Assassinato em Gosford Park / Gosford Park


Nota: ★★★★

Anotação em 2010: Há dezenas e dezenas e dezenas de filmes retratando o forte classismo da sociedade inglesa, uma chaga que mudou muito pouco ao longo dos últimos séculos. Vários deles são ótimos. Este filme do americano Robert Altman de 2001 é um dos melhores – e talvez o mais virulento.

Filme bom é uma coisa extraordinária, das melhores que há na vida. Peço perdão pelo truísmo, mas é a sensação que tive ao ver mais uma vez Assassinato em Gosford Park para fazer esta anotação. Tinha visto já duas vezes, uma em 2002, outra em 2004; deu vontade de ver de novo. E o prazer não diminui – muito ao contrário.

Tinha revisto Short Cuts algumas semanas atrás, e, ao anotar sobre ele, repeti a obviedade de que os mosaicos, os filmes que focalizam um número muito grande de personagens, é a especialidade desse grande cineasta, dos mais importantes da história. Muita gente faz isso, os mosaicos, as tais estruturas multiplots – mas Altman é o especialista. Fez isso em Nashville, de 1975, Cerimônia de Casamento/A Wedding, de 1978, O Jogador/The Player, de 1992, Prêt-à-Porter, de 1994, Kansas City, de 1995, A Fortuna de Cookie/Cookie’s Fortune, de 1999, Dr. T e as Mulheres/Dr. T and the Women, de 2000, A Última Noite/A Prairie Home Companion, de 2006. Todos eles são filmes que retratam diversos personagens, uma dezena, às vezes mais. Aqui são, sei lá, umas duas dezenas.

A idéia da trama, segundo informam os créditos iniciais, é do próprio Altman e de Bob Balaban, um sujeito que dirige, produz, escreve e atua; trabalha como ator em Gosford Park. A idéia é um brilho, o roteiro de Julian Fellowes desenvolveu com imenso talento a trama básica, uma penca de grandes atores foi reunida sob a direção magistral de Altman – não tinha como dar errado.

Deu tudo certo demais.

         Tudo muito inglês – classismo, mordomos, governantas, assassinato

A trama básica: em 1932, ou seja, no meio do período espremido entre as duas guerras mundiais que devastaram a Europa, um milionário inglês, Sir William McCordle (Michael Gambon, um ator com o perfeito physique du rôle para interpretar personagens desprezíveis) reúne, em sua propriedade no campo (foto acima), uma dúzia de convidados, para alguns dias de lautos jantares e caçadas. Cada convidado chega à propriedade, o Gosford Park do título, com um criado ou uma criada.

Acompanharemos, então, os relacionamentos das pessoas dessas duas classes sociais – pequenos ódios, pequenas intrigas, pequenas traições, pequenas trapaças, pequenas desconfianças, pequenos golpes. Tudo pequeno, tudo fútil, tudo vão – tudo marcado por uma divisão estanque de classes sociais que mais parecem as castas indianas.

Eventualmente, haverá um assassinato – como costuma acontecer nas novelas policiais, uma das muitas especialidades dos ingleses, assim como o classismo, os mordomos e as governantas, o chapéu coco, a comida insossa, a grande literatura, o grande teatro, o grande cinema.

Os marqueteiros criaram uma tagline – a frase para atrair espectadores, colocada nos cartazes do filme no mundo todo – genial: “Chá às quatro. Jantar às oito. Crime à meia-noite.” Agatha Christie seguramente teria adorado, a velha doida, diabólica.

         Entre os ricos, há subdivisões

Nos créditos finais, na tradicional relação dos nomes de atores e personagens, o cast of characters, Altman foi fiel à sociedade que retrata e o dividiu em “acima das escadas” – os ricos – e “abaixo das escadas” – os criados. Há ainda, entre as duas grandes categorias, a dos “visitantes” – o inspetor e o policial.

As categorias não são monolíticas. Dentro de cada uma delas, há subdivisões. (Na foto posada, feita para a publicidade, que não é uma cena do filme, os personagens ricos.) No andar de cima, os personagens se dividem de acordo com o título de nobreza e a quantidade de dinheiro acumulada por cada um – e, como se sabe, nem sempre as duas coisas andam juntas. O dono de Gosford Park, já se disse, é Sir, cavaleiro do Reino – muito menos que o título de condessa, ostentado por Constance, a condessa de Trentham (Maggie Smith). Só que Constance está hoje empobrecida, e depende, para viver, de uma pensão paga por Sir William, que é o mais rico dos ingleses ali reunidos. Constance tentará barganhar com ele a respeito de dinheiro – assim como farão outros dos convidados, todos de bons nomes e boas famílias mas desprovidos de meios suficientes para manter o estilo de vida inerente à sua condição social.

Entre os convidados de bons nomes e diferentes contas bancárias, há dois que não são bem daquele meio: Ivor Nortello (Jeremy Northam), primo distante de Sir Michael, ator de cinema, admirado por todos os criados e esnobado pelos demais do andar de cinema, exatamente por trabalhar, e trabalhar nessa coisa menor (para eles) que é o cinema, diversão popular, barata; e Morris Weissman, convidado por Ivor Nortello, um produtor de cinema de Hollywood. Weissman é interpretado por Bob Balaban, o co-autor, com Altman, da idéia da trama de Gosford Park.

Weissman é assim um filme dentro do filme: pretende produzir uma aventura do detetive Charlie Chan numa propriedade rural inglesa, e conseguiu através do amigo Ivor Nortello a oportunidade de conhecer in loco como é aquela vida que pretende retratar no novo filme. Funciona também, o personagem, para dar algumas estocadas nos costumes americanos (afinal, Altman não desperdiçaria munição estocando apenas os costumes ingleses) e, mais especificamente, nos costumes de Hollywood, como já havia feito antes em O Jogador/The Player, o filme que trouxe o diretor de volta ao sucesso comercial depois de alguns anos de ostracismo, na década de 80.

         Os criados dos visitantes não têm nome – são espelhos do patrão

Assim como no andar de cima há subdivisões de categoria social, também as há no andar de baixo. E como.

Entre a criadagem  (reunida para a foto promocional – não é uma cena do filme), há a tradicional pirâmide: no topo, o mordomo, Jennings (um dos últimos papéis de Alan Bates, ator importante), com aquela empáfia, aquele formalismo que, no seu caso, esconde um sério problema. Abaixo dele, vem a governanta, Mrs. Wilson (Helen Mirren, extraordinária num elenco extraordinário), e, abaixo dela, a chefe de cozinha, Mrs. Croft (Eileen Atkins, outra grande e veterana atriz inglesa). Em posição um pouquinho abaixo de Mrs. Croft, há os diversos criados e a criada mais experiente, Elsie (a fantástica e bela Emily Watson).

Já os criados dos visitantes não têm nomes, enquanto permanecerem ali em Gosford Park: serão conhecidos pelos nomes dos patrões a que servem, e sua importância será equivalente à dos patrões. Assim, o segundo lugar mais importante na ampla mesa de jantar da área da criadagem será ocupada pela criada da condessa – a cabeceira pertence ao mordomo. Robert Parks (interpretado por um absolutamente jovem Clive Owen, muito antes de virar grande astro), por exemplo, não será tratado como Robert, ou Parks, e sim como Mr. Stockbridge, já que é criado de Raymond Stockbridge (Charles Dance), que por sua vez é casado com Louisa (Geraldine Somerville), irmã da dona da casa, Sylvia McCordle.

Sylvia, a mulher de Sir William e mãe da garota Isobel (Camilla Rutherford), é interpretada pela grande Kristin Scott Thomas. Tudo em Kristin Scott Thomas é fascinante, até mesmo o fato de que, nesse filme realizado em 2001, ela parece mais velha e menos bela que em diversos bons filmes que faria depois – como Arsène Lupin, de 2004, e Há Tanto Tempo que Te Amo/Il y a longtemps que je t’aime, de 2008. Está mais velha e menos bela para adaptar-se ao papel, grande atriz que é. Sylvia merece o marido que tem, que por sua vez também merece a víbora com quem se casou. Um homem desprezível, uma víbora. Os dois, como costumo dizer, se-merecem-se.

         Entre as dezenas de personagens, poucos são simpáticos

Na verdade, não é muito fácil, no meio daquelas duas dezenas de personagens, achar alguém simpático, boa gente, bom caráter. Como em Short Cuts, Altman lida com personagens desagradáveis, antipáticos, ou abertamente nojentos, asquerosos. Tanto no andar de cima quanto no de baixo. São poucos os que merecem a simpatia do espectador.

Uma delas é Mabel Nesbitt (Claudie Blakley), uma mocinha simples, um tanto tímida, bastante deslocada no meio de tanta gente esnobe e desprezível. Sofre muito, a coitada: o marido, Freddie Nesbitt (James Wilby), casou com ela por dinheiro, mas o dinheiro deixado pelo pai dela era menor do que ele imaginava, acabou rápido, e o imbecil hoje morre de vergonha da mulher que não tem criada e possui poucos vestidos para se apresentar nos salões.

Assim como Mabel, atrai a simpatia do espectador a jovem escocesa Mary Macearchran (Kelly MacDonald, ótima), criada ainda pouco treinada, sem experiência, que foi contratada pela pavorosa Constance, a condessa de Trentham, exatamente por isso, por ser barata.

Quem de cara saca isso, que Mary foi contratada pela condessa porque é mão de obra barata, é a experiente criada Elsie, ao conversar com a jovem. As duas ficarão quase amigas. Elsie é uma figura complexa, interessante, fascinante mesmo. Como é bela, ela usa a cama para pular o abismo social, mas tem plena consciência dele, o tempo todo. Lamenta o fato de que os criados estão sempre falando sobre a vida dos patrões – para que perder tempo com a vida dos outros, perto das quais jamais chegarão?, ela questiona.

Pelas graças que obteve na vida em função da beleza e de seu uso, Elsie se tornou algo inaceitável para um membro da criadagem: é revoltada. A governante, Mrs. Wilson, jamais a perdoará por isso.

         “Como você agüenta essas pessoas?”

Algo correspondente a Elsie no andar de cima é Ivor Novello, o ator de cinema (na foto, com Mabel Nesbitt-Claudie Blakley). É aceito pelas outras pessoas – mas com reservas. Está no andar de cima, mas não é exatamente do meio, embora primo distante, como já disse, do dono da casa. Só que, ao contrário de Elsie, que exprime revolta, desconforto, desassossego com a situação toda, Ivor Novello se conforma. Ainda não se passou meia hora de filme quando há um brilhante diálogo entre ele e seu amigo Weissman, o produtor americano. Diz o americano, chocado com o esnobismo, a futilidade das pessoas da terra: “Como você agüenta essas pessoas?” Ao que Novello, tocando uma canção ao piano, para entreter o grupo, responde:

– “Você se esquece de que eu ganho a vida interpretando pessoas como essas.”

Altman, Bob Balaban e o roteirista James Fellowes farão uma fina ironia nas letrinhas miúdas quase ao final dos créditos finais. Lá aparece uma afirmação deste tipo (reproduzo o conteúdo; não copiei palavra por palavra): “Ao que se sabe, Ivor Novello jamais compareceu a uma festa em Gosford Park, até porque Gosford Park é fictício.”

Ivor Novello, personagem de ficção do filme, existiu na vida real – não sabia disso, não tinha prestado atenção a esse detalhe pequeno e saboroso. Os autores usaram o nome real de um ator inglês de sucesso naquele início dos anos 30.

Inglês, não – galês. Aprendo agora no iMDB: Ivor Novello, compositor, cantor, dramaturgo, escritor, nasceu em Cardiff, País de Gales, em 1893, morreu em Londres, em 1951. Em 1932, ano em que se passa a ação de Gosford Park, foi o protagonista de um filme chamado The Lodger. Em Gosford Park, esse filme é citado algumas vezes; gente da criadagem assistiu, adorou. 

Delícia de piada interna não tão interna assim.

         Altman destroça tudo que passa à sua frente – com bom humor

Falta falar do outro personagem que chega a Gosford Park com Ivor Novello e o produtor americano Morris Weissman, um jovem chamado Henry Denton, interpretado por Ryan Phillippe. Mas sobre ele é melhor não falar nada, para não haver spoiler. 

 E, finalmente, há o Inspetor Thompson, interpretado pelo grande, em todos os sentidos, Stephen Fry. O Inspetor Thompson (de pé, à direita) surgirá lá pelo meio da ação, ou pouco depois da metade, quando se dá o assassinato de que fala o título brasileiro do filme. Uma figuraça.

 São muitos os filmes em que aparecem detetives, inspetores da polícia inglesa que acabam roubando a cena por serem engraçados, divertidos. O inspetor de Disque M para Matar é assim, e Hitchcock usaria outro inspetor mais hilariante ainda no seu penúltimo filme, Frenesi, de 1972, passado e feito em Londres, num retorno do mestre às suas origens.

Os dois personagens do velho Hitch, no entanto, são bons de serviço. O Inspetor Thompson criado pelo trio Altman-Balaban- Fellowes é um completo idiota, coitadinho. Julga-se o maior, mas é um tremendo babaca – e reprime o policial que o acompanha, que talvez pudesse juntar as pistas que levariam ao criminoso. Se depender do Inspetor Thompson, vai ser difícil identificar o assassino.

 E essa é mais uma grande sacada do filme – um filme todo cheio de sacadas, algumas grandes, outras que são pequenos detalhes, como, por exemplo, o fato de que o trapalhão inspetor jamais conseguirá proferir todas as sílabas de seu próprio nome.

 Altman estava com sua iconosclatia afiadíssima, quando fez Gosford Park. Destroça tudo o que vê pela frente – mas com bom humor.

 Um grande filme, para ver, rever, rever de novo. 

Assassinato em Gosford Park/Gosford Park

De Robert Altman, EUA-Inglaterra-Itália, 2001

Com Maggie Smith (Constance, Countess of Trentham), Michael Gambon (Sir William McCordle), Kristin Scott Thomas (Sylvia McCordle), Jeremy Northam (Ivor Novello), Bob Balaban (Morris Weissman), Alan Bates (Jennings), Richard E. Grant (George), Helen Mirren (Mrs. Wilson), Eileen Atkins (Mrs. Croft), Emily Watson (Elsie), Stephen Fry (Inspetor Thompson), Kelly MacDonald (Mary Maceachran), Clive Owen (Robert Parks), Ryan Phillippe (Henry Denton), Tom Hollander (Anthony Meredith), Geraldine Somerville (Louisa, Lady Stockbridge), Charles Dance (Raymond, Lord Stockbridge), Sophie Thompson (Dorothy), Derek Jacobi (Probert) 

Roteiro James Fellowes

Baseado em idéia de Robert Altman e Bob Balaban

Fotografia Andrew Dunn

Música Patrick Doyle

Produção Capitol Films, Film Council, Sandcastle 5 Productions. Estreou em SP 8/3/2002

Cor, 137 min

R, ****

2 Comentários

  1. Postado em 19 junho 2010 às 8:16 pm | Permalink

    Nesse caso, não há divergência possível…inteligente, elegante, preciso, hipnótico. Faltam-me os adjetivos. Gosto sempre.

  2. José Luís
    Postado em 10 Abril 2017 às 3:01 pm | Permalink

    Só consegui ver uma meia-hora e com muito custo. Decididamente não suporto o senhor Robert Altman.

17 Trackbacks

  1. Por 50 Anos de Filmes » Partir / Partir em 27 junho 2010 às 3:39 pm

    […] Feito com imenso talento, maturidade, torna-se ainda mais excepcional pela interpretação de Kristin Scott Thomas, um absoluto […]

  2. […] A partir daí, Gary só quer fugir da realidade desagradável que é sua vida real e sonhar, para ver de novo a deslumbrante Anna. Vão entrar na história dois sujeitos que – tem terapeuta e livro de auto-ajuda para tudo, certo? – ensinam como controlar os sonhos. Essas duas figuras são interpretadas pelo americano Danny DeVito e pelo inglês Michael Gambon. […]

  3. […] em 2010: Nem Mario Monicelli, em comédias amargas como Parente é Serpente, nem Robert Altman em Cerimônia de Casamento, foram tão longe. Acho que nenhum outro filme conseguiu juntar em uma […]

  4. Por 50 Anos de Filmes » Coração Louco / Crazy Heart em 19 agosto 2010 às 2:31 pm

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  5. […] da pensão onde se hospeda em Florença, com a prima mais velha e mais pobre Charlote Bartlett (Maggie Smith, esplêndida mais uma vez, candidata ao Oscar de atriz coadjuvante), Lucy toca Beethoven, com um […]

  6. Por 50 Anos de Filmes » Kansas City em 26 Janeiro 2011 às 2:30 pm

    […] em 2010 (postada em janeiro de 2011): É certo que Robert Altman não via mesmo com bons olhos o estado geral das coisas em seu país. Mas, cacildabecker, quando […]

  7. […] Carr, um jornalista de esportes inglês. No filme, o protagonista – interpretado, com brilho, por Clive Owen – se chama Joe Warr; é um jornalista de esportes inglês que se apaixona perdidamente por uma […]

  8. Por 50 Anos de Filmes » A Estrela / Star! em 24 Abril 2011 às 2:32 pm

    […] Julie teve que recusar o papel principal em A Primavera de uma Solteirona (que deu um Oscar para Maggie Smith), para poder trabalhar nesse ambicioso e fascinante projeto, apesar de já ter recusado fazer um […]

  9. […] 1984), comédia dramática sobre o mundo do cinema (O Jogador, 1992), policial de suspense (Assassinato em Gosford Park, […]

  10. Por 50 Anos de Filmes » A Regra do Jogo / La Règle du Jeu em 15 Fevereiro 2013 às 4:05 pm

    […] como Robert Altman faria em seu retrato de uma Inglaterra dividida entre os have e os have not, em Assassinato em Gosford Park, Renoir não perdoa ninguém, nem os que têm demais nem os que têm muito pouco ou quase nada. Os […]

  11. […] matadores profissionais há três gerações – e mamãe Maynard (deliciosamente interpretada por Eileen Atkins), atualmente vivendo em confortabilíssima casa de repouso, em uma cadeira de rodas, mas ainda […]

  12. […] Assassinato em Gosford Park, que o americano iconoclasta Robert Altman fez em 2001, é outra maravilha. Quando o revi mais uma vez em 2010, anotei: Há dezenas e dezenas e dezenas de filmes retratando o forte classismo da sociedade inglesa, uma chaga que mudou muito pouco ao longo dos últimos séculos. Vários deles são ótimos. Este filme do americano Robert Altman de 2001 é um dos melhores – e talvez o mais virulento. […]

  13. […] é interpretada pela bela jovem escocesa Kelly Macdonald. E Mrs. Blatgherwick é feita por Imelda Staunton, protagonista do extraordinário O Segredo de […]

  14. Por 50 Anos de Filmes » Zorba, o Grego / Zorba the Greek em 25 novembro 2015 às 11:42 pm

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  15. […] “outra vez no território de um filme cujo roteiro eu escrevera alguns anos antes, Assassinato em Gosford Park“. (O Mundo de Downton […]

  16. […] explica essa situação para ele com a maior simpatia do mundo. A velhinha, claro, é o papel de Maggie Smith, que, aos 80 aninhos em 2014, o ano de lançamento do filme, achou tempo para fazer este filme, […]

  17. […] nos anos 2000, Maggie Smith fez seis filmes da série Harry Potter, mais Assassinato em Gosford Park, Divinos Segredos, O Violinista que Veio do Mar, De Bico Calado, Amor e Inocência, os dois […]

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