Tudo o que Desejamos / Toutes Nos Envies

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Nota: ★★★★

Philippe Lioret vinha de dois belos filmes – Não se Preocupe, Estou Bem!, de 2006, e Bem-Vindo, de 2009. Conseguiu suplantar-se. Tudo o que Desejamos/Toutes Nos Envies, de 2011, é um espanto, um absurdo, um filme maior, uma obra-prima.

Fala de uma ampla gama de temas – e, ao contrário do que poderia acontecer nas mãos de gente menos talentosa, a diversidade de assuntos não atrapalha, não prejudica a narrativa, a fluidez da história.

Fala de casamento jovem, filhos, divisão de tarefas em casa, os pequenos detalhes do cotidiano, a escola dos pequenos, as amizades deles, os amiguinhos que gostam de dormir na casa dos outros.

Fala de casamento uma geração anteriores, e as marcas profundas deixadas quando o pai desaparece da vida da filha, e a mãe leva as coisas de maneira irresponsável, estabanada.

Aborda doença terminal – o choque incomparavelmente violento que se tem ao receber a notícia de que a morte está ali a poucos meses, e a decisão sobre o que fazer a partir daí: vale a pena se entregar a um tratamento horroroso, invasivo, debilitante, doloroso, humilhante, em troca de alguns poucos meses a mais de sobrevida?

Fala de Justiça, do que é justo e do que é legal – e muitas vezes as duas coisas não andam juntas. Trata do embate, na Justiça e na vida cotidiana, entre empresas grandes, poderosas (no caso específico, financeiras, empresas de crédito voltadas para as classes mais baixas) e as pessoas humildes – e, ao tratar disso, questiona a forma com que a sociedade capitalista moderna da Europa unificada transfere renda dos pobres para as grandes corporações.

zztoutes2Mas, ao discutir essas questões importantes do capitalismo num momento de crise global, não faz discurseiras ideológicas. Muito ao contrário, parte sempre do pessoal para o quadro amplo, geral. Não pretende ser um gigantesco afresco – preocupa-se mais com o dia-a-dia das pessoas, em tom menor. É mais quarteto de cordas que sinfonia.

Fala dos ideais das pessoas em sua profissão – no caso específico, são focalizados dois juízes, uma jovem, ainda cheia de vigor e um senso aguçado de busca da Justiça, outro mais velho, mais experiente, cujos ideais já foram sendo obscurecidos pelas seguidas derrotas nas Cortes superiores, sempre mais rígidas em assegurar que o Establishment não seja alterado.

Veremos que, de tanto dar murro em ponta de faca, o juiz Stéphane (o papel do sempre ótimo Vincent Lindon), sujeito íntegro, honesto, bom, foi ficando descrente em suas próprias sentenças favoráveis às pessoas, ao consumidor, sempre revertidas no Tribunal de Apelações.

Mas em seguida veremos também que basta um sopro de ânimo, de juventude, de idealismo ainda forte – e que chega à vida de Stéphane com a jovem juíza Claire (Marie Gillain, numa interpretação emocionante) –, para que a poeira do desânimo seja espanada, para que o vulcão volte a lançar o fogo da esperança.

E então o filme fala também de amizade, solidariedade, ajuda mútua – encontros totalmente inesperados, mas que resultam em um companheirismo fortíssimo.

En passant, falará também dessa coisa tão pequena, mas tão inevitável, que é o ciúme. Mostra que, mesmo quando não há um motivo racional, quando não há propriamente infidelidade conjugal, somos muitas vezes, talvez o mais das vezes, incapazes de não sentir ciúme.

Ao abordar tantos temas tão importantes, marcantes, Tudo o que Desejamos nos proporciona um quadro do mais profundo humanismo, de amor, respeito pelas pessoas, mesmo em seus pequenos equívocos.

É um drama denso, pesado, triste – mas, ao mesmo tempo, ou talvez exatamente por isso mesmo, é uma daquelas obras que, ao contrário de tanta coisa que a gente vê – na arte e na vida real –, nos faz pensar que talvez a humanidade não seja uma invenção deu errado.

Com estes três filmes, Philippe Loiret já é um dos grandes realizadores franceses

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Não são nada comuns os casos de realizadores que começaram no cinema como técnicos na área de som. Há os que chegam à direção com a experiência de roteiristas, como John Huston e Joseph L. Mankiewicz; há os começam pela fotografia, como Chris Menges e Jack Cardiff, e os que começam como montadores, como David Lean e Robert Wise. E, claro, não faltam exemplos de atores que passam a dirigir, como Clint Eastwood e Robert Redford – a lista, aqui, não teria fim –, assim como os que vão da crítica diretamente para a direção, como Jean-Luc Godard e François Truffaut.

Philippe Lioret veio do departamento de som. Nascido em Paris em 1955, estreou como assistente de som em 1982, aos 27 anos, portanto. Ainda nos anos 1980 chegou a diretor de som. Fez seu primeiro filme como diretor e co-autor do roteiro em 1993, uma comédia, Tombés de Ciel. Fez depois uma série de TV, dois curta-metragens. Em 2001, teve algum sucesso com Mademoiselle, uma comédia com Sandrine Bonnaire e Jacques Gamblin.

Não é do tipo prolífico, que faz um filme a cada ano, como Woody Allen. Ao contrário, é autor de poucas obras – poucas e boas. É do tipo ourives. No período de seis anos, entre 2006 e 2011, fez apenas três filmes – três grandes filmes.

Por esses três filmes – Não se Preocupe, Estou Bem!, Bem-Vindo e este Tudo o que Desejamos –, já tenho para mim que Lioret é um dos grandes realizadores do cinema francês. A crítica endeusa os Christophe Honoré da vida. Eu sou mais Philippe Lioret. Ele é sério, denso, impactante, sem ser chato, aborrecido, metido a besta, fanfarrão.

Não há sequer um estalar de fogos de artifício em Tudo o que Desejamos, uma invencionice, um criativol, um movimento de câmara para dizer ao espectador “Vejam como eu sou genial!”

Tudo o que Desejamos é filme de narrativa sóbria, elegante, clássica.

As jovens juízes, quando são sérias, trabalham demais

Ouvimos vozes antes de ver os personagens. Duas vozes de crianças e a do pai delas, enquanto, sobre a tela preta, surgem os nomes das produtoras do filme. Uma delas é a região de Rhône-Alpes – e com isso já sabemos que o filme se passa lá, e não na Paris de sempre.

zztoutes3Já nem seria necessário, mas, com uns poucos minutos de ação, há um letreiro: “Lyon, segunda-feira, 13 de setembro”. Não se diz o ano. Não é necessário. É agora, é tudo recente.

De tempos em tempos, novos letreiros anunciarão as datas dos fatos: segunda-feira, 20 de setembro; segunda-feira, 2 de outubro.

Iniciada na segunda, 13 de setembro, a narrativa irá até uma sexta, 14 de janeiro.

O pai que conversa com os filhinhos é Christophe (Yannick Rénier), um jovem aí de uns 35 anos. As crianças, Mona (Anna-Bella Dreyfus) e Arthur (Thomas Boinet), têm aí uns seis e cinco anos.

A mãe, Claire, chega exausta do fórum em que trabalha como juíza. Christophe pergunta se ela quer comer, ela diz que está cansada demais. As jovens juízas, quando são sérias, trabalham demais. Sei disso por experiência própria, porque minha filha é uma juíza bela, jovem e séria como Claire.

Na conversa de dia-a-dia, absolutamente normal, entre jovens pais e filhos, surge a questão de Léa (Léna Crespo), a maior amiga de Mona; a mãe pergunta a Mona se ela deu a Léa os 12 euros necessárias para que ela participasse de um passeio promovido pela escola.

Corta, e vemos Claire buscando os meninos na escola. Uma outra jovem mãe vai atrás dela pelos corredores da escola. Chama-se Céline (Amandine Dewasmes), é a mãe de Léa, e está com seu orgulho de pobre ferido pelo fato de Claire ter pago pelo passeio da filha. Diz que Claire não precisava ter feito aquilo – e devolve para ela os 12 euros.

Corta, e vemos Claire no trabalho; usa beca – e ficamos sabendo que na França, ao contrário de no Brasil, mesmo os juízes de primeira instância usam beca, assim como os advogados.

Por uma dessas coincidências de que são feitas a vida e as histórias dos livros e dos filmes, um dos casos que Claire vai julgar envolve exatamente Céline, a mãe de Léa. Estão diante da juíza Claire a mulher que é mãe da maior amiga de sua filhinha e um advogado experiente, pelo menos dez anos mais velho que a juíza, talvez uns 20. O advogado representa a financeira que emprestou dinheiro para Céline, a juros escorchantes, é claro, e agora exige o pagamento das prestações em atraso, mais multas igualmente escorchantes.

Claire, naturalmente, não tinha a menor idéia de que iria julgar um caso envolvendo Céline – que na verdade ela só ficou conhecendo num encontro rapidíssimo dias antes. E Céline evidentemente está surpresa por estar diante de Claire – não no papel da mãe da amiguinha de sua filha, mas no de uma juíza.

O processo mostra que Céline tem diversas dívidas, não apenas junto àquela financeira. Já atrasou o pagamento do aluguel, da conta de luz. Trabalha em meio-expediente, o pai de suas duas meninas sumiu no mundo, não ajuda com um centavo.

Céline diz que vai pagar as prestações da financeira. A juíza Claire observa que, com o dinheiro que ela recebe, não terá condições de pagar as prestações sem deixar de pagar também o aluguel.

O advogado diz que Madame La Présidente (aprendemos que assim são chamados os meritíssimos juízes na França) não pode aconselhar a mulher a não pagar as prestações.

A juíza diz que seu trabalho é achar uma solução adequada para cada situação.

O advogado solicita um adiamento da audiência.

“Crédito é consumo e o consumo é o sistema. Não se toca nisso”

Na sequência seguinte, Claire está diante de uma médica, em um hospital de Valence. Valence é onde mora Carole (Laure Duthilleul), a mãe de Claire, e fica a uma hora de carro de Lyon.

zztoutes4A médica mostra uma tomografia do cérebro de Claire e dá a notícia: ela tem um gliobastoma, um tipo de tumor. Na região em que está, não pode ser retirado com operação.

Claire não contará a ninguém sobre a consulta e o resultado – nem mesmo para o marido Christophe. Tem medo que ele não aguente. Os homens são em geral muito mais fracos que as mulheres. Esta é uma verdade universal, e Claire sabe bem dela.

Dias depois, Claire é chamada por um superior, e advertida de que errou ao julgar um caso envolvendo uma conhecida, e errou em não mandar a réu pagar o que deve à financeira. Claire receberá uma advertência e uma suspensão.

Ela vai então procurar um juiz bem mais experiente, veterano. Indicam para ela o juiz Stéphane (o papel, como já foi dito, de Vincent Lindon), que havia julgado vários casos que eles chamam de dívida extrema.

Encontram-se num bar, o juiz veterano e a juíza nova. Ela explica rapidamente a situação, e ele diz:

– “Sua apelação seria indeferida.”

– “Talvez não.”

– “Sim. O Tribunal de Apelação é severo com as dívidas. Eles prezam os contratos. Assinou, tem que pagar.”

– “Mas esses contratos são cheios de irregularidades.”

– “Eu sei disso. Todo mundo sabe.”

– “São impressos em corpo 5, não dá para ler.”

– “Em quê?”

– “Em corpo 5. O tamanho das letras. Dois milímetros. Minúsculas.”

– “Ninguém se importa com as letras”, diz Stéphane. E aí explica os procedimentos, os argumentos que as financeiras usam. Demonstra que não adianta, é caso perdido. E acrescenta: – “Há dez anos, eu julgava como você. Indeferia o tempo todo. Não gosto de ver os pequenos engolidos pelos grandes. Mas crédito é consumo e o consumo é o sistema. Não se toca nisso.”

Claire sabe por experiência própria que crédito é consumo. Sua mãe sempre foi de gastar mais do que podia. Dias antes do encontro com Stéphane, na viagem a Valence, tinha ido ver a mãe, e topara na sala do apartamento pequeno e bagunçado com uma TV dessas modernas, HD, fininhas, de um monte de polegadas. Algo que a mãe a rigor não tinha como pagar.

zztoutes55Claire fica obviamente decepcionada com o que Stéphane lhe diz, e encerra o encontro de forma abrupta, até mesmo indelicada. Estamos com exatos 20 minutos de filme.

Virão em seguida mais 100 minutos de um cinema adulto, inteligente, talentoso. Uma belíssima história, contada através de um roteiro brilhante e diálogos perfeitos, tudo tornado soberbo por interpretações maravilhosas de todos os atores.

Lioret se mostra um mestre na direção de atores. O inglês Mike Leigh, um mago nessa arte fundamental, creio que aplaudiria de pé o desempenho do conjunto de atores deste filme.

O filme se inspirou em livro que conta uma história real

Nos créditos finais, está dito que o roteiro – de autoria de Lioret e de Emmanuel Courcol – é inspirado livremente no livro D’autres vies que la mienne, de Emmanuel Carrère.

Quando se diz inspirado livremente, fica extremamente claro que os roteiristas usaram alguns elementos do livro, mas mexeram muito na história. Criaram situações a partir dos elementos básicos; condensaram partes, alongaram outras.

Emmanuel Carrère é da mesma geração de Philippe Lioret; nasceu em 1957, tem dois anos menos que o diretor. Diferentemente de Lioret, no entanto, é prolífico. Produz muito, demais da conta. Escreve romances, ensaios, adaptações de obras e roteiros para o cinema – e é também um tanto memorialista, ou repórter-memorialista. Escreveu quatro livros de narrativas não ficcionais.

O primeiro deles, L’Adversaire, foi publicado em 2000. Nele Carrère narrou em detalhes uma história real, un fait divers, como eles dizem,  envolvendo um homem, Jean-Claude Romand, que durante oito anos mentiu para a família, dizendo ser médico e saindo todos os dias para trabalhar; o caso teve um desfecho chocantemente trágico em 1993.

zztoutes6Carrère fez da tragédia ocorrida numa pequena cidade do interior da França algo como Truman Capote havia feito com o crime brutal ocorrido em uma fazenda do Kansas em 1959. Seu livro L’Adversaire seria filmado por Nicole Garcia, em 2002, com Daniel Auteil no papel central.

O livro D’autres vies que la mienne foi lançado na França em março de 2009. Ao contrário que havia feito em L’Adversaire, Carrère escreve na primeira pessoa, como se vê no próprio título da obra – sobre outras vidas que não a minha. O relato começa em Sri Lanka, onde o autor passava férias com sua companheira, a jornalista Hélène Devynck, e os dois filhos, no momento em que a ilha do antigo Ceilão foi devastada por um tsunami. Carrère mostra o drama de uma outra família francesa que também passava férias lá e perdeu no tsunami a filha única, Juliette.

Ao voltar para Paris, o autor se viu diante de outra tragédia, segundo a Wikipedia em francês, de onde retirei essas informações: sua cunhada Juliette, casada e mãe de três filhinhos muito jovens, estava com câncer terminal. Depois da morte de Juliette, Carrère e outros membros da família ficaram conhecendo Étienne Rigal, que havia sido colega da moça, embora fosse bem mais velho do que ela. O autor ouviu de Étienne as histórias de como ele e Juliette lutaram juntos em favor de famílias humildes contra os grandes estabelecimentos de créditos. E ouviu de Patrice, o marido de Juliette, os relatos sobre os últimos meses da jovem.

A história de Juliette, que ocupa boa parte do livro, é, evidentemente, a que inspirou Lioret e seu colega Emmanuel Courcol a escrever o roteiro de Tudo o que Desejamos.

O filme tem uma sensibilidade que parece feminina ao mostrar pequenos detalhes

Dá muita vontade de ler o livro de Carrère, mas, mesmo sem conhecê-lo, é seguro dizer que o roteiro criado por Lioret e Courcol é um brilho. Como já foi dito lá em cima, o filme trata de muitos temas diferentes – e faz isso de forma magistral. Um tema não eclipsa o outro. Todos são importantes, e são bem mostrados.

É fundamental, na história criada e/ou recriada por Lioret e Courcol (este, aliás, faz um pequeno papel, como um dos juízes que aparecem pouco na ação), os profundos laços que se criam entre Claire e a moça bem mais pobre, humilde, desamparada Céline, e entre Claire e Stéphane.

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As duas histórias de amizade – a da juíza condenada à morte tão jovem e da moça humilde que acaba virando quase parte de sua família, e a da juíza jovem e do juiz veterano – são belíssimas. Belíssimas odes, elegias à solidariedade que pode haver (e deveria haver mais) entre pessoas neste mundo de Deus e o diabo.

Com uma sensibilidade que parece até feminina, o filme mostra detalhes emocionantes. Stéphane coloca a mão sobre a mão de Claire, para tentar transmitir força, ou, se for possível, pelo menos um sinal de apoio, suporte, simpatia, solidariedade. Christophe, o marido, chega nesse exato momento, e interpreta aquele gesto de carinho como infidelidade conjugal.

En passant, como se não tivesse qualquer importância, mostra-se que Christophe adora o cheiro dos seios de Claire. Enfia o nariz no peito de Claire para cheirar o perfume que ela borrifa todos os dias. Muito mais tarde, Claire presenteará Céline com o mesmo perfume que sempre usou, o perfume que Christophe adora sentir. E borrifará o perfume no seio de Céline, que viverá mais que ela.

O IMDb não cita que Philippe Lioret esteja fazendo neste momento um novo filme. Não há novo filme dele em fase de pré-produção.

Tomara que esteja trabalhando num novo roteiro. Espero com ansiedade seu próximo filme.

Anotação em março de 2013

Tudo o que Desejamos/Toutes Nos Envies

De Philippe Lioret, França, 2011

Com Marie Gillain (Claire), Vincent Lindon (Stéphane), Amandine Dewasmes (Céline),  Yannick Rénier (Christophe)

e Pascale Arbillot (Marthe), Laure Duthilleul (Carole, a mãe de Claire),

Isabelle Renauld  (doutor Hadji), Emmanuel Courcol (doutor Stroesser), e as crianças Anna-Bella Dreyfus (Mona), Thomas Boinet (Arthur), Léna Crespo (Léa), Oriane Solomon (Zoé)

Roteiro Philippe Lioret e Emmanuel Courcol

Inspirado livremente no livro D’autres vies que la mienne, de Emmanuel Carrère

Fotografia Gilles Henry

Música Flemming Nordkrog

Montagem Andrea Sedlácková

Produção Fin Août Productions, Mars Distribution, France 3 Cinéma, Mac Guff Ligne, Rhône-Alpes Cinéma. DVD Imovision.

Cor, 120 min.

****

Um Comentário

  1. Ivan
    Postado em 7 junho 2013 às 4:24 pm | Permalink

    Este filme também me envolveu completamente.
    Assisti em 30 de abril deste ano mas está viva na memória.
    Assim como voce também gostei demais dele.
    É uma história triste mas também brilhante.
    Tem carinho, ternura e , como voce disse, tem amizade e solidariedade.
    Gosto muito do Vincent Lindon.
    Assisti com ele,”Bem-vindo” e “Algumas horas de Primavera”,(outro ótimo filme).
    Em “Bem-vindo”, até elogiei este “Tudo o que desejamos”.
    Torci muito pelo sucesso deles.
    Todo o elenco está muito bem.
    Marie Gillain e Amandine Dewasmes são duas mulheres muito bonitas.
    ” Não se Preocupe, Estou Bem “, ainda não vi mas vou procurar nas locadoras, quero ver com tôda certeza.
    “O perfume,os seios da Céline,e Christhope”.
    Senti algo no ar e minha imaginação criou asas…
    Um abraço !!

Um Trackback

  1. Por 50 Anos de Filmes » O Jantar / La Cena em 29 março 2014 às 4:41 pm

    […] (interpretado por Giancarlo Giannini, na foto acima) e sua super jovem amante, Allieva (uma Marie Gillain extremamente jovem, então com 24 de idade apenas). Allieva era aluna do professor, e apaixonou-se […]

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