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	<title>Comentários sobre: Dexter &#8211; A Primeira Temporada</title>
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	<description>Por Sérgio Vaz</description>
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		<title>Por: Jussara</title>
		<link>http://50anosdefilmes.com.br/2010/dexter-a-primeira-temporada/comment-page-1/#comment-32757</link>
		<dc:creator>Jussara</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 00:42:42 +0000</pubDate>
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		<description>Eu adoro a série, é muito boa mesmo! 
No geral gosto de todos os personagens, de uns mais que de outros. Gosto do fato de ter latinos na equipe, e de eles misturarem às vezes um pouquinho de espanhol (adoro o leve sotaque do Angel). Acho a Maria bonita, embora over no figurino e na maquiagem (acho que os americanos pensam que todas as latinas se vestem daquele jeito) e pra mim ela é mais bonita do que a Rita, por exemplo, que é o estereótipo americano de mulher bela: loira, malhada, siliconada. Aliás, a irRita é a única de quem eu realmente não gosto. Tenho birra dela desde a primeira temporada, com aquela vozinha nhenhenhém. Quando chora, fala, grita é sempre a mesma voz; pra um ator isso é péssimo. O Dexter é o fingidor, mas é ela quem parece estar sempre atuando. De tão doce chega a ser amarga - por excesso de açúcar. Detesto a forma como desde o começo ela cobra o Dexter, sempre obrigando-o a ir à casa dela quando ela quer. Se o carro estragou chama o Dexter, se não pode ir pegar os filhos na escola chama o Dexter, se a unha quebrou chama o Dexter. Ele só a aguenta pq não é normal, pq não sabe como um homem normal agiria; do contrário já teria dado um belo pé na bunda dessa chata. Além de tudo é sem sal, como bem disse a Debra uma vez. Quando a doida inglesa entrou na vida do Dexter eu confesso que achei ótimo, não aguentava mais o mimimi da irRita.
Em compensação adoro a filhinha dela, a menina é muito fofa.

Também gosto bastante da Debra, do seu jeito despachado, espevitado, às vezes meio infantil, toda estranha naquele corpo desproporcional, com um amor imenso pelo irmão (ai, se ela soubesse) e sempre procurando o cara perfeito que seja como o pai dela (Freud explica, depois ela vai descobrir que ele não era tão perfeito assim).

E o Dexter é o Dexter. Às vezes a gente até esquece que ele é um psicopata. Você tem razão: parece que o Michael C. Hall nasceu para interpretá-lo. E além de tudo ainda é gato (deviam explorar mais o corpinho malhado dele, mas até à praia o personagem vai de roupa, assim fica difícil). Acho muito legal as narrações, morro de rir dos seus pensamentos, das caras que ele faz nessas horas (e aí vemos a boa mão dos diretores, todos perfeitos). E mais legal ainda é a sua pronúncia quando está narrando, bastante limpa e clara.
Logo que comecei a ver a série me dei conta de que não é só o Dexter que finge ser normal. Todos nós fingimos um pouco, usamos as máscaras que nos são mais convenientes; do contrário, a vida em sociedade seria insuportável. Eu mesma estou sempre me esforçando para parecer &quot;adequada&quot;, para saber onde colocar as mãos e os pés, e olha, não é fácil. Super entendo o Dexter, acho que até me identifico. hahaha

Seu texto está excelente, a série é mesmo ótima, a gente não cansa de ver nem de babar. As subtramas são muito boas e os roteiros muito bem amarrados. Até a abertura foi muito bem feita, a música é perfeita; as imagens sempre remetendo à carne, a sangue, a objetos cortantes e perfurantes (só deviam ter mandado o ator escovar as unhas antes da cena do fio dental). Faço questão de ver a abertura em cada episódio, mesmo quando faço &quot;maratona&quot; de alguma das temporadas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu adoro a série, é muito boa mesmo!<br />
No geral gosto de todos os personagens, de uns mais que de outros. Gosto do fato de ter latinos na equipe, e de eles misturarem às vezes um pouquinho de espanhol (adoro o leve sotaque do Angel). Acho a Maria bonita, embora over no figurino e na maquiagem (acho que os americanos pensam que todas as latinas se vestem daquele jeito) e pra mim ela é mais bonita do que a Rita, por exemplo, que é o estereótipo americano de mulher bela: loira, malhada, siliconada. Aliás, a irRita é a única de quem eu realmente não gosto. Tenho birra dela desde a primeira temporada, com aquela vozinha nhenhenhém. Quando chora, fala, grita é sempre a mesma voz; pra um ator isso é péssimo. O Dexter é o fingidor, mas é ela quem parece estar sempre atuando. De tão doce chega a ser amarga &#8211; por excesso de açúcar. Detesto a forma como desde o começo ela cobra o Dexter, sempre obrigando-o a ir à casa dela quando ela quer. Se o carro estragou chama o Dexter, se não pode ir pegar os filhos na escola chama o Dexter, se a unha quebrou chama o Dexter. Ele só a aguenta pq não é normal, pq não sabe como um homem normal agiria; do contrário já teria dado um belo pé na bunda dessa chata. Além de tudo é sem sal, como bem disse a Debra uma vez. Quando a doida inglesa entrou na vida do Dexter eu confesso que achei ótimo, não aguentava mais o mimimi da irRita.<br />
Em compensação adoro a filhinha dela, a menina é muito fofa.</p>
<p>Também gosto bastante da Debra, do seu jeito despachado, espevitado, às vezes meio infantil, toda estranha naquele corpo desproporcional, com um amor imenso pelo irmão (ai, se ela soubesse) e sempre procurando o cara perfeito que seja como o pai dela (Freud explica, depois ela vai descobrir que ele não era tão perfeito assim).</p>
<p>E o Dexter é o Dexter. Às vezes a gente até esquece que ele é um psicopata. Você tem razão: parece que o Michael C. Hall nasceu para interpretá-lo. E além de tudo ainda é gato (deviam explorar mais o corpinho malhado dele, mas até à praia o personagem vai de roupa, assim fica difícil). Acho muito legal as narrações, morro de rir dos seus pensamentos, das caras que ele faz nessas horas (e aí vemos a boa mão dos diretores, todos perfeitos). E mais legal ainda é a sua pronúncia quando está narrando, bastante limpa e clara.<br />
Logo que comecei a ver a série me dei conta de que não é só o Dexter que finge ser normal. Todos nós fingimos um pouco, usamos as máscaras que nos são mais convenientes; do contrário, a vida em sociedade seria insuportável. Eu mesma estou sempre me esforçando para parecer &#8220;adequada&#8221;, para saber onde colocar as mãos e os pés, e olha, não é fácil. Super entendo o Dexter, acho que até me identifico. hahaha</p>
<p>Seu texto está excelente, a série é mesmo ótima, a gente não cansa de ver nem de babar. As subtramas são muito boas e os roteiros muito bem amarrados. Até a abertura foi muito bem feita, a música é perfeita; as imagens sempre remetendo à carne, a sangue, a objetos cortantes e perfurantes (só deviam ter mandado o ator escovar as unhas antes da cena do fio dental). Faço questão de ver a abertura em cada episódio, mesmo quando faço &#8220;maratona&#8221; de alguma das temporadas.</p>
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		<title>Por: 50 Anos de Filmes &#187; Dexter &#8211; A Quarta Temporada</title>
		<link>http://50anosdefilmes.com.br/2010/dexter-a-primeira-temporada/comment-page-1/#comment-31970</link>
		<dc:creator>50 Anos de Filmes &#187; Dexter &#8211; A Quarta Temporada</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Mar 2012 18:27:10 +0000</pubDate>
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		<description>[...] primeira temporada de Dexter, produzida em 2006, foi uma maravilha. Me derreti em superlativos ao escrever sobre ela. As duas [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] primeira temporada de Dexter, produzida em 2006, foi uma maravilha. Me derreti em superlativos ao escrever sobre ela. As duas [...]</p>
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		<title>Por: 50 Anos de Textos &#187; O Guerra e Paz da literatura de lazer</title>
		<link>http://50anosdefilmes.com.br/2010/dexter-a-primeira-temporada/comment-page-1/#comment-12995</link>
		<dc:creator>50 Anos de Textos &#187; O Guerra e Paz da literatura de lazer</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 00:25:12 +0000</pubDate>
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		<description>[...] o serviço secreto sueco&#8230; James Bond, Woodward e Bernstein, Nero Wolfe, uma pitada de Dexter, escravas brancas, pornografia, política, economia, desavenças e intrigas em família rica, mais [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] o serviço secreto sueco&#8230; James Bond, Woodward e Bernstein, Nero Wolfe, uma pitada de Dexter, escravas brancas, pornografia, política, economia, desavenças e intrigas em família rica, mais [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: 50 Anos de Filmes &#187; Destinos Ligados / Mother and Child</title>
		<link>http://50anosdefilmes.com.br/2010/dexter-a-primeira-temporada/comment-page-1/#comment-12107</link>
		<dc:creator>50 Anos de Filmes &#187; Destinos Ligados / Mother and Child</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Dec 2010 16:29:24 +0000</pubDate>
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		<description>[...] dele, e não deve ser por coincidência, dois atores que estão na terceira temporada da série Dexter: Jimmy Smits e David [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] dele, e não deve ser por coincidência, dois atores que estão na terceira temporada da série Dexter: Jimmy Smits e David [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: GOM</title>
		<link>http://50anosdefilmes.com.br/2010/dexter-a-primeira-temporada/comment-page-1/#comment-5926</link>
		<dc:creator>GOM</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 14:07:19 +0000</pubDate>
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		<description>a primeira temporada é a melhor. 
a segunda tem bons momentos.
a terceira se torna repetitiva.
não vi a quarta temporada...

se curte séries, recomendo que veja duas da AMC que são demais:
- breaking bad
- mad men

e tem a clássica The Shield que é foda!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>a primeira temporada é a melhor.<br />
a segunda tem bons momentos.<br />
a terceira se torna repetitiva.<br />
não vi a quarta temporada&#8230;</p>
<p>se curte séries, recomendo que veja duas da AMC que são demais:<br />
- breaking bad<br />
- mad men</p>
<p>e tem a clássica The Shield que é foda!</p>
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