Tabu / Towelhead

Nota: ★★★☆

Anotação em 2011: Este Tabu, no original Towelhead, é barra pesadíssima. Trata de abuso sexual contra uma adolescente de apenas 13 anos – e mais racismo, choque cultural, negligência e incompetência de pai e mãe. Uma gigantesca concentração de dramas, problemas, erros.

Mais ainda: de uma maneira desconcertante, chocante, o filme questiona se a própria garota de 13 anos não teria parte da culpa pelo próprio abuso de que é vítima.

Há erros de todos os lados, mas a responsabilidade maior é coletiva: construímos uma sociedade – foi o que me pareceu que o filme quis dizer – nojenta, pavorosa, calcada em valores errados. Há chances de se escapar da tragédia, mas são poucas.

          Uma garota linda e precoce, uma mãe desprezível, um pai idiota

A ação começa com um incidente que não tem tanta gravidade, mas que mexe profundamente com a vida dos personagens: o padrasto da jovem Jasira (Summer Bishil) a ajuda a depilar os pêlos pubianos. Ela está de biquíni, no banheiro de casa, em Syracuse, no Estado de Nova York, com creme no alto das coxas, e ele vai usar um aparelho de gilete para cortar os pêlos que ficam do lado de fora do biquíni. Quando a mãe de Jasira, Gail (interpretada por Maria Bello, na foto abaixo), descobre, fica furiosíssima. O marido admite que se dispôs a ajudar a garota, Gail dá uma bronca dura nele e em seguida despacha a filha para viver com o pai, Rifat (Peter Macdissi), um imigrante libanês que trabalha na Nasa, em Huston, no Texas, e mora num subúrbio classe média da cidade.

As primeiras seqüências são muito rápidas. Não fica muito claro (e acho que isso é proposital) se houve alguma intenção safada, sacana, do padrasto – ou, se houve, qual era o grau de safadeza, de sacanagem. Me pareceu, e também pareceu a Mary, que Gail decidiu mandar a filha para viver com o pai não propriamente para protegê-la de eventuais intenções libidinosas do padrasto, mas sim para proteger-se a si mesma, e seu casamento, contra a concorrência da filha lindérrima. Gail – o filme mostra isso, aí sim, com absoluta clareza – é um desprezível ser umbigocêntrico: só pensa em si mesma, e não estava de forma alguma preparada para ser mãe.

Se a mãe de Jasira é o egoísmo em pessoa, o pai é a idiotice personificada. Fanático por ser aceito como um americano legítimo, aproveita todas as oportunidades para dizer que é a favor de Bush e da invasão do Iraque, e que torce pela derrota de Saddam Hussein. Mas mantém as tradições libanesas mais retrógadas no que diz respeito à filha: exige que ela se vista discretamente, considera que o uso de shorts é coisa de prostituta. É de um conservadorismo atroz em tudo o que diz respeito a costumes, e, pior ainda, é racista: vai proibir Jasira de continuar vendo um colega de escola porque ele tem a pele negra.

São, mãe e pai, absolutamente despreparados para o papel de pais. Só passam para a filha os valores mais errados: racismo, apego a aparências e a bens materiais.

A própria Jasira será vítima do racismo. Na escola, e também perto de casa, será chamada de cabeça de toalha (o towelhead do título), jóquei de camelo – insultos terríveis, grotescos, mortificantes.

Jasira é uma adolescente de beleza absurda. Embora tenha só 13 anos, parece bem mais, tem seios fartos, pernas lindíssimas, perfeitas. E tem uma sexualidade à flor da pele. Masturba-se com freqüência, até mesmo no meio da sala de aula. Fica fascinada com revista de mulher pelada; imagina-se nas posições, nas caras e bocas das modelos das playboys ou hustlers da vida. Tem plena consciência de que atrai a atenção dos homens.

O vizinho da casa ao lado, Vuoso (Aaron Eckhart, na foto abaixo, em ótimo desempenho), ficará de queixo caído com aquela lolita lindérrima, gostosa. Jasira será abusada por ele.

          Em geral, é uma heresia dizer isso, mas a vítima tem parte da culpa

Mas o filme não apresenta uma realidade simples, monofásica, preto-no-branco. Ao contrário. Mostra uma questão complexa, multifacetada.

A garota Jasira é uma vítima – do crime do preconceito, do crime de ser filha de pais idiotas, e do crime monstruoso do abuso. Sim, é uma vítima, uma pobre criança sobre quem se abatem muitas desgraças – mas não é de todo inocente.

Dizer que a vítima também tem parte da culpa é, na imensa maioria dos casos, um absurdo, uma heresia. Mas às vezes isso é verdade – e é o que o filme mostra. Pelo menos foi assim que vi. Jasira é uma criança – mas sabe ser provocante. Mesmo após o abuso, aceita convite de Vuoso para sair para jantar, diz que é sua namorada, faz perguntas a ele sobre camisinha.

Tabu/Towehead leva o espectador a pensar que, na realidade, a culpa, o crime é de todos, é da sociedade, que expõe as crianças desde muito cedo a um bombardeio incessante de imagens, sugestões, apelos sexuais. Botamos as crianças para participar de concursos de miss; botamos as crianças para dançar o tcham, dançar rebolando a bunda em cima de garrafas – damos choques de mil volts na libido delas desde bem cedo. Criamos uma sociedade monstruosa – “Cría cuervos y te sacarán los ojos” –, e depois reclamamos.

          Comparado com Tabu, Lolita é inocente como um frade capuchinho

Tabu/Towelhead foi a estréia na direção de Alan Ball, autor do roteiro de Beleza Americana, cinco Oscars em 2000, inclusive os de melhor filme, melhor direção para Sam Mendes e melhor roteiro – e as duas histórias têm muito em comum. As duas se passam em subúrbios classe média de grandes cidades americanas; as duas tratam de dramas familiares, com forte tempero de sexo; em Beleza Americana, o sujeito em crise da meia idade interpretado pelo ótimo Kevin Spacey tem uma paixonite pela lindérrima colega de sua filha adolescente.

Aqui, Alan Ball é autor do roteiro, mas, ao contrário de em Beleza Americana, não foi o criador da história. O filme se baseia no livro Towelhead, de Alicia Erian, que, pelo que se lê na internet, suscitou muita polêmica nos Estados Unidos. Deve ter suscitado mesmo – são temas explosivos.

O filme tem sido rotulado como uma mistura de Beleza Americana com Lolita – e o rótulo tem sentido. Há muito do clima opressivo de famílias destroçadas, de sensualidade à flor da pele, de Beleza Americana. A proximidade entre os dois filmes é realçada ainda mais pela trilha sonora, de autoria de Thomas Newman, autor também da trilha do filme de 1999. E Jasira de fato lembra muito a personagem criada por Vladimir Nabokov, no livro que provocou escândalo na época de seu lançamento, 1955, e também quando foi pela primeira vez transformado em filme, sob a batuta de um mestre, Stanley Kubrick, em 1962.

Me lembro – as primeiras tesões a gente nunca esquece – de ter lido, garoto, em Belo Horizonte, que Sue Lyon, a garotinha escolhida por Kubrick para interpretar Lolita, não pôde assistir à avant-première de gala do filme, por ser ainda menor de idade.

Lolita, o filme de Kubrick, é inocente como um frade capuchinho, comparado com Tabu/Towelhead. E Sue Lyon é uma freirinha pudica comparada à atriz que faz o papel de Jasira, Summer Bishil.

Summer Bishil tinha acabado de fazer 18 anos quando começaram as filmagens (Sue Lyon tinha 16 quando interpretou Lolita). Os produtores do filme safaram-se, assim, de serem acionados na Justiça por botar uma menor de idade para fazer as cenas envolvendo sexo.

          Uma jovem atriz lindíssima, e que mostra talento

Foi um grande acerto a escolha de Summer Bishil para o papel de Jasira. A garota é lindíssima, gostosérrima, como a personagem tinha que ser. Jasira, repito, tem 13 anos mas aparenta bem mais, no mínimo 16 – Summer Bishil tinha 18 mas aparentava menos. Suas feições são do tipo baby face, como, por exemplo, as de Ellen Page, que, aos 20 anos, quando fez Juno, parecia ter uns 15, 16.

E a jovem atriz, filha de mãe americana e pai de origem indiana, tem a pele morena, traços que podem perfeitamente passar por uma filha de mãe americana e pai libanês, como Jasira.

E mais ainda: a garota tem talento. Começou a carreira aos 17 anos, participou de várias séries de TV. Depois de Tabu/Towelhead, que é de 2007, já fez quatro filmes, incluindo o bom Território Restrito/Crossing Over e O Último Mestre do Ar/The Last Airbender, de M. Night Shyamalan.

É difícil fazer previsões, mas todas as indicações são de que essa moça vai longe.

          Um título original polêmico, que gerou muita controvérsia

Um pouco sobre o título original do filme. O livro polêmico de Alicia Erian se chama Towelhead – um epíteto ofensivo, com grande carga racista contra todos os muçulmanos. O filme, que teve estréia mundial no Festival de Toronto em 2007, recebeu o título menos polêmico de Nothing is Private. É com esse título que o filme aparece, por exemplo, no IMDb.

O título Nada é Privado – que se adequa bem ao filme – foi tirado de um diálogo entre Jasira e sua vizinha grávida, Melina (outra grande interpretação de Toni Collette, na foto abaixo). Melina e seu marido Gil (Matt Letscher) são praticamente as únicas pessoas sãs, de boa índole, de boa escala de valores, que aparecem no filme. Suspeitam que o vizinho Vuoso possa ter más intenções para com a lolitinha gostosa, tentam protegê-la de todas as maneiras. Melina presenteia Jasira com um livro de educação sexual. Já com a ação bem adiantada, passada mais da metade do filme, ela conversa com Jasira sobre o fato de a garota ter consigo uma revista de sacanagem:

– “São fotos sensuais. O que você sente ao vê-las não importa. É privado. Mas a forma como uma garota da sua idade obtém uma revista dessas não é privado.”

Nothing is Private, portanto, é um bom título – e é bem menos controvertido. Mas, depois que o filme foi exibido em Toronto, e após consultas à escritora Alicia Erian e a Warner Brothers, que distribuiu a obra, os autores decidiram lançá-lo nos Estados Unidos e em outros países com o título original do livro, Towelhead. Segundo o IMDb, que relata o caso, houve muita controvérsia e protestos da comunidade muçulmana nos Estados Unidos. “Alguns reclamaram da ofensa em si, outros acusaram a Warner de escolher um título propositadamente controvertido e que dá uma idéia errada, já que a história se centra mais no comportamento sexual de Jasira do que em sua origem étnica.”

          O filme às vezes parece roçar na pornografia

E então chego a mais um ponto delicado sobre este filme que aborda muitos temas delicados.

Há momentos em que este bom filme, que denuncia erros, que faz o espectador refletir sobre problemas sérios, parece cruzar a tênue linha que separa a denúncia daquilo que é denunciado. Como muitos filmes que denunciam a violência e acabam oferecendo ao espectador imenso e poderoso coquetel de violência, Tabu/Towelhead me pareceu em alguns momentos roçar exatamente naquilo que pretende contestar – a pornografia. Me pareceu, em alguns momentos, que os autores quiseram mesmo foi despertar polêmica.

E aí fica parecendo o que chamo de quasepornô, como os filmes de Adrian Lyne – a segunda e desnecessária versão de Lolita, 9 ½ Semanas de Amor, Atração Fatal, Proposta Indecente – ou os com roteiro escrito por Joe Eszterhas – Instinto Selvagem, Invasão de Privacidade, O Fio da Suspeita.

Ou estarei sendo perigosamente moralista, conservador?

Não sei. Acho que não. Mas pode ser.

Tabu/Towelhead

De Alan Ball, EUA, 2007

Com Summer Bishil (Jasira), Peter Macdissi (Rifat), Aaron Eckhart (Mr. Vuoso), Toni Collette (Melina), Maria Bello (Gail), Eugene Jones (Thomas), Chase Ellison (Zack), Matt Letscher (Gil Hines), Lynn Collins (Thena Panos)

Roteiro Alan Ball

Baseado no livro Towelhead, de Alicia Erian

Fotografia Newton Thomas Sigel

Música Thomas Newman

Produção Indian Paintbrush, This is That Productions. DVD Califórnia

Cor, 124 min

***

11 Comentários

  1. Jussara
    Postado em 25 fevereiro 2011 às 11:22 pm | Permalink

    Perigoso isso de um filme falar que a vítima tenha tido parte da culpa, hein?! Por mais que tenha tido, acho bastante polêmico, ainda mais hoje, quando pululam histórias diárias de crianças e adolescentes abusadas por pais, padrastos, irmãos, primos, tios, avôs, vizinhos, padres…
    E como vc diz que o filme pende para o ‘quasepornô’ , fica ainda mais polêmico.

    Não dá pra falar sem ter visto o filme, mas dizer que a menina tem parte da culpa é dizer que ela gostava de ser abusada.
    Uma pena que um tema dessa gravidade tenha sido tratado dessa forma, colocando a vítima também como culpada. Se eles queriam polemizar, conseguiram.

  2. Sérgio Vaz
    Postado em 28 fevereiro 2011 às 2:59 pm | Permalink

    Jussara, é perigoso mesmo falar que a vítima tem parte da culpa. Procurei realçar bem isso no texto. Mas, no caso específico, tem justificativa. Gostaria que você visse o filme e me dissesse o que você acha.
    Um abraço.
    Sérgio

  3. Miro Dupas
    Postado em 10 março 2011 às 11:09 am | Permalink

    O filme passou essa noite no Telecine, não sei se sem cortes, porque todo ele é entrecortado, como se fosse uma colagem de cenas. O resultado não muito bom. A menina é linda, mas oscila entre a passividade e o desejo real, como se fosse uma vítima sim, mas da própria sexualidade, que sente, mas não compreende em nenhum contexto, seja pessoal ou social. Em suma, como filme, essa obra poderia dizer muito mais, e se perde nos cortes. Beleza Americana, por exemplo, é muito mais denso.

  4. dino
    Postado em 6 setembro 2011 às 8:21 pm | Permalink

    Vosso Comentário) “o pai é a idiotice personificada”

    Há de se notar que o pai segue os valores tradicionais da cultura mulçumana, o que não quer dizer que todo mulçumano seja um idiota.

  5. Sérgio Vaz
    Postado em 6 setembro 2011 às 8:59 pm | Permalink

    Mas pelamordedeus, pelo amor do bom Deus, eu não disse, nem quis dizer, em momento algum, que o pai é a idiotice personificada por ser muçulmano. Nem, evidentemente, que todo muçulmano seja um idiota. Está lá mais do explicado por que disse que o personagem é a idiotice personoficada – todo um longo parágrafo explicando isso.
    Sérgio

  6. João Paulo
    Postado em 17 dezembro 2011 às 10:11 pm | Permalink

    Alan Ball é o “cara”!!!
    Gostei demais desse filme e concordo com vc Sérgio.
    Jasira tem culpa sim e sabe disso,assim como Lolita.
    Apesar de serem adolescentes,sabem usar como ninguém o poder de sedução.
    Sempre haverão hipócritas dizendo o contrário,mas concordo com vc.
    Filmaço…

  7. Cris Melo
    Postado em 14 janeiro 2012 às 6:58 pm | Permalink

    Nossa, eu assisti esse filme escondido aqui em casa, é muito polêmico mesmo. e concordo com voce, a Jasira tem sim parte da culpa, ela sabia muito bem o que o sr. Vuoso queria fazer com ela, esse filme é muito bom. Mas não recomendo para assistir com os pais, não mesmo kkkkk

  8. maria
    Postado em 18 fevereiro 2012 às 1:01 pm | Permalink

    foda-se se ela sabia o q provocava nele, ela é apenas uma criança que não sabe o que é certo e errado, uma menina confusa ainda! ele sabia que ela tinha apenas 13 anos. ELe é um homem adulto que sabe o que ta fazendo, o que é certo e errado. Ele se aproveitou da inocencia, ignorancia dela, mesmo se ela quizesse ele não tinha o direito!

  9. Yssa
    Postado em 10 junho 2012 às 4:23 am | Permalink

    Ele sabia que ela era uma criança, mas foi ela quem despertou o olhar dele, ela sabia o que estava fazendo, mas acho que não sabia as proporções que isso podia tomar.
    Jasira foi cuiriosa, ela queria ser como as mulheres das revistas, que despertavam a sensualidade nos homens.
    Ela estava numa fase de descorberta, passando de menina para mulher. Acho que todas as mulheres passam por isso… todas nós temos com curiosidades, desejos e passos mal dados em relações aos homens de idades variadas… porém Jasira foi além do que podia, ocasionando o ocorrido.
    Mesmo Vuoso tendo transado com ela, uma menina de 13 anos, sabendo que era errado e dos riscos que corria… foi tão vitima como ela… pq foi envolvido pela mesma. Pq mesmo depois de perder sua virgindade ela tornou a transar com ele.
    Sinceramente, acho que ela falou o que aconteceu para os pais só pq ele deixou ela e foi servir no exército.
    Pq Jasira era tudo, menos boba!

  10. vivianny
    Postado em 23 dezembro 2012 às 12:48 pm | Permalink

    . …
    a historia do filme é interessante relata fatos que podem acontecer na vida real.!
    infelismente nao assisti ao filme apenas vi o trailler. mas fiquei com vontade de vê-lo porque vendo o trailler me fez lembrar de quando eu tinha 13 anos, um cara de 30 queria me “conhecer” melhor. … mas nao rolou nada entre a gente!!…..

    ****hoje tenho 17 anos.!!

  11. Tati
    Postado em 20 outubro 2015 às 9:53 pm | Permalink

    Eu vi esse filme e achei fraco, mas me identifiquei com o comentário que disse que infelizmente pode acontecer na vida real. O meu primeiro beijo foi com um rapaz de 20 anos, quando eu tinha 10, minha mãe e a namorada dele descobriram e foi um ‘barraco’. Eu acho que deveria ter focado nos sentimentos dos envolvidos!

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