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	<title>Comentários sobre: Quando você viu seu pai pela última vez? / And when did you last see your father?</title>
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	<description>Por Sérgio Vaz</description>
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		<title>Por: 50 Anos de Filmes &#187; Bons Costumes / Easy Virtue</title>
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		<dc:creator>50 Anos de Filmes &#187; Bons Costumes / Easy Virtue</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 18:44:28 +0000</pubDate>
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		<description>[...] família que vive de ilusões, o pai, o coronel Jim Whittaker (interpretado pelo sempre bom Colin Firth), não tem ilusão alguma, esperança alguma, ânimo algum; veterano da Grande Guerra, na qual viu [...]</description>
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		<title>Por: Jussara</title>
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		<dc:creator>Jussara</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 01:56:55 +0000</pubDate>
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		<description>Eu gostei do filme, mas não achei nada muito especial. Talvez teria gostado mais se não fosse o tal Arthur. Eu conheço homens mais ou menos como ele, com a mesma personalidade, e como são irritantes! O tipo de pessoa que mais desagrada do que agrada... O que ele fazia com o filho era perturbador, me irritou muito. Iria acabar comigo se eu tivesse um pai que fizesse brincadeiras tão estúpidas. A presença dele incomodava o menino. Se ele gostava mesmo dos filhos, não parecia, não consegui ver. E de que adiantava todas aquelas brincadeiras (de mau gosto) se ele não se abria ao diálogo? Nem no fim da vida ele deu uma brecha para o filho falar o que sentia. E claro (algumas mães são experts nisso, mesmo que inconscientemente) que fez o filho ficar com sentimento de culpa, mesmo sendo ele, Arthur, o &quot;culpado&quot;.

Pela primeira vez vou aqui defender um personagem homem, hahaha... Pra mim, a tentativa que ele fez em transar com a Sandra (ô sotaque irritante; esses irlandeses parece que capricham quando vão filmar!) foi mais uma mistura de sentimentos do que propriamente um desejo ou uma atitude de traição; ele estava tão centrado nas memórias do passado e ele tinha tanta raiva do pai, por inúmeros motivos e tb pq que sempre quis pegá-los no &quot;flagra&quot;, que acho que ele quis reviver aquilo sem a presença do genitor (como ele mesmo falou na hora). 
Pode até ser que tenha sido mesmo uma falha de caráter , mas num primeiro momento foi essa a impressão que tive.

Uma coisa que achei legal foi quando ele chegou à casa dos pais e a irmã perguntou para a mãe se o príncipe tinha chegado. Hahaha, super me identifiquei. É assim que me refiro a um dos meus irmãos, o preferido da minha mãe. Família é tudo igual, não importa a nacionalidade.

Agora, entre ter um pai presente desse e ter um pai ausente, mil vezes um pai ausente; Deus me livre daquele chato, depreciativo, que adorava usar o &quot;jeitinho&quot; pra se dar bem (será que ele era descendente de certos brasileiros? rsrs). E outra: ele não tinha nada que ficar se encontrando com a amante na frente dos filhos; isso fere profundamente a alma das crianças; sem falar que é um péssimo exemplo.
Acho que a personagem da irmã ficou indefinida, e a mãe, era muito passiva (estranhíssima a cara dessa atriz).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu gostei do filme, mas não achei nada muito especial. Talvez teria gostado mais se não fosse o tal Arthur. Eu conheço homens mais ou menos como ele, com a mesma personalidade, e como são irritantes! O tipo de pessoa que mais desagrada do que agrada&#8230; O que ele fazia com o filho era perturbador, me irritou muito. Iria acabar comigo se eu tivesse um pai que fizesse brincadeiras tão estúpidas. A presença dele incomodava o menino. Se ele gostava mesmo dos filhos, não parecia, não consegui ver. E de que adiantava todas aquelas brincadeiras (de mau gosto) se ele não se abria ao diálogo? Nem no fim da vida ele deu uma brecha para o filho falar o que sentia. E claro (algumas mães são experts nisso, mesmo que inconscientemente) que fez o filho ficar com sentimento de culpa, mesmo sendo ele, Arthur, o &#8220;culpado&#8221;.</p>
<p>Pela primeira vez vou aqui defender um personagem homem, hahaha&#8230; Pra mim, a tentativa que ele fez em transar com a Sandra (ô sotaque irritante; esses irlandeses parece que capricham quando vão filmar!) foi mais uma mistura de sentimentos do que propriamente um desejo ou uma atitude de traição; ele estava tão centrado nas memórias do passado e ele tinha tanta raiva do pai, por inúmeros motivos e tb pq que sempre quis pegá-los no &#8220;flagra&#8221;, que acho que ele quis reviver aquilo sem a presença do genitor (como ele mesmo falou na hora).<br />
Pode até ser que tenha sido mesmo uma falha de caráter , mas num primeiro momento foi essa a impressão que tive.</p>
<p>Uma coisa que achei legal foi quando ele chegou à casa dos pais e a irmã perguntou para a mãe se o príncipe tinha chegado. Hahaha, super me identifiquei. É assim que me refiro a um dos meus irmãos, o preferido da minha mãe. Família é tudo igual, não importa a nacionalidade.</p>
<p>Agora, entre ter um pai presente desse e ter um pai ausente, mil vezes um pai ausente; Deus me livre daquele chato, depreciativo, que adorava usar o &#8220;jeitinho&#8221; pra se dar bem (será que ele era descendente de certos brasileiros? rsrs). E outra: ele não tinha nada que ficar se encontrando com a amante na frente dos filhos; isso fere profundamente a alma das crianças; sem falar que é um péssimo exemplo.<br />
Acho que a personagem da irmã ficou indefinida, e a mãe, era muito passiva (estranhíssima a cara dessa atriz).</p>
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