O Feitiço de Áquila / Ladyhawke

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Nota: ★★★½

A ação de Ladyhawke, no Brasil O Feitiço de Áquila, se passa na Idade Média. Não se especifica a época, mas é depois das Cruzadas, algo aí entre os séculos XIII e XIV. A trilha sonora tem muito solo de guitarra elétrica – forte, bela, envolvente, pop a não mais poder, a trilha composta por Andrew Powell tem a produção de Alan Parsons, o engenheiro de som dos mais belos discos de Pink Floyd, um gênio do estúdio da Londres pós-Beatles.

Ação que se passa lá por volta de 1.250 ou talvez 1.350. Somzaço que é anos 1980 puro.

Ladyhawke é uma deliciosa, maravilhosa mistura, um coquetel de muitos elementos. É capa e espada, é ação, é fantasia, é conto de fadas, é um road movie embora na época e no local da ação não houvesse boas estradas, tem toques de comédia – mas é, sobretudo, uma belíssima história de um amor impossível, mais impossível do que o de Romeu e Julieta.

Na minha opinião, Ladyhawke é um dos divetissements mais fascinantes dos anos 1980.

E olha que nos anos 1980 houve um monte imenso de fascinantes divertissements, Spielberg & Lucas a toda, E.T., Indiana Jones, Guerra nas Estrelas, De Volta para o Futuro, Os Goonies, Os Gremlims, para lembrar só os mais óbvios.

Aqui vai uma digressão pessoal. Melhor pular para o próximo intertítulo

Me permito aqui uma rápida digressão.

Já disse isso em vários textos espalhados aí pelo site, mas volto ao tema: não há qualquer ordem, sentido, hierarquia na escolha dos filmes que são comentados aqui. Me recuso terminantemente a seguir listas dos filmes mais importantes, dos melhores, dos mais significativos – de nada. Alguns amigos me cobram pela ausência, aqui, de filmes fundamentais – e me divirto com isso, acho gostoso. Mas este site é feito para meu prazer, minha diversão. Não é trabalho. Trabalhei uma montanha de anos para ter o direito de não trabalhar mais.

zzlady2Fazer algo organizado, ver os filmes mais importantes, mais seminais (eta anos 60!), mais fundamentais, isso seria trabalho. Não é o que eu quero. Quero ter o direito de escolher a cada dia qual filme quero ver ou rever, para em seguida escrever sobre ele. Sem ter que obedecer a qualquer tipo de lógica, de obrigação.

Pois é – mas a verdade é que acabei fazendo a minha lista dos filmes-que-tenho-que-ver-para-anotar-para-estar-no-site. Tem lá as coisas obrigatórias: um Eisenstein, pelo menos; um D.H. Griffith, pelo menos; outros Bergman; outros Fellini; outros Chaplin; A Balada do Soldado; mais brasileiros, mais italianos; terminar todo o Truffaut, fazer todo o Kubrick, 2001 – e, já que estamos no tema, Blade Runner!

Volta e meia olho a lista dos obrigatórios – e em seguida a deixo de lado.

Paralelamente, criei, por pura brincadeira, uma lista dos filmes gostosos, prazerosos, que seria bom rever para escrever: Duas Garotas Românticas, Tiros na Broadway, Um Misterioso Assassinato em Manhattan, Shakespeare Apaixonado, O Reencontro, O Feitiço de Áquila. A essa lista eu volta e meia dou atenção.

Uma cruel ditadura teocrática na Idade Média

Rever O Feitiço de Áquila, de 1985, quase 30 anos depois que ele foi feito, foi um imenso prazer. O filme não envelheceu nada, não perdeu nada.

Ladyhawke não se baseia em um livro – é uma história original, criada diretamente para o cinema. A história é de autoria de Edward Khmara, que assina o roteiro juntamente com Michael Thomas e Tom Mankiewicz. Áquila é uma cidade medieval, sede um grande feudo, que vive sob uma cruel ditadura teocrática: o Bispo (John Wood, numa interpretação algumas oitavas acima do normal) é o ditador absolutista. Poderia perfeitamente dizer a frase atribuída a Luís XIV da França (1643-1715): “O Estado sou eu”.

O Bispo (o nome dele não aparece hora alguma; é chamado simplesmente assim) esfola seus súditos ao máximo – neste quesito, Átila até parece um país que nós brasileiros conhecemos bem. Os impostos são tão altos que já ninguém mais consegue pagá-los. Boa parte da população vive na mais absoluta miséria – e outra boa parte, nas masmorras do imenso presídio.

Há execuções em praça pública, como em algumas regiões dominadas por muçulmanos fanáticos de hoje.

Quando a ação começa, o capitão da guarda real-bispal, Marquet (Ken Hutchison), quer que um dos executados do dia seja um ladrão chamado Phillipe Gaston, mais conhecido pela alcunha de Rato (o papel de um Matthew Broderick muito novinho, quase um adolescente).

No momento exato em que está sendo procurado para ir ao cadafalso, o Rato está conseguindo o que nunca jamais em tempo algum havia acontecido: fugir das masmorras de Áquila.

O Rato conseguiu cavar um buraco a partir do esgoto da cela. Caiu num rio de merda, mas se libertou. Começa imediatamente uma caçada nacional atrás dele, mas os soldados da guarda real-bispal são bastante incompetentes, como se verá ao longo de toda a narrativa.

O Rato é preso novamente, mas hora H surge o grande herói para salvá-lo

zzlady3O Rato é um personagem sensacional. Os roteiristas capricharam bastante ao criá-lo, e o jovem Matthew Broderick está excelente no papel. O Rato é ladino, tinhoso, safo, safado, espirituoso – e extremamente engraçado. Fala alto sozinho o tempo todo. Em boa parte do tempo, fala diretamente com Deus. Promete a Deus que, caso seja concedida a ele a graça de obter sucesso na sua fuga, jamais voltará a roubar. Assim que consegue escapar, rouba roupas, comida, e então explica:

– “Eu sei que eu prometi, Senhor. Mas eu também sei que o Senhor sabe como eu sou uma pessoa de caráter frágil.”

Há diálogos assim, sensacionais, inteligentes, rápidos no gatilho, ao longo de todo o filme.

Depois de roubar uma coisinha aqui, outra ali, o Rato pára numa espécie de estalagem e pede uma bebida. Como fala mais do que a boca, começa a contar vantagem para o dono do lugar, e diz que fugiu das masmorras de Áquila.

Quem fala demais dá bom dia a cavalo: naquele mesmo lugar, fazendo uma refeição numa parada da caçada ao próprio Rato, estão Marquet, o capitão da guarda, e um bom número de soldados. Lançam-se sobre o ladrãozinho, mas o Rato escapole – não é à toa que seu apelido é esse mesmo. Quando finalmente os guardas (eles são mesmo bem incompetentes) conseguem agarrá-lo e estão para matá-lo, chega a Sétima Cavalaria, perdão, o pelotão de salvamento, que vale por um pelotão, embora seja composto de um único homem – um cavaleiro todo vestido de negro, o grande herói da aventura, Navarre (o papel de Rutger Hauer, apenas três anos depois de sua bela aparição como Roy, o andróide aparentemente invencível de Blade Runner).

Navarre, o herói, arrasa rapidamente o destacamento de guardas, e foge dali no seu belíssimo cavalo negro carregando o Rato.

Veremos que Navarre é um descendente de família nobre de Áquila, e tinha sido o capitão da guarda real antes de o Bispo tomar o poder. Caiu em desgraça com o ditador (os motivos só serão explicados quando o filme está com 54 minutos, já perto da metade de seus 121 minutos de duração), e exilou-se. Depois de anos fora, está agora retornando para se vingar do opressor.

Navarre entende que o encontro com o Rato, o único homem que conseguiu fugir das masmorras do Bispo, foi providencial: diz que o Rato foi enviado a ele por Deus, e que o ajudará em seus planos. O Rato diz que tudo o que não quer é voltar ao lugar de onde fugiu:

– “Sir, a verdade é que eu falo com Deus o tempo todo e, sem querer ofendê-lo, Ele nunca mencionou o senhor.”

Se por acaso o leitor não viu o filme, a partir daqui há spoiler!

Navarre cavalga durante boa parte do dia em direção a Áquila – e em boa parte do tempo tem a companhia de um falcão; a belíssima ave  permite que o diretor de fotografia, o lendário italiano Vittorio Storaro, obtenha belíssimas tomadas aéreas de uma região lindíssima.

zzlady7Antes que o sol se ponha, o herói pára para dormir; dá ordens para que o Rato cuide de seu cavalo, alimente-o, procure lenha para fazer uma fogueira.

E é aqui que entra o cerne da história, a parte mais fábula, mais conto de fadas – a mais bela característica deste ótimo divertissement para adolescentes e adultos de qualquer idade.

Todas as sinopses de Ladyhawke revelam o que o filme só abre para o espectador após 54 minutos. Ora, revelar o que só acontece quando a narrativa está chegando ao meio, na minha opinião, é spoiler – entrega segredo, estraga prazer, atrapalha a vida de quem não viu ainda o filme. Nestas minhas anotações, tenho procurado ser cada vez mais cuidadoso para não dar spoilers – e, quando dou, aviso com antecedência o eventual leitor.

No caso de Ladyhawke, vou falar sobre o que só é revelado lá pela metade do filme – não só porque todas as sinopses falam, mas também porque duvido que alguém venha aqui ler este texto antes de ver o filme.

Michelle Pfeiffer aparece pela primeira vez quando o filme está com exatamente 26 minutos.

Meu Deus do céu e também da terra, como está linda Michelle Pfeiffer no papel da trágica Isabeau! A beleza de Michelle Pfeiffer é – como costuma dizer a Mary quando se refere a coisas absurdas, exageradas – fora de jeito. Completamente fora de jeito.

É um dos rostos mais belos que já vi numa tela, ao longo destes agora mais de 50 anos de ver rostos na tela.

Quando o Rato vê Michelle Pfeiffer-Isabeau, exclama:

– “Você é de carne, ou é espírito?”

E Isabeau responde: – “Sou a tristeza”.

Ah, que beleza de mulher, que beleza de diálogo!

Como todas as sinopses do filme revelam, e o filme só revela aos 54 minutos, Navarre e Isabeau haviam sido vítimas de uma maldição. O Bispo tinha tido uma paixão avassaladora por Isabeau, mas ela estava apaixonada por Navarre, o capitão da guarda. E então o bispo, que abandonara a Igreja de Roma e havia se unido às forças do mal, lançou a maldição: a partir daí, durante o dia, Isabeau seria um falcão; durante a noite, Navarre seria um lobo.

Uma maldição terrível, apavorante, das mais cruéis que pode haver

Me permito uma nova digressão.

Maldição é uma coisa fortíssima no inconsciente coletivo. Histórias de maldição acompanham a humanidade há milênios. Muitos dos contos de fada – A Bela Adormecida, Branca de Neve, por exemplo – tratam de maldições das forças do mal.

Em uma canção impressionante, lancinante, Bob Dylan lançou sete maldições, “Seven Curses” contra um juiz absurdamente cruel:

That one doctor will not save him

That two healers will not heal him

That three eyes will not see him

That four ears will not hear him

That five walls will not hide him

That six diggers will not bury him

And that seven deaths shall never kill him.

Ou, numa tradução que perde a maior parte da beleza, mas não perde a violência:

Que um médico não possa salvá-lo,

Que dois curandeiros não possam curá-lo,

Que três olhos não possam vê-lo,

Que quatro ouvidos não possam ouvi-lo,

Que cinco muros não possam escondê-lo,

Que seis coveiros não possam enterrá-lo,

E que sete mortes nunca consigam matá-lo.

As sete maldições que Dylan lança contra o juiz injusto e cruel são das coisas mais violentas que se possa imaginar.

zzlady4A maldição que o Bispo lança sobre o belo casal Navarre-Isabeau, no entanto, é tão cruel quanto todas aquelas sete.

Dois amantes condenados a jamais se verem. Vivem juntos – mas estão condenados a não se verem, a não se tocarem.

Uma amante que está sempre presente, mas que não se pode ver. Difícil imaginar maldição maior.

A sequência que vem quase no final, o sol nascendo, o lobo começando a virar homem, a mulher ainda não transmutada em falcão, é uma de uma beleza, de uma poesia, de uma tristeza planetárias.

Não sei se essa idéia é original dos autores do filme, ou se houve outras lendas envolvendo pessoas que são transmutadas em falcão e lobo. Mas é uma idéia brilhante – apavorantemente triste, absurdamente bela.

Nenhum dos atores era astro consagrado na época do filme

Ao rever o filme agora, me ocorreu que Ladyhawke é um caso especial de talento na escolha dos atores. Marion Dougherty – este é o nome da diretora de casting. Palmas para ela.

Nenhum dos três atores centrais era grande astro em 1985, quando o filme foi lançado. Matthew Broderick era um fedelho de 22 anos; antes deste Ladyhawke, havia feito apenas dois filmes, um deles o ótimo Jogos de Guerra/WarGames, de 1983. O holandês Rutger Hauer era o mais experiente; tinha então 41 anos e uma sólida carreira iniciada em 1969, que incluía séries para a TV e filmes na sua terra natal, e já havia sido importado por Hollywood – seu papel em Blade Runner é importante.

E Michelle Pfeiffer… Ah, Michelle Pfeiffer…

zzlady6Tinha 27 anos, e um rostinho de uns 20. Começara na carreira seis anos antes, em séries e filmes para a TV, mas só a partir de 1982 passara a ter papéis importantes, em uma bobagem, Grease 2 – Os Tempos da Brilhantina Voltaram, em um Brian De Palma, a refilmagem de Scarface, com Al Pacino no papel do bandido, e em um John Landis, Um Romance Muito Perigoso/Into the Night.

Estes dois últimos e mais Ladyhawke a lançaram para o estrelato.

O quarto personagem mais importante da história, o monge Imperius, é interpretado por Leo McKern, um australiano que fez a carreira na Inglaterra. Ótimo ator.

No elenco de apoio, fazendo o papel de Cezar, um sujeito mau feito o diabo, encarregado pelo bispo de sair matando todos os lobos que encontrasse no caminho, está Alfred Molina, esse ótimo ator inglês que hoje está perto dos 150 títulos no currículo.

Planos gerais de uma beleza estonteante: a fotografia é de um mestre, Vittorio Storaro

Philippe Gaston, Navarre, Isabeau, Imperius, Cezar. Há aí uma mistura bem mistureba de nomes que fazem lembrar as atuais França e Espanha e a antiga Roma. Aparentemente, os roteiristas fizeram a mistura de propósito, para indicar que Áquila poderia ficar em qualquer dos locais que foram dominados pelo Império Romano e que seguiam a Igreja de Roma. Áquila poderia estar nos territórios que hoje são a Itália, a França, a Espanha.

Embora a produção seja exclusivamente americana, as filmagens foram na Itália. E o diretor de fotografia, Vittorio Storaro, já mencionado, é italiano como a pizza original. Storaro tem 45 prêmios, fora 22 outras indicações. Entre os prêmios, coleciona três daquelas estatuetas douradas de um sujeito careca e desprovido de falo: levou o Oscar de melhor fotografia por Apocalypse Now, Reds e O Último Imperador.

Os planos gerais de grandes paisagens que Storaro captou para o filme são de uma beleza de babar.

zzlady8Faltou dizer o nome do maestro que nos deixou esta pérola. O diretor de Ladyhawke é Richard Donner, que fez, além das Máquina Mortífera 1, 2 e 3 (filmes que nunca tive vontade de ver), delícias como Os Gonnies (do mesmo ano de 1985), Maverick e Superman – O Filme (1978), aquele com Christopher Reeve no papel central, e participações especiais de Marlon Brando e Susannah York. Não vi muitos, mas diria, sem pestanejar, que este aqui foi seu melhor filme.

Esta anotação já está grande demais, e então nem vou me aventurar pela página de Trivia do IMDb que, seguramente, deve ter excelentes histórias sobre a produção do filme. Mas quis dar uma olhada em outras opiniões, e vi que o augusto Guide des Films de Jean Tulard dá ao filme 3 estrelas, algo raro (boa parte dos filmes, no guia francês, não tem cotação alguma). É do próprio Jean Tulard o verbete sobre Ladyhawke, la Femme de la Nuit:

“Um filme muito belo, em que a reconstituição histórica particularmente bem tratada serve de suporte a uma exuberante história de amor dentro da linhagem das velhas lendas que se contavam antigamente nos contos de fada.”

Mestre Tulard diz em quatro linhas mais do que eu em duzentas.

Anotação em julho de 2014

O Feitiço de Áquila/Ladyhawke

De Richard Donner, EUA, 1985

Com Matthew Broderick (Phillipe Gaston), Rutger Hauer (Navarre), Michelle Pfeiffer (Isabeau),

e Leo McKern (Imperius), John Wood (o Bispo), Ken Hutchison (Marquet), Alfred Molina (Cezar)

Roteiro Edward Khmara, Michael Thomas e Tom Mankiewicz

Baseado em história de Edward Khmara

Fotografia Vittorio Storaro

Música Andrew Powell

Música produzida por Alan Parsons

Montagem Stuart Baird

Casting Marion Dougherty

Figurinos Nana Cecchi

Produção 20th Century Fox e Warner Bros. DVD Fox.

Cor, 121 min

R, ***1/2

Título na França: Ladyhawke, la Femme de la Nuit. Em Portugal: A Mulher Falcão.

3 Comentários

  1. José Luís
    Postado em 14 outubro 2014 às 1:27 pm | Permalink

    Comprei o DVD há pouco tempo e adorei voltar a ver este filme. Está muito bem realizado, os actores estão muito bem (e a Michelle Pfeiffer é realmente de uma beleza espantosa), está tudo certo. Um bom filme que merece ser visto e revisto.

  2. Jussara
    Postado em 18 outubro 2014 às 6:20 pm | Permalink

    Lembro que esse filme passava incansavelmente na TV quando eu era criança, mas nunca tive muito saco para ver, tenho um problema com filmes de fantasia/ficção. E como eu era muito nova, acho que a história devia ser chata aos meus olhos. Lembro também que minha mãe viu em alguma das vezes em que passou, ela gosta bastante de ficção, e chegou a elogiar e me contar uns pedaços.
    Não é o tipo de filme que me atrai, ainda mais sendo dos anos 1980, bregas por excelência. Talvez eu visse se encontrasse uma cópia com ótima resolução, mas acho que é mais provável que eu continue sem vê-lo, e me contente só com o texto (embora não tenha lido ainda a parte com spoiler).
    Nunca fui fã da Michelle Pfeiffer, ainda que goste de alguns filmes que ela fez, e também não acho que ela é tudo isso em matéria de beleza (até pensei que fosse ela na segunda foto, de cima pra baixo, mas acho que é o Rutger Hauer, não? Kill me now!).
    Matthew Broderick fez um estrondoso sucesso com “Curtindo a Vida Adoidado” (esse sim, vi e revi nos milhares de vezes em que passou), mas depois meio que caiu no esquecimento? (ou talvez não tenha feito mais o mesmo sucesso).

    Acho que você está certo em rever a lista dos filmes que vão te dar prazer.
    Ter que rever alguma coisa do Eisenstein, por exemplo, é dose; eu só vi um filme dele por obrigação, quando um professor passou em sala de aula. O cara pode ter sido o que for, mas como era chato!

  3. Patrícia Pantoni
    Postado em 26 outubro 2014 às 9:24 am | Permalink

    Ah! como gosto desse filme!… Como disse a Jussara (devemos ter + – a mesma idade) passava sempre na TV e eu vi sei lá quantas vezes!!! Todas as vezes eu curti e muito! Quero ver de novo hoje!
    Adorei quando vc diz ter trabalhado muito pra poder não ter que trabalhar e ver os filmes que gosta, comentando sem compromisso. Quero um dia poder fazer o mesmo. Assisto alguns filmes que vejo aqui e alguns outros. Queria poder ver muitos mais…
    Abraço

Um Trackback

  1. […] diálogos inteligentes. O prazer de ver aquele trio de mulheres lindas – Cher, Susan Sarandon e Michelle Pfeiffer – não tem […]

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