De Coração Aberto / À Coeur Ouvert

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Nota: ★☆☆☆

De Coração Aberto, da diretora Marion Laine, ela também autora do roteiro, é o retrato de uma folie à deux. O espectador, coitado, que não tem nada a ver com aquilo, é forçado a partilhar da loucura de um casal que se ama mas se destrói.

Mila (Juliette Binoche) e Javier (Édgar Ramírez) são belos e absolutamente apaixonados um pelo outro. Vivem juntos e trabalham juntos: são, os dois, cirurgiões cardíacos no mesmo hospital. O título do filme, De Coração Aberto, À Coeur Ouvert, não é figurativo: é explícito, absolutamente explícito. Na primeira seqüência, a diretora já submete o espectador à tortura de ver aquela explicitude toda de um peito de paciente sendo aberto. Em big close up!

Mila é uma boa cirurgiã, mas Javier, ah, Javier é demais! Ele é um bambambã, e se acha o maior bambambã que já houve na história da medicina.

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Talvez para compensar o stress de abrir peitos e pegar corações pulsantes nas mãos, Mila e Javier, embora já em idade de serem adultos, têm atitudes, comportamentos, de namorados adolescentes. Vão para boates, dançam freneticamente, enchem a cara e, de cara cheia, andam a toda de motocicleta pelas ruas à noite.

Adultos, os dois se comportam como adolescentes. A câmara também

Como namorados adolescentes, dão gritinhos, fazem brincadeirinhas tipo cuspir cerveja na cara do outro.

A câmara da diretora Marion Laine é tão adolescente quanto o casal: nervosa, nervosa.

Toda a competência extrema do cirurgião Javier e toda a alegria juvenil do casal não conseguem, no entanto, esconder um problema sério, pesado: Javier bebe demais. É alcoólatra. Antes de operar, manda ver um golão.

Ah, mas então pelo menos é um filme que encara de frente o problema sério que é o alcoolismo?

Mas que nada, como diria o jovem Jorge Ben. Qual o quê, como diria o jovem Chico. O chefe do hospital ameaça suspender Javier, mas ele nem liga. É suspenso – e passa a beber mais ainda.

Mila nunca quis ter filho, e na verdade já não está mais na hora de ter um primeiro filho – afinal, o tempo passa, a Lusitana roda, e La Binochinha já estava, em 2012, ano do lançamento do filme, com 48 anos.

Mas fica grávida. Pensa em abortar – mas Javier quer demais ter um filho, e Mila ama muito aquele filho da mãe, e pensa que ter o filho poderia fazer bem para o maridão bêbado.

E a vida do casal vai ficando um inferno cada vez pior – e, assim como Mila não tem a sanidade de se separar do marido infernal, não tive a sanidade de apertar a tecla stop, e amarguei essa porcaria até o fim de seus torturantes 87 minutos.

Peço desculpas ao eventual leitor, mas tinha que desopilar o fígado.

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A diretora e roteirista mudou o sexo e a nacionalidade do personagem

Vejo no AlloCine que a crítica francesa se dividiu em suas opiniões sobre o filme. Le Parisien deu 4 estrelas em 5; já Le Monde, Première e Télerama deram 2 estrelas em 5.

Foi o terceiro filme dirigido por Marion Laine.

O AlloCine, belo site sobre o cinema francês, informa que o filme se baseia na novela Remonter l’Orénoque (voltar ao Orinoco), o segundo romance de Mathias Énard, publicado em 2005.

Remonter l’Orénoque. Orinoco, o rio cuja bacia banha a Colômbia e principalmente a Venezuela.

No livro, quem é sul-americano é a mulher do casal, e não o homem. Segundo o AlloCine, a diretora Marion Laine ficou tão encantada com a interpretação do ator venezuelano Edgar Ramírez na minissérie Carlos, sobre o terrorista conhecido como o Chacal, que resolveu convidá-lo para o papel do cirurgião no filme que faria. Para isso, ela alterou a história original: “No livro, é a mulher que é imigrante, e então eu procurava uma atriz espanhola que falasse francês. Mas quando vi Edgar Ramírez, decidi inverter tudo por causa dele”.

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Já que havia trocado o sexo do imigrante do livro, a diretora mudou também o país de origem do médico. Em vez da Venezuela natal do ator, o personagem Javier virou argentino, e o filme é uma co-produção França-Argentina. Em vez do Orinoco, o que aparece no filme é o Rio Iguaçu, nas cataratas, mostradas do lado argentino.

Foi Edgar Ramírez que propôs o nome de Juliette Binoche à diretora. “Ele sonhava trabalhar com ela”, contou Marion Laine. “Não tivemos tempo de ensaiar antes do início das filmagens. Juliette e Edgar só se viram uma vez para os testes de câmara. Foi uma grande sorte que eles se entenderam tão bem e que eles me deram sua confiança total.”

Na minha opinião, La Binoche entrou numa gelada. Mas isso é só minha opinião, e, como eu digo sempre, ela não vale nem dois guaranis furados.

Anotação em agosto de 2013

De Coração Aberto/À Coeur Ouvert

De Marion Laine, França-Argentina, 2012

Com Juliette Binoche (Mila), Édgar Ramírez (Javier),

e Hippolyte Girardot (Marc), Amandine Dewasmes (Christelle), Aurélia Petit (Sylvie), Bernard Verley (Masson), Elsa Tauveron (a enfermeira chefe)

Roteiro Marion Laine

Baseado em novela de Mathias Énard

Fotografia Antoine Héberlé

Música Bruno Coulais

Montagem Mathilde Van de Moortel

Produção Manchester Films, Thelma Films, MK2 Productions, France Télévision. DVD Imovision.

Cor, 87 min

*

24 Comentários

  1. Jussara
    Postado em 2 novembro 2013 às 6:04 pm | Permalink

    Eu também não tive “a sanidade de apertar a tecla stop” e assisti ao filme até o final. Estava louca para saber o que você tinha achado, faz uns 5 meses que vi, e tivemos impressões bem parecidas.
    Não lembro se eu estava um pouco triste, mas achei o filme super pesado, sofri e senti muita raiva da Mila, por tudo o que ela aguentava do marido infantilóide e babaca. Ela também não era um poço de maturidade, mas talvez por gostar dele aceitasse muito mais coisas do que deveria. O cara era tão imbecil que fazia brincadeiras estúpidas, chegando ao ponto de bater nela – e ela não reagia! Também penso que ela se anulava por causa dele, sempre dizendo “sim”.
    Enfim, achei o filme extremamente depressivo, tanto que quando terminei de ver estava meio mal; mas pelo menos mostra como um casal não deve ser, como um homem não deve agir, e como uma mulher deve saltar fora da relação aos primeiros sinais de babaquice, imaturidade, infantilidade, violência física (por menor que seja) ou psicológica (embora o espectador não fique conhecendo a história dos dois desde o começo, se o cara era um babaca ela já o conheceu e se casou com ele assim). O fato de ambos negarem o alcoolismo do Javier só piorava a situação.
    A Mila aguentou coisa demais – e pagou da pior forma possível (pela forma como interpretei o final). Fiquei com muita raiva do marido medonho, mas com muito mais raiva dela por conta da sua passividade.

    PS: eu vi o filme com o título em inglês: A Monkey on my Shoulder. Super sugestivo.

  2. Ivan
    Postado em 5 novembro 2013 às 12:47 pm | Permalink

    Muito bom dia !!
    Vi este filme em 24 de agosto deste ano.
    Aqui, ao contrário de voce Sergio, e da Jussara, eu não achei o filme ruím, não.
    Até mesmo pela presença sempre marcante da Juliette Binoche.
    Não gostei foi da história deles, muito, muito chata mesmo. Imagine só, se eles não se amassem.
    Duas crianças grandes. E ele além de tudo um tremendo irresponsável e, como voce disse se achando o tal, o bambambã.
    E ela como a Jussara disse, um tanto imatura e se anulava , perdia sua ” identidade ” perante ele.
    É aquela coisa, colhe-se o que se planta.
    Não achei o filme depressivo, não.
    Aliás, acho que um filme por ser depressivo, pesado e triste,não seja bom por causa disso.
    Veja bem, nem voce nem Jussara disseram isto.
    É opinião minha, não me entendam mal.
    Cito como exemplo ” Amor ” do Michae Haneke.
    Mesmo sendo triste, pesado, forte , nos brinda com as atuações magníficas do Jean-Louis Trintignant e Emmanuelle Riva.
    Um abraço para voce e outro para a Jussara.

  3. Jussara
    Postado em 5 novembro 2013 às 8:33 pm | Permalink

    Oi, Ivan, entendi o que você disse e concordo. Um filme depressivo, pesado e triste nem sempre é um filme ruim. Mas não é algo que eu queira ver de novo, é muito sofrimento. Aliás, não achei o filme de todo ruim, pois não é mal feito, eu daria duas estrelas. Só que a história é de amargar e não leva a lugar nenhum. Não sei nem se consigo chamar aquilo de amor. Para mim era uma relação sadomasoquista, uma simbiose muito louca, uma doença mesmo; os dois precisavam de tratamento, por motivos diferentes.
    Abraços.

  4. Sérgio Vaz
    Postado em 6 novembro 2013 às 12:01 pm | Permalink

    Adoro quando vocês conversam, Jussara e Ivan! Acho a maior delícia. Por favor, continuem sempre assim!
    Um abraço.

  5. Jussara
    Postado em 15 novembro 2013 às 4:25 pm | Permalink

    Que bom que temos o seu aval, Sérgio! Confesso que eu ficava meio sem graça por ocupar o espaço de outros comentários, mas não resisto a uma boa conversa sobre filmes. ;D
    Abraços.

  6. Ivan
    Postado em 16 novembro 2013 às 10:57 am | Permalink

    Oi, Jussara !!
    Bom dia amiga, tudo bem com voce ?
    Eu confesso outra coisa.
    Fiquei meio que esperando se voce diria alguma coisa sôbre o comentário do Sergio, de gostar quando conversamos. Não sei,fiquei sem jeito. Não sei explicar direito.
    Assim tipo, ficar emproado, metido, sei lá.
    Aqui comigo sei que não seria nada disso mas fiquei com receio de dar essa impressão. Voce entendeu ?
    Então em vez de responder aqui, fiz isto pelo outro e-mail, direto com o Sergio.
    Do mesmo modo que voce , disse-lhe que achava legal ele gostar e aprovar. Disse tbm outras coisas. Para não repetir tudo aqui, te dou tôda liberdade de pedir ao Sergio para mandar essa minha resposta para o teu e-mail, claro, se fôr do teu agrado, certo?
    Sabe , de início eu também fiquei meio inseguro quanto a isso, se o Sergio ía gostar ou não mas como ele nunca disse nada reprovando, continuei.
    Veja, acho até que outros participantes aqui do site deveriam fazer/ter esta interação.
    Penso que tão legal quanto a pessoa dar sua opinião a respeito de um filme, é ela também dialogar com outros, sôbre isso.
    Convivemos aqui no site, então tenho certeza de que esta interação ” humanizaria ” ainda mais o ” 50 Anos de filmes ” . Eu, voce e outros participantes aqui do site entendemos que o Sergio não possa responder a todos os nossos comentários mas, nós podemos sim, dialogar uns com outros.
    Já vi casos assim aqui no site mas são escassos.
    Acredito que o Sergio também gostaria.
    Caramba, estou meio trêmulo escrevendo isto. Será que estou nervoso ?
    Voce concorda com este meu ponto de vista, Jussara ?
    Com certeza me alonguei bastante.
    Sergio, voce entedeu o que eu quis dizer sôbre a interação “humanizar” ainda mais o site, certo ?
    Bem, Jussara, um forte abraço para voce e, espero nos encontrarmos em outros filmes para “papearmos”. Saúde, amiga.
    Um forte abraço para voce também, Sergio.

  7. Jussara
    Postado em 16 novembro 2013 às 7:40 pm | Permalink

    Oi, Ivan,
    Pelo que entendi você quis dizer que não respondeu aqui para não dar a impressão de que havia ficado “se achando” com o aval do Sérgio, não? Mas eu não iria pensar isso, não, pode ficar tranks.
    Eu até já falei que ele podia colocar uma ferramenta aqui, na qual você responde àquele comentário específico, e se a pessoa quiser dar a tréplica, ela responde embaixo, e vai-se criando uma “caixa de conversa” ali. Quem chega depois comenta embaixo dessa “conversa”. Acho que fica mais “limpo” e fácil de entender. E quem quiser interagir e entrar no papo também pode, claro.

    Eu leio vários blogs, e embora comente em apenas um ou outro, há aqueles onde já me sinto “íntima”(por ler há muito tempo, ou por já ter algum contato com o dono, ainda que virtual) e interajo com os outros comentaristas, isso acontece naturalmente, porque a conversa acaba surgindo entre quem tem gostos afins. E conversar sobre filmes é muito legal, meus amigos não são fãs como eu, nem veem a quantidade de filmes que vejo.

    Também acho que isso dá um toque mais “humano” do que apenas vir aqui e comentar sobre o filme friamente. Acredito que alguns não têm o hábito de voltar ao site para ver se teve mais comentários, mas há alguns outros leitores que comentam com frequência também. Mas o site já é mega humanizado pelos super textos do Sérgio, cheios de opiniões, humor e sensibilidade. Eu até já uso algumas frases dele, como por exemplo “a juventude é uma doença que o tempo cura” (hahaha, socorro!) e “Meu Deus do céu e também da terra”, essa eu adoro.
    Quanto ao e-mail, ele pode me mandar sim, quando puder.
    Valeu, Ivan! Nos encontramos em outros filmes.
    Abraços aos dois.

  8. Ivan
    Postado em 18 novembro 2013 às 7:26 pm | Permalink

    Olá Jussara, bôa tarde.
    Legal, gostei do Tranks. Foi exatamente isso.
    Achei mesmo que voce não pensaria isso mas sei lá, foi o que bateu.
    Interessante isso que voce falou da ” caixa de conversa ” .
    Eu participava de dois sites sôbre filmes onde colocávamos nossa opinião mas, era só isso,não havia respostas mínimas que fôssem, não havia participações era isso que voce disse, ficava aquela coisa fria, gelada. E, assim que conheci o “50 Anos”, abandonei esses dois outros.
    Assim como voce, também vejo muitos, muitos filmes, (Sergio é maior testemunha) e também gosto de conversar sôbre eles e não tenho com quem fazer isto . Sem contar este momento atual, ainda que, de repente, não falemos de algum filme específico, mas existe a conversa, a participação e isto é muito, muito bom mesmo.
    E é como voce diz também, tem pessoa que coloca seu comentário às vezes só por colocar mesmo e, tudo bem, fim.
    O gostoso é isto , é voce colocar seu comentário e depois trocar opiniões.
    Assino em cima, embaixo e dos lados também o que voce disse sôbre o Sergio.
    Com respeito a essa frase dele sôbre a juventude ser uma coisa que o tempo cura, que também acho muito legal, eu li uma parecida e lembrei logo dele e acho que comentei com ele.
    É esta:
    ” A juventude é uma coisa maravilhosa. Que pena desperdiçá-la em jóvens ” .
    E tem uma outra que também gosto muito, onde ele diz que a humanidade é uma invenção que ainda não deu certo , ou algo assim , estou meio esquecido. Grande Sergio !!
    Sim, já era para ter dito à voce há muito tempo e sempre esqueci.
    É uma brincadeirinha com voce amiga.
    No seu comentário sôbre o filme ” Rio Congelado “, lá voce diz :
    “Já era pra eu ter vindo aqui faz tempo me corrigir, mas sabe como é a preguiça de uma taurina”.
    Se depender de minha esposa, voce está sendo severa demais consigo mesma. Ela também é taurina e não tem nada de preguiçosa …
    É isso Jussara , mais uma vez um grande abraço para voce. Saúde e tudo de bom sempre.
    Trocaremos mais opiniões sim, com certeza.
    Um abraço, Sergio !!

  9. Jussara
    Postado em 20 novembro 2013 às 7:03 pm | Permalink

    Olá, Ivan,
    Eu acho que vejo bem menos filmes que vocês, mas vejo uma quantia acima da média das outras pessoas. Eu gosto muito de séries, então às vezes fico mais ligada nelas do que nos filmes, sou meio de fase.
    “A juventude é uma coisa maravilhosa. Que pena desperdiçá-la em jovens” é muito boa também.
    Acredito que esse seu comentário me passou batido. Que legal que sua mulher também é de touro, o melhor signo do zodíaco. hehe Eu sou meio preguiçosa pra fazer as coisas que não sou obrigada, daí acabo postergando um pouco, mas a preguiça acho que é a minha preferida dentre os 7 pecados capitais (a gula também, comer por prazer; mais uma característica taurina, não conheço um que não goste de comer bem).
    Sobre comentários: eu tive a sorte de só ter conhecido pessoas legais pela internet, muitas por causa de blogs, e de algumas eu virei amiga. Claro que sempre tem os babacas de plantão, pois as pessoas são no mundo virtual aquilo que são no real. Hoje eu vejo a internet apenas como mais um ponto de encontro, acho que por isso as amizades são possíveis por aqui também.
    Sobre a frase “a humanidade é uma invenção que não deu certo”, ela varia de acordo com o filme, não é? Alguns filmes nos levam a pensar que sim, outros que não. Eu tendo a achar que não deu, está complicado demais viver nesse planeta. Se um dia quiser ver uma série excelente, assista a “Roma”. Assista e constate que só trocamos de roupa e de costumes; a violência gratuita, o ódio, a corrupção, as desavenças, o egoísmo e orgulho continuam iguais.
    Saúde e tudo de bom pra você também.
    Abração!

  10. Ivan
    Postado em 22 novembro 2013 às 1:59 pm | Permalink

    Olá Jussara, uma bôa tarde, amiga.
    É, eu já sou ao contrário, me ligo muito mais em filmes. Aliás, eu disse algo sôbre isto no meu comentário de ontém em ” Downton Abbey “.
    Minha mulher diz o mesmo que voce sôbre “touro”. Eu não me ligo nesse negócio de signos, previsões e mais exatamente ainda quando falam de características. Li uma vez sôbre os aquarianos como eu e, totalmente o oposto do que sou.
    O que sempre apreciei e gosto até hoje em Antonia, minha mulher, é a sua determinação, sua garra, sua fôrça. É uma mulher firme e muito decidida. Eu por minha vez, gosto do signo de voces duas ; já ganhei algumas rifas jogando nele. ( risos )
    Uma coisa voce e Antonia têm em comum quanto ao signo: a gula. Quando comecei a namorá-la ela já era assim, sempre gostou de comer e com prazer. Ela come muito sim, mas come bem, sabe comer, voce entende o que estou dizendo.
    ” Ah !! como é gostoso comer. Que Deus me conserve sempre assim ” .
    É uma expressão que ela usa sempre que acaba de comer.
    E olha, ela cozinha muito bem.
    A feijoada , a rabada , a costela , o mocotó (que ela é viciada), a moqueca, o baião de dois, o caldo verde , enfim , é de fazer lamber os beiços. Ela é de São Luiz .
    ” Há muitas diferenças sim, há muitas desigualdades sim , há muita falsidade sim, há muita gente que se julga melhor que outros sim, gente que não estende a mão sim, gente que só olha para o próprio umbigo sim. Tôda essa gente e outros ainda piores, nem a ” mãe ” terra quer. Porque nem para adubo servem ” .
    A humanidade não deu certo.
    Obrigado pela indicação de ” Roma “.
    Retribuo indicando a voce e ao Sergio o que para mim é um filmaço, não sei se já viram.
    O primeiro longa de Truffaut e o primeiro da série de seu alter-ego com Jean-Pierre Léaud, ” Os Incompreendidos ” .
    O Sergio fez uma observação sôbre ele no texto de ” O Homem que Amava as Mulheres ” .
    Uma ótima tarde e um abraço, Jussara !!
    O mesmo para voce, Sergio !!

  11. Ivan
    Postado em 22 novembro 2013 às 2:14 pm | Permalink

    Só uma pequena correção.
    ” O primeiro da série de seu alter-ego, Antoine Doinel,vivido pelo Jean-Pierre Léaud.

  12. Jussara
    Postado em 24 novembro 2013 às 2:55 pm | Permalink

    Olá, Ivan,
    Eu não posso dizer que acredito piamente em signos, mas digo que as características que atribuem ao meu signo têm a ver comigo: persistência, teimosia, gula, pé no chão (o elemento do taurino é a terra) etc. Isso que você falou de determinação e força também. E quando um taurino coloca uma coisa na cabeça ninguém tira; vai até o fim nem que seja pra quebrar a cara. Não acredito em horóscopo, mas no estudo da astrologia feito por gente séria eu tendo a acreditar. Os planetas não existem por acaso, então penso que eles exercem sim alguma influência sobre nós, assim como a lua influencia as marés e os partos. Fica parecendo papo de “esotérico”, mas tudo depende do decanato, e dizem que o ascendente exerce influência também (o meu disseram ser libra, e tem TUDO a ver comigo). Tenho três amigas aquarianas, além de parentes, janeiro e o começo de fevereiro são meses cheios de aniversários de aquarianos conhecidos. O Sérgio e a Mary também são de aquário, vai vendo.
    Eu quando passo muitas horas sem comer, geralmente também falo após a refeição “Como comer é bom!”. Nessas horas sempre lembro de agradecer a Deus pelo alimento, mas devia agradecer todos os dias.
    Eu me viro na cozinha, mas confesso que não gosto muito de cozinhar, mas gosto de preparar minhas refeições quando posso. Sua mulher parece que cozinha super bem, você tem sorte. E Antonia é um nome forte, combina com o signo. =]
    Roma tem apenas duas temporadas (infelizmente) com 8 episódios cada, é bem fácil e rápido de ver.
    Dizem que a Terra nunca teve tanta maldade como hoje, mas também nunca teve tanto amor. É que o bem não é divulgado, diferente do mal que grassa todo dia na mídia. Mas que a coisa está super feia não tenho dúvida; tem dias em que a gente perde totalmente a fé no ser humano.
    Obrigada pela indicação do filme, eu ainda não vi.
    Abraços.

  13. Jussara
    Postado em 24 novembro 2013 às 3:01 pm | Permalink

    Desculpe, digitei errado e troquei as bolas: eu quis dizer que o Sérgio e a Mary também são de janeiro, o que engrossa a lista de aniversariantes do mês.

  14. Sérgio Vaz
    Postado em 24 novembro 2013 às 6:36 pm | Permalink

    Ah, bom, gostei da correção, Jussara! Mary e eu somos de janeiro, mas não de aquário, e sim de Capricórnio!

  15. Jussara
    Postado em 24 novembro 2013 às 10:10 pm | Permalink

    Pois é, eu sei. Aquário começa no dia 21, me confundi na hora de digitar porque conheço um monte de gente de janeiro e tenho amigas aquarianas.

  16. Ivan
    Postado em 26 novembro 2013 às 12:08 pm | Permalink

    Olá Jussara !!
    Bom dia, amiga !!
    Isso que voce disse sôbre os taurinos de que quando colocam algo na cabeça vão até o fim ainda que quebrem a cara , acredito ser verdade. Bom, com Antonia também é assim. E já conteceu de ela ter se “dado mal” uma vez.
    Eu não disse no meu outro comentário mas é como voce frisou , na astrologia e nas pessoas sérias que lidam com ela eu acredito, sim.
    Fevereiro é mesmo cheio de aniversários. Na minha família são 3.
    Eu 10,minha irmã 22, meu irmão(falecido)21. Minha outra irmã (caçula) é de sagitário, 8 de dezembro.
    Voce acredita que quando me casei com Antonia ela não cozinhava nada ? Eu é que ensinei os primeiros passos para ela.
    Graças a Deus ( do céu e tbm da terra como diz o Sergio ) D.Carmen, minha mãe, deu para mim e meus irmãos , régua e compasso na cozinha. Ela foi aprendendo e também teve, com certeza, “aulas” com minha mãe que era uma EXCELENTE cozinheira. Digo era mas ela está viva. É que não cozinha mais, ainda que quisesse ou pudesse. Infelismente há
    alguns anos ela tem Alzheimer. Muito triste.
    Bem, com relação ao nome de minha mulher, Antonia Rita,no começo eu a chamava de Rita.
    Achava mais bonito. Mas depois comecei a perceber -como voce acentua- que Antonia era um nome forte. E somado a isto (não nego) na época ela via uma novela na TV, o nome não vem ao caso , a Irene Ravache viva a personagem Antonia que era uma mulher muito forte, decidida e, como casava com a minha Antonia, passei a chamá-la assim.
    Como ” Roma ” só tem 2 temporadas de 8 episódios, talvez eu veja , sim. Obrigado mais uma vez.
    Quero aproveitar e deixar aqui como sugestão dois filmes que vi e gostei muito.Os dois do mesmo diretor, Atom Egoyan.
    ” O Doce Amanhã ” e ” Adoração ” .
    ” Adoração ” o Sergio viu e também gostou bastante. Basta ler este pequeno trecho que está lá no texto do filme.

    ” É um belo,importante filme, este Adoração. É, com certeza, um filme para se ver mais de uma vez; na revisão, provavelmente vai-se gostar mais ainda dele.”

    Sergio, se voce ainda não viu “O Doce Amanhã” , fica a sugestão também para voce.
    Estes 2 filmes eu vi ontém. Vou ter de sair agora e, na volta vou lá colocar minha opinião sôbre ” Adoração “.
    Bem, Jussara amiga, mais uma vez foi muito legal este nosso papo. É um prazer, mesmo.
    Um grande abraço para voce e outro para ti, Sergio.

  17. Jussara
    Postado em 26 novembro 2013 às 9:14 pm | Permalink

    Oi, Ivan,
    Muito triste mesmo a doença de Alzheimer, sinto muito pela sua mãe. Um dos meus maiores medos é o de perder minha consciência, minhas faculdades mentais (e físicas também).
    Muito legais as suas histórias. Gostei! Sobre o mal de Alzheimer, você já ouviu falar nos estudos e progressos feitos com o óleo de coco (óleo de cadeia média, em inglês MCT)? Uma dieta cetogênica (restrita em carboidratos e baixa em proteína, onde o corpo aprende a utilizar a gordura como fonte principal de energia) ajuda muito também. Jogue no Google “Alzheimer óleo de coco” (sem as aspas) e você verá diversos links.
    Não vou me delongar porque já escrevi demais, e desviamos do assunto (o filme). Obrigada pelas indicações.
    Roma é uma excelente série, bem feita, adulta, tem cenas fortíssimas e ótimas atuações. Eu sou suspeita, pois gosto muito da história da cidade, tenho uma certa paixão por aquela bagunça lá.
    Um abraço, e pra mim também é um prazer conversar com você.

  18. Ivan
    Postado em 29 novembro 2013 às 1:39 pm | Permalink

    Bôa Tarde, Jussara !!
    Sabe, aqui dentro de mim , posso até estar errado mas, tenho a opinião que a doença de Alzheimer é pior que o cancer.
    O cancer voce tem e sabe. O Alzheimer é tudo de terrível que sabemos. Não ter mais consciência de nada . . .
    Obrigado por seu sentimento e pela indicação sôbre o óleo de coco. Fiz como voce mandou e vi a reportagem e os links.
    Passei para minha irmã. Ela disse já ter conhecimento. Minha mãe completou 89 anos no mes passado. Na conversa mais recente que tivemos com o médico ele se desculpou e trocando em miúdos nos disse que qualquer avanço que se consiga com o Alzheimer já não será a tempo para minha mãe.
    De qualquer forma o que podemos fazer para o melhor bem estar dela ,( se é que se pode falar assim) estamos fazendo desde que tudo começou.
    Bem, vamos mudar.
    Fiquei em dúvida. Joguei no Google, ” roma série ” e ele me jogou em megaseries.com.br e lá consta que a 1 temporada tem 12 episódios e a segunda 10. Será a mesma?
    Eu não entrei por receio de ser pirataria.
    Não se aborreça, por favor. Vou deixar aqui mais dois filmes para que voce leia sôbre eles.
    “15 Anos e Um Dia” de Gracia Querejeta -2012.
    “A Grande Sedução” de Jean-François Pouliot 2003. Gostei muito dos dois. Em especial o segundo.
    Fica também a indicação para voce Sergio.
    Bem, fique com Deus e um ótimo final de semana para voce. Saúde e tudo de bom.
    O mesmo para voce, Sergio !!

  19. Jussara
    Postado em 1 dezembro 2013 às 1:49 pm | Permalink

    Olá, Ivan,
    Acho que qualquer doença mental é terrível mesmo, e o Alzheimer é uma delas. Na verdade, já houve avanços, pelo o que andei lendo, a questão é que sua mãe já está em uma idade avançada, e acho que fica complicado qualquer mudança na dieta ou uma interferência maior (mas eu usaria o óleo de coco, mal não faz – eu uso na minha alimentação no lugar do óleo comum há 3 anos, tomo puro também, é ótimo). O Alzheimer está sendo chamado de diabetes tipo 3, pois dizem que tem muito a ver com a alimentação atual (geralmente rica em carboidratos refinados e açúcar).
    Tenho certeza que vocês fizeram o melhor para o bem-estar dela, mas é uma doença muito triste mesmo (alguns filmes tratam do tema, O Filho da Noiva é um deles).
    O site em que você entrou está certo sobre o número de episódios de Roma. Eu tenho os DVDs e conferi aqui; confundi com Downton Abbey quando falei que eram 8, me desculpe.
    Obrigada pelas indicações, mais uma vez.
    Abraços.

  20. Ivan
    Postado em 4 dezembro 2013 às 10:23 am | Permalink

    Bom dia, Jussara !!

    Obrigado por suas palavras.
    De fato, “O Filho da Noiva” fala sôbre essa doença e, aliás, eu o assisti já tem bastante tempo. Foi um dos primeiros filmes que vi com o Ricardo Darín, ótimo ator.
    Preciso revê-lo pois lembro de pouca coisa.
    Olha só a ironia da coisa. Alzheimer/lembrar pouca coisa, meu Deus …
    Então como eu dizia preciso revê-lo para poder colocar minha opinião aqui no site.
    Que é um ótimo e lindíssimo filme, isto não deu prá esquecer.
    Quanto a ” Roma “, tudo bem com relação aos episódios. Como são só duas temporadas, dá para assistir “numa bôa”.
    Jussara, assisti 2 filmes de Ettore Scola.
    ” Concorrência Desleal ” – 2001- muito bom.
    ” O Jantar ” – 1998 – lindíssimo !!!!!!
    Dê uma conferida se puder.
    Sergio, amigo, vale prá voce também.
    Jussara, um ótimo dia para voce, tudo de bom e saúde, muita saúde.
    Sergio, o mesmo para voce.
    Fiquem com Deus !!

  21. Jussara
    Postado em 8 dezembro 2013 às 8:53 pm | Permalink

    Olá, Ivan,
    Obrigada pelas indicações, eu vou anotando pra quando eu for baixar os filmes (atualmente estou numa fase de ver séries, mas elas vão entrar em “recesso” em breve).
    Se você resolver ver “Roma” um dia, me diga depois o que achou.
    Eu também já vi O Filho da Noiva mas não lembro de quase nada, quero ver novamente. O Darín é mesmo ótimo e está em todas.
    Obrigada pelos votos, muita saúde pra você também!
    Abraços.

  22. Ivan
    Postado em 9 dezembro 2013 às 3:26 pm | Permalink

    Olá Jussara, bôa tarde !!
    Aqui neste Rio de Janeiro está um calor terrível. Sou carioca mas costumo dizer que, por engano, pois odeio o calor que faz aqui e não gosto de carnaval.
    Se pudesse deixava esta cidade agoa mesmo.
    Aliás, já havia feito isto em 1989 quando fomos eu e Antonia para Sao Luiz, cidade natal dela como já te disse.
    Mas voltamos um ano depois por motivos que me machucam muito sempre que lembro. E tento sempre não lembrar. Uma coisa eu nunca deixei de admitir nestes anos todos; a culpa foi minha. E isto na época me fez muito mal.
    Entrei em profunda depressão. Fiquei um morto-vivo. Após alguns meses com tratamento e medicação me recuperei.
    Me arrependo muito, mas muito mesmo de ter voltado. Se um dia eu tiver uma chance não pensarei nem metade de uma vez, para voltar para lá. Só Deus e eu sabemos o que isto significa para mim. Bom, deixa prá lá.
    Com certeza, depois de assistir ” Roma ” te darei minha opinião.
    Aliás, se quiseres me indicar alguns filmes podes fazê-lo, vou gostar ( risos ).
    Minha irmã Conceição , ( a caçula ) faz aniversário hoje. Liguei para ela prá lhe dar os parabéns e conversando, ela me disse que foi ver nossa mãe no sábado passado (7).
    Eu e ela sempre conversamos com mamãe como se ela não tivese a doença, sabendo claro, que ela não poderia responder nada ao que dizíamos mas respondia coisas que lhe vinham na cabeça, era bom e isso a distraía.
    Bem, ela contou que olhou prá mamãe e disse: ” não me conhece mais,não é ? ” e abaixou-se para ajeitar a cadeira.
    Nesse momento D.Carmen disse : ” é minha filha “. Ela levantou-se e perguntou, como? e mamãe repetiu, ” é minha filha “.
    Bem, depois voltou ao que é. Parece filme, não é ? Mas, arrepia .
    Esse fato já conteceu outras poucas vezes. São alguns “lampejos” mas, da maneira como acontecem como este, arrepiam.
    Bem depois disto, conceição disse que assim sem mais nem menos ela perguntou por Fátima, nossa outra irmã e logo depois novamente apagou-se tudo e foi assim até o final da visita. Minha irmã considerou este fato como um presente de aniversário antecipado.
    Este fim de semana vou lá visitá-la. Vou combinar com Ceição, para irmos juntos.
    Bem, amiga, já tomei bastante teu tempo.
    Um filme que vi ontém e ( pelo menos,eu ) achei seríssimo, muito forte e extremamente polêmico, ” Minha Vida Em Cor de Rosa “,( Ma Vie en Rose )1997- Dir. Alain Berliner.
    Gostei muito e quero aproveitar para dizer ao Sergio que gostaria muito de um dia, se puder, ler seu texto sôbre este filme.
    Um abraço, Jussara.
    Outro para voce, Sergio.

  23. Jussara
    Postado em 15 dezembro 2013 às 1:52 pm | Permalink

    Olá, Ivan,
    Daqui a pouco começa formalmente o verão, e o calor aperta mesmo, pois vem com a umidade trazida pela chuva. Eu gosto de calor, acho que me acostumei; é mais fácil driblá-lo, e depois de ter passado frio em algumas viagens eu hoje dou mais valor ainda ao calor (embora sempre dê uma reclamada de leve, mais por força do hábito). Mas eu prefiro temperaturas amenas, nem tanto calor nem tanto frio. O ruim é que em cidades quentes todos os órgãos colocam o ar condicionado no máximo, e isso não faz bem à saúde. Eu não gosto desse frio artificial. Mas as pessoas são viciadas, viajam para a praia, por exemplo, mas não sabem apreciar a brisa que entra pela janela, querem sempre ficar na bolha de ar condicionado.
    Bom, todo mundo erra, e acho que você tem que se perdoar, por mais difícil que tenha sido. E se um dia a oportunidade aparecer novamente, agarre-a. Que bom que você conseguiu se recuperar, a depressão é uma das piores doenças que existem.
    Eu via uma série onde a mãe da protagonista tinha o mal de Alzheimer. Ela tinha sido uma neuro-cirurgiã super fera, olha a ironia; morava numa espécie de asilo, e às vezes tinha esses flashes de lucidez. Ela e a filha não se davam, a filha carregava mágoas terríveis, e a doença tornava tudo pior. No caso da sua irmã, deve ter sido um presente mesmo sua mãe ter tido esse momento de consciência. De fato, parece filme, e me fez lembrar dessa série.
    A maioria dos filmes que eu indicaria está aqui no site, mas me lembro de dois dos quais gosto muito: Regras da Vida e Terra de Sonhos.
    Olha só, inundamos a caixa de comentários. Mas como o Sérgio deu apenas uma estrela ao filme, dificilmente alguém vai se aventurar a ver ou a comentar (a não ser que tenha visto antes do texto ser publicado, como foi o meu caso).
    Abraços.

  24. Ivan
    Postado em 18 dezembro 2013 às 1:40 pm | Permalink

    Olá Jussara, uma bôa tarde para voce.
    Voce está certíssima com relação ao ar condicionado. Existem pessoas que não têm um pingo de discernimento . Usam o ar condicionado sem critério algum.
    Eu digo sempre que não existe nada igual ao vento que a natureza nos dá. Durante o dia, quando esquenta, vou para a varanda deito na rede e ” pego ” esse ventinho, que delicia, até dá para dormir.
    Agora, verdade seja dita, de noite com o calor do verão daqui , se não tiver um ventilador potente, não tem como não usar o aparelho.

    “Regras da Vida” eu já vi há bastante tempo.
    Lindo filme e, como voce disse lá no seu comentário, muito triste também.
    Michael Caine , uma atuação maravilhosa.
    E como voce diz, meu Deus, não há como suportar a voz do Tobey Maguire.
    Quando eu vi ainda não conhecia o “50 Anos de Filmes”, então, natural ter esquecido de colocar uma opinião. Mas, ainda o farei.

    “Terra de Sonhos” , acho que não teve outro filme com este nome, então só pode ser aquele com o Paddy Considine,Samantha Morton Djimon Honsou e as irmãs Bolger, certo?
    É um filmaço !! Muito lindo. O Paddy, a Samantha estavam muito bem mas gostei muito do desempenho do Djimon.
    Agora, as meninas , principalmente a Emma Bolger que fez a Ariel, arrasaram.
    Mesmo já tendo visto os dois, agradeço por ter mandado.
    Entre os filmes que andei vendo gostei muito destes.
    “O Grito” – 1957 – Michelangelo Antonioni.
    “A Música e o Silêncio” -1998- Caroline Link.
    “O Anjo Malvado” – 1993 – Joseph Ruben.
    “O Atentado” – 2012 – Ziadi Doueiri.
    “Marcas do Silêncio” -1996- Angelica Huston.

    É, brincando pode-se até dizer que esta página, com o aval do Sergio, poderia se chamar, ” Jussara e Ivan “.
    Mas, que culpa nós temos, não é verdade ?
    Jussara, depois que voce ler, tudo bem, não precisa responder, de fato, inundamos esta página. Mas foi muito, muito bom mesmo todo este papo que tivemos.
    Com certeza vamos nos encontrar em outros filmes.
    Sergio, dê uma conferida também nesses filmes.
    Um grande abraço, Jussara !! Fique com Deus.
    Um abraço, Sergio !! Fique com Deus também.

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  1. Por 50 Anos de Filmes » Rendez-vous em 17 abril 2014 às 5:12 pm

    […] Juliette Binoche tinha 21 aninhos em 1985, o ano em que fez Rendez-vous com o realizador André Téchiné. Era tão jovem, mas tão jovem, com uma face tão baby, que viria a ficar muito mais bela depois, mais madura. […]

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