Topázio / Topaz

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Nota: ★★½☆

Lançado em 1969, Topázio, o antepenúltimo filme de Alfred Hitchcock, foi um dos maiores fracassos de sua carreira. Muito provavelmente o maior.

O bombardeio começou antes mesmo do lançamento comercial, no circuito normal. Começou nas sneak previews – as exibições-teste para platéias escolhidas pelos estúdios, em que, na saída, os espectadores recebem um questionário para preencher e dar sua opinião. As sneak previews são uma tradição de Hollywood, que vem desde as primeiras décadas do século passado. Muitas vezes os filmes são alterados após as sneak previews, para atender ao que o público indicou, pediu, sugeriu.

As pessoas que viran essas primeiras exibições de Topázio detestaram, abominaram o filme.

O questionário era composto por cinco perguntas específicas e mais um espaço para comentários. A primeira era “Como você classificaria Topázio?” – seguida pelas seguintes opções: excelente, muito bom, bom e razoável. Diversos espectadores acrescentaram novos quadradinhos, com adjetivos como zero, ruim, terrível.

A quinta pergunta era: “De qual cena você gostou menos?” Houve quem respondesse: “Todas”.

Muitos espectadores responderam que a pior cena era a do final.

Diversos deles comentaram que o filme era longo demais – a primeira versão, essa apresentada nas sneak previews, tinha duas horas e meia.

Hitchcock voltou à sala de montagem, cortou fora muita coisa – e fez um novo final

Há realizadores que não dão muita bola para as críticas, sejam as dos profissionais, sejam as dos seres humanos comuns, nós, que gostamos de ver filmes. Se Claude Lelouch – só para dar um exemplo – se preocupasse com as críticas, não faria mais filmes. Ele, no entanto, mal lança um filme e já começa a preparar o seguinte – exatamente como faz a personagem Anne Gauthier em Um Homem, Uma Mulher 20 Anos Depois. Já o coreógrafo e cineasta Joe Giddeon, o alter ego de Bob Fosse em All That Jazz, tem novo ataque cardíaco ao ver uma crítica espezinhar seu filme em um programa de TV.

zztopazio2Mestre Hitchcock era do tipo que gostava de agradar a audiência. Mais do que isso: fazia absoluta questão de agradar a audiência. E estava acostumado com multidões fazendo fila diante dos cinemas para ver suas obras.

Deve ter sido um tremendo baque para e ego gigantesco dele a quantidade de críticas demolidoras que Topázio recebeu nas sneak previews.

Levou de volta o filme para a sala de montagem da Universal, e foi extirpando tomadas. Cortou sequências inteiras, cortou trechos de tomadas. Tirou fora cerca de 20 minutos de filme – a versão que iria para os cinemas tem 2 horas e 7 minutos.

Mais ainda: criou um novo final.

Em novas sneak previews, o público continuou reclamando da sequência final. Hitch fez uma terceira versão.

Os três finais diferentes podem ser vistos no DVD do filme que a Universal lançou em 2000. Acompanha o filme no DVD também um documentário de meia hora, dirigido pelo especialista em making ofs Laurent Bouzereau, em que o crítico Leonard Maltin analisa Topázio e dá informações sobre a obra. Esse documentário mostra diversos dos questionários preenchidos pelas pessoas que assistiram às sneak previews do filme.

O livro se baseia em romance de Leon Uris sobre a então recentíssima crise dos mísseis

Topázio se baseia em um romance de autoria de Leon Uris. Para as gerações mais novas, este nome certamente não quer dizer nada; para a minha geração, no entanto, Leon Uris (1924-2003) teve importância. Ele foi o autor de Exodus, um cartapácio de mais de 600 páginas que relata – misturando personagens fictícios a acontecimentos e personalidades reais – a criação do Estado de Israel.

zztopazio5O livro foi lançado em 1958, e tornou-se um best-seller mundial; em 1960 foi lançado o filme, uma mega produção de 3 horas e 28 minutos de duração, dirigida pelo grande Otto Preminger, com Paul Newman e Eva Marie Saint à frente de um elenco multiestelar. O garoto Sérgio Vaz viu o filme três vezes, entre os dias 29 de setembro e 10 de outubro de 1962, todas elas no Cine Metrópole, na época o melhor cinema de Belo Horizonte. E depois também leria o catatau escrito por Leon Uris.

Topázio, o livro, foi lançado em 1967. Assim como Exodus, era uma ficção que usava diversos fatos reais da história recente – e bota recente nisso. Se Exodus, de 1958, narrava fatos acontecidos entre 1946 e 1948, Topázio, de 1967, tratava da crise dos mísseis soviéticos instalados em Cuba, cujo ápice se deu em outubro de 1962. Apenas cinco anos separavam os fatos do livro. Hitchcock lançou seu filme em 1969.

O filme abre com cenas de uma grande parada militar na União Soviética

O autor do roteiro foi Samuel Taylor (1912-2000), um escritor de respeito. Já havia trabalhado com Hitchcock antes em Um Corpo Que Cai/Vertigo, de 1958. Foi o autor da peça teatral Sabrina e um dos roteiristas que transformaram a peça no deliciosíssimo filme de Billy Wilder com Audrey Hepburn, Humphrey Bogart e William Holden de 1954. É dele também a peça teatral que deu origem ao filme Avanti! Amantes à Italiana, também de Billy Wilder, de 1972. O fato de ter sido roteirista de dois filmes de Hitch e autor de duas peças filmadas por Wilder é atestado cabal de competência.

zztopazio00O roteiro de Samuel Taylor faz a ação se iniciar numa daquelas paradas militares da União Soviética, muito provavelmente a parada anual em comemoração à vitória sobre os nazistas na Segunda Guerra Mundial. Aquele espetáculo do poderio militar do Império Soviético: dezenas de milhares de soldados, e muito armamento – tanques, e mísseis, muitos mísseis, para anunciar ao mundo, e especialmente ao outro Império, o do Tio Sam, que o gigante comunista estava com a bola toda e poderia muito bem, se quisesse, aniquilar as principais cidades americanas.

Um letreiro informa então que um alto dirigente soviético estava para desertar.

E em seguida um outro letreiro informa que estamos em Copenhagen, Dinamarca, e o ano é 1962. Boris Kusenov (Per-Axel Arosenius) está passando férias na capital da Dinamarca com sua mulher (Sonja Kolthoff) e a filha Tamara (Tina Hedstrom). Hospeda-se na embaixada da União Soviética. E, quando sai para passear pelas ruas capitalistas e decadentes, é sempre seguido de perto por três mal encarados seguranças soviéticos.

Kusenov e família conseguem driblar os seguranças e fugir, com a ajuda de um super agente do Império inimigo, Michael Nordstrom (interpretado por John Forsythe). Com poucos minutos de filme, o desertor, mulher e filha estarão instalados numa imensa casa nos arredores de Washington.

O espectador fica então sabendo que Kusenov é peixe muito, mas muito graúdo: vem a ser um dos principais nomes da KGB, o serviço secreto soviético.

Embora tenha desertado a pátria do socialismo, da justiça social absoluta, Kusenov não se mostra, de início, muito colaborador com o governo do país que o acolheu. Perguntado sobre a operação Topázio, diz que nunca ouviu falar daquilo. Diz isso com a cara demonstrando claramente que sabe muito bem do que se trata.

A ação passa pela URSS, Dinamarca, EUA, Cuba, França

Trama de espionagem é sempre complexa. Complexidade faz parte inerente da coisa. A trama de Topázio, o filme (não tenho idéia de quão fiel ao livro foi o roteiro de Samuel Taylor), é bastante complexa.

O protagonista da história não será o desertor Kusenov, nem o super agente americano Michael Nordstrom, e sim o francês André Devereaux, interpretado por Frederick Stafford.

Oficialmente, Devereaux é adido comercial da embaixada francesa em Washington. Na verdade, é homem do serviço secreto – baita espião, baita super agente.

O super agente francês Devereaux é bastante próximo do super agente americano Michael Nordstrom. Um colabora com o outro. São a rigor mais próximos do que as mais altas autoridades de seus países. O filme passa uma imagem de que, naquela época, o governo francês procurava não se mostrar aliado demais dos Estados Unidos, procurava uma postura algo independente, no meio da Guerra Fria entre os dois Impérios, um a Oeste, o outro a Leste da Europa Ocidental.

Em combinação com o super agente americano, Devereaux viajará a Cuba, para tentar verificar que tipo de armamentos, que quantidade de mísseis, a União Soviética está levando para o país que até 1959 havia funcionado como uma espécie de Las Vegas e/ou bordel de luxo para os americanos, e que agora era governado por Fidel Castro e seus guerrilheiros barbudos que instalavam pela primeira vez no Ocidente, e a pouquíssimos quilômetros da Flórida, o paraíso socialista.

No paraíso socialista dos trópicos, o super agente francês vai encontrar sua bem amada Juanita de Córdoba (Karin Dor, na foto abaixo).

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Personagem estranha, estranhíssima, essa Juanita de Córdoba. É viúva de um herói da revolução cubana. É amante de um revolucionário de primeira hora, um braço direito de Fidel, Rico Parra (John Vernon). Tem lugar de honra num palanque para ouvir um discurso de Fidel. Mas ao mesmo tempo é amante de longa data do super agente francês Devereaux – e trabalha para ele, documentando a instalação dos mísseis soviéticos ali sob as barbas do Tio Sam.

Não revelei tudo da trama, não. De forma alguma. Apresentei apenas alguns elementos básicos dela.

Um outro elemento básico da trama de Topázio é o fato de que altas figuras do governo da França cooperam – secretamente, é claro – com a KGB. Desde o início da narrativa o espectador é informado sobre isso. A questão é identificar exatamente quem são os alto funcionários franceses que estão servindo de espiões para a União Soviética.

Era de se estranhar um filme de Hitchcock sem grandes astros ou estrelas

No documentário sobre Topázio que acompanha o filme no DVD, Leonard Maltin se lembra da primeira vez que viu a fita, num cinema de New Jersey. Maltin é da minha geração: nasceu no mesmo ano que eu. Se viu Topázio quando o filme estreou, estava então com 19 anos.

Maltin conta que uma de suas primeiras impressões sobre Topázio foi o fato de que o filme não tinha um astro, uma estrela.

Hitchcock sempre teve os maiores astros e estrelas à sua disposição. Sempre.

Em A Dama Oculta/The Lady Vanishes (1938), ainda na Inglaterra, só para dar um exemplo, teve Margart Lockwood, Michael Redgrave e Paul Lukas – todos atores de imensa fama na época.

Depois que se mudou para Hollywood, em 1940, teve todos os maiores astros que quis: James Stewart, Cary Grant, Henry Fonda, Montgomery Clift, Sean Connery, Ingrid Bergman, Grace Kelly, Eva Marie Saint, Kim Novak, Anne Baxter, Janet Leigh, Vera Miles.

O ator de Topázio mais conhecido do público americano era John Forsythe, que já havia trabalhado com o mestre em O Terceiro Tiro/The Trouble with Harry (1955). Um bom ator – mas não um astro.

Há dois grandes astros e uma pequena deliciosa estrela no elenco de Topázio – mas todos os três são franceses, pouco ou nada conhecidos pelos americanos.

E o público americano médio – a gente sabe disso – não é propriamente chegado a gente que fala uma língua diferente da deles. O público americano médio é monoglota que nem o Lula. Como diz o delicioso personagem de Tim Robbins em Sorte no Amor/Bull Durham (1988), quando bate a campainha na casa de Annie-Susan Sarandon: “Eu sei que você está aí, porque está tocando o disco daquela cantora mexicana maluca” – e Annie, mulher inteligente, estava ouvindo Edith Piaf.

Para o público americano médio, qualquer língua que não seja o inglês é mexicano.

Entre os três franceses do elenco está Claude Jade, mais um elo entre Truffaut e Hitch

Ao contrário de Leonard Maltin, não vi Topázio na época do lançamento, 1969.

Em 1969, já eram grandes astros do cinema francês Michel Piccoli e Philippe Noiret. (E é esquisitíssimo ouvir Leonard Maltin dizer Piccóli, em vez de Piccolí.)

E ainda tem a jovem Claude Jade. Linda, linda Claude Jade (à esquerda na foto abaixo).

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Um ano antes deste Topázio, em 1968, Claude Jade havia aparecido em Beijos Proibido/Baisers Volés, como uma namorada de Antoine Doinel, o alter ego de François Truffaut. Em 1970, ela seria a protagonista do filme seguinte da saga de Antoine Doinel, Domicílio Conjugal.

Truffaut, sabe-se, era fã apaixonado de Hitch. Entrevistou o velhinho inglês louco de forma alucinada – e a série de entrevistas resultou num dos livro mais fundamentais para quem gosta de filmes, HitchcockTruffaut Entrevistas. Fez filmes baseados nos autores que Hitch filmou, pegou para si o compositor de trilhas do mestre, Bernard Herrmann.

A truffautiana Claude Jade aparece pouco em Topázio de Hitch. Michel Piccoli e Philippe Noiret interpretam personagens importantes, embora também apareçam pouco tempo no filme. Estão muito bem, aqueles dois grandes atores.

Naturalmente, como é costume nos filmes americanos, todos os personagens – os russos, os franceses, os cubanos – falam em inglês.

“Não há um herói porque não há um ponto de vista moral”

Para tentar entender por que Topázio desagradou tanto as audiências americanas, Leonard Maltin diz no especial do DVD que o filme tem um ritmo, um estilo europeu. Boa parte da ação se passa fora dos Estados Unidos. E a trama é complexa.

zztopazio4Um filme sem astros, com vários atores estrangeiros, com ação que se passa em países estrangeiros, com um ritmo e um estilo mais europeu do que americano, uma trama complexa – esses seriam, segundo o crítico, os motivos que explicam o fracasso do filme nas bilheterias.

Em seu guia – o guia de filmes mais vendido no mundo –, Maltin dá 3 estrelas em 4 para Topázio: “O agente da inteligência francesa Stafford trabalha com o oficial americano Forsythe para cavar informações sobre o envolvimento da Rússia em Cuba. Trama em redemoinho circula pelo globo, mantém o nível de intriga; um Hitchcock bom, embora não grande, com roteiro se Samuel Taylor, baseado no best-seller de Leon Uris”.

Roger Ebert dá 3.5 estrelas em 4. O texto dele é longo, como sempre. Reproduzo trechos:

“De uma certa maneira, Topázio é um filme perfeitamente típico de Alfred Hitchcock, mas em alguns pontos é algo novo e bastante inesperado do mestre. O estilo de Hitchcock está lá, sim: a ação em lugares incongruentes, a montagem mostrando causa e efeito, as qualidades sinistras de objetos do dia-a-dia. (…) Mas o que é novo em Topázio é a escolha feita por Hitchcock do campo de ação. Ele vai muito mais longe desta vez, usando três grupos de protagonistas em vez de um ou dois personagens centrais, e o tema é nada menos que os sistemas de espionagem na Guerra Fria (…).

“Em Topázio, ele fez uma de suas ocasionais excursões em outras áreas, e desta vez foi mais longe o que havia feito em Correspondente Estrangeiro ou Os 39 Degraus ou Os Pássaros. Topázio não tem um herói, embora haja dois ou três personagens que ocasionalmente funcionam como tal. Não há um herói porque não há um ponto de vista moral; Hitchcock trata da rede de espionagem entre Estados Unidos, França e Cuba na época da crise dos mísseis cubanos, e no entanto seu foco é tão firmemente voltado para os espiões como profissionais que nós dificilmente sentimos que deveríamos simpatizar com os franceses ou ficar contra os cubanos. A trama é complexa, com diversos personagens do romance medíocre de Leon Uris deixados de fora. A ação se move de Washington para Nova York para Havana para Paris enquanto duas redes de espionagem conspiram para passar informações sobre a crise dos mísseis para Washington ou Moscou.”

Uma sequência espetacular, de uma beleza plástica absolutamente extraordinária

Roger Ebert cita em seu texto, assim como Roger Maltin faz na entrevista no especial do DVD, a sequência em que pela última vez o espectador vê Juanita de Córdoba.

De fato, essa sequência é de uma beleza plástica absolutamente extraordinária. É o trecho mais antológico do filme. Hitchcock e seu diretor de fotografia Jack Hildyard fazem um close-up do rosto belíssimo da atriz Karin Dor, para em seguida abrir uma tomada geral, a câmara bem no alto, em plongée. O chão da sala em que Juanita-Karin Dor está é como um gigantesco tabuleiro de xadrez, com quadrados negros alternando com brancos. Há um pequeno momento de slow motion, enquanto o roxo do vestido longo que ela usa começa a se espalhar pelo chão preto-e-branco.

É literalmente espetacular.

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Uma das características formais do filme é o uso de diálogos que o espectador não ouve. Hitchcock usou esse recurso várias vezes, e é engenhoso, esperto, funciona perfeitamente. O espectador é obrigado a imaginar o que está sendo dito; não é difícil, não – e é uma bela sacada.

Há ainda diversas tomadas em que o silêncio é total. Longas sequências em que não há diálogos e absolutamente nenhum ruído, como aquela bem no início da narrativa em que o russo Kusenov, com a mulher e a filha, visitam uma fábrica de porcelana em Copenhagen, sempre seguidos pelos seguranças soviéticos. A filha dele, Tamara, segura uma peça de porcelana, e o espectador pressente que ela vai deixar cair no chão. Mas Hitch deixa o tempo passar um pouquinho – e quando finalmente a peça se despedaça no chão, o ruído alto corta o silêncio e assusta não só os personagens que estão em cena, mas também o espectador.

Então, para encerrar: de fato, Topázio não é um grande filme. É até menor, dentro da obra do homem. Mas um Hitchcock menor, como bem diz Leonard Maltin em seu depoimento, é melhor que boa parte dos filmes de outros realizadores.

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Anotação em fevereiro de 2014

Topázio/Topaz

De Alfred Hitchcock, EUA, 1969

Com Frederick Stafford (Andre Devereaux), John Forsythe (Michael Nordstrom), Dany Robin (Nicole Devereaux), John Vernon (Rico Parra), Karin Dor (Juanita de Cordoba), Michel Piccoli (Jacques Granville), Philippe Noiret (Henri Jarré), Claude Jade (Michele Picard), Michel Subor (François Picard), Roscoe Lee Browne (Philippe Dubois), Per-Axel Arosenius (Boris Kusenov), Sonja Kolthoff (Mrs. Kusenov), Tina Hedstrom (Tamara Kusenov), Donald Randolph (Luis Uribe)

Roteiro Samuel Taylor

Baseado no romance de Leon Uris

Fotografia Jack Hildyard

Música Maurice Jarre

Montagem William Ziegler

Figurinos Edith Head

Produção Alfred Hitchcock, Universal. DVD Universal.

Cor, 127 min

**1/2

 

Um Comentário

  1. Anderson Plácido
    Postado em 26 setembro 2014 às 1:44 am | Permalink

    suas críticas sempre ÓTIMAS!

2 Trackbacks

  1. Por 50 Anos de Filmes » Sabrina em 8 abril 2015 às 5:03 pm

    […] título. Ele foi um dos autores do roteiro de Um Corpo Que Cai/Vertigo (1958), e escreveu o de Topázio (1969), ambos de […]

  2. […] câmara, colocada num carrinho a uns 25, 30 centímetros do chão, segue as pernas de Claude Jade enquanto ela caminha pelas ruas de seu bairro parisiense fazendo […]

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