Sleeper coloca Woody Allen como o melhor diretor e ator de comédias da América, uma distinção que significaria mais se houvesse mais comédias sendo feitas. Sem fazer a conta precisa, eu diria que uma dúzia de filmes de ação é feita para cada comédia, o que diz mais a respeito do nosso gosto do que de nossos comediantes. Mel Brooks parece estar pronto a cada três anos, mais ou menos, mas Allen é tão prolífico quanto engraçado.

“Ele nos dá momentos em Sleeper que são tão bons quanto qualquer coisa desde os filmes mudos de Buster Keaton. Há, por exemplo, uma cena em que um futurístico pudim instantâneo vai crescendo a partir de uma panela e ameaça ocupar toda a cozinha; Woody bate nele com uma vassoura. A cena é parte de uma longa sequência em que ele precisa fingir que é um robô que faz serviços domésticos; ele anda por aí e buzina e finalmente destrói a linha de montagem de robôs (numa cena que parece Modern Times).”

Mais adiante, ele diz:

Sleeper é o mais perto da comédia clássica de pastelão a que Allen já chegou, e ele é bom nisso.”

Pauline Kael, a crítica mais cricri que já houve, escreveu:

“Um clássico da comédia-pastelão moderna, dirigido e estrelado por Woody Allen. Passada 200 anos à frente, é a mais segura e equilibrada de suas comédias, de estilo visual claro e elegante padrão. Obra bastante regular, sem diálogos fracos ou trechos ruins, embora não se eleve às alturas frenéticas e soltas de alguns de seus outros filmes. Rimos sem parar até o fim, saímos felizes e sorridentes, mas não somos levados à loucura – não ficamos ligadões da maneira que seus filmes mais bagunçados conseguem nos fazer ficar.”

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De repente, Diane Keaton se põe a imitar Marlon Brando

O livro 1001 Filmes Para Ver Antes de Morrer diz:

“Este é um dos ‘filmes divertidos da primeira fase’, como o próprio Woody Allen o descreve: um veículo, no estilo das comédias de Bob Hope, para o personagem judeu resmunguento e neurótico de Allen à solta em uma visão do futuro moldada por filmes como 2001 – Uma Odisséia no Espaço (1968), Laranja Mecânica (1971), THX 1138 (1971) e Z.P.G. (1972).”

E mais adiante: “Há alguns trechos filosóficos cortantes sobre relacionamentos românticos condenados ao fracasso, mas o foco principal do filme é a comédia. Esta varia desde alfinetadas satíricas a valores da época, vistos de uma perspectiva futurista tortuosa (foi provado que comida gordurosa e cigarros são melhores para você do que alimentos saudáveis), até o estilo pastelão do cinema mudo (uma banana gigante naturalmente leva a uma gag com uma casca de banana gigante), passando por surrealismo pirado durante uma sessão de desprogrmação mental que se transforma em uma reprise de Uma Rua Chamada Pecado (1951).”

Sim: lá pelas tantas, Diane Keaton se põe a imitar Marlon Brando, e Allen, Vivien Leigh, no clássico escrito por Tennessee Williams e filmado por Elia Kazan. É uma absoluta delícia. E é bom lembrar que Diane contracenou com Brando: ela trabalhou em todos os três filmes The Godfather, como a namorada e depois mulher de Michael Corleone, o papel de Al Pacino. Pacino seria um dos grandes amores de sua vida, além de Woody Allen e Warren Beatty.

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Foi um imenso sucesso de público: custou US$ 2 milhões rendeu US$ 18 milhões

Algumas informações esparsas:

* Além de sucesso de crítica, o filme foi também um sucesso de público. Eric Lax enumera, em Conversas com Woody Allen: “Rendeu mais de US$ 18 milhões apenas no lançamento dos Estados Unidos – cerca de US$ 60 milhões em valores de 2007 -, mais uma soma considerável em todo o mundo, para a televisão e vendas de DVD.” O Box Office Mojo, site especializado no tema número de bilheterias, informa que o filme custou US$ 2 milhões. Render, apenas no lançamento nos EUA, nove vezes o custo de fato é um absoluto sucesso.

* Consta que o estapafúrdio título do filme na França e na região francófona do Canadá – Woody et les Robots – levou o realizador a incluir nos contratos seguintes de exibição de seus filmes mundo afora uma cláusula pedindo que o título original fosse respeitado. Essa informação está no IMDb. Mas não corresponde à verdade dos fatos – ou Annie Hall não teria chamado, aqui neste paisão do Terceiro Mundo, Noivo Neurótico, Noiva Nervosa.

* Não vi essa informação no livro Conversas com Woody Allen, mas está no IMDb, e traduzo literalmente, entre aspas: “Woody Allen originalmente esperava filmar boa parte da obra em Brasília, a capital futurística do Brasil desenhada pelo urbanista Lúcio Cota e pelo arquiteto Oscar Niemeyer. Limitações do orçamento, no entanto, fizeram com que ele usasse apenas locações dentro dos Estados Unidos.”

* Parte do filme foi rodada no Colorado, e parte na Califórnia – em Los Angeles e arredores. Ausentar-se de Nova York era, para ele, um horror, naquela época. O autor Eric Lax, que o entrevistou mais de uma vez durante as filmagens, testemunhou que para ele foi um imenso alívio terminar de rodar e poder voltar para seu habitat natural.

* Allen contou a Eric Lax que seu projeto original era fazer um filme de longa duração, de umas quatro horas, dividido em duas partes – a primeira, nos dias de então, 1973, a segunda 200 anos depois. Felizmente, desistiu da idéia.

* Há piadas que parecem feitas apenas para iniciados. Por exemplo: na festa que Luna-Diane Keaton dá para um grupo de amigos em sua casa futurística, ela ganha de presente uma pintura em que aparece uma criança com grandes olhos, e então agradece dizendo “It’s keen, pure keen” – um adjetivo que significa, entre outras acepções, intenso, forte, profundo. É uma referência ao sobrenome da pintora Margareth Keane, cuja obra tem a característica de trazer figuras com olhos grandes. A vida da artista seria retratada em Grandes Olhos/Big Eyes (2014), de Tim Burton.

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Os interesses de Woody Allen passam bem longe da política

* Em diversos lugares, no filme, aparece uma foto do Nosso Líder, o ditador daquele futuro orwelliano, bradburyano. É uma foto de perfil, em que as feições não são muito visíveis. O personagem da foto é Timothy Leary, o guru da contracultura nos anos 60, o homem que fazia estudos com o ácido lisérgico.

* A pavorosa canção que Luna canta para Miles depois de ter se convertido à resistência ao sistema (seria uma gozação das folk songs dos anos 60, de Joan Baez, Bob Dylan?), “Rebels are we”, já havia sido cantada pelo líder rebelde Esposito (Jacobo Morales) em Bananas.

O que parece indicar, juntamente com toda a forma com que o filme apresenta os rebeldes, que, em 1972, 1973, pelo menos, Woody Allen tinha tanto respeito pelos grupos de resistência ao governo totalitário do ano 2173 quanto tinha pelos revolucionários barbudos latino-americanos que ele mostra como absolutos bocós em Bananas.

Discernimento das diferenças entre os vários tipos de políticos e de ideologias não parece ser o forte de Woody Allen naquela época. Ele mais parece aquele espanhol da piada, da imagem simplificada, aquele que diz “Hay gobierno? Soy contra”. O Woody Allen de 1973 parece dizer: “Hay politico? Soy contra”. Em Sleeper, ele trata exatamente com o mesmo desprezo, com a mesma má vontade Josef Stálin, Richard Nixon e Charles De Gaulle.

Definitivamente, ele não é um ser político. Seus interesses estão bem longe da política.

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Anotação em setembro de 2016

O Dorminhoco/Sleeper

De Woody Allen, EUA, 1973.

Com Woody Allen (Miles Monroe), Diane Keaton (Luna Schlosser)

e John Beck (Erno Windt), Mary Gregory (Dr. Melik), Don Keefer (Dr. Tryon), John McLiam (Dr. Agon), Bartlett Robinson (Dr. Orva), Chris Forbes (Rainer Krebs), Mews Small (Dr. Nero), Peter Hobbs (Dr. Dean), Susan Miller (Ellen Pogrebin), Lou Picetti (M.C.), Jessica Rains (a mulher no espelho)

Argumento e roteiro Woody Allen e Marshall Brickman

Fotografia David M. Walsh

Música Woody Allen

Montagem O. Nicholas Brown, Ron Kalish e Ralph Rosenblum

Produção Rollins-Joffe Productions. DVD MGM.

Cor, 89 min

R, ***

Título na França: Woody et les Robots. Em Portugal: O Herói do Ano 2000.

2 Comentários

  1. Joel Forteski
    Postado em 25 dezembro 2016 às 12:20 pm | Permalink

    Eu adoro as comédias antigas do Allen, são uma maravilha! A melhor de todas é a Love and Death (1975), em minha opinião. É a melhor e mais inteligente comédia que já vi. Esse teu texto sobre o Sleeper está uma maravilha, meu caro: super informativo e bem articulado, adorei! — Quero aproveitar para lhe recomendar outra comédia maravilhosa, que não é do Allen (é a minha segunda comédia favorita, depois da Love and Death): The Lost Skeleton of Cadavra (2001), direção de Larry Blamire. Trata-se de uma homenagem magnífica e hilária aos filmes B de ficção-científica dos anos 50. Uma pérola! Filmado em preto e branco, muito bem feita! Se puder encontrar esse filme, não deixe de ver: garanto que é uma preciosidade.

    Abraço!

  2. Sérgio Vaz
    Postado em 25 dezembro 2016 às 2:27 pm | Permalink

    Caro Joel,
    Muito obrigado pela mensagem, pelo elogio, pela indicação. Nunca tinha
    ouivido falar desse “The Lost Skeleton of Cadavra”. Vou tentar achar.
    Também gosto demais, demais de “Love and Death”. Escrevi sobre ele aqui:
    http://50anosdefilmes.com.br/2014/a-ultima-noite-de-boris-grushenko-love-and-death/
    Um abraço, e mais uma vez obrigado.
    Sérgio

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