Dublê de Corpo / Body Double

Nota: ★★★☆

Dublê de Corpo/Body Double, o filme de Brian De Palma de 1984, tem detratores virulentos e adoradores apaixonados.

Ao ver o filme agora, pela no mínimo terceira vez (nas minhas anotações anteriores, ele aparece duas vezes, mas não tenho certeza se o vi também sem ter anotado), percebi que não estou nem um grupo nem no outro. Claro, estou mais próximo do grupo de adoradores: acho que é um  filme muito bom, sem dúvida alguma – ou não o teria visto pela no mínimo terceira vez. Mas não caio de joelhos diante dele. Acho Vestida para Matar, da mesma fase e do mesmo tipo, ainda melhor.

A fase. De Palma já havia despertado as atenções gerais em 1976, com Carrie, a Estranha. Vestida para Matar é de 1980, Um Tiro na Noite/Blow Out é de 1981. Em 1983 veio Scarface, um imenso sucesso. Em 1984 veio este Body Double e, em 1987, Os Intocáveis, outro imenso sucesso.

O tipo. Ao lado de Vestida para Matar e Um Tiro na Noite, Dublê de Corpo forma a trilogia em que De Palma mais homenageia o mestre Alfred Hitchcock. Homenageia – ou se inspira em, ou copia. O verbo pode variar de acordo com o gosto do freguês.

De maneira simplificada, pode-se dizer que Vestida para Matar é uma mistura de Psicose com Um Corpo Que Cai. Dublê de Corpo é Janela Indiscreta, com uma pitada grande – de novo – de Um Corpo que Cai.

Com mais uma visita ao mundo dos filmes de terror classe B e ao dos filmes pornôs classe Z.

          Um pobre ator que tem claustrofobia – e, ao chegar cedo em casa, flagra a mulher na maior

O personagem de James Stewart em Um Corpo que Cai sofre de vertigem. O protagonista de Dublê de Corpo sofre de claustrofobia.

Dublê de Corpo abre com um vampiro dentro do caixão (na foto acima). Rolam os créditos iniciais, em letras perfeitas para um filme de terror, manchadinhas de sangue.

O vampiro tem que sair do caixão, mostrar as presas – mas ele fica paralisado, imóvel, em pânico.

O diretor (Dennis Franz, o ator que, em Vestida para Matar, faz o detetive da polícia) manda cortar.

O ator que faz o vampiro no filme independente, de baixo orçamento, é o protagonista da história. Chama-se Jake Scully (interpretado por Craig Wasson), nosso claustrofóbico herói.

Jake insiste que pode fazer a cena, é só filmar de novo. O diretor se mostra compreensivo, manda Jake para casa, para descansar um pouco; não adianta mais tentar naquele dia, a luz do sol já está acabando mesmo.

Jake obedece. Compra uma comidinha, um refrigerante, e chega todo feliz em casa – para flagrar a mulher trepando alucinadamente, feericamente, com outro homem.

Não é possível que haja algum espectador que não simpatize com o pobre Jake, que não tenha pena dele.

Tadinho do Jake, meu! Um jovem ator que aspira fazer uma carreira com bons papéis, que gosta de Shakespeare, forçado a aceitar o papel de vampiro em uma produção B, ou C, ou D – e que, por causa da doença, não consegue ficar dentro do caixão! E que, ao chegar em casa, encontra a mulher trepando de um jeito que – tudo indica – nunca trepou com ele!

E pior: a casa é dela.

Jake agora está sem mulher, e sem casa. E daí a pouco também sem o emprego – seu agente o informa que o diretor chamou outro ator para fazer o papel do vampiro.

Mas as coisas ainda vão piorar muito, e muito demais da conta, na vida do pobre Jake.

Jake acha que tirou a sorte grande: ficará numa bela casa, e diante de uma stripper!

Parece, no entanto que Jake tem um golpe de sorte. Fica conhecendo um colega, outro ator iniciante, Sam Bouchard (Gregg Henry), que parece um camarada muito simpático. Depois de um segundo encontro numa aula de interpretação – na qual Jake demonstra sua fobia –, e de uma esticada em um bar, Sam oferece a casa em que está morando para que Jake fique até as coisas se arranjarem.

Melhor ainda: ele, Sam, está com viagem marcada para Seattle, onde lhe ofereceram um papel numa peça; como ele está hospedado na casa de um amigo que está fazendo uma viagem longa, Jake pode ficar lá por uma temporada, tomando conta dela e regando as plantas.

Ao chegar com Sam à casa, Jake acha que tirou a sorte grande. É uma casa belíssima, uma dessas coisas de arquiteto arrojado – parece um disco voador encarapitado em cima de uma das colinas de Los Angeles, à qual se chega por um funicular (na foto acima).

E mais ainda: na imensa sala, há um telescópio, com o qual se pode apreciar a vista magnífica. A vista magnífica de Los Angeles lá embaixo inclui também, num prédio não muito distante, uma vizinha que, todo santo dia, com a precisão de um relógio, dança e faz strip-tease, com as cortinas abertas. Bem diante dos olhos de quem estiver ali, com o telescópio.

Diante dos olhos de Jake, e do espectador, a mulher dança e tira a roupa e passa jóias pela pele, ao som de uma música de Pino Donaggio.

Um voyeur, um binóculo ou telescópio. Janela Indiscreta, certo?

Depois de perder a mulher, a casa, o emprego, um golpe de sorte na vida do pobre Jake.

Pobre Jake. A tagline do filme, a frase marqueteira que vende o filme nos posters, na capa do DVD, é “Você não pode acreditar em tudo que vê”.

Como em Um Corpo que Cai, como em Vestida para Matar, um homem segue uma mulher

Em Um Corpo que Cai, o personagem de James Stewart segue o de Kim Novak pelas ruas de San Francisco, depois através das salas de um museu.

De Palma recriou essa perseguição em Vestida para Matar, numa sequência extraordinária, em que a personagem interpretada por Angie Dickinson esquece (de propósito?) uma luva num assento.

Pois neste Dublê de Corpo ele recriou de novo a perseguição – um homem segue uma mulher. São extremamente longas as seqüências em que Jake segue a mulher do apartamento do strip-tease. Não se fala uma palavra; há apenas a trilha sonora, suave, composta por Pino Donaggio – e lá vai Jake atrás de Gloria Ravelle (Deborah Shelton). Primeiro de carro, até um grande shopping center. Só a seqüência no shopping center dura mais de dez minutos. Gloria entra numa loja de roupas íntimas, compra uma calcinha, põe a calcinha que usava até então dentro do saquinho da loja. Um homem mal encarado, cabelos longos, cara horrorosa, uma espécie assim de Jack Palance ainda mais feio, também está seguindo Gloria.

Ela entra num elevador, e o pobre Jake entra junto. Elevador, cubículo fechado – a claustrofobia ataca, a expressão de Jake é do mais puro terror.

Mas Gloria finalmente se encaminha para sair do shopping, pede o carro – e, antes de entrar nele, deixa o saquinho da loja com a calcinha usada num cinzeiro. Jake pega seu carro e continua a segui-la – mas, antes de entrar no carro, pega a calcinha, bota no bolso.

O fetiche total, absoluto. De Palma é o mais voyeur e o mais fetichista dos diretores.

E a perseguição vai continuar, primeiro de carro, depois num hotel debruçado sobre uma praia, depois na praia. O homem mal encarado reaparece na praia, e zás, pega a bolsa de Gloria e sai correndo, o pobre Jake atrás dele. Até que o homem entra numa passagem subterrânea para pedestres, um longo túnel. Jake entra, mas, no meio do túnel, não consegue mais.

E aí a câmara de De Palma reproduz, imita, copia a câmara de Hitch em Um Corpo que Cai, nas sequências em que o personagem de James Stewart enfrenta a vertigem – zoom para frente, zoom para trás, como o coração batendo forte, o pânico tomando conta.

Longas sequências sem palavras, que já valem o filme

Essas longas seqüências de Jake perseguindo Gloria – longas, demoradoras, curtidas, bem feitíssimas, sem palavras, só imagens em movimento, cinema – já valem o filme.

E aí me permito repetir um trecho do que escrevi sobre Vestida para Matar:

A câmara de De Palma é tão hitchcoquiana quanto a de Hitchcock: sempre se movendo, sempre em travelling, em movimentos elegantes, suaves. Se não tivessem inventado os carrinhos-tróleis que transportam as câmaras, sobre os quais elas deslizam, não haveria Hitchcock – nem De Palma, é claro.

E é uma câmara que volta e meia faz as vezes dos olhos de um voyeur, um tarado por observar, de preferência sem ser visto, as ações dos outros.  

Era a terceira vez, no mínimo, que eu via o filme (minhas anotações mostram que vi em 1994 e depois em 2001), mas mesmo assim a trama me surpreendeu um pouco. Quer dizer: eu me lembrava da base geral da trama, mas não de alguns detalhes. E a verdade é que por vezes a trama parece um tanto confusa, ou parece ter furos. Não tem furo, não, não ter furo algum: o que parece sem lógica, sem sentido, depois se explica perfeitamente. Todas as peças se encaixam, não há furo algum. Sim, é uma trama – a história é de autoria de Brian De Palma; o roteiro, ele divide com Robert J. Avrech – complexa. Mas perfeita. Tudo tem lógica.

O filme acabou fazendo deslanchar a carreira de Melanie Griffith – a filha de Tippi Hedren 

Uma palavrinha sobre as duas atrizes.

Melanie Griffith está ótima no papel de Holly Body; o papel é pequeno, mas fundamental na história – e o personagem que ela faz é interessantíssima, a começar do nome artístico, Corpo Sagrado. Tem uma fantástica mistura de ingenuidade, infantilidade, com malícia, sensualidade – e Melanie tem o physique du rôle perfeito.

Estava com 27 aninhos de idade e 11 de estrada. Tinha tido problemas com drogas que chegaram a ameaçar sua carreira, mas estava, em 1984, recuperada – e sua interpretação no filme acabaria deslanchando sua carreira.

Como este é um filme de Brian De Palma, um diretor que pagava tributo constantemente a Hitchcock, é bom lembrar que Melanie é filha de Tippi Hedren, a loura de Os Pássaros e Marnie – Confissões de uma Ladra.
Já Deborah Shelton (na foto), que faz a milionária Gloria Revelle, só conheço deste filme aqui. Não me lembro dela em nenhum outro filme. Vejo que ela trabalhou basicamente na TV, muito mais que no cinema; foi uma das atrizes de Dallas.

Depois que a câmara de Hitchcock perseguiu Kim Novak, e que a de De Palma perseguiu Angie Dickinson, Deborah Shelton sai perdendo, tadinha. É magrinha demais, antecipando essa coisa anoréxica das top-models dos anos 2000. Mas tem o rosto belíssimo, quando finalmente tira os grandes óculos escuros.

Leonard Maltin e Pauline Kael arrasaram com o filme

E vamos a outras opiniões.

Leonard Maltin detestou. Deu apenas 1.5 estrelas em 4: “Ator Wasson, ingênuo (e sem cérebro) fica obcecado com bela mulher que ele fica olhando através de um telescópio e logo se vê envolvido em uma labiríntica trama de assassinato. Outro sujo filme fetiche de De Palma, que não apenas saqueia Hitchcock (de novo) como a si próprio (Trágica Obsessão, Vestida para Matar, Um Tiro na Noite). Alguns momentos espertos no meio da sujeira, e uma boa atuação de Griffith como atriz pornô.”

Concordo com Maltin quanto ao adjetivo que ele usa para a trama de assassinato: verdade, é uma trama labiríntica mesmo.

E, sim, de fato De Palma copia De Palma: a cena do chuveiro de Vestida para Matar (que por sua vez faz lembrar, é claro, a cena do chuveiro de Psicose) volta aqui – e não uma vez, mas duas!

Dame Pauline Kael, que muitas vezes arrasa filmes com poucas linhas, gastou muitas para arrasar com Dublê de Corpo. Trechos:

“Brian De Palma, trabalhando com material que ele conhece faz tempo: um mistério de assassinato em Los Angeles, passando pelos mundos da atuação ‘séria’ e da atuação em filmes pornô. As grandes, exibicionistas cenas fazem lembrar Um Corpo que Cai e Janela Indiscreta tão obviamente que o filme é como um ataque às pessoas que criticaram De Palma por ser derivativo. Desta vez, ele está apenas cuspindo e dando a elas razões para não gostar dele.”

“As seqüências de voyeurismo, com Wasson olhando através de um telescópio, não são especialmente eróticas; De Palma demonstra mais sensação sensual pelos prédios cheios de ostentação.”

Até o livro The Columbia Story despreza o filme produzido pelo estúdio que mais tarde seria comprado pelos japoneses da Sony. “Se alguns elementos de Body Double, do diretor-produtor Brian De Palma, parecem déjà vu, é porque, tanto na forma quanto no conteúdo ele tomou emprestado um punhado de mementos memoráveis de Janela Indiscreta (1954) e Um Corpo que Cai (1958).”

E conclui que o belo uso da câmara não recompensa a grosseria do seu estilo narrativo, nem consegue esconder a feiura e a forma exploradora do material. “As platéias também acharam isso, e essa produção de US$ 19 milhões recuperou apenas US$ 9 milhões do seu custo nas bilheterias.

Hum… Material explorador, feiura, sujeira… Sinto um cheiro de caretice, de moralismo imbecil, de carolice mórmon nessas críticas.

Não gosto muito de filme que explora sexo, que beira a pornografia se fingindo de arte ou de liberal, tipo Instinto Selvagem e Corpo em Evidência, mas este Dublê de Corpo está muito longe disso.

 Roger Ebert e o Guide des Films de Jean Tulard se encantaram com o filme

Já Roger Ebert, o crítico que gosta de ver filmes – coisa rara – derreteu-se. Deu 3.5 estrelas em 4. “Body Double é um estimulante exercício de puro filmar, um thriller na tradição de Hitchcock em que o herói tem defeitos, é fraco e está em perigo – e nós nos identificamos completamente com ele. O filme é tão inteligentemente construído, com ênfase no contar uma história visualmente, mais que nos diálogos, que nós, nem mais rapidamente nem mais devagar do que o herói, vamos gradualmente compreendendo a armação em que ele foi envolvido. E a escolha de um sujeito mediano, à la Hitchcock, para o papel principal também ajuda. Craig Wasson é o herói, no papel de um ator desempregado de cara limpa com um simpático sorriso chamado Jake. Ele não é inteligente, não é burro, não é perfeito, não é mau. Ele é a escolha ideal para ser a testemunha de um assassinato.”

E Ebert vai embora, por aí: “Mas o filme não é apenas um exercício de estilo. É também um thriller genuinamente aterrorizante, em que um plano perfeito une o herói e o assassino sem uma única falha lógica. De Palma está à vontade nesse gênero.”

E aí? Uma josta absoluta, ou uma pérola?

Aí vai o que diz o Guide des Films, de Jean Tulard, para o desempate:

“Brian De Palma no auge de sua forma e de suas qualidades de criador de histórias. Sempre seu tema obsessivo da mulher que não se teve tempo de amar, sempre seu senso agudo da plástica erótica. Deborah Shelton, estrela de Dallas, está suntuosamente bela.”

Eu, de minha parte, digo o seguinte: a vida é curta, e há filme demais pra gente ver. Mas eu toparia ver Dublê de Corpo mais uma vez.

Anotação em julho de 2012 

Dublê de Corpo/Body Double

De Brian De Palma, EUA, 1984

Com Craig Wasson (Jake Scully), Deborah Shelton (Gloria Revelle), Melanie Griffith (Holly Body), Gregg Henry (Sam Bouchard), Guy Boyd (detetive Jim McLean), Dennis Franz (Rubin, o diretor), David Haskell (Will, o professor de drama), Rebecca Stanley (Kimberly Hess)

Roteiro Robert J. Avrech e Brian De Palma

Baseado em história de Brian De Palma

Fotografia Stephen H. Burum

Música Pino Donaggio

Produção Columbia Pictures e Delphi II Productions. DVD Columbia Pictures.

Cor, 109 min

R, *** 

6 Comentários

  1. Rafael
    Postado em 13 setembro 2012 às 3:49 pm | Permalink

    Sergio, estou com vc e com o Ebert, acho o filme muito bom.
    De uma manera geral, acho que os críticos tem uma implicância com o De Palma.
    Abraço,
    Rafael

  2. Carla
    Postado em 14 setembro 2012 às 9:42 pm | Permalink

    Filmes de De Palma – para observar sua câmera. Os intocáveis, Pecados de Guerra, Blow-out, Vestida para matar… todos, mesmo os mais fracos, para ver o modo como De Palma move a câmera.

  3. gom
    Postado em 15 setembro 2012 às 11:59 pm | Permalink

    de palma sempre vale a pena ver. e esse é um dos meus preferidos. assisti bem mais que três vezes.

  4. Postado em 26 setembro 2012 às 6:35 pm | Permalink

    Rerevi o filme, o De Palma não me cansa, como o seu mestre Hitchcock também não me cansa. Vc sabe, é claro, que pesquisa feita, mostrou q esse último é o diretor mais popular! Mas o Jake, coitado, é um azarento, sendo claustrofóbico é escalado como ator para ser um vampiro que fica dentro de um caixão e fica em choque, não aguentando filmar a cena. Ao ir para casa, encontra a mulher transando freneticamente com outro e perde mulher, casa e ainda ganha como bônus um bom par de chifres rsrsrs.Ao fazer uma aula, mais um ataque de claustrofobia mas parece que nem tudo está perdido! Faz amizade com um dos assistentes que, na boa, lhe oferece o apartamento em que está morando por 15 dias, enquanto faz uma viagem, com um brinde a mais: um striptease noturno da dona da casa!E, sem malícia nenhuma, aceita a bondade de um “amigo” que recém conheceu?
    Agora falar q a Gloria Revelle era magrinha é intriga da oposição, só pode ser. Fiquei prestando atenção nela correndo do Jake na cena da perseguição e, numa cena em q ela está de costas para ele, ela exibe um senhor traseiro!Concordo que o rosto é lindo, mas ela é toda linda.Daqui a algum tempo revejo de novo.
    Guenia Bunchaft
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  5. José Luís
    Postado em 22 outubro 2012 às 10:11 pm | Permalink

    Um filme muito interessante que eu vi há muito tempo e que soube bem rever agora.
    Não será o melhor do De Palma mas é um bom filme.

  6. Heitor
    Postado em 18 agosto 2014 às 9:55 am | Permalink

    Sérgio, como eu digo carolice mórmon em inglês? Sério

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