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	<title>Comentários sobre: Há Tanto Tempo que Te Amo / Il y a Longtemps que Je t&#8217;aime</title>
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	<link>http://50anosdefilmes.com.br/2009/ha-tanto-tempo-que-te-amo-il-y-a-longtemps-que-je-taime/</link>
	<description>Por Sérgio Vaz</description>
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		<title>Por: Janaina do Rozario</title>
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		<dc:creator>Janaina do Rozario</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Dec 2010 19:26:31 +0000</pubDate>
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		<description>Esse filme é realmente muito belo.  Kristin Scott Thomas fez uma impecável interpretação, não poderia ser melhor. A trilha sonora é perfeita, uma das que eu mais gostei. Para mim a trilha fica ao lado da de Vick, Cristina, Barcelona. Só não perde para a da de Amelie Poulan.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esse filme é realmente muito belo.  Kristin Scott Thomas fez uma impecável interpretação, não poderia ser melhor. A trilha sonora é perfeita, uma das que eu mais gostei. Para mim a trilha fica ao lado da de Vick, Cristina, Barcelona. Só não perde para a da de Amelie Poulan.</p>
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		<title>Por: 50 Anos de Filmes &#187; O Grande Dia / Sveitabrúðkaup</title>
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		<dc:creator>50 Anos de Filmes &#187; O Grande Dia / Sveitabrúðkaup</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Jul 2010 21:13:48 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Chuva de Verão, de Christine Jeffs, os franceses Um Conto de Natal, de Arnaud Desplechin, Há Tanto Tempo que te Amo, de Philippe Claudel, e Três Irmãs, de Danièle  Thompson, o americano O Casamento de Rachel, de [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Chuva de Verão, de Christine Jeffs, os franceses Um Conto de Natal, de Arnaud Desplechin, Há Tanto Tempo que te Amo, de Philippe Claudel, e Três Irmãs, de Danièle  Thompson, o americano O Casamento de Rachel, de [...]</p>
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		<title>Por: Suraia</title>
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		<dc:creator>Suraia</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jun 2010 19:32:15 +0000</pubDate>
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		<description>Que comentários impecáveis para um filme igualmente impecável!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que comentários impecáveis para um filme igualmente impecável!</p>
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		<title>Por: 50 Anos de Filmes &#187; Arsène Lupin</title>
		<link>http://50anosdefilmes.com.br/2009/ha-tanto-tempo-que-te-amo-il-y-a-longtemps-que-je-taime/comment-page-1/#comment-7185</link>
		<dc:creator>50 Anos de Filmes &#187; Arsène Lupin</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 16:25:34 +0000</pubDate>
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		<description>[...] condessa de Cagliostro – interpretada pela maravilhosa Kristin Scott Thomas – é uma bruxa com poderes sobrenaturais que, como um Fausto, um Dorian Gray, atravessa muitas, [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] condessa de Cagliostro – interpretada pela maravilhosa Kristin Scott Thomas – é uma bruxa com poderes sobrenaturais que, como um Fausto, um Dorian Gray, atravessa muitas, [...]</p>
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		<title>Por: Jussara</title>
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		<dc:creator>Jussara</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 17:48:17 +0000</pubDate>
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		<description>O que se pode dizer sobre esse filme? Apenas assino embaixo do que vc falou; pra mim tb foi um dos melhores filmes que vi nos últimos tempos. A Kristin Scott Thomas está realmente fantástica. Mary tem toda a razão quando diz que ela é absolutamente expressiva (e engraçado como a gente vê como no início ela é fria e distante com as sobrinhas). Admiro atores que conseguem atuar, e atuar bem, falando uma segunda língua. Ao contrário dos franceses pedantes, eu não acho que ela tem sotaque, só acho que ela não fala com o sotaque deles, afinal, ela não é francesa.
A Elsa Zylberstein tb está muito bem, ela me lembra muito uma atriz brasileira (da qual não sei o nome). Aliás, todos os atores estão muito bem. Achei que o &quot;vovô&quot; deu um pouco de leveza à história, mesmo sem falar uma palavra. As meninas tb são uma graça, e crianças sempre colaboram pra deixar as coisas mais leves (não aguentei quando a mais velha falou que o avô tinha ficado com a cabeça mole e perdido a língua, rsrs). E só fazendo duas pequenas correções (ai, que chata, né?) a filha caçula não tem 3, 4 anos. Ela deve ter uns 2 anos e meio, no máximo 3; ela é muito pequena pra 4 anos e não fala direito ainda. E quando a Léa chega ao aeroporto pra buscar a Juliette, primeiro esta se levanta e abraça a irmã , com o cigarro na mão, depois é que ela o apaga (vc inverteu a ordem; acho que pensou certo, mas digitou errado).
No começo, por causa do aeroporto, da chegada de uma irmã, da relação hóspede/anfitrião o filme me lembrou o &quot;Nem parece minha irmã&quot;. Mas ainda bem que a Léa não tinha nada, era completamente o oposto da infeliz e amarga Martine. E ao longo do filme ela só mostra, mais e mais, que é uma excelente pessoa. 
Desde quando comecei a ler sobre o filme e o lançamento nos cinemas, que o nome do título no original me soou familiar, mas só no meio do filme é que fui notar que é uma frase da música &quot;A La Claire Fontaine&quot; que ouvi muito, sem parar, depois que assisti ao &quot;The Painted Veil&quot; (detesto o título em português desse filme, me recuso a escrevê-lo, até pq acabo confundindo com outros filmes de nomes parecidos).
Não sei se um dos temas principais a que vc se refere é o que estou pensando, mas se for, o diretor o abordou de uma forma totalmente diferente mesmo. Acho que ele pegou todo mundo de surpresa. Mas quem prestou atenção à atuação do personagem, viu que tinha alguma coisa errada ali.
And last but not least o título do filme é maravilhoso, poético, meio nostálgico até.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que se pode dizer sobre esse filme? Apenas assino embaixo do que vc falou; pra mim tb foi um dos melhores filmes que vi nos últimos tempos. A Kristin Scott Thomas está realmente fantástica. Mary tem toda a razão quando diz que ela é absolutamente expressiva (e engraçado como a gente vê como no início ela é fria e distante com as sobrinhas). Admiro atores que conseguem atuar, e atuar bem, falando uma segunda língua. Ao contrário dos franceses pedantes, eu não acho que ela tem sotaque, só acho que ela não fala com o sotaque deles, afinal, ela não é francesa.<br />
A Elsa Zylberstein tb está muito bem, ela me lembra muito uma atriz brasileira (da qual não sei o nome). Aliás, todos os atores estão muito bem. Achei que o &#8220;vovô&#8221; deu um pouco de leveza à história, mesmo sem falar uma palavra. As meninas tb são uma graça, e crianças sempre colaboram pra deixar as coisas mais leves (não aguentei quando a mais velha falou que o avô tinha ficado com a cabeça mole e perdido a língua, rsrs). E só fazendo duas pequenas correções (ai, que chata, né?) a filha caçula não tem 3, 4 anos. Ela deve ter uns 2 anos e meio, no máximo 3; ela é muito pequena pra 4 anos e não fala direito ainda. E quando a Léa chega ao aeroporto pra buscar a Juliette, primeiro esta se levanta e abraça a irmã , com o cigarro na mão, depois é que ela o apaga (vc inverteu a ordem; acho que pensou certo, mas digitou errado).<br />
No começo, por causa do aeroporto, da chegada de uma irmã, da relação hóspede/anfitrião o filme me lembrou o &#8220;Nem parece minha irmã&#8221;. Mas ainda bem que a Léa não tinha nada, era completamente o oposto da infeliz e amarga Martine. E ao longo do filme ela só mostra, mais e mais, que é uma excelente pessoa.<br />
Desde quando comecei a ler sobre o filme e o lançamento nos cinemas, que o nome do título no original me soou familiar, mas só no meio do filme é que fui notar que é uma frase da música &#8220;A La Claire Fontaine&#8221; que ouvi muito, sem parar, depois que assisti ao &#8220;The Painted Veil&#8221; (detesto o título em português desse filme, me recuso a escrevê-lo, até pq acabo confundindo com outros filmes de nomes parecidos).<br />
Não sei se um dos temas principais a que vc se refere é o que estou pensando, mas se for, o diretor o abordou de uma forma totalmente diferente mesmo. Acho que ele pegou todo mundo de surpresa. Mas quem prestou atenção à atuação do personagem, viu que tinha alguma coisa errada ali.<br />
And last but not least o título do filme é maravilhoso, poético, meio nostálgico até.</p>
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