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	<title>Comentários sobre: Um Lugar Chamado Brick Lane / Brick Lane</title>
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	<description>Por Sérgio Vaz</description>
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		<title>Por: Sérgio Vaz</title>
		<link>http://50anosdefilmes.com.br/2009/um-lugar-chamado-brick-lane-brick-lane/comment-page-1/#comment-4351</link>
		<dc:creator>Sérgio Vaz</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 01:45:52 +0000</pubDate>
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		<description>Jussara, já falei com você que só pelo prazer de ler seus comentários já valeria a pena eu ter criado o meu site?
A Mary disse que com os comentários que você mandou já dava para você fazer o seu blog. Mas aí eu disse: não, não, se a Jussara fizer um blog ela não manda mais comentários pra cá...
Excelentes, como sempre, as suas observações. O detalhe de o maridão puxar as meias até o joelho é demais!
Abração grande.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Jussara, já falei com você que só pelo prazer de ler seus comentários já valeria a pena eu ter criado o meu site?<br />
A Mary disse que com os comentários que você mandou já dava para você fazer o seu blog. Mas aí eu disse: não, não, se a Jussara fizer um blog ela não manda mais comentários pra cá&#8230;<br />
Excelentes, como sempre, as suas observações. O detalhe de o maridão puxar as meias até o joelho é demais!<br />
Abração grande.</p>
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		<title>Por: Jussara</title>
		<link>http://50anosdefilmes.com.br/2009/um-lugar-chamado-brick-lane-brick-lane/comment-page-1/#comment-4350</link>
		<dc:creator>Jussara</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 01:25:33 +0000</pubDate>
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		<description>Eu gostei do filme, mas não morri de amores... me dá uma certa gastura ver mulheres submissas, apesar de que, como vc falou, o marido não era violento. E por falar na peça, ele me lembrou o americano médio, uma espécie de Homer Simpson; aliás, pra quem ainda não sabe, essa é a forma como o William Bonner vê os seus telespectadores! Mas voltando, ele me lembrou o americano médio: enorme de gordo, do tipo que tem um trabalho meio mecânico e sacal, chega em casa e se planta em frente à TV (e vai assistir ao JN pra não ter que pensar!), quando sai pra passear faz aquele típico programa de índio!! A diferença é que ele era um leitor voraz, mas ainda assim, acho que ele não sabia interpretar o que lia, rs. Em duas palavras, um bobalhão ridículo (até no jeito de puxar as meias até o joelho como o americano faz!). Mas deixo aqui um &quot;uau&quot; de respeito pq o cara lia Tagore.
Tb gostei da atuação dos atores, todos muito bem, incluindo as crianças (que são lindas).
Como disse antes, não morri de amores; mas é um bom filme, delicado, muito pela delicadeza da protagonista (que me lembrou a Dira Paes quando era mais nova). As cores fortíssimas que vc citou e que a diretora usou pra retratar a infância da protagonista lembram um pouco o estilo do Almodóvar, só que sem ser kitsch.
Tb acho muito bonita a cor da pele deles, que no Brasil lembra muito as morenas-jambo. Pena que aqui as pessoas façam de tudo pra &quot;embranquecer&quot; e negam até não mais poder as suas origens.

* Ótimo paralelo vc fez com as irmãs de A Cor Púrpura. Realmente a vida de Nezneen não tem nada da vida da Celie, ainda bem! Lembro que vi esse filme ainda adolescente, meio que pré-adolescente, e sofri vendo o sofrimento daquelas duas. Aquelas eram as verdadeiras vidas secas. Considero um ótimo filme, mas pra quem tem coração é duríssimo assistir.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu gostei do filme, mas não morri de amores&#8230; me dá uma certa gastura ver mulheres submissas, apesar de que, como vc falou, o marido não era violento. E por falar na peça, ele me lembrou o americano médio, uma espécie de Homer Simpson; aliás, pra quem ainda não sabe, essa é a forma como o William Bonner vê os seus telespectadores! Mas voltando, ele me lembrou o americano médio: enorme de gordo, do tipo que tem um trabalho meio mecânico e sacal, chega em casa e se planta em frente à TV (e vai assistir ao JN pra não ter que pensar!), quando sai pra passear faz aquele típico programa de índio!! A diferença é que ele era um leitor voraz, mas ainda assim, acho que ele não sabia interpretar o que lia, rs. Em duas palavras, um bobalhão ridículo (até no jeito de puxar as meias até o joelho como o americano faz!). Mas deixo aqui um &#8220;uau&#8221; de respeito pq o cara lia Tagore.<br />
Tb gostei da atuação dos atores, todos muito bem, incluindo as crianças (que são lindas).<br />
Como disse antes, não morri de amores; mas é um bom filme, delicado, muito pela delicadeza da protagonista (que me lembrou a Dira Paes quando era mais nova). As cores fortíssimas que vc citou e que a diretora usou pra retratar a infância da protagonista lembram um pouco o estilo do Almodóvar, só que sem ser kitsch.<br />
Tb acho muito bonita a cor da pele deles, que no Brasil lembra muito as morenas-jambo. Pena que aqui as pessoas façam de tudo pra &#8220;embranquecer&#8221; e negam até não mais poder as suas origens.</p>
<p>* Ótimo paralelo vc fez com as irmãs de A Cor Púrpura. Realmente a vida de Nezneen não tem nada da vida da Celie, ainda bem! Lembro que vi esse filme ainda adolescente, meio que pré-adolescente, e sofri vendo o sofrimento daquelas duas. Aquelas eram as verdadeiras vidas secas. Considero um ótimo filme, mas pra quem tem coração é duríssimo assistir.</p>
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